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Presidente da Frente Parlamentar Evangélica fala contra Lei da Palmada

 

Julio Severo

Por incrível que pareça, esse fato realmente ocorreu. O presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) falou contra a Lei da Palmada da tribuna do Congresso Nacional. Mas esse fato não aconteceu neste ano. Foi em 2006, quando então quem presidia a FPE era o Dep. Adelor Vieira.

João Campos, o atual presidente da FPE, ainda não ocupou a tribuna para fazer a mesma fala.

Logo que vi, em 2006, o PL 2.654/03 sendo aprovado na Câmara dos Deputados, telefonei ao Dep. Adelor pedindo intervenção da bancada evangélica — o que de fato ocorreu. O projeto, de criminalização de pais que disciplinam filhos, era de autoria da ex-deputada petista Maria do Rosário e, de acordo com o discurso da tribuna do presidente da FPE, “se aprovada a referida Lei, o pai ou a mãe que se baseiam em princípios bíblicos para educar seus filhos terão seus valores e métodos de educação invalidados e passarão até a responder por crimes. Corrigir o filho com punição física branda é algo recomendado pela própria Bíblia Sagrada. O livro de Provérbios afirma que o pai que verdadeiramente ama seu filho não deixa de puni-lo com uma varinha”.

O Dep. Adelor mostrou de modo claro e oficial que nossas posturas cristãs estavam sendo violadas pela arbitrariedade de um projeto petista.

O próximo presidente da FPE foi Manoel Ferreira, homem alinhado com Lula e Dilma Rousseff — sem mencionar com os trabalhos do Rev. Moon.

Depois de Ferreira, João Campos se tornou o presidente da FPE, mantendo-a firme na trilha imposta anteriormente por Ferreira.

Com o Dep. Adelor, a bancada evangélica era oposição ao governo. Com Ferreira e Campos, tornou-se amistosa.

João Campos já ocupou a tribuna do Congresso para elogiar Manoel Ferreira e até jáviajou aos EUA para participar, juntamente com Ferreira, dos trabalhos do Rev. Moon.

Quem dera agora João Campos ocupasse a tribuna para defender os pais da lei que estatiza os filhos em nome de uma suposta maior proteção às crianças e criminaliza os pais e seu mandato bíblico de usar a vara corretiva!

O Brasil precisa hoje de uma FPE muito mais corajosa e menos amistosa com a esquerda, pois a Maria do Rosário que anos atrás veio com um projeto de lei anti-palmada é hoje ministra, garantindo todo o peso obesivo do Estado em favor de suas pretensões ideológicas. O que era mero projeto de lei dela no passado agora virou projeto de governo.

Com ou sem a ajuda da FPE, nós, pais e mães, temos de lutar para que o Estado pare de violentar as famílias, seus direitos e autoridade.

Fonte: www.juliosevero.com

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Uma cidade chamada “Feliz Natal”

‘Povo é alegre nos 365 dias do ano’, diz Noel de Feliz Natal, em MT

História de moradores confunde-se com a da própria cidade de Feliz Natal.
Cidade surgiu após viajantes passarem Natal em estrada na década de 70.

Leandro J. NascimentoDo G1 MT

 

Feliz Natal_mãe_filha (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Família Silva mora em cidade do interior de MT que tem 15 anos de emancipação
(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

Aparecida Clarice da Silva, de 58 anos, e a filha Sandy Eliza da Silva, de 15, moram em uma cidade onde o clima natalino está presente em todos os dias do ano ao menos no nome: Feliz Natal. A cidade está localizada a 538 quilômetros de Cuiabá e tem apenas 15 anos de emancipação. Foi em 1995 que o então distrito desvinculou-se da cidade de Vera, a 486 km da capital, para ganhar vida própria.

A família Silva começou a se preparar para o Natal ainda em novembro, quando mãe e filha adquiriram os primeiros enfeites natalinos. A tradicional árvore foi montada em um canto da sala da casa. Sandy, que tem o mesmo tempo de vida de Feliz Natal, considera-se feliz-natalense de coração, embora seu parto tenha sido realizado em outra cidade. “É bom viver aqui, pois eu cresci, passei minha infância e quero permanecer aqui. Pretendo estudar, me formar na faculdade. Gosto de viver nesse clima”, contou a adolescente, que juntamente com a mãe recebeu a equipe de reportagem do G1 na residência da família.

Enfeites ajudam a dar o clima de fim de ano em cidade de Mato Grosso (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Enfeites ajudam a dar o clima de fim de ano
(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

O nome Feliz Natal faz referência ao episódio curioso ocorrido na década de 70 e que contribuiu para originar o nome da cidade. As chuvas e o grande volume de lama, associado ao córrego que transbordou, impediram que um grupo de pessoas seguisse viagem para comemorar as festas com as famílias em municípios da região. Isolados, eles passaram o Natal às margens do córrego das Garças e começaram a chamá-lo de Feliz Natal. Em um pedaço de madeira, fizeram uma placa onde escreveram o nome da futura cidade. Alguns anos depois, nas proximidades do rio, surgiu um povoado. Era o começo da comunidade de Feliz Natal.

A mãe de Sandy, Clarice, conta que muita coisa mudou nesse tempo em Feliz Natal. “Era muito difícil. Aqui não tinha nada, nenhuma opção, só trabalho. Eu me considero parte daqui”, diz

O clima interiorano predomina na cidade, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), tem 10.933 habitantes. Nos fins de tarde, as rodas de chimarrão ainda são vistas em diferentes partes do município. Aos finais de semana, pais aproveitam para levar os filhos à praça central, onde se divertem em brinquedos. Foi inclusive nesta praça onde uma árvore de Natal com 14 metros de altura foi montada para compor a decoração natalina na cidade.

O córrego era no meio do mato, bonito. De vez em quando, pulávamos lá"

Odemir Passador, 59 anos.

Em Feliz Natal, a história de muitos moradores confunde-se com a da própria cidade. As famílias Passador e Caldeira são consideradas pioneiras e têm boas memórias do tempo em que chegaram à comunidade, ainda na década de 80, e contam ter encontrado traços de quem passou pelo local em anos anteriores. “Eles pegaram um pedaço de tábua, um facão. Escreveram com um lápis de estaca o nome Feliz Natal. Quando chegamos aqui, no ano de 1981, lá ainda estava a madeira com a escrita”, contou Lauro Caldeira, 69 anos.

Já Natalin Passador, 81 anos, e a esposa Tereza, 80 anos, que chegaram a Feliz Natal em 1982, lembram com saudosismo das mudanças ocorridas desde que estão no local. “Cheguei a ver a placa com o nome de Feliz Natal. Nos lembramos das coisas do passado. Aqui era puro mato e o rio era fundo”, disse, ao G1, às margens do córrego onde tudo começou.

Da esquerda para direita, Natalin, o filho Odemir e a esposa Tereza. (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Da esquerda para direita, Natalin, o filho Odemir e a
esposa Tereza. (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

Odemir Passador, 59 anos, filho do casal, cresceu e também constituiu família em Feliz Natal. “O córrego era no meio do mato, era bonito. De vez em quando, pulávamos lá dentro. Onça, tinha por todos os lugares”, brincou. Em função do assoreamento, o córrego hoje transformou-se em uma área alagada.

1º Papai Noel
Antônio Debastiane, hoje com 65 anos, é colonizador em Feliz Natal e também o primeiro Papai Noel que a cidade teve. Ele comemora a emancipação no ano de 1995. Quinze anos depois, quatro gestões foram exercidas na prefeitura. Somente de Debastiane foram três. Na história eleitoral da cidade, ele foi o primeiro, segundo e quarto prefeito a comandar o Poder Executivo.

“Eu me orgulho em viver aqui e hoje somos conhecidos por esse nome. O povo aqui é alegre não só no Natal, mas como deve ser nos 365 dias do ano”.

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Quatro bebês correm risco de serem sacrificados em religiões afro-brasileiras no Rio

 

Julio Severo

Uma menina grávida de 10 anos e outra de 12 foram levadas por suas mães para centros de religiões afro-brasileiras no Rio de Janeiro, onde permanecem “internadas” aguardando o momento de sacrificarem seus bebês aos demônios, conforme denúncia de minha amiga católica Doris Hipólito, que tem um centro de atenção e cuidado a gestantes que precisam de ajuda.

Ambas as meninas estão grávidas de gêmeos. Contudo, as práticas religiosas afro-brasileiras de suas mães prevaleceram sobre os esforços de Doris, que procurou com todas as forças impedir que as meninas fossem internadas.

Doris denunciou a intenção de sacrifício num programa católico da Rádio Catedral no dia 12 de dezembro ao meio dia. Ela também denunciou à polícia e às autoridades da Igreja Católica, mas não houve resposta.

Depois das denúncias, ela recebeu dois telefonemas ameaçadores, para que ela não intervisse no caso das meninas.

Ele pede o envolvimento do público. Ela disse: “Estou falando de crianças assassinadas despedaçadas oferecidas aos demônios. Em vinte anos de trabalho [com gestantes], só consegui retirar uma gestante que estava internada numa macumba de Anchieta para fazer aborto”.

Para ajudá-la a libertar as duas meninas gestantes, escreva para o email dela:[email protected]

Fonte: www.juliosevero.com