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Vídeo Que Incentiva as Pessoas a Irem à Igreja Vira Hit Na Internet

 

Por Ana Araújo|Repórter do The Christian Post

O vídeo “Razões, porque as pessoas não vão a Igreja”, lançado em 2009, foi descoberto por um brasileiro que traduziu e colocou legendas em fevereiro deste ano, e até hoje continua circulando na internet.

O vídeo, de 2 minutos e quinze segundos, foi criado pelo grupo Central Christian, de Las Vegas, para ser usado como um viral para a Páscoa. Duas semanas antes da data, eles enviaram para os membros do grupo, para que estes enviassem aos seus amigos e parentes.

O diretor criativo do grupo, Justin Jackson, contou ao The Christian Post que a inspiração do vídeo veio do pastor Wilhite Jud, quando ele contou que "quando as pessoas dizem, ‘Igreja é preenchido com um bando de hipócritas,’ Eu simplesmente digo: ‘… e há sempre lugar para mais um.’"

A equipe criou o roteiro durante um vôo em que voltavam de Los Angeles, quando eles se lembraram de várias declarações que já tinham ouvido de membros da sua igreja sobre os motivos que as pessoas davam para não frequenta-la.

Mesmo dois anos após o lançamento, Justin continua se surpreendendo com o alcance do vídeo, principalmente nas mídias sociais.

“Ele continua a ser visto, comentado, refeito e até traduzido. Estou emocionado e agradecido por tantas pessoas e igrejas que foram afetadas por esta ideia simples. Minha esperança é que mais e mais pessoas vão deixar de lado suas objeções à igreja e simplesmente encontrar Cristo”.

O vídeo está disponível em www.worshiphousemedia.com, no qual permaneceu várias semanas no top 10. As tentativas de contato com o responsável pela dublagem do material não foram respondidas.

Assista ao vídeo:

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Doação De Vereador Evangélico De R$ 85 Mil Para Umbanda Causa Polêmica

 

Por Ana Araújo|Repórter do The Christian Post

“Desde que toda esta história começou, buscamos o diálogo, pois não demonizamos e nem excluímos qualquer pessoa. Mas não podemos obrigar a prefeita a nos receber. Estamos nesta audiência pública porque, por algum motivo, o vereador Amarildo sentiu-se sensível à causa. Em nome da Comissão, quero, desde já, agradecer e ratificar que não haverá desistência em relação ao tombamento do lugar onde a Umbanda nasceu”, afirmou o babalawo Ivanir dos Santos, interlocutor da comissão dos umbandistas.

O babalawo destacou o fato de o vereador e a prefeita serem membros da mesma religião, mas agirem de forma diferente sobre a questão. “O vereador segue a mesma religião da prefeita. No entanto, ele nos recebeu desde o início, preocupou-se com o caso e marcou esta audiência hoje. Isso mostra que quem quer faz. Por que ela não fez?” questionou o babalawo Ivanir.

O assessor de Amarildo informou que o vereador não reforça e nem apoia as acusações contra a prefeita, ficando estas exclusivas por parte dos militantes, que levantam o debate sobre tolerância religiosa, constantemente em evidência em regiões com múltiplas ideologias.

Para o Bispo Robinson Cavalcanti, os princípios cristãos não excluem a convivência com membros de outras religiões.

“Conheço prefeitos evangélicos que, por razão de consciência, delegam ao seu vice ou a um secretário a presença no Carnaval ou em um terreiro de Candomblé. A doação de uma oferta financeira para a recostrução desse templo parece evidenciar que o vereador optou por agir como gestor do que como fiel de uma igreja,” opinou o líder religioso ao CP.

A prefeita e o comprador do terreno ainda não se manifestaram oficialmente. Segundo o assessor Rogério, os envolvidos aguardam a decisão da Comissão de Intolerância Religiosa sobre os próximos passos.

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Homossexualidade é Opção? Veja a Opinião de Políticos, Pastores e Cientistas

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A homossexualidade é uma opção ou uma determinação genética? A questão é polêmica e gera intensos debates entre homossexuais, heterossexuais, religiosos, cientistas e até no meio político.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), afirmou na semana passada ao Terra TV que o fato de segmentos políticos afirmarem que a homossexualidade é uma opção é um equívoco.

“é um equívoco, pois significa desconhecer uma série de ‘conquistas’ que a ciência já fez no sentido de mostrar que nós não optamos por isso”.

O deputado, assumidamente homossexual, é favorável ao PLC 122, projeto de lei desarquivado pela senadora Marta Suplicy (PT – SP), que trata da união homoafetiva. Ele também defende a implementação do que é conhecido como "kit gay", apelido dado às cartilhas e vídeos sobre preconceito e bullying que o Ministério da Educação quer distribuir em escolas públicas.

Pastores e cientistas divergem sobre o assunto. O reverendo Marcos Amaral, que é pastor e psicólogo clínico falou ao The Christian Post que a maioria dos estudos científicos não comprovam que a homossexualidade é determinado biologicamente.

“Existem estudos bastante ricos e avançados que acompanharam o cérebro de homossexuais e verificaram que eles emitem conexões entre os neurônios bem parecidas com as de uma mulher. Mas isso não significa que isso comprove que a homossexualidade é algo determinado biologicamente”, disse Amaral ao CP.

O líder religioso explica que os estudos científicos mostram que pressões externas acabam moldando o comportamento do indivíduo, que o levam a agir de determinada maneira.

“Via de regra”, diz o pastor, “os homossexuais possuem problemas com a figura paterna, geralmente o pai é omisso ou violento”, diz. “Além disso, Freud já chamava a homossexualidade de perversão libidinal”, cita.

Apesar dessa ideia de que pressões externas e as dinâmicas da vida moldam o comportamento dos homossexuais, segundo Amaral, “não devemos demonizá-los”.

Mas para a geneticista Mayana Zatz, que responde a perguntas de leitores na Veja, ainda não existe uma comprovação científica sobre o assunto.

“Embora em minha opinião exista uma predisposição genética para um comportamento homossexual, pesquisas científicas que provem isso na prática são muito difíceis de serem realizadas”.

A cientista indica que pode existir uma “herança multifatorial” neste caso, onde vários genes interagem com o ambiente para determinar uma característica.

“Entretanto, a identificação de genes responsáveis por traços multifatoriais é extremamente difícil”, disse Zatz, de acordo com a Veja.

A cientista afirma que até hoje não foram ainda identificados os muitos genes que determinam a estatura e sabe-se com certeza que trata-se de um traço com grande influência genética.

Por outro lado, durante muito tempo, o autismo também era atribuído ao ambiente e hoje, ela explica, sabe-se que o comportamento autístico é uma característica genética, embora a busca para os genes responsáveis ainda continue.

Ela conclui que o avanço nas pesquisas e tecnologias poderá talvez elucidar esse enigma no futuro próximo.