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Humildade e Adoração

 

Publicado por Everson Barbosa em 5 de dezembro de 2011

Humildade e Adoração

De acordo com Tiago 4:6 Deus “dá graça aos humildes”. Humildade sugere que estamos no estado adequado para receber a graça.

Filipenses 2:1-17 é uma passagem que tenho usado para considerar esta questão.

“Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente. Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo.” Filipenses 2:1-17

A humildade é uma questão de atitude e comportamento. É composto por:

  • Submissão a Deus
  • O reconhecimento de nossos talentos, mas também os talentos dos outros
  • Reconhecimento dos limites desses talentos

Eu acredito que Deus faz grandes coisas por meio dos humildes, à medida que Ele cresce, nós diminuímos. Uma pessoa humilde parece manter o equilíbrio entre o reconhecimento de seus dons, mas também os dons dos outros e os honra devidamente. Humildade significa que nada do que fazemos é motivado por ambição egoísta ou por vaidade; ou seja, um desejo de auto-promoção e de ser excessivamente favorável à própria capacidade e importância.

No louvor e adoração há uma tentação de se sentir ameaçado por aqueles que são mais talentosos musicalmente, mais criativos ou mais famosos do que nós. A tentação é cobiçar os dons dos outros. Basicamente é dizer a Deus que: o que Ele nos deu não é suficiente. Pode ser fácil perder de vista o fato de que vivemos para adorar a Deus e não para impressionar os outros. Precisamos pedir a Deus graça para que possamos avançar com integridade e confiança no que Ele nos presenteou, em vez de liderar e ministrar em um lugar de insegurança.

Ao trabalhar com nossas equipes de louvor, adoração, bandas e etc, queremos incentivar as pessoas, queremos vê-las crescer em seus dons, mesmo que isso signifique que elas possam, eventualmente, tomar o nosso lugar, tornar-se melhor do que nós ou se tornar mais reconhecidas do que nós. Nós queremos ser parte de uma comunidade de adoração – desse lugar acima de nós mesmos – para que possamos experimentar a unidade: um pouco do céu na terra. Acho que se pudermos ministrar com humildade, então vamos poder encorajar aqueles – que nos tem como referência – a se desenvolver e crescer sendo humildes.

Por Claire Hamilton

Claire Hamilton é uma cantora irlandesa que faz parte da CFC Belfast ( Christian Fellowship Church) como líder de louvor e também faz parte do culto popular Rend Experimento Coletivo. Durante sua caminhada ministerial, Claire ministrou o louvor em muitos dos grandes festivais, incluindo o Dia Global de Oração, o Vinho Novo na Irlanda e depois ministrou louvor junto com Brenton Brown e Chris McClarney. Claire faz parte da gravadora inglesa kingsway de John Pac.

Fonte: Adorando

Histórias da Bíblia entre povos antigos: Torre de Babel

 

DOMINGO, 20 DE NOVEMBRO DE 2011

Algo interessante que ressalva o quão confiável a Bíblia é. Por toda a Austrália, e sem se aperceberem da ligação, os aborígenes possuem lendas e histórias que são muito parecidas com as histórias bíblicas. Por exemplo, quando George Rosendale, no norte de Queensland, ouviu pela primeira vez a história da Torre de Babel (enquanto criança e durante a Escola Dominical), ele levantou o braço e disse: “Vocês, brancos, têm a história totalmente distorcida. A história das línguas não aconteceu para lá dos mares. A minha avó disse que aconteceu aqui, perto de Cooktown.” A avó dele tinha ouvido a história quando era pequena, muito antes de os missionários chegarem. Repare que essas histórias nunca são sobre eventos depois da dispersão de Babel. Elas podem ser reminiscentes de Adão e Eva no Jardim, o Dilúvio e Babel, mas, por exemplo, nada sobre Moisés atravessar o Mar Vermelho. A razão é óbvia: depois da dispersão que Deus causou (Gn 11), deixou de haver interação entre os povos de onde procedem os aborígenes e os povos que deram origem aos hebreus.
Isso é exatamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse historicamente confiável. A existência de lendas e histórias por todo o mundo, semelhantes aos eventos reportados na Bíblia, apontam para uma fonte comum.
Não deixa de ser curiosa a posição dos evolucionistas: quando observam semelhanças entre as formas de vida, eles erradamente inferem que toda a vida deve ter um ascendente comum. Afinal, se os animais não possuem um parente comum, como é que se explicam as semelhanças? No entanto, quando se observam semelhanças entre lendas e histórias mundiais acerca de um dilúvio, eles já não inferem uma “origem comum”, mas, sim, “várias descrições localizadas de eventos distintos”.
Exceto no que toca ao Épico de Gilgamesh; nesse caso, como há muitas semelhanças, e como aparentemente o Épico foi escrito antes de Gênesis, os ateus dizem que Gênesis e Gilgamesh têm uma origem comum. Segundo os céticos, a Bíblia copiou o mito. Não lhes passa pela cabeça que provavelmente Gilgamesh e Gênesis reportam o mesmo evento histórico. Como essa hipótese contradiz seu evolucionismo, ela tem que ser ideologicamente rejeitada.
Portanto, a “lógica” dos evolucionistas funciona assim:
1. Semelhanças entre os animais = origem comum.
2. Semelhanças universais entre as descrições de um Dilúvio global = origem distinta.
3. Semelhanças entre Gilgamesh e Gênesis = origem comum outra vez!
Conclusão: a existência dessas lendas e histórias em povos tão afastados do Médio Oriente está de acordo com o que seria de esperar, se o que a Bíblia relata aconteceu como reportado. Houve verdadeiramente um dilúvio que cobriu toda a Terra, e após isso houve uma dispersão. Os povos levaram consigo a memória desses eventos e foram passando de geração em geração através dos séculos. Claro que, como eram majoritariamente tradições orais, muitos acréscimos foram feitos. Felizmente, Deus preservou o relato dos eventos num Livro com o nome de Bíblia.

Fonte: Arqueologia biblica

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Dia da Bíblia acontece no próximo domingo e SBB comemora

 

No próximo domingo (11) será comemorado o Dia da Bíblia no Brasil. E a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) prepara uma comemoração especial no Museu da Bíblia (MuBi), entre às 9h e 12h, em Barueri, na Grande São Paulo. No evento, serão desenvolvidas atividades variadas para 400 crianças, além de um momento de celebração focado na história das traduções para o público adulto.

Sempre celebrado no segundo domingo de dezembro, neste ano o Dia da Bíblia tem como tema “A Bíblia para o Jovem”, baseado no trecho bíblico de Provérbios 3.6: “Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo”. A iniciativa tem o objetivo de conectar a juventude com a Palavra de Deus e enfatizar a importância dos princípios bíblicos para a vida”, explica Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da entidade.

Como estímulo, a SBB desenvolveu uma série de ferramentas para ajudar igrejas, congregações e ministérios a colocar a Bíblia no dia a dia dos jovens brasileiros.Entre os itens disponibilizados estão: cartazes, material para evangelização de jovens, cofrinho para crianças, envelopes para arrecadação de ofertas pela distribuição da Bíblia, modelo para confecção de camisetas do Dia da Bíblia e Planos de Leitura da Bíblia, além de um para a leitura da Bíblia completa em um ano. Este material pode ser solicitado através do hotsite www.sbb.org.br/diadabiblia, onde também estão reunidas informações detalhadas sobre como usar essas ferramenta e ideias para marcar o Dia da Bíblia 2011.

O Dia da Bíblia – Criado em 1549, na Grã-Bretanha, pelo Bispo Cranmer, o Dia da Bíblia começou a ser celebrado no Brasil em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em 1948. Graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela SBB, as comemorações se intensificaram e diversificaram, passando a incluir a realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e ampla distribuição de Escrituras.

A SBB – A Sociedade Bíblica do Brasil, fundada em 1948, é uma organização sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia Sagrada, um verdadeiro manual para a vida, que promove o desenvolvimento espiritual, cultural e social do ser humano, provocando a transformação daquele que com ela entra em contato.