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Igreja Presbiteriana dos EUA contra Israel

 

Especial do jornal israelense Ynetnews: Igreja Presbiteriana se tornando mais anti-Israel, mais antissemita

Giulio Meotti

A maioria dos presidentes dos Estados Unidos, desde James Madison, eram membros da Igreja Presbiteriana, que tem a reputação de ser a mais rica e majoritária entre as igrejas americanas. Presbiterianos deram aos Estados Unidos dezenas de presidentes, juízes do Supremo Tribunal, secretários de Estado (Condoleezza Rice é filha de um pastor presbiteriano) ministros de governo e membros do Congresso. Até o Pastor Billy Graham, conhecido como “conselheiro dos presidentes dos EUA”, tem sido um dedicado presbiteriano.

Contudo, em anos recentes, a Igreja Presbiteriana dos EUA apareceu nas manchetes devido a uma campanha anti-Israel extremamente venenosa na qual dinheiro, teologia e política são combinados juntamente. Ativistas pró-palestinos, aliados com fanáticos protestantes anti-judeus, ganharam uma vitória em 2004 quando a Igreja Presbiteriana retirou seus 8 bilhões de dólares de ações das empresas que faziam negócios com Israel. Alguns dias atrás os presbiterianos e outras três denominações protestantes endossaram o pedido de criação de um Estado Palestino junto à ONU.

Presbiterianos pedem fim de toda ajuda dos EUA a Israel

Enquanto isso, a Igreja Presbiteriana realizou uma conferência em Louisville com o título “Bíblia, terra e nosso desafio teológico”. Adotou o “Documento Kairos”, no qual diz que as políticas de segurança de Israel são “um pecado contra Deus”, liga o muro de segurança ao “apartheid”, rejeita o Estado judaico, apoia o terrorismo quando fala sobre os “milhares de prisioneiros que sofrem em celas israelenses”, e declara que “resistência ao mal da ocupação é um direito e dever cristão”.

No simpósio em Louisville, o Rev. Eugene March, professor emérito do Velho Testamento no Seminário Presbiteriano, disse que o direito judeu à terra santa é “inválido”, enquanto o Rev. Gary Burge, professor do Novo Testamento na Faculdade Wheaton, disse que “Jesus subverteu a política de terra do Judaísmo” e criticou “a visão de mundo do Judaísmo”. É difícil de imaginar calúnia mais feia.

O Comitê Presbiteriano para Responsabilidade de Missões Através de Investimento exortou Assembleia Geral a adotar plenamente o assim chamado movimento BDS e se retirar da Caterpillar, Hewlett-Packard, e Motorola (uma decisão é aguardada para daqui a alguns meses). Os presbiterianos possuem centenas de milhares de ações nessas empresas através de seus fundos de pensão para trabalhadores aposentados e através de fundações. A igreja acusou essas empresas de vender helicópteros, celulares, equipamentos de visão noturna e outros produtos que Israel usou para garantir sua “ocupação”.

Alegações falsas

O Rabino Abraham Cooper, vice-decano do Centro Simon Wiesenthal, chamou a campanha de “uma receita para desarmar Israel” e as ações presbiterianas de “praticamente antissemitas”. O relatório da Igreja Presbiteriana em 2010 com o título “Derrubando os muros” — é caracterizado como “venenoso” pela Liga Anti-Difamação — legitima dúvidas sobre o direito de existência de Israel e pede aos EUA que retirem sua ajuda militar para Israel.

De acordo com a organização de defesa de direitos dos cidadãos Camera, a Rede de Missões do Oriente Médio da Igreja promove incitações antissemitas até mesmo através da estação de televisão Al-Manar controlada pelo Hezbollah, incluindo falsas alegações sobre Israel criando túneis debaixo do Monte do Templo (acusações que no passado provocaram violência em Jerusalém).

Nesta semana em Atlanta a Igreja Presbiteriana realizou outro simpósio, “De Birmingham a Belém”, ligando Martin Luther King aos palestinos. Um dos principais palestrantes foi um clérigo palestino, padre Naim Ateek, cuja influência no protestantismo contemporâneo é imensa, pelo menos através de seu Centro Sabeel em Jerusalém. As denúncias de Ateek contra Israel incluem ligações imaginárias do Estado judeu à acusação de deicídio que durante séculos alimentou o derramamento de sangue judeu.

Escrevendo ao jornal de Estudos Ecumênicos, Adam Gregerman observou que teólogos como Ateek “perpetuam algumas das imagens mais repugnantes e cruéis dos judeus como malevolentes, antissociais, hostis aos que não são judeus”. Por exemplo, Ateek escreveu sobre o “Herodes dos dias modernos” em Israel, referindo-se ao rei que, de acordo com o Novo Testamento, assassinou os bebês de Belém em uma tentativa de matar o recém-nascido Jesus.

De fato, muitas vozes nos EUA estão agora sugerindo que os presbiterianos deixaram para trás o compromisso de “nunca mais” “participar de, contribuir para, ou… permitir a perseguição ou difamação dos judeus” (da Declaração do Relacionamento Entre Cristãos e Judeus de 1987).

Na Idade Média, “encenações de peças religiosas”, que retratavam os judeus como os carrascos de Jesus, ajudaram a colocar combustível nas fogueiras e pogroms até que o Holocausto levou essa teologia sombria para a clandestinidade. A Igreja Presbiteriana está agora encenando uma peça religiosa do século XXI, na qual Israel é o judeu do mundo.

Giulio Meotti, um jornalista que com Il Foglio, é o autor do livro Um novo Shoah: A história não contada das vítimas israelenses do terrorismo.

Tradução: Eliseu P. L. J.

Revisão: Julio Severo

Título do artigo original em inglês: US church versus Israel

Fonte em português: www.juliosevero.com

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Billy Graham cumple 93 años

Casi en casa

 

Billy Graham cumple 93 años

"Aprendí a morir como cristiano, pero no me enseñaron cómo vivir la vejez. Y no es fácil".

13 DE NOVIEMBRE DE 2011, EEUU

Billy Graham  celebra su cumpleaños número 93 este lunes 14 de noviembre. Después de haber impactado las vidas de todo el mundo con el Evangelio, el conocido evangelista atesora el cariño y buenos deseos de miles de personas. Es “el pastor evangélico más importante e influyente en el mundo durante el siglo XX desde un punto de vista humano y social” expresa José Pablo Sánchez, autor de "El predicador", la única biografía de Graham escrita en castellano.
En la foto de archivo que acompaña esta noticia, del 20 de diciembre de 2010, Billy Graham tenía 92 años, y era entrevistado en la sede de la Asociación Evangelistica Billy Graham (BGEA) en Charlotte, Carolina del Norte.
"Reverendo Graham, feliz cumpleaños, y gracias por todo lo que han hecho y (sic) la BGEA sigue haciendo. Tú eres mucho más apreciado de lo que imaginas", escribió Shawn Werre en la página del evangelista de Facebook. "Tengo 44 años y recuerdo escuchar primero sus predicaciones en la tele con mis abuelos. Usted ha jugado un papel muy importante en mi desarrollo espiritual y le doy las gracias:)…"
El cumpleaños de Graham se produce justo después del lanzamiento de su más reciente libro, Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well (traducido al español con el título de " Casi en casa "). Este nativo de Charlotte, Carolina del Norte, compartió su reflexión personal sobre la vejez en su libro, que está dirigido no sólo a los lectores mayores, sino en todas las etapas de la vida, que espera nos preparemos ante los retos de la vejez.
En el libro dice, "nunca pensé que llegaría a ser tan viejo. Toda mi vida me enseñaron a morir como cristiano, pero nadie me ha enseñado cómo debemos vivir en los años antes de morir. Me hubiera gustado (que me hubiesen enseñado) porque soy un hombre viejo, y créanme, no es fácil."
De acuerdo con la BGEA, Graham todavía está buscando ser usado por Dios en esta etapa de su vida. "Estoy sorprendido por las maravillas de la tecnología y estoy agradecido por la forma en que podemos usarlas para compartir el Evangelio en todo el mundo", dijo. "Estoy ansioso de ver cómo Dios todavía puede ser capaz de usarme para servirle en estos últimos años".
Sin dejar de mantener el impacto de toda una vida a sus 93 años de edad, Graham expresó que espera ir al cielo y reunirse con su difunta esposa Ruth, quien falleció en 2007.

Fuentes: Christian Post

© Protestante Digital 2011

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Alex Campos, Latin Grammy por `Lenguaje de amor´

Cantante colombiano

 

Alex Campos, Latin Grammy por `Lenguaje de amor´

Alex Campos ha recibido el premio Latín Grammy en la categoría de mejor Álbum Cristiano en español.

13 DE NOVIEMBRE DE 2011, LAS VEGAS

Fue la tarde del pasado jueves 10 de noviembre, durante la 12ª Entrega Anual del Latin Grammy en Las Vegas, Nevada, cuando Alex Campos se alzó por primera vez en su carrera como el ganador del gramófono dorado por su álbum «Lenguaje de amor» otorgado en la categoría de «Mejor álbum cristiano (en español)».
«Lenguaje de amor», un disco que revela la ternura y amor que hay en la voz de Dios, fue lanzado internacionalmente en agosto de 2010 bajo el sello CanZion . El disco fue coproducido por Alex Campos y el argentino Juan Blas Caballero, quien anteriormente también ha sido recipiente del Latin Grammy.
Siendo su octava producción discográfica, «Lenguaje de amor» ha demostrado ser hasta hoy uno de los álbums de más exito en la trayectoria del cantante colombiano de fe cristiana. El disco ha cosechado el reconocimiento no sólo dentro de la música cristiana, sino ambién en la industria secular, lo que ha sido corroborado con el grammy recibido.
El Latin Grammy es un premio otorgado en reconocimiento a los logros artísticos y técnicos de una determinada producción musical. La decisión sobre a quién se otorga no se basa en el número o posicionamiento en las listas de ventas, sino por los votos de los miembro de LARAS, que son personas involucradas en la industria de la grabación.

NOTA DE CANZION
Grupo CanZion felicita a Alex Campos por haber obtenido este galardón. De igual manera aplaude a Marco Barrientos, Ingrid Rosario, Funky, Tercer Cielo, y Moisés Angulo , por su nominación y participación en esta edición del Latin Grammy 2012.

Fuentes: Canzion

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