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Grupo Gay Pede Punição a Emissoras que Produzem Ofensas

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) encaminhou ofício ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, pedindo providências sobre as concessões públicas de televisão pois teriam se sentido ofendidos por programas religiosos nas emissoras comerciais.

O grupo se sentiu atingido por declarações do pastor Silas Malafaia, que apresenta o programa “Vitória em Cristo” nas emissoras Bandeirantes e Rede TV, e alegou que os programas religiosos frequentemente ofendem os homossexuais.

De acordo com o Observatório do Direito à Comunicação, Toni Reis, presidente da ABGLT declarou que “Malafaia vinha nos ofendendo em várias situações nos seus programas. Só que agora ele incentiva à violência, diz para abaixar o porrete na gente. Por isso nós pedimos providências ao Ministério das Comunicações e ao Ministério Público também”.

A ABGLT quer que haja alguma punição às emissoras que fazem declarações ofensivas aos direitos dos homossexuais pretendendo com isso que essa prática seja inibida nos meios de comunicação.

Segundo Toni Reis, Malafaia não estaria aberto ao diálogo, e por isso eles solicitaram providências ao Ministério das Comunicações. “Nós entramos também com uma ação no Ministério Público Federal e vamos utilizar todos os meios legais a que tivermos acesso aqui no Brasil”. De acordo com ele, a idéia não é judicializar tudo, é de primar sempre pelo diálogo, mas garante que “a partir do momento em que isso se fizer necessário, vamos fazer sem sombra de dúvida”, conclui Toni.

Até o momento, nem o Ministério das Comunicações nem o pastor Silas Malafaia se pronunciaram sobre o assunto.

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Cultos

Fim do mundo previsto pelos maias é um erro de interpretação

 

Segundo arqueólogo, para os Maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica do tempo

31 de outubro de 2011 | 11h 38

Efe

BOGOTÁ – O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição A Sociedade e o Tempo Maia inaugurada recentemente no Museu do Ouro de Bogotá.

Arte se inspira no calendário Maia - Divulgação

Divulgação

Arte se inspira no calendário Maia

O arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) e um dos curadores da mostra, Orlando Casares, explicou que a base da medição do tempo desta antiga cultura era a observação dos astros.

Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do sol, da lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um final.

"Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica", explicou Casares, que esclareceu: "A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir".

Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal desta civilização.

"Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado ‘Haab’ que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o ‘Tzolkin’, de 260 dias, que regia a vida ritualística", acrescentou Casares.

A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Desta forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, "não podiam separar o religioso do cotidiano".

Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia.

Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o "baktun" (período de 144 mil dias); na maioria das cidades 13 "baktunes" constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.

Com esta explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação dos objetos achados desta civilização.

De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.

A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura.

Para a diretora do Museu do Ouro de Bogotá, Maria Alicia Uribe, a exibição desta mostra sobre a civilização maia serve para comparar e aprender sobre a vida pré-colombiana no continente.

"Interessa-nos de alguma maneira comparar nosso passado com o de outras regiões do mundo", ressaltou Maria sobre esta importante coleção de arte e documentário.

A exposição estará aberta ao público até o dia 12 de fevereiro de 2012, para depois deve ser transferida para a cidade de Medellín.

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Cultos

Bar serve menu celestial com porção de "hóstias sagradas"

 

End.: r. Guaimbé, 322, Mooca, zona leste, São Paulo, SP. Tel: 0/xx/11/2601-1441.
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As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações

DE SÃO PAULO

Para comemorar o Dia de Todos os Santos, na terça-feira (1º), o Templo Bar de Fé (zona leste de São Paulo) oferece menu celestial com "hóstias sagradas" e samba.

O menu-degustação celestial (R$ 45) é um combinado de "hóstias sagradas" (finos crocs de berinjela com mel de laranjeira), "carneirinho do céu" (pequenos pedaços de carneiro à passarinho com mandioca frita e ervas frescas) e "redenção dos pecados" (caldinho de piranha).

Já no palco o destaque é o samba-enredo, a partir das 22h, sob o comando de Vitor da Candelária, mestre de bateria da Mangueira, Mestre Zoinho, da Império de Casa Verde, e Alemão do Cavaco, da X-9 Paulistana.

Informe-se sobre o local

Marcos Muzi/Divulgação

Templo Bar de Fé tem menu celestial (R$ 45) com"hóstias sagradas", crocs de berinjela com mel de laranjeira

Templo Bar de Fé tem menu celestial (R$ 45) com"hóstias sagradas", crocs de berinjela com mel de laranjeira