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Jogador é preso na Arábia Saudita por exibir tatuagem de Jesus

 

DA EFE

O colombiano Juan Pablo Pino, jogador do Al Nasr, da Arábia Saudita, foi preso por exibir em público uma tatuagem de cunho religioso.

Segundo a imprensa saudita, o incidente ocorreu quando o atleta passeava com a mulher em um shopping de Riad, capital do país. Com uma camiseta sem mangas e a imagem de Jesus Cristo em um dos braços à mostra, causou indignação das pessoas no local e foi insultado. A confusão chamou a atenção da polícia moral, encarregada de garantir o cumprimento das leis do reino saudita, que decidiu prendê-lo.

O clube publicou declarações em que Pino declara "profunda tristeza" pelo episódio, acusa torcedores rivais e afirma respeitar as leis do país. Lembrou, inclusive, ter comprado uma roupa muçulmana para que sua mulher "saia de maneira respeitosa". A mulher, preocupada, pede que o marido abandone a equipe e deixe a Arábia.

OUTRO CASO

Confusão parecida aconteceu com Mirel Radoi, do Al Hilal, ano passado. O romeno beijou a tatuagem de uma cruz em seu braço após marcar um gol e provocou o descontentamento popular.

O xeque Mohammed Nayimi, um dos clérigos mais respeitados do país, disse que os jogadores têm de respeitar às leis que proíbem tatuagens e escondê-las. Pediu ainda que os contratos com estrangeiros tenham uma cláusula que os obrigue a respeitar a lei islâmica (sharia).

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Pastor presbiteriano lidera, juntamente com líder de feitiçaria negra, campanha governamental “antidiscriminação”

 

Comentário de Julio Severo: A primeira vez que denunciei a participação de um pastor nessa campanha foi em 2008, neste texto. De lá para cá, quase nada mudou. O tal pastor continua firme no projeto do PT de acabar com a “discriminação”. E se alguém presume que o pastor não está aliado a um feiticeiro, consulte o Dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, que diz sobre “babalaô”:

sm (ioruba babaláwo) Folc Sacerdote do culto iorubano, graduado em feitiçaria negra; é o pai-de-santo, a quem se atribui o dom de predizer o futuro, governador espiritual de um terreiro de candomblé. Var: ababaloalô, babalaó, babaloxá.

Em 2009, esse “babalaô”, com o patrocínio direto do governo Lula, denunciou na ONU os evangélicos do Brasil. Mesmo assim, ele conta com o apoio de um importante pastor da IPB.

A Globo, que sempre despreza um legítimo testemunho cristão, tratou o pastor presbiteriano com prestígio e carinho, dando atenção positiva na matéria e na foto — o mesmo carinho com que ele também é tratado no tabloide sensacionalista Genizah. Faça a vontade da Globo, do PT, do Genizah e da bruxaria, e a Globo apresentará você como um cara super-legal!

O artigo seguinte é do jornal Extra da Globo:

Pastor presbiteriano abandona preconceito e se torna uma das principais vozes contra a intolerância religiosa

Na primeira Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa em 2008, o pastor Marcos Amaral, da Igreja Presbiteriana de Jacarepaguá, aceitou o convite do babalaô Ivanir dos Santos, seu amigo dos tempos de articulação política, para representar os evangélicos. Foi na cara e na coragem, como diz. Ao ver a multidão em trajes afro, o pastor gelou. Até então, aquela imagem era associada ao demônio. Apavorado, Marcos Amaral buscou refúgio no alto do carro de som. Mas, ao descer, o pedido de uma senhora fez o líder mudar de rota e se tornar hoje uma das principais vozes em defesa da liberdade religiosa.

PASTOR PRESBITERIANO

Prestigiado na Globo: Rev. Marcos Amaral

— Eu estava morrendo de medo. Nunca tinha estado em contato com “essa gente” porque, para mim, nessa época, não eram pessoas. Quando desci, pensei em ir embora. Quando estava saindo, uma jovem correu atrás de mim e me pediu para tirar uma foto com a mãe dela. Vi uma senhora negra com roupas de baiana. Ela me pediu: “O senhor pode orar por mim?” e botou a minha mão no turbante dela. Aquela velhinha me quebrou. Nunca mais a vi, mas ela nunca saiu de mim — lembrou o pastor.

Autor de livros como “De volta para casa” e eleito presidente do Sínodo da Guanabara, que congrega mais de 50 igrejas, Marcos Amaral realizará, nesta segunda-feira, reunião de lideranças com participação do reverendo Roberto Brasileiro, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, na Universidade Mackenzie, no Centro.

Um de seus objetivos é, por meio da união dos líderes presbiterianos, representar uma voz em defesa dos valores reais da religião, como a ética. Ele se assusta quando vê as atitudes desequilibradas feitas em nome de uma suposta fé por líderes de novas seitas que se dizem evangélicas. O verdadeiro cristão, ele ensina, tem outro comportamento.

— Cristo só foi intolerante com os líderes de sua própria nação, quando estes eram intolerantes com as pessoas. Jesus foi o primeiro a dar sinais de compreensão aos que seriam os umbandistas da época, como o centurião romano, que era politeísta (adorava vários deuses). Cristo nos ensinou o amor — encerra Amaral.

Entrevista com pastor Marcos Amaral

O senhor sofreu críticas dentro da igreja ao dialogar com outras religiões quando se aproximou da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa?

Ao longo desses quatro anos, sofri incompreensões. Mas fui me fortalecendo e, ao mesmo tempo, o movimento pela defesa da liberdade religiosa foi ganhando tanta transparência que hoje as pessoas percebem que aquele espaço não é para debate religioso. Mas para cobrar uma atitude cidadã de respeito.

Como o senhor avalia hoje essa experiência?

Eu só ganhei com isso, como se tivesse me despertado. O candomblé e a umbanda sempre foram execráveis, o demônio para mim. Com essa aproximação, fui construindo laços afetivos com as pessoas e desconstruindo minha leitura preconceituosa. Não me considero integrante efetivo da comissão porque não consigo acompanhar tanto os trabalhos, embora eles insistam em dizer que sou. Então, eu me sinto privilegiado e encho os pulmões para dizer que sou membro da comissão.

Como o senhor vê o preconceito religioso no Brasil?

Nós convivemos com um processo silencioso de discriminação e rejeição, amenizado e até caricaturado pelo jeito brasileiro de encarar as coisas. Os neopentecostais têm um projeto imperialista de supremacia política, baseada em um modelo de valorização dos países do hemisfério norte. Não é à toa que eles chutam a santa ou associam imagens de centros umbandistas a “endemoniados”. Há um projeto de aniquilação religiosa no Brasil.

É um perigo quando a discriminação é feita em nome da religião…

Existe uma armadilha, um discurso de que o “Estado religioso” está acima do “Estado civil”. Dentro dessa argumentação, se o estado é contra o que dizem ser o reino de Deus vou tentar aniquilar o estado e, então, vou fazer bem a Deus. É um discurso do século 12, 14, do tempo das Cruzadas. Quando os cristãos matavam os islâmicos, eles acreditavam estar fazendo a vontade de Deus. Quando os puritanos colocaram Joana D’arc na fogueira acreditaram que o fogo iria expulsar os demônios e fazer bem a ela.

E como combater esse discurso?

Espero reunir as lideranças protestantes éticas que digam à sociedade que o estado brasileiro é laico e que esse comportamento fanático não reflete o Reino de Deus. Reflete um desajuste e um projeto de poder. Vamos levantar nossa voz para a sociedade e dizer que todos têm o direito de escolher seu credo.

Fonte: Extra

Divulgação: www.juliosevero.com

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MARCHA PARA JESUS – BH

 

Edição mineira do evento lota as ruas de Belo Horizonte

A Marcha para Jesus na capital mineira teve início por volta de 8h e se estende até as 23:00. Em sua maioria jovens, os fiéis seguiram da câmara municipal para a praça em um trajeto de três quilômetros. Com muita alegria em adorar o Senhor Jesus. Na Praça da Estação foi montado um palco para apresentações de bandas evangélicas e para orações.

Mais de 20 mil pessoas fizeram orações para as líderes políticos do Estado de Minas Gerais, as orações foram estendidas ao Senhor para o governador, seu vice, o secretário estadual de governo e o prefeito da cidade de Belo Horizonte, colocando assim toda esta liderança na presença do Senhor e pedindo a benção sobre cada um deles.

Um dos coordenadores, o pastor Peterson França, da Igreja Batista Getsêmani, explica que a Marcha para Jesus acontece em mais de 170 países. Mesmo com a organização evangélica, a intenção é reunir todos os tipos de cristãos, ressalta ele. Além da Getsêmani, organizaram o evento a Igreja Batista da Lagoinha, a Igreja Apostólica Renascer, Sara Nossa Terra e Quadrangular.

Apesar das orações para representantes do poder executivo em Minas, o pastor Peterson nega qualquer conotação política do movimento. “Oramos pelo governador, pelo seu vice e o secretário de governo (Danilo de Castro), pela prefeitura e pelo Marcio Lacerda (prefeito de Belo Horizonte)”, contou, completando: “Não temos posicionamento político por enquanto”. O pastor ainda lembrou que Lacerda procurou a Igreja Getsêmani, em 2008, para apoio durante as eleições. “Não apoiamos o prefeito em 2008. Oramos por ele, mas oramos também pelos adversários dele”.

Data: 10/10/2011 08:50:02
Fonte: Inforgospel