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Katy Perry: Filha de Pastores, Pode Ir Para Cadeia?

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

 

Katy Perry agitou São Paulo depois do Rock in Rio, apresentando-se na Chácara do Jockey Clube, na capital paulista, no melhor show de sua carreira, domingo, dia 25.

Katy Perry abriu o show da turnê “The California Dream Tour” com a música “Teenage Dream” reunindo um público de mais de 26 mil pessoas.

“Olá, São Paulo! é muito bom estar aqui neste lugar tão legal. Eu sei que os brasileiros são muito selvagens, cadê vocês? Querem ver uma festa louca, estão preparados?!” disse ela.

Katy Perry assim como fez no Rock in Rio, dizendo estar a procura de um garoto de São Paulo ela chamou um fã da plateia.

Ian de Analândia foi o garoto sorteado a subir ao palco e ganhou um beijo da cantora. Entretanto, depois de saber que ele era menor de idade disse: "Oh, Meu Deus, posso ir para a cadeia? Sua mãe deixa?".

Perry seguiu a apresentação com a música “I Kissed a Girl”. O público foi ao delírio quando ela cantou a música “Think of You”, fazendo um coro dizendo: “Katy, I love you”.

“Este é o melhor show que eu já fiz”, disse ela emocionada.

Katy Perry é filha de pastores evangélicos e começou sua carreira cantando na igreja. A ex-cantora cristã chegou a lançar um álbum intitulado Katy Hudson mas teve suas vendas canceladas devido ao fechamento da gravadora Red Hill Records.

Depois disso Katy Hudson mudou seu nome artístico para Katy Perry e passou a fazer sucesso no estilo musical pop-rock. Com o sucesso seus pais decepcionados começaram a pregar e dar a filha como um “exemplo ruim”.

Pai de Katy Perry, pastor Keith Hudson falou em uma pregação sobre “o fardo de ter uma filha que não serve a Deus.”

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Mais de 100 Cristãos São Assassinados Após Ataque

 

Por Portas Abertas|

NIGéRIA (23º) – Uma erupção de ataques de extremistas muçulmanos armados a aldeias no estado de Plateau no mês passado deixaram mais de 100 cristãos mortos, e os ataques eliminaram famílias inteiras, segundo informações das fontes.No dia 9 de setembro, às 8 horas da manhã, militantes islâmicos atacaram uma comunidade cristã em Vwang Kogot e mataram 14 cristãos, incluindo uma mulher que estava grávida. Sobreviventes do ataque disseram ao Compass que os agressores invadiram a aldeia com a ajuda de homens que estava vestindo uniformes militares.

“Ouvimos tiros na nossa aldeia e percebi que o som estava vindo da casa do vizinho, então corremos rapidamente para ver o que estava acontecendo, então vi um soldado que apontava a arma para quem estava dentro da casa e não deixava ninguém sair”, disse um residente da aldeia.

“Nós não poderíamos chegar mais perto porque estávamos ouvindo tiros e nós não tínhamos armas para que pudéssemos nos proteger da força dos soldados, pois havia um grande número deles ao redor da cidade.”

“Nós descobrimos que 14 pessoas foram mortas. Entre as vítimas, estava uma mulher grávida, que tinha uma criança em seu ventre. O que elevou o número de pessoas mortas para 15 pessoas. Observamos também que todas as vítimas morreram baleadas e com cortes de facão”, disse uma testemunha.

Gyang Badung sobreviveu ao ataque, mas sua esposa, seus quatro filhos, sua mãe, sua avó e um sobrinho não sobreviveram, disse ele ao Compass.

“Eu estava chegando em minha casa a noite para jantar quando comecei a ouvir tiros e um movimento estranho ao redor da minha casa, de repente percebi que minha casa estava cercada e sendo atacada”, disse ele.

“Eu esperei no mato, impotente, sem saber o que aconteceria com minha família. Eu vi que mais de nove pessoas atacaram minha casa. Depois do ataque, entrei em minha casa e vi minha família inteira morta, com exceção de dois dos meus filhos que ficaram feridos e do meu pai que conseguiu fugir”, concluiu ele.

Fonte: Compass Direct

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Justiça Aceita Parcialmente Denúncia Contra Igreja Universal

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Justiça Federal aceitou parcialmente a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra o bispo Edir Macedo e outros três integrantes da direção da Igreja Universal do Reino de Deus.

Foram apontados na denúncia como participantes do esquema de lavagem de dinheiro, além de Edir Macedo, o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa e o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição.

Com a decisão, os quatro passam a ser réus e vão responder pelos crimes de formação de quadrilha para lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As denúncias de estelionato contra os fiéis da igreja e falsidade ideológica foram rejeitadas, segundo informações de O Globo.

Foi declarado sigilo no caso pelo juiz da 2º da Vara Federal Criminal de São Paulo, de acordo com o MPF. O Ministério Público Federal anunciou que vai recorrer das acusações que foram rejeitadas.

A investigação do Ministério Público Federal dão conta que Edir Macedo e os três integrantes da direção da igreja teriam utilizado os serviços de uma casa de câmbio de São Paulo para mandar recursos de forma ilegal para os Estados Unidos, entre 1999 e 2005.

De acordo com o jornal O Globo, o depoimento de doleiros, ex-proprietários da Diskline Câmbio e Turismo, descreveram como o dinheiro dos fiéis era levado à casa de câmbio. Segundo eles, eram utilizados carros da igreja protegidos por seguranças da insituição. Por causa da grande quantidade, cofres eram alugados em agências bancárias próximas à casa de câmbio. Os doleiros se encarregariam de transferir o dinheiro para contas bancárias nos Estados Unidos.

O advogado dos líderes da Universal, Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, considerou favorável para os seus clientes a informação de que a acusação de estelionato foi rejeitada.

“Não pude analisar a denúncia, mas acredito que a mesma fica desestruturada com a rejeição do crime de estelionato”, disse.

O argumento de Pitombo é que a lavagem de dinheiro só se caracteriza quando há um crime antecedente.