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O que é a Série ‘Twilight’: Mulher, Sexo, e Deus?

 

Por Jeff Schapiro|Correspondente do The Christian Post
Traduzido por Amanda Gigliotti

Não é nenhum segredo que o livro Twilight (Crepúsculo) e a série de filmes se tornou uma loucura no meio das adolescentes, mas em seu novo livro, O Evangelho de Acordo com Twilight: Mulher, Sexo, e Deus, autora Elaine A. Heath olha mais de perto para a teologia da história do vampiro e o impacto negativo que isso pode ter nas jovens mulheres e adolescentes.

Heath, uma professora associada de evangelismo na Perkins School of Theology, da Universidade Metodista do Sul, disse ao The Christian Post que a primeira razão pela qual as jovens adoram Twilight é porque é emocionante.

“Eu acho que ele realmente captura muitas das questões sociais e espirituais e ansiedades de uma geração que se autodescreve como espiritual mas não religiosa”, observou ela.

A franquia do Twilight arrecadou quase US $ 70 milhões nas bilheterias EUA no fim de semana para ambos o primeiro e o terceiro filme da saga, de acordo com o site The Internet Movie Database (IMDb). Em 2009, a segunda parte, “New Moon (Lua Nova)”, trouxe uma quantidade impressionante de aproximadamente $143 milhões.

Apesar de sua popularidade, Heath se preocupa com o que os jovens podem aprender das histórias.

“O aspecto mais alarmante dos livros”, disse ela, “é a violência do gênero sistemático e o gênero estereotipando o que é negativo… especificamente sobre mulheres e raparigas”.

Ela acredita que as caracteríticas femininas principais nas séries são que todas vítimas da violência, mas porque isso é misturado com romance e tentativas de justificação, a violência com as mulheres se torna “normalizada” para a audiência.

“Edward tem muitas características de homens que batem”, observou ela, “e seu comportamento e seu controle (perseguindo, exigindo saber onde ela estava), todas essas coisas diferentes que ele faz para intimidar e controlá-la, as coisas que homens e garotos abusivos fazem para as mulheres”.

O lado bom, há uma série de temas positivos a ser explorada nas séries também.

O tema cristão mais forte que Heath sugeriu, é a reconciliação. No final, o personagem de Bella é capaz de trazer paz entre as espécies de humanos em guerra, vampiros e lobisomes. O tema da salvação está também presente em toda a série.

A família Cullen (Os pais e irmãos de Edward), acrescentou ela, são também um modelo como é uma forte comunidade de fé – eles encorajam um ao outro para fazer o que é certo, sacrifício pelo bem comum, e usar seus dons para proteger um ao outro.

Há também temas mórmons nas novelas, apontou Heath, porque Meyer pertence à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias.

Portanto, há lições boas e ruins para serem aprendidas nas séries, mas a história pode ser usada para abrir um diálogo com gerações mais jovens.

“Eu acho que isso pode ser bem útil em descobrir uma relação não saudável e questões do gênero que estão em nossa cultura”, disse ela. “Da mesma forma isso pode nos ajudar a ter grandiosas conversações espirituais e críticas de problemas sociais em nossa cultura”.

A chave para discutir questões culturais, observou Heath, é ter respeito.

A partir de sua experiência, os fanáticos de Twilight irão “cair em cima” se você falar mal de seu personagem favorito; assim para pais e líderes jovens criarem um diálogo sobre as questões culturais eles precisam abordá-las cuidadosamente e com amor.

Muitas mais questões sociais e teológicas são abordadas no livro de Heath, na qual ela incluiu uma série de questões para ajudar a encorajar o diálogo sobre questões importantes que ela aborda.

O último filme da série Twilight, “Breaking Dawn, Parte Um”, estreia nos teatros em 18 de novembro.

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Facebook Bate Orkut; Jesus Cristo Bate Justin Bieber e Cristiano Ronaldo

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Facebook desbaca o Orkut e seu reinado de 7 anos no Brasil e assume a liderança no setor das redes sociais apresentando mais de 750 milhões de usuários.

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(Foto: AP Images / The Canadian Press, Adrian Wyld)

Página de Log in do Facebook é visto na tela de um computador em Ottawa, Ontario, Canada, em 27 de agosto de 2009.

O Orkut mantinha a liderança desde que se popularizou em 2004 usado por cerca de 70% dos internautas brasileiros. A hegemonia não era ameaçada pelo Facebook nem por outras redes sociais como MySpace.

A rede de Mark Zuckerberg é considerada a maior rede social do mundo, sendo adotada como a rede principal em países da Europa, áfrica, Oceania, Oriente Médio e as Américas.

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O Brasil foi um dos últimos a sucumbir à hegemonia Facebook oferecendo resistência como os países da ásia que ainda permanecem fortes com suas redes sociais locais.

Enquanto o Facebook cresce, a página de Jesus Cristo parece crescer junto. Em recente relatório, o Publico mostrou que nem Justin Bieber, Os Simpsons e Cristiano Ronaldo podem mobilizar mais os usuários da rede do que Jesus Cristo.

Com páginas com seguidores mais engajados, a religião cristã tem ganhado espaço significativo no Facebook. Há 18 semanas Jesus Daily é a página que mais interação obtém dos seus seguidores, segundo o AllFacebook.

Foram 3,4 milhões de “gostos” e comentários registrados na última semana. O Jesus Daily com 8,4 milhões de usuários não é um dos que tem mais fãs na rede, mas é o mais elevado em termos absolutos.

A página de Jesus perde em número de seguidores para as páginas de personalidades como Eminem que tem 46,5 milhões de seguidores ou Cristiano Ronaldo que tem 33,6 milhões. Entretanto, nenhum deles consegue estar nos primeiros 20 com mais interação.

Outras páginas de religião na lista dos que tem maior número de interações estão o The Bible, com mais de um milhão de interações, Dios Es Bueno, com 750 mil interações, Jesus Christ, com 513 mil e Joyce Meyer Ministries com 435 mil interações.

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Resposta ao Pastor Silas Malafaia Sobre: ‘Blogueiros são Filhos do Diabo’

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Depois de comentar em um dos seus programas que os “blogueiros são filhos do diabo”, um blogueiro cristão responde ao Pastor Silas Malafaia.

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(Foto: Vitória em Cristo via The Christian Post)

Depois de comentar em um dos seus programas que os “blogueiros são filhos do diabo”, um blogueiro cristão responde ao Pastor Silas Malafaia.

Silas Malafaia motivou os seus seguidores a postarem o vídeo em que ele acusa os blogueiros evangélicos de serem “filhos do diabo”, na semana passada.

“Filho, instrumento de satanás para perturbar a fé e a igreja. Te cuida malandro. Te cuida meu chapa, porque Deus é juiz”.

Pastor Paulo Siqueiro do blog “As Pedras Clamam” em resposta a Malafaia postou o vídeo como Malafaia pediu e expressou sua profunda tristeza pelo evento.

Apesar de admitir alguns pontos da crítica de Malafaia, Siqueira defende que há diferentes tipos de profetas mencionando que dentre os “mentirosos” estavam os que eram do “Deus Altíssimo, que traziam as verdades de Deus, não importando o que isso lhes custaria”.

“Profetizavam contra os reis, contra a sociedade, muitos perdendo a vida, porém significam a boca de Deus em meio ao povo”.

Na questão de Deus ser o juiz, o blogueiro afirma que seu blog está firmado no princípio de que “Deus tudo vê e tudo sabe, e é Nele que confiamos como verdade absoluta. “Deus é juiz, e é nesse ponto que devemos ter grande temor”.

“Realmente, um dia todos nós seremos julgados diante do Trono Daquele cujo nome é o único digno de louvor e glória, e é a isso que tememos”, acrescentou o pastor blogueiro.

Ele ainda menciona a passagem de Mateus 7:1 “Não julgueis, para que não sejais julgados” e acrescenta que baseados nesse princípio eles (do Ministério As Pedras Clamam) combatem as heresias e os falsos profetas.

Siqueira afirma que a responsabilidade para com o mundo tem sido negligenciada pelos pregadores dateologia da prosperidade, da qual ele explica que é fundamentada em princípios terrenos.

Para concluir o blogueiro explica o seu ponto de vista sobre os três princípios da prosperidade cristã.

Em primeiro lugar, a responsabilidade social. “é preciso que a Igreja produza Cristãos com uma fé cidadã, ou seja, uma fé que responda às necessidades dos seres humanos no mundo, uma fé que enxergue a fome, a pobreza, a destruição da vida pelas guerras”.

Ele aponta para o compromisso dos Cristãos com a vida que Cristo prometeu, “não produzida para a vaidade, mas sim na essência do Evangelho que é o amor ao próximo”.

Isso vem totalmente contrário à teologia da prosperidade, afirma ele, explicando que nela a verdadeira essência está no Eu.

O outro princípio é a responsabilidade com o Reino de Deus, que, segundo ele, é de todos aqueles que reconhecem o seu verdadeiro papel como membros de uma igreja.

“[A igreja] que deve responder ao clamor do mundo em suas necessidades essenciais, que são salvação, libertação do pecado e transformação do caráter de todo aquele e aquela que se coloca diante de Deus, e tem sua vida transformada de dentro para fora, através do Evangelho de Cristo Jesus”.

Finalmente, está a responsabilidade com a verdadeira missão da Igreja: “amar os seres humanos como Deus nos amou, pois o texto áureo da Bíblia nos diz que Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou Seu Filho para que o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

“E essa é nossa bandeira, é a nossa teologia, que prega a soberania de Deus, contrária e acima de toda vontade humana”, disse Paulo Siqueira em seu blog.

Em sua conclusão ele diz que o Justo Juiz julgará a todos. “é nisso que meu coração crê, que muito em breve, todos e todas daremos conta de cada palavra”.