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Arqueólogos confirmam autenticidade de ossuário da neta de Caifás


Segundo Autoridade de Antiguidades de Israel, descoberta representa a primeira referência epigráfica sobre essa personagem
29 de junho de 2011 | 15h 07

Efe
JERUSALÉM – Arqueólogos israelenses descobriram um ossuário de 2 mil anos de antiguidade que pertence à neta de Caifás, sumo sacerdote a quem o Novo Testamento atribui a responsabilidade pela condenação e crucificação de Jesus pelos romanos.

Boaz Zisso/Reuters
Na inscrição: ‘Miriam, filha de Yeshua, filho de Caifás, sacerdote de Maaziah da Casa de Imri’

A descoberta foi entregue à Autoridade de Antiguidades de Israel há três anos, após seu roubo por profanadores de tumbas antigas, mas somente agora os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv e da de Bar-Ilan confirmaram sua autenticidade.

Em seu exterior, o ossuário tem gravado em aramaico – língua vernácula da região naquela época – a inscrição “Miriam, filha de Yeshua, filho de Caifás, sacerdote de Maaziah da Casa de Imri”.

“A importância da inscrição está na referência aos ancestrais da morta e na referência à conexão entre eles e a linhagem sacerdotal de Maaziah e a Casa de Imri”, declararam os pesquisadores em comunicado.

A pesquisa revelou que o ossuário de sua descendente provinha de uma caverna funerária no Vale de Elá, onde eram as planícies da Judéia, cerca de 30 quilômetros ao sudoeste de Jerusalém.

Os ossuários da região são pequenos cofres que os judeus costumavam utilizar nos séculos I e II para um segundo enterro de seus parentes e onde costumavam depositar unicamente seus ossos.

O cofre que chegou às mãos da Autoridade de Antiguidades está decorado na parte frontal com um estilizado motivo floral, em cima do qual está gravada a inscrição que revela a identidade da morta.

Maaziah é o último elo da linhagem dos 24 grandes sacerdotes que serviram no Templo de Jerusalém, e mesmo mencionado no Antigo Testamento, a descoberta representa a primeira referência epigráfica sobre essa personagem.

Por ter sido extraído sem registro científico, a análise do cofre foi prolongada e exaustiva a fim de determinar tanto sua autenticidade como a da inscrição.


Tópicos: Arqueologia, Ossuário, Neta, Caifás, Sacerdote, Novo Testamento, Vida, Vida, Geral

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CIMI -Violência contra os povos indígenas: Tudo continua igual!

CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO

Organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Secretariado Nacional

Violência contra os povos indígenas: Tudo continua igual!

Constatação faz parte da publicação Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, que será lançado pelo Cimi, na próxima quinta-feira. Dados são referentes a 2010

Somente em 2010, 92 crianças morreram por falta de cuidados médicos ou condições adequadas de saúde da mãe na hora do parto. 60 indígenas foram assassinados, outros 152 ameaçados de morte. Mais de 42 mil sofreram pela falta de assistência à saúde e à educação, entre outras. Foram registrados 33 casos de invasões possessórias e exploração ilegal de recursos naturais disponíveis em terras indígenas.

Os dados apresentados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil –2010, comprovam que, entra governo, sai governo, a ocorrência de violências e violações de direitos contra os povos indígenas no Brasil continua igual. “Sim, tudo continua igual! Algumas ocorrências aumentam, outras diminuem ou permanecem iguais, mas o cenário é o mesmo e os fatores de violência mantém-se, reproduzindo os mesmos problemas”, afirma a doutora em Antropologia pela PUC/SP, Lúcia Helena Rangel, coordenadora da pesquisa.

A publicação será lançada na próxima quinta-feira, 30 de junho, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), às 15h, com a presença do secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, da coordenadora da pesquisa, Lúcia Helena Rangel, do presidente e vice-presidente do Cimi, dom Erwin Kräutler e Roberto Antônio Liebgott, respectivamente, do conselho da entidade, e do colaborador Egydio Schwade, que durante muitos anos atuou junto ao povo Waimiri-Atroari, no Amazonas.

Tudo continua igual!

As ocorrências de violências e violações de direitos contra os povos indígenas não cessam. Mais uma vez, e pelo terceiro ano consecutivo, o número de assassinatos registrado chega a 60. A maioria ocorreu no Mato Grosso do Sul, com 34 casos, o que representa 56% do total. No estado, onde vive a segunda maior população indígena do país, mais de 53 mil pessoas, os direitos constitucionais desses povos são mais que ignorados.

Já no ano passado, por ocasião do lançamento deste mesmo relatório, só que com dados de 2009, a doutora em Educação Iara Tatiana Bonin, caracterizou a situação no MS como racismo institucional. Lúcia Helena Rangel aponta como genocídio, pois além de emplacar o maior número de assassinatos, o estado também registra a maior percentagem de tentativas de assassinatos e demais violações de direitos, como ameaças várias e lesões corporais dolosas.

Os 92 casos de violência contra o patrimônio deixam claro que a situação conflituosa vivida pelos indígenas brasileiros está intimamente ligada ao modelo desenvolvimentista adotado pelo país e a falta de acesso a terra. “Mais uma vez é preciso afirmar que o pano de fundo das violências cometidas contra os povos indígenas, bem como a violação de seus direitos, é o desrespeito à demarcação de suas terras. Morosidade na regularização de terras, áreas super povoadas, populações confinadas são, entre outras, as principais fontes de conflitos, mortes e desesperança”, afirma Lúcia.

Os índices de mortalidade infantil também são alarmantes. Somente em 2010, 92 crianças menores de cinco anos morreram vítimas de doenças facilmente tratáveis. Um aumento de 513% se comparado a 2009, quando foram registrados 15 casos, com 15 vítimas. Entre os casos, um triste destaque para a situação desoladora do povo Xavante de Mato Grosso, que perderam 60 crianças das 100 nascidas vivas. Todas vítimas de desnutrição, doenças respiratórias e doenças infecciosas.

Por tudo isso, vale afirmar que a situação de violência contra os indígenas no país continua igual. “Continuam pregados na cruz os indígenas: violentados e assassinadas, expulsos ou fraudados de suas terras ancestrais, reduzidos a párias da sociedade, enxotados como animais, tratados como vagabundos de beira de estrada, ou então confinados em verdadeiros currais humanos, sem mínimas condições de sobrevivência física e muito menos cultural!, afirma dom Erwin.

Metodologia e propósito

A metodologia de pesquisa empregada é a mesma utilizada nos anos anteriores: toma-se como fonte a imprensa escrita e virtual, rádios e veículos alternativos das mais diferentes cidades, bem como os registros sistemáticos efetuados pelas equipes do Cimi espalhadas pelos 11 regionais da entidade. Além disso, as informações provêm de relatórios policiais e do Ministério Público Federal. De acordo com Lúcia, os registros reproduzidos não esgotam todas as ocorrências acontecidas, mas indicam a tendência e as características dos ataques e ameaças que pesam sobre essa população.

Assim, para evitar que a realidade de violência contra estes povos se torne algo banal, o Cimi explicita tais agressões para a população, aos organismos de defesa de direitos humanos – nacionais e internacionais – legisladores, juízes, autoridades. E, como afirma dom Erwin Kräutler, com este relatório o Conselho Indigenista Missionário quer mais uma vez afirmar seu compromisso com os povos indígenas no Brasil, na defesa de sua dignidade e de seus direitos inalienáveis e sagrados.

Serviço:

Lançamento Relatório de Violência contra Povos Indígenas no Brasil – 2010

Quando: 30 de junho, às 15h

Onde: Sede da CNBB – Setor de Embaixadas Sul Qd. 801 Conjunto B – Brasília/DF

Informações: Cleymenne Cerqueira – 61. 2106-1667 ou 61. 9979-7059

Contato para imprensa internacional: Paul Wolters – 61. 2106-1666 ou 61. 9953-8959

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Falsas Revoluções Coloridas – derrubando governos através de ONGs globalistas

Postado por Husc em 26 junho, 2011 · Deixe seu comentário
Este artigo mostra como as chamadas revoluções coloridas, como a que aconteceu no Egito, são orquestradas meticulosamente por ONGs financiadas pelo governo americano e globalistas como Bill Gates e George Soros.

Uma organização chamada CANVAS
Os mentirosos, degenerados e aproveitadores que povoam a organização chamada de “CANVAS” (Centro para Ações e Estratégias Não Violenta Aplicadas), baseada na Sérvia, afirmam que mesmo que os Estados Unidos os tenham financiado quando o governo da Sérvia foi derrubado em 2000, quem os financia atualmente é o setor privado. Infelizmente para estes intrusos, o próprio governo americano é “propriedade privada” de várias organizações que também financiam o CANVAS.
Estes parceiros incluem:
♦ Instituição Albert Einstein (financiada por Fundações, incluindo o empresarial Acra Foundation)
♦ United States Institute for Peace (USIP) (financiado pelo Congresso)
♦ Freedom House (infestada de Neo-Cons)
♦ International Republican Institute (IRI) (liderada pelo senhor da guerra John McCain)
♦ New Tactics (financiado pela Fundação Ford e por George Soros)
♦ Humanity in Action (financiado pela Fundação Ford e pelo Departamento de Estado dos EUA)
A organização é obviamente sensível acerca de quem lida com ela, seja parceiros ou financiadores. Desde os seus primórdios eles vêm mentindo, sistematicamente, sobre sua verdadeira natureza e seus propósitos.
O site Foreign Policy informou que «como toda a oposição a Milosevic, o movimento OTPOR! [agora conhecido como CANVAS] recebeu dinheiro do governo dos EUA e mentiu sobre isso. Quando a história real saiu após Milosevic ter caído, muitos membros deixaram a OTPOR!, sentindo-se traídos». À medida que a organização CANVAS foi exposta pela sua mais recente participação na revolução no Egito, eles rapidamente mudaram o título da página de “Parcerias” para “Links externos”.

Revoluções orquestradas
Em um documentário recente, onde o CANVAS abertamente afirma a responsabilidade pelo treinamento e orientação da agitação em todo o planeta, eles reiteram que não são financiados pelo governo americano. Essa é uma afirmação dúbia, na melhor das hipóteses, considerando seus associados e como sua “missão” se encaixa exatamente com os esforços de organizações financiadas abertamente pelos EUA e organizações como Movements.org.
O documentário produzido pela Journeyman Pictures mostra a organização CANVAS, seu fundador, e a história de como eles influenciaram “revoluções coloridas” em todo o planeta. Embora o documentário seja bastante objetivo sobre o seu assunto particular, ou seja, o papel da organização na agitação, dentro de um contexto maior e em meio a esmagadora evidência não há dúvida que estas revoluções são inteiramente projetadas e planejadas.
Nota: o documentário está disponível apenas em inglês e não permite embutir na página, assista direto no youtube.

Aparentemente sem saber do gigante logotipo da OTPOR!, que paira sobre seu ombro direito, Mohamed Adel do movimento “06 de abril” tenta convencer sua audiência de que não houve conspiração estrangeira por trás da recente revolução no Egito.

Engenharia social – enganação global
O documentário conclui contemplando o futuro do Egito e Tunísia e as mudanças que estão por vir. O ativista egípcio Mohamed Adel do “06 de abril”, enquanto se senta em frente a um banner gigante com o punho da organização OTPOR! financiada pelos EUA, afirma que os EUA é incapaz de influenciar milhões de pessoas, aparentemente sem saber da engenharia social e da manipulação da massa de 300 milhões de pessoas nos Estados Unidos, ou dos milhares de milhões enganados, ludibriados e manipulados globalmente pela mídia diariamente. Ele afirma que o povo egípcio quer ser dono de seu próprio destino – ironicamente com um logotipo da Otpor, que é financiada pelos EUA, pairando sobre seu ombro, e mesmo depois dele próprio ter sido treinado na Sérvia pelo CANVAS. Além disso, seu próprio Movimento Jovem 06 de abril participou em 2008 de uma confabulação em Nova York patrocinada pelo Departamento de Estado Americano, para treinar para uma revolução agora reconhecidamente engendrada no exterior e liderada por Mohamed ElBaradei, um membro que faz parte da folha de pagamento da International Crisis Group, organização fundada pelo Banco Mundial e financiada por Bill Gates, George Soros e a Ford Foundation.

“Implantando a democracia”
O filme afirma ainda que tunisianos estão ocupados desfrutando de suas novas “liberdades”, mostrando imagens de pessoas falando ao telefone e conversando em público. Infelizmente, a liberdade não está apenas no falar, nem mesmo no voto numa eleição. Liberdade é ser o mestre indiscutível do seu próprio destino, ser política e economicamente independente. No entanto, com os regimes nacionalistas depostos e em processo de “libertação econômica” nas terras recém despojadas pelo Departamento de Estado Americano, os regulamentos, decretos e leis serão impostos a essas “nações livres” pelos auto-proclamados árbitros internacionais – políticos financiados corporativamente – e tribunais “internacionais” artificiais e ilegítimos, todos estrangeiros e isentos de qualquer responsabilidade para com a população daqueles países, incluindo os tunisianos e os egípcios.
Assim como a elite financeira corporativa global, seu emaranhado de ONGs, e suas máquinas militares internacionais sobre a Líbia e a Síria, eles ainda estão “forjando” e se movendo contra outras nações soberanas, com sua engenharia social chamada de “revoluções coloridas”. A lista é extensa, incluindo a Bielorrússia, Venezuela, Irã, Tailândia, China, Mianmar e ainda o Paquistão.

Globalização continua se alastrando pelo mundo
Conheça esses charlatães e saiba do seu jogo, pois ele está longe de terminar. E mesmo que hoje as suas obras sejam feitas às escuras em terras distantes, o empoderamento e a arrogância que eles ceifam de longe serão em breve trazidos para outros países. Nas ameaças ao Texas de uma “zona sem vôo” depois de uma tentativa de barrar a autoridade abusiva da TSA (Administraçãso de Segurança de Transportes: órgão de segurança dos EUA que impôe scanners corporais e revistas íntimas) já ecoa a loucura exercida na Líbia devastada pela guerra. A batalha da Líbia e o perigoso precedente que uma vitória dos globalistas criaria já está chegando nos EUA e virtualmente a qualquer lugar do mundo.
Fontes: Activist Post: Fake Revolutions ; Site da Organização Canvas ; Filme “The Revolution Business – World” ; Land Destroyer: CIA Coup-College
Anti Nova Ordem Mundial

Créditos ➞ Este post (cujo título original é: «Falsas revoluções Coloridas – Como derrubar Governos com ONGs Globalistas») é matéria publicada, em 15/06/2011, no site «Anti Nova Ordem Mundial», que pode ser acessado em http://www.anovaordemmundial.com/ para maiores informações. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentiva a leitura.
Imagens ➞ http://www.anovaordemmundial.com ; idem; http://artivizm.blogspot.com;
http://www.geomundo.com.br