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“Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado”, afirmou

Myrian Rios faz comentários sobre homossexualidade e causa polêmica na internet

QUEM ONLINE; FOTO: DARYAN DORNELLES / REVISTA QUEM

Daryan Dornelles

A ex-atriz e deputada estadual Myrian Rios está causando polêmica na Internet com a divulgação de um vídeo em que ela se manifesta no plenário da Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) a respeito da homossexualidade e a relaciona a uma eventual prática de pedofilia.

"Não sou preconceituosa e não discrimino. Só que eu tenho que ter o direito de não querer um homossexual como meu empregado, eventualmente", afirmou.
"Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada", disse.

"Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra", completou.
"Eu queria que meus filhos crescessem pensando em namorar uma menina para perpetuar a espécie", comentou Myrian, manifestando-se contra a PEC 23/2007, que  visava acrescentar a orientação sexual no rol das vedações a discriminação da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

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Cientistas russos preveem encontrar alienígenas até 2031

27/06/2011 – 15h39

 

 

DA REUTERS, EM MOSCOU

Cientistas russos esperam que a humanidade encontre civilizações alienígenas dentro das próximas duas décadas, disse hoje um importante astrônomo do país.

"A criação da vida é tão inevitável quanto a formação dos átomos. A vida existe em outros planetas e vamos encontrá-la em até 20 anos", afirmou Andrei Finkelstein, diretor do Instituto de Astronomia Aplicada da Academia Russa de Ciências, citado pela agência Interfax.

Em discurso em um fórum internacional dedicado à busca de vida extraterrestre, Finkelstein declarou que 10% dos planetas conhecidos que orbitam em torno de sóis na galáxia se assemelham à Terra.

Se for possível encontrar água neles, também se poderá encontrar vida, completou o astrônomo, ressaltando que os alienígenas tenderiam a se parecer com os humanos, com dois braços, duas pernas e uma cabeça. "Eles poderiam ter pele de cores diferentes, mas até nós somos assim."

O instituto comandado por Finkelstein mantém um programa lançado na década de 1960, no auge da corrida espacial durante a Guerra Fria, para monitorar e difundir sinais de rádio no espaço.

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Ex-seminarista portador de HIV perde ação contra diocese em SP

27/06/2011 – 20h24

LUCIANO BOTTINI FILHO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um ex-seminarista católico portador de HIV perdeu uma ação contra a diocese de São José do Rio Preto (438 km de SP) por não ter sido ordenado padre.

O processo, que correu sob sigilo, foi julgado em novembro de 2009 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, mas só foi publicado nesta semana. Os advogados do autor dizem que agora irão recorrer.

O ex-aluno do Seminário Maior Diocesano Sagrado Coração de Jesus demonstrou com testemunhas que era elogiado por colegas e professores, alegando que não foi ordenado padre por discriminação.

Ele diz que confessou que era soropositivo a um padre da paróquia do Santíssimo Sacramento e que, por isso, ao terminar o curso em 1999, foi dispensado como sacerdote por suposta falta de vocação.

O desembargador Mathias Colto, relator do processo, afirmou que "o ingresso no seminário não é garantida da ordenação", e que na avaliação da igreja há ‘critérios subjetivos’ que o Estado não pode interferir.

Ainda, o relator entendeu que não havia prova de que a dispensa ocorreu pela confissão, já que outros fatores poderiam ter levado a avaliação ruim sobre a vocação do ex-seminarista, que pedia R$960 mil de danos morais.

Já o desembargador Erickson Marques, que votou a favor do autor, disse que "os réus não lograram explicar quais foram os motivos que impediram a sua ordenação, senão o fato de ser ele portador do vírus HiV, enfermidade que não denota qualquer inabilidade para o exercício do ministério sacerdotal".