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"Não estou feliz", diz Xuxa Meneghel

 

Solitária, a apresentadora faz um desabafo e diz que passa por um momento difícil

Do R7

DivulgaçãoDivulgação

Xuxa Meneghel disse que é uma pessoa muito triste e que prefere ficar sozinha mesmo

 

"Hoje, não estou feliz". A frase é de Xuxa Meneghel, que deu entrevista à revista Quem Acontece desta semana. 
A apresentadora falou sobre sua tristeza atual, sobretudo por conta dos problemas de saúde da mãe, dona Alda, que sofre de mal de Parkinson.

Xuxa afirmou que só é capaz de ser feliz quando as pessoas que ela ama estão bem. O irmão dela também foi internadorecentemente.
Mais uma vez, a loira desmentiu o suposto relacionamento que manteria em segredo com o sertanejo Victor. 
– Não estou a fim [de namorar], não. Não rolou ninguém. Não estou procurando. Não estou aberta para isso. 
Xuxa já disse, mais de uma vez, que Ayrton Senna foi o grande amor da sua vida. 
Em entrevista recente a Susana Giménez, na Argentina, ela afirmou que os dois estavam ensaiando uma volta na época da morte do piloto de Fórmula 1.
Em conversa com o R7 no último mês de maio, Xuxa contou que prefere conviver com animais do que com gente.

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Cultos

Padre substitui orações pelo plantio de árvore em município goiano

 

Mais de mil novas árvores serão plantadas no município.
População da cidade apoia e participa da ideia do padre.

Do G1 DF, com informações Bom Dia DF

 

Um padre de Pires do Rio, município goiano que fica a 240 quilômetros de Brasília, está inovando na penitência aos seus fiéis.

Em vez das orações, os fiéis saem do confessionário com o compromisso de plantar uma árvore e ajudar a natureza e o meio ambiente. A população da cidade apoia a iniciativa do padre.

Na última confissão comunitária, todos os presentes receberam a incumbência de plantar uma semente para que em outubro as mudinhas sejam levadas, durante uma procissão, para serem plantadas em uma área devastada da cidade.

A expectativa é de que Pires do Rio ganhe mais de mil novas árvores.

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Câmara de SP adia votação sobre criação do Dia do Orgulho Hétero

22/06/2011 18h25 – Atualizado em 22/06/2011 18h45

 

Projeto estava na pauta desta quarta-feira (22), mas não foi votado.
Autor da proposta é ligado a igreja evangélica.

Roney DomingosDo G1 SP

 

Carlos Apolinário (Foto: Roney Domingos/ G1)

Carlos Apolinário, que propõe dia do orgulho hétero
(Foto: Roney Domingos/G1)

A Câmara Municipal de São Paulo terminou as sessões extraordinárias dessa quarta-feira sem votar o projeto de lei 294/2005, do vereador Carlos Apolinário (DEM), que institui, no município, o Dia do Orgulho Heterossexual.  O projeto foi incluído entre os itens a serem apreciados pela manhã, mas sofreu obstrução durante todo o dia. Caso fosse aprovado, demandaria apenas a sanção do prefeito Gilberto Kassab para que entrasse em vigor. Agora, a proposta ficará na lista de projetos a serem apreciados nas próximas sessões, mas sua inclusão na ordem de itens prioritários dependerá de novo acordo.
O texto propõe que a data deverá ser comemorada todo terceiro domingo do mês de dezembro. O projeto estabelece que a data passará a constar do calendário oficial do município e afirma que caberá à Prefeitura de São Paulo "conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes".
Autor do projeto, o vereador Carlos Apolinário afirmou que a decisão de apresentar o projeto não tem vínculo com sua atuação religiosa. "Não mistura Igreja. Eu sou o vereador Carlos Apolinário. A Assembleia de Deus é uma coisa particular."
Apolinário negou que a lei seja contra a comunidade LGBT. "Hoje se fazem dezenas de leis favoráveis aos gays. Esse meu projeto é muito mais para fazer uma reflexão. Será que os gays querem direitos ou privilégios?", afirmou. Questionado se busca atender ao seu público, Apolinário deixou claro que defende convicções pessoais. "Eu nasci assim e penso assim. É defeito de fabricação", afirmou. Apolinário disse que a escolha do dia foi aleatória. "Poderia ser qualquer outra", afirmou.

O vereador se queixou de que a Parada LGBT foi mantida na Paulista enquanto a Marcha para Jesus foi deslocada da avenida. "Tiraram Jesus da Paulista e deixaram os gays. Eu acho que está errado. Se não pode a Marcha para Jesus, não pode também a Parada Gay."