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Meia evangélico Kaká é prioridade de clube italiano

 

Depois de muita especulação envolvendo o nome do craque brasileiro Kaká, o Real Madrid finalmente recebeu uma proposta oficial pelo jogador. Segundo reportagem publicada pelo diário espanhol Marca nesta quarta-feira, a Internazionale ofereceu 30 milhões de euros (cerca de R$ 68 milhões) para tentar tirar o ex-atleta do rival do Milan de Santiago Bernabéu.

A pedida inicial da Inter não teria alcançado o que pedem os dirigentes do clube merengue, que não admitem liberar Kaká, em quem investiram tão alto em 2009, por menos de 40 milhões de euros (R$ 90,7 milhões). Mas os cartolas do Real também não descartam o negócio de antemão e aceitam continuar discutindo com os italianos.

Kaká recebe atualmente 10 milhões de euros por temporada (algo em torno de R$ 22,6 milhões) e ainda tem quatro anos de contrato pela frente com o clube espanhol. Há dois anos, o Real pagou 67 milhões de euros (hoje, R$ 152 milhões) para contratar o jogador, então no Milan.

Inicialmente, o clube madrilenho não estaria disposto a envolver nenhum outro jogador na negociação, diz o Marca. No início da semana, surgiu a informação de que o lateral direito brasileiro Maicon poderia ser usado como moeda de troca pela Inter, o que agradaria ao técnico José Mourinho. O clube italiano, por sua vez, gostaria de contar com o defensor Sergio Ramos, que o Real não aceita liberar.

Entretanto, de acordo com o jornal madrilenho, a direção do Real Madrid só aceita iniciar conversas sobre Kaká desde que fique claro que não há interesse de que outro jogador seja incluído em uma possível troca para viabilizar o negócio. Também há outra forte corrente em Santiago Bernabéu que defende a permanência de Kaká e confia que o brasileiro reencontre seu melhor futebol nesta temporada.

Na última sexta-feira, Kaká participou do programa Bola da Vez, da ESPN Brasil, e deixou claro seu desejo de continuar no Real Madrid e vencer no time merengue.

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Pesquisa mostra a relação dos crentes com sexo na rede

60% ADMITEM PORNOGRAFIA

 

Por: Redação Creio

Quase 60% dos evangélicos têm algum contato com pornografia, seja ela através da TV, Internet. O dado é fruto da pesquisa da Bepec – Bureau de Pesquisa e Estatística e faz parte do projeto O Crente e o Sexo, concebido pelo portal Genizah.

Respondido por 71 mil pessoas, o estudo mostrou a relação dos cristãos com o Sexo. Um dado alarmante: a pesquisa mostrou que os evangélicos frequentam sies e procuram pornografia na rede.

Do total, 32,03% admitem ver sites adultos na internet. Já 15% confirmam fazer sexo pela internet e 12,51% na TV, DVD ou Cinema.

Para o pastor Geremias do Couto, Jornalista, escritor e conferencista, a pesquisa fornece dados precisos sobre o comportamento dos evangélicos na área da sexualidade. “Será, sem dúvida, uma excelente ferramenta não só para os pastores no trato com as suas ovelhas, mas também para aquelas pessoas especializadas na orientação de casais. Não me lembro de outra pesquisa do gênero entre os evangélicos de maneira que se queremos contribuir para uma sexualidade saudável entre os "da fé", esses dados não podem ser desprezados.“

Data: 15/6/2011 08:14:24

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Assembleia Nacional da França rejeita “casamento” homossexual em votação histórica

 

Matthew Cullinan Hoffman

PARIS, França, 14 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Legisladores da França rejeitaram um projeto de lei para legalizar o “casamento homossexual” hoje numa votação decisiva na Assembleia Nacional, a Câmara dos Deputados da França.

Os deputados da Assembleia votaram contra o projeto de lei, proposto pelos socialistas, por uma maioria de 293 a 222. A votação ocorreu depois de uma decisão em janeiro dada pelo mais elevado tribunal da nação, o Conselho Constitucional, declarando que o “casamento” homossexual não é um direito constitucional.

Embora uma recente pesquisa de opinião pública, que vem sendo muito citada, tivesse revelado que a maioria dos eleitores franceses, 58 por cento, favorece a criação do “casamento” homossexual, Michel Difenbacher do Partido da União por um Movimento Popular (UMP), que é o principal partido, disse que não acha necessário “ir com a maré nem ceder a um modismo” com relação à questão.

“Somos contra a homofobia, mas não queremos alterar a imagem e função do casamento” dentro da sociedade, disse Difenbacher.

Christian Vanneste e Brigette Bareges, também do UMP, foram mais duros em sua avaliação negativa do projeto de lei. Vanneste chamou tais uniões de “aberrações antropológicas”, enquanto Bareges perguntou: “Por que não também casamento com animais, ou poligamia?”

O fato de que a Assembleia Nacional rejeitou o projeto de lei representa uma ambivalência para com o movimento ideológico homossexual na sociedade francesa. Embora tivesse sido o primeiro país a criar uniões civis para homossexuais, uma medida aprovada em 1999, a França vem de modo firme resistindo à redefinição do casamento.

Nicolas Sarkozy, presidente da França, que se descreve como campeão dos valores cristãos tradicionais, vem exigindo a legalização mundial da sodomia. Contudo, Sarkozy também se opôs ao projeto de lei de “casamento homossexual”, provocando acusações de mudança súbita de direção pelos legisladores socialistas, que dizem que ele havia prometido aprovar tal projeto em 2007.