Categorias
Artigos Noticias

Assembleia Nacional da França rejeita “casamento” homossexual em votação histórica

 

Matthew Cullinan Hoffman

PARIS, França, 14 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Legisladores da França rejeitaram um projeto de lei para legalizar o “casamento homossexual” hoje numa votação decisiva na Assembleia Nacional, a Câmara dos Deputados da França.

Os deputados da Assembleia votaram contra o projeto de lei, proposto pelos socialistas, por uma maioria de 293 a 222. A votação ocorreu depois de uma decisão em janeiro dada pelo mais elevado tribunal da nação, o Conselho Constitucional, declarando que o “casamento” homossexual não é um direito constitucional.

Embora uma recente pesquisa de opinião pública, que vem sendo muito citada, tivesse revelado que a maioria dos eleitores franceses, 58 por cento, favorece a criação do “casamento” homossexual, Michel Difenbacher do Partido da União por um Movimento Popular (UMP), que é o principal partido, disse que não acha necessário “ir com a maré nem ceder a um modismo” com relação à questão.

“Somos contra a homofobia, mas não queremos alterar a imagem e função do casamento” dentro da sociedade, disse Difenbacher.

Christian Vanneste e Brigette Bareges, também do UMP, foram mais duros em sua avaliação negativa do projeto de lei. Vanneste chamou tais uniões de “aberrações antropológicas”, enquanto Bareges perguntou: “Por que não também casamento com animais, ou poligamia?”

O fato de que a Assembleia Nacional rejeitou o projeto de lei representa uma ambivalência para com o movimento ideológico homossexual na sociedade francesa. Embora tivesse sido o primeiro país a criar uniões civis para homossexuais, uma medida aprovada em 1999, a França vem de modo firme resistindo à redefinição do casamento.

Nicolas Sarkozy, presidente da França, que se descreve como campeão dos valores cristãos tradicionais, vem exigindo a legalização mundial da sodomia. Contudo, Sarkozy também se opôs ao projeto de lei de “casamento homossexual”, provocando acusações de mudança súbita de direção pelos legisladores socialistas, que dizem que ele havia prometido aprovar tal projeto em 2007.

Categorias
Artigos

Famoso especialista em inseminação artificial diz: Estou horrorizado pelo o que fiz.

Médico que foi famoso especialista em inseminação artificial diz: fiquei totalmente horrorizado quando percebi o que estava fazendo

Kathleen Gilbert

CHICAGO, EUA, 13 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico que outrora era famoso por seu trabalho no campo da fertilidade diz que desistiu horrorizado depois de perceber que o ramo de seu trabalho era parte da “crescente atitude médica de tratar os bebês como objetos” — um termo que ele diz que seus colegas simplesmente ridicularizavam.

“Faltam-me as palavras para lhe dizer que bem no fundo da minha alma cri que eu havia cometido um mal contra outras pessoas”, o Dr. Anthony Caruso, especialista em endocrinologia reprodutiva, disse para o canal de TV EWTN News num artigo de 9 de junho.

Caruso, que é católico, diz que desistiu de seu emprego e foi para o sacramento da confissão no mesmo dia. “Quando percebi o que eu estava fazendo, fiquei totalmente horrorizado”, dele disse para EWTN News. “Fiquei tão angustiado por ter levado tantos casais por um rumo errado”.

O especialista em fertilidade disse que inicialmente sua motivação era entrar nesse campo de trabalho para ajudar a levar felicidade a um casal infértil — mas desde então percebeu que o procedimento está envolvido em conflito com o ideal de sacrifícios que deve haver entre os cônjuges do casamento. “É… a ideia de que você pode ter tudo o que quiser, onde quiser, quando quiser”, disse ele.

O artigo da EWTN também destacou a carreira do Dr. Michael Kamrava, que está para perder sua licença médica em 1 de julho por seu papel no caso “Octomom”: Kamrava foi o médico que transferiu todos os doze embriões restantes de Nadya Suleman no útero dela, resultando no nascimento de óctuplos em janeiro de 2009.

Normalmente, os médicos que fazem inseminação artificial têm de transferir um máximo de quatro embriões em cada tratamento de fertilidade, e fazem aborto seletivo das crianças se mais de um ou dois bebês sobrevive — um procedimento Suleman recusou.

Caruso comentou que tal “atitude médica de tratar os bebês como objetos” é uma parte da mentalidade da inseminação artificial, onde abortar os bebês inconvenientes é um procedimento tanto rotineiro quanto incentivado.

“Você ficaria surpreso com o número de pessoas que chega a 23, 24 semanas de uma gravidez a partir de inseminação artificial que sofrem complicações de gravidez”, disse ele. “E elas dizem: ‘Não tem problema. Pode jogar fora’. Pois essencialmente elas podem simplesmente voltar e fazer tudo de novo”.

Enquanto isso, Caruso diz que sua conversão é praticamente exclusiva entre os especialistas de inseminação artificial nos Estados Unidos, fazendo dele um pária entre seus colegas.

“A maioria dos meus colegas me vê como um doido”, disse o médico.

Leia artigo completo, em inglês, de EWTN aqui.

Categorias
Artigos

Políticos en manos de adivinos

Juan Antonio Monroy

 

Políticos en manos de adivinos

La adivinación hace furor.

15 de junio de 2011

A pesar de los grandes progresos de la civilización moderna, a pesar del ateísmo, el materialismo, el racionalismo, el existencialismo y el hedonismo que caracteriza al hombre de hoy, especialmente en los países de Occidente.
Como decía Pascal, el incrédulo es el que más cree. No cree en el concepto bíblico de Dios, pero sí cree en el primer vidente que le sale al paso. Una ocultista convencida, Laura Tuan, se enorgullece de ello. Dice: “Adivinar es sinónimo de predecir el destino. En este sentido se puede afirmar que la humanidad, desde la hoja de parra a la minifalda, no ha cambiado. Siempre se ha dado la misma inseguridad, la misma necesidad y temor de saber, la misma angustia frente al futuro. Aunque la pitonisa de hoy reciba previa petición de hora (a precios desorbitados), aunque la sibila de Cumes haya cambiado su antro por un apartamento de la zona residencial, la necesidad de conocer el futuro es siempre la misma.
“Los hay que poseen el don de la previsión, los hay que fingen; los hay también que pagan para obtenerlo”.
“Aparentemente, en esta época que ha asistido a la pérdida de lo sagrado, el respeto de antaño se ha transformado en curiosidad. Hoy en día, la gente acude a que le adivinen el porvenir haciendo gala de desenvoltura. Pero al igual que el griego de Delfos o el romano de Cumes, se teme y se espera, se cree y se aguarda” [1] .
Se da la paradoja de que los grandes de hoy, políticos, estadistas, financieros, personalidades públicas reconocidas mundialmente, tienen sus adivinos particulares y los consultan antes de tomar decisiones trascendentales. Borin Yeltsin tenía en nómina astrólogos, magos y hechiceros. Su adivina particular era una mujer caucasiana llamada Dzhuna, una Rasputini de finales de siglo.
En un amplio y documentado reportaje sobre la influencia de los adivinos en los hombres políticos, Sebastián Moreno decía que Ronald Reagan “se dejó guiar por la astrología para tomar importantes decisiones en la Casa Blanca”. El que fuera presidente de Brasil, Fernando Collar de Melo, practicaba la numerología para conducir los destinos del país.
Al inaugurar su segundo mandato presidencial en enero de 1997, la prensa norteamericana dedicó amplios espacios a comentar la presencia de adivinos en el entorno del matrimonio Clinton. La denuncia se hizo con nombres y apellidos. Otro tanto se dijo de la familia real británica.
En diciembre de 1995 la agencia EFE informaba que la CIA había despedido a todo el equipo de adivinos que trabajaba para ellos, por incompetentes.
Las grandes estrellas de Hollywood han estado siempre en manos de gurúes y adivinos.
En febrero de 1997, la adivina Francisca Zatina, conocida en México como “La Paca”, hubo de comparecer ante la justicia mexicana acusada de fraude en el descubrimiento de un cadáver que ella dijo ser del desaparecido político Manuel Muñoz Rocha.
Otra historia de crímenes y ocultismo: Patricia Reggiani Martinelli, de la alta sociedad italiana, fue acusada por un tribunal de Milán el 1 de febrero de 1997 de haber pagado 40 millones de pesetas a un asesino a sueldo para que matara a su esposo, el multimillonario Mauricio Gucci. La señora Martinelli contrató para este crimen los servicios de una adivina, Giuseppina Auriemma.
De seguir la relación, no acabaríamos nunca. Países en manos de los poderosos de la tierra. Y ellos en manos de los adivinos.


[1]  Laura Tuan, EL GRAN LIBRO DE LAS CIENCIAS OCULTAS, Editorial De Vecchi, Barcelona 1987.

Autores: Juan Antonio Monroy

© Protestante Digital 2011