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ENQUANTO O BRASIL TENTA DISTRIBUIR O KIT GAY, NA ARGENTINA CRIANÇAS RECEBEM KIT DE PREVENÇÃO A CORRUPÇÃO

QUARTA-FEIRA, 8 DE JUNHO DE 2011

 

 

kit-anticorrupcao-ArgentinaO governo argentino criou uma espécie de “kit anticorrupção” para ser distribuído a 1 milhão de alunos do ensino médio no país.

O objetivo é fazer com que os adolescentes reflitam sobre o assunto ao mostrar que atitudes transgressoras nascem em pequenas ações como colar em uma prova na escola.

O material de 62 páginas foi criado pelo Departamento Anticorrupção e traz também um vídeo ficcional com a história de um jovem que rouba as respostas de um exame de inglês, mas tempos depois não consegue arranjar emprego por não dominar a língua.

De acordo com o jornal argentino Clarín, o guia tenta conscientizar os jovens de que a “corrupção está profundamente enraizada em um traço cultural.”

Para ilustrar a mensagem, o texto compara a atitude de um funcionário público que desvia dinheiro destinado a hospitais a de uma pessoa que pega transporte público sem pagar passagem.

O kit afirma ainda que algumas ações, como jogar papel na rua, por menores que possam parecer, podem influenciar outras pessoas o que causaria entupimento de ralos e canais e, consequentemente, inundações. E estas enchentes são responsáveis, muitas vezes, pela morte de pessoas.

A divulgação de que o Departamento Anticorrupção fez um convênio com o Ministério da Educação para utilizar o guia nas aulas de Formação Ética e Cidadania causou polêmica. Os críticos dizem que o conteúdo minimiza a corrupção por parte de políticos do Estado.

 

Fonte: R7

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METAMORFOSE –

 

oraO pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma.
“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12.2).
O homem foi criado perfeito (Ec.7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn.1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. Na medida em que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo.10.10).
Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo, que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.
Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm.3.13).
Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?
Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.
A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo.2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre. Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.
O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.
O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se.
Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.
Antes que mude o nosso agir, falar, vestir, etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.
Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Heb.5.11-14).
A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.
A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer, etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a palavra de Deus forma em nós a natureza divina (IIPd.1.4).
Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.
Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.
Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:
1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho.
Na parábola do bom samaritano (Lc.10), podemos observar algumas situações ou estágios:
1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.
O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.
Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (ICo.15.45-49).
“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co.3.18).
A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar da transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão.
Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar.
Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou. Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora.
Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar. Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.

Enviado pelo
Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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MALAFAIA DEFENDE IRMÃO

 

Pr diz que deputado não foi atento a proposta de orientação sexual

Por: Redação Creio

    Por intermédio de um comunicado o pastor da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, rebateu a críticas sobre a aprovação da PEC 23/2007. Na ocasião, como divulgado nesta terça-feira, dia 08, pelo CREIO e pela Primeira Igreja Virtual, os deputados do Rio de Janeiro votaram a favor da proposta. Apenas dois parlamentares, Flávio Bolsonaro e Edson Albertassi, que é cristão, votaram contra.

     No texto Silas defendeu seu irmão Samuel Malafaia e disse que não ficaria calado se soubesse que seu parente cometeu um erro. Leia nota na íntegra:

Em nota pastor diz que deputado não foi atento a proposta

Em nota pastor diz que deputado não foi atento a proposta de orientação sexual (LGBT)

COMUNICADO

    Está em trâmite na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a proposta de emenda à Constituição do Estado do RJ PEC 23/2007, de autoria do deputado Gilberto Palmares, que inclui a orientação sexual (LGBT) no rol dos direitos fundamentais previstos na Constituição. Para que a emenda seja aprovada, precisa passar por duas votações. A primeira aconteceu no dia 25 de maio, que findou com a aprovação da proposta.

    É bem verdade que, naquela ocasião, tanto a bancada evangélica como a católica não perceberam o jogo e votaram a favor da PEC 23/2007, inclusive meu irmão, deputado Samuel Malafaia. Fizeram isso não porque apoiam essa emenda, mas por não terem observado minuciosamente a proposta. Tanto que foram os próprios parlamentares cristãos que me alertaram.

    O que eu acho engraçado é dizerem que eu critiquei a PEC 23/2007 porque não observei que meu irmão havia votado a favor, como se minha postura fosse baseada pela atitude dos outros, sejam membros da minha família ou não. Com todo o respeito, querem insinuar que eu sou um mau-caráter, que ficaria calado se soubesse que meu irmão cometeu um erro. Pelo jeito vocês ainda não me conhecem. A minha consciência não está à venda para ninguém.