Categorias
Noticias

Pastor Samuel Ferreira é notícia nas páginas da Isto é

Samuel

Uma matéria com três páginas na Isto É conta a história da Igreja Assembleia de Deus por meio do pensamento e da gestão do presidente da Assembleia de Deus do Brás, Pastor Samuel Cássio Ferreira, que recebeu a reportagem da revista em seu gabinete pastoral, na Catedral da denominação em São Paulo.

Com o título “Um pastor moderno entre os radicais” a publicação fala do crescimento da Assembleia de Deus, apesar de seu centenário, e mostra que a expansão e chegada de novos fiéis acontecem por conta da abertura implementada pelo líder da denominação em São Paulo e por sua nova fórmula de gestão.

A revista destaca a jovialidade do pastor Samuel Ferreira, que acaba de completar 43 anos, e sua história vivida integralmente dentro da denominação.

Em sua entrevista à revista, Samuel Ferreira disse que mesmo com sua nova forma de pastorear considera-se um pastor conservador. “Aquilo que é a essência do Evangelho é inegociável; o que é acessório vamos pensar, vamos conversar…”, explicou.

Para a reportagem da revista IstoÉ, que acompanhou durante um dia inteiro as atividades na Igreja do Brás – exatamente em um domingo onde aconteceram atividades como reunião de mulheres, reunião dos obreiros (pastores do Campo do Brás) e culto da Família – Samuel Ferreira fez questão de deixar claro seu compromisso com a Igreja. “Minha agenda é uma loucura, prego praticamente todos os dias, saio de uma reunião entro em outra, e isso no país todo, mas estou sempre pronto para me dedicar à Palavra e ao cuidado com a ovelha”, ressaltou.

O pastor contou um caso que aconteceu recentemente enquanto estava se dirigindo para pregar em uma congregação. “O telefone tocou e era uma pessoa precisando de um aconselhamento naquele momento. Só que eu estava com pessoas no carro e precisava de privacidade. Então pedi ao motorista para estacionar. Saí e comecei a ministrar a pessoa pelo celular na rua. Ela precisava naquela hora e não poderia deixar de atendê-la”.

Para a reportagem, Samuel Ferreira também destacou que não fez nenhuma revolução na Assembleia de Deus (que tem cerca de 15 milhões de fiéis, metade do número de evangélicos do Brasil), mas que a igreja precisa adequar-se aos novos tempos e abrigar a juventude e suas expectativas. “Muitos chamam de revolução, mas o que eu faço é a pregação de um evangelho puro, sem acessórios pesados”, disse o pastor que lidera um dos maiores grupos de jovens na sede da Assembleia de Deus do Brás.

O pastor disse ainda que as proibições estavam mais fortemente colocadas sobre o mundo feminino. “As irmãs não podiam cortar os cabelos, usar calças compridas, joias ou adereços que as mulheres tanto gostam, o que fazia com que muitas até saíssem da igreja. Sabemos que não são essas coisas que levam à salvação, mas uma vida reta e santa diante de Deus, e isso está em aceitar a Cristo como Senhor, congregar, ser ministrado por meio da palavra de Deus nos Cultos. Então, não podemos excluir pessoas simplesmente porque gostam dessa ou daquela forma de se trajar”, ponderou.

Data: 24/5/2011 08:50:16
Fonte: AD Brás

 

045

 

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

Categorias
Noticias

A MÚSICA GOSPEL PERDEU A ESSÊNCIA

 

Ministros falam sobre futuro da música gospel e a perda da qualidade

Por: Redação Creio – Mayra Bondança

     Na última terça-feira, dia 24, a Christian Copyright Licensing International (CCLI) reuniu grandes nomes da música cristã para discutir o futuro da mesma no Brasil. Asaph Borba, Massao Suguihara, Gerson Ortega, Adhemar de Campos e seus filhos acabaram chegando a uma triste conclusão: a música tem perdido sua verdadeira essência, a Palavra de Deus.

     O evento começou com música, como não poderia deixar de ser. Um pequeno momento de louvor com todos os cantores e seus filhos lembrou canções antigas que, muitas vezes, são até esquecidas pelas igrejas.

     E quem iniciou a discussão foi o filho de Asaph Borba, André, de apenas 14 anos. Orgulhoso, Asaph contou que o filho ficou um tempo refletindo e buscando a Deus para saber o que dizer. Lendo seu texto, André falou sobre a evolução tecnológica que a música tem sofrido e sobre as grandes inovações que a tem atingido, mas abriu a dura verdade: as pessoas não têm buscado a Bíblia na hora de fazer suas letras.

     Depois, foi a vez do próprio Asaph tomar a palavra. “Nossos filhos vão continuar cantando, adorando, e talvez de uma forma diferente da nossa. Mas o que nós queremos é que eles tenham a mesma essência”, explicou. Ele tentou ilustrar comparando um disco de vinil a um iPod. “A forma muda, mas a essência é a mesma.”

     Gerson Ortega se mostrou preocupado com o que os pais têm passado aos filhos. Ele comentou sobre a importância de uma família andar nos caminhos de Deus, porque isso vai ajudar as próximas gerações. “Nós cristãos temos que manter os princípios.” O pastor e cantor ainda falou sobre a relação com seus filhos – que formam a banda ‘Os Ortegas’. “Eu tenho três filhos e nós conseguimos tocar juntos, temos até gostos parecidos.”

     Emendando a fala de Ortega, Adhemar de Campos destacou que a preocupação não é somente com a música cristã, mas com o cristianismo no geral. “As pessoas dizem que a Igreja está desviada. A igreja do mundo evangélico pode estar mal, mas a Igreja do Reino de Deus vai muito bem, obrigado”, ponderou. Ainda questionou: “qual é a sua identidade?” O pastor falou sobre a importância dos valores, essência e conteúdo, e criticou algumas pessoas que colocam uma posição e um nome acima do que realmente são. “Quem é não precisa dizer que é, demonstra. Nós cristãos precisamos ser mais vistos do que ouvidos.”

     Para Massao Suguihara a música cristã deve girar em torno da Igreja e dos seus propósitos, e não ao redor do mundo. “Está havendo uma corrosão da identidade cristã.” Ele mostrou sua preocupação com o hábito que a Igreja tem absorvido de ‘barganhar’. “Acabamos criando um evangelho centralizado no homem, e eu pergunto: onde é que está Jesus?”

Data: 28/5/2011

Categorias
Vídeos

Soldados dançam funk ao som do Hino Nacional

 

27/05/2011 – 15h39

Soldados dançam funk ao som do hino e vídeo vai para internet

DE SÃO PAULO

Um vídeo divulgado na internet mostra seis soldados, supostamente da 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada, do Rio Grande do Sul, dançando funk ao som do hino nacional.

Depois de fazerem posição de "sentido" e prestarem continência, o hino nacional brasileiro começa a tocar e os soldados passam a dançar, animadamente, uma coreografia de funk.

A assessoria de imprensa do Exército afirmou à Folha que foi aberto um inquérito penal militar para apurar os fatos. Esse inquérito será concluído em sigilo.

O Exército não confirmou se os soldados estão detidos no quartel, que fica na cidade de Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul.

O Código Penal Militar prevê pena de detenção de um a dois anos para o crime de "desrespeito a símbolo nacional".