Categorias
Artigos Cultos

Por que os homens não gostam de ir à igreja?

O motivo número um que os homens apresentam para não ir à igreja é o: “há muitos hipócritas lá!”

bancos-vazios

Da próxima vez que for à igreja aproveite para observar as pessoas sentadas nos bancos. Não fique surpreso se notar que a maioria é formada por mulheres. Se a sua igreja não apresenta essa formação, saiba que é exceção. Esse fato já foi estudado e demonstrado em pesquisas nos EUA e é um fenômeno confirmado de maneira generalizada em qualquer igreja cristã do ocidente, conforme o livro A Igreja Impotente – A Feminilização do Cristianismo, de Leon J. Podles.

Normalmente o público nas igrejas é formado em sua maioria por mulheres com maridos e família, mas também mulheres casadas que frequentam sem seus maridos, mulheres viúvas, mulheres solteiras, jovens e idosos. É pouco provável que você veja algum marido frequentando sem a sua esposa ou muitos homens solteiros.

A pesquisa feita nos EUA aponta que entre os homens que são vistos nos cultos, pode-se destacar algumas características comuns:

  1. Muitos desses homens, estão presentes apenas em corpo, mas completamente desconectados ou desconcentrados do andamento dos trabalhos; raramente vamos vê-los cantando ou envolvidos na adoração e não raro estarão prestando mais atenção aos seus celulares do que na pregação.
  2. Outro tipo identificado nas pesquisas, foram homens com certo padrão de comportamento, seja no vestir, no consumo etc. São trabalhadores que vêm normalmente de áreas administrativas; pouco aparecem trabalhadores de setores que exercem uso de força bruta, ou trabalho braçal.

O Centro de Pesquisa Pew, nos EUA, divulgou dados de pesquisa entre 2008 e 2009 que apontam que cristãos no mundo oscilam em cerca de 53% do sexo feminino e 46% do sexo masculino. Nos EUA, as pesquisas mostram uma disparidade bem maior: 61% de mulheres e 39% homens. Em números absolutos, isto significa que, em qualquer domingo na América, há 13 milhões a mais de mulheres do que homens frequentando os cultos.

A disparidade de gêneros é MAIOR nas principais igrejas liberais das pequenas cidades e áreas rurais e MENOR nos centros urbanos, mais conservadores, em igrejas não denominacionais, mas ocorre igualmente em ambas as igrejas protestante e católica.

Homens não estão apenas em menor proporção frequentando a igreja, eles também são menos propensos a se engajar na fé de outras formas. David Murrow revela em seu livro, “Por que os Homens Odeiam ir à Igreja”, pesquisa realizada por George Barna que descobriu que as mulheres são muito mais inclinadas a se envolver com a sua igreja em quase todos os níveis. Mulheres, de maneira geral, são mais propensas a participar da Escola Bíblica Dominical, a participar de um pequeno grupo de comunhão, a ter um tempo devocional ou meditação, a trabalhar  como voluntárias numa igreja, a ler a Bíblia, a dedicar-se a oração etc. Barna chega a concluir que “as mulheres são a espinha dorsal das congregações cristãs na América.”

Veja as principais desculpas que os homens apresentam para não irem a igreja, em ordem crescente (da menos importante, para a mais importante):

  • Não tenho tempo;
  • Igreja simplesmente não funciona para mim;
  • É muito chato;
  • Não é importante para minha vida;
  • Não gosto do pastor;
  • Não quero falar a respeito;
  • Cultos são muito longos;
  • Eles pedem muito por dinheiro;
  • Igreja é para fracos;
  • O motivo número um que os homens apresentam para não ir à igreja é o: “há muitos hipócritas lá!

Analisadas essas desculpas, elas não fazem muito sentido, já que as mulheres enfrentam os mesmos desafios e mesmo assim mantém a igreja como prioridade em suas vidas. Descobrir as barreiras reais que impedem os homens de irem às igrejas é um dos desafios que se apresenta à igreja atual; por que apresentam motivos, tentando se justificar ao invés de tomarem as mesmas atitudes das mulheres.

No livro de Leon J. Podles, ele justifica que há pelo menos sete séculos a igreja vem padecendo com esse fenômeno. E isso não é assunto para simplórios, pois Podles, aponta muitos outros fenômenos adjacentes que influenciaram na debandada masculina da igreja séculos atrás e envolve tantos estudos paralelos que não cabem no escopo desse artigo. Apenas para constar, ele aponta como os cristãos da Era Pré-Vitoriana, no Reino Unido estavam muito mais familiarizados com o Leão da Tribo de Judá que nós os atuais estamos. Para eles essa imagem evocava um apelo diferente, muito mais masculino, que os incitava a estarem na igreja após o rugido do Leão, enquanto para nós, tão distantes de guerras e conflitos (exceto a violência das favelas), da simbologia do leão, da própria realidade com esse animal, soa apenas como retórica que ecoa palidamente em nossas memórias.

David Murrow faz a triste constatação para a igreja cristã norte-americana, de que a “feminilização da cultura cristã não se trata de uma conspiração, ela simplesmente é resultado de uma instituição e indústria focados no seu mercado. Quando fabricantes de produtos cristãos miram as mulheres, eles fazem mais dinheiro. Quando rádios e TVs miram as mulheres conseguem maior audiência. Quando igrejas miram as mulheres conseguem mais voluntários. É um simples jogo de números.” (Murrow, p.64).

Que resposta deveríamos dar a isso? O próprio Murrow propõe que deveria ser removido esse “pacote irmãzinha/mocinha” que a indústria e a cultura cristã impuseram ao cristianismo – norte-americano, diga-se – e apresentar Cristo como ele é, que Ele tem força suficiente para atrair a todos igualmente.

O tema que o livro de Murrow levanta não é possível de ser esgotado nesse artigo, há muitos e muitos caminhos que as pesquisas demonstram e ele aponta que não caberiam aqui. Ele fala sobre a adoração/louvor e como esse binômio tem se desenvolvido na igreja desde há dois séculos atrás e afetou diretamente a maneira como o homens se afastaram da igreja, como o homem moderno trocou o cristianismo pelo culto à masculinidade – a sua, diga-se de passagem – e tantos outros. Era interessante que mais pessoas se debruçassem sobre esse fenômeno no Brasil também para poder entendê-lo em que medida ele afeta a comunidade brasileira e dar uma resposta adequada à igreja.

Esses estudos e pesquisas, em sua grande maioria, foram feitos para o público norte-americano, mas creio que não destoam tanto da realidade brasileira em grande parte. Que sirvam para nos alertar e aguçar nosso cuidado em como conduzimos nossos cultos, nossa adoração, nossa motivação, pois Cristo morreu por todos, homens e mulheres; “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Bibliografia:
Why Men Hate Going To Church, David Murrow. Thomas Nelson, 2011.
The Church Impotent, Leon J. Podles. Richard Vigilante Books, 1999.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Jovem muçulmana é ressuscitada por Jesus e agora prega o evangelho

Garota foi morta pelo pai muçulmano e jogada dentro de um poço

 

mulher-muculmana Muçulmana é ressuscitada por Jesus e agora prega o evangelho

A jovem Ramza nasceu em uma típica família muçulmana, no Oriente Médio. Usava sempre vestidos longos, além do lenço que cobria toda a cabeça e parte da face. Seu pai tinha três esposas e 13 filhos. Era um empresário que oferecia uma vida confortável para os seus.

“Sempre fui uma garota religiosa na infância”, contou ela à Missão Bíblias para o Oriente Médio. “Estava sempre disposta a praticar o islamismo, recitar o Alcorão, fazer as orações cinco vezes por dia, e o jejum durante o Ramadã”.

Após Ramza concluir seus estudos no ensino médio, ouviu de uma ex-colega de escola sobre Jesus Cristo. “Ela era filha de um pastor e agora trabalhava com a missão Bíblias para o Oriente Médio. Mas eu nunca aceitei sua mensagem nem seus argumentos. Mesmo assim, ela me deu um livreto com porções do evangelho”, conta a adolescente. Por curiosidade acabou lendo, mas não acreditou.

Seus planos incluíam continuar os estudos e ir para uma faculdade. Contudo, seu pai propôs que ela aceitasse o pedido de casamento de um homem rico da região. Ele era muito mais velho, já tinha três esposas e vários filhos.

Ramza ficou apavorada com essa possibilidade, especialmente quando percebeu que era mais jovem que o filho caçula daquele homem. Uma noite, pediu para falar com seu pai. “Eu implorei para ele não arranjar meu casamento, que me deixasse prosseguir com meus estudos. Meu pai negou o meu pedido, não quis me escutar”, lembra.

Chorosa e assustada, Ramza ameaçou fugir de casa antes do casamento. Isso enfureceu seu pai, que não admitia ter sua autoridade questionada. O homem pegou uma cadeira e golpeou a filha na cabeça. A jovem desabou no chão, derramando muito sangue. Seu pai e uma das madrastas ficaram chocados quando tentaram reanima-la e perceberam que ela estava morta.

Temerosos que alguém descobrisse o crime, amarraram o corpo da menina em um grande saco plástico e o colocaram no porta-malas do carro. Viajaram muitos quilômetros deserto adentro, até chegarem a uma plantação de tâmaras. Ali havia um poço seco, onde o Ramza foi jogada.

Ela não sabe dizer como, mas tinha a consciência que a sua alma estava indo para o inferno, um lugar terrível, de trevas. Sentia uma grande sede, mas não era de água como nós conhecemos.

Voltou-lhe a mente o momento que a amiga lhe ofereceu o Evangelho. Ela tentou esticar os braços, numa tentativa de segurá-lo, pois tinha a sensação que se pudesse fazer isso, sua alma encontraria descanso “em um lindo jardim”.

Quando seu corpo sem vida jazia naquele buraco no deserto, algo incrível aconteceu. Ela viu “um homem forte, saudável e belo” em pé, no fundo do poço. Assegura que ele começou a desamarrá-la, colocou as mãos na sua cabeça e nas costas. A vida voltou ao seu corpo físico.

“Abri meus olhos como quem acorda de um sonho. Eu vi as marcas dos pregos em suas mãos. Imediatamente soube que era Jesus”, comemora. A jovem creu que Ele realmente era o Filho de Deus. Ramza afirma que ouviu dele: “Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”, versículo que está em João 11:25.

Em seguida, afirma que Jesus pegou a tomou em seus braços e a levou para fora do poço. Ela lembrou da mensagem de sua amiga e, entre lágrimas, afirmou: “Jesus, você é meu Senhor e Salvador. Foi crucificado e morreu por mim. Verdadeiramente ressuscitou. Eu sou tua”. Quando levantou a cabeça para olhar novamente para ele, não havia mais ninguém lá.

Em uma aldeia próxima vivia um pastor com a esposa. Ele recebeu uma visão onde o Senhor lhe disse: “Levante e vá até a plantação de tâmaras onde irá encontrar uma jovem que precisa de ajuda”.

Naquela altura, Ramza não sabia o que fazer nem para onde ir. “Mas eu estava tão feliz. Estava louvando e agradecendo ao Senhor Jesus. Dentro de alguns minutos, um casal veio até mim. Eles diziam ser cristãos e que o Senhor Jesus os guiou até mim”, relata.

Ela contou sua experiência dramática com eles. A adolescente foi levada para uma fazenda onde ela poderia morar com outras cinco mulheres. Ganhou uma Bíblia e começou a aprender mais sobre Deus. Recuperada, ela passou a ajudar nas tarefas cotidianas do lufar.

Sustenta que não deseja voltar para casa, mas que está orando pelos membros de sua família, bem como “por todas as pessoas do Oriente Médio, para que sejam salvos”. Seu desejo agora é continuar espalhando o evangelho, servindo ao Senhor que a salvou. Com informações de Gospel Prime e de Bibles for Mideast

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Categorias
Noticias

Em meio à guerra, milhares se convertem na Síria

Missão oferece alimentos, roupas e cuidados médicos para diferentes grupos étnicos

 

cristaos-na-siria Em meio à guerra, milhares se convertem na Síria
 O líder de um ministério cristão na cidade costeira de Tartus, na Síria, revelou que não está conseguindo cuidar de todos os refugiados que desejam aprender sobre Cristo e a Bíblia. Ele luta para levantar fundos e plantar uma nova igreja numa nação que está em guerra.

O relatório da Al-Monitor revela que cerca de 700.000 pessoas de outras partes da Síria fugiram para Tartus desde 2011, quando iniciaram os conflitos do governo com grupos radicais que tentam derrubar o presidente Bashar al-Assad.

“Eles vivem em barracas ou tendas improvisadas, alguns estão nas ruas de Tartus”, lamenta um diretor da Mission Christian Aid, ONG cristã que atua no país. “As igrejas estão transbordando, por isso novos templos são necessários para servir os deslocados que procuram um refúgio seguro”.

Desiludidos com o horror perpetrado pelos extremistas islâmicos, milhares de refugiados vieram a Cristo. Devido ao grande número de fiéis, durante os cultos muitos ficam em pé ou assistem do pátio da igreja.

Etnia tem primeiros missionários comissionados

Para atender às necessidades espirituais e físicas do crescente número de armênios, curdos, ex-yazidis, ex-alauítas e ex-muçulmanos que agora seguem a Cristo, os pastores correm contra o tempo. Eles esperam que a paz volte e os novos convertidos possam voltar às suas aldeias de origem, no interior da Síria, e compartilhem o que aprenderam, planando novas igrejas.

Muitos ficarão em Tartus e estão sendo treinados para substituir os líderes falecidos.

Entre as atividades programadas para este mês está uma Escola Bíblica de Férias, um programa de alfabetização, e cultos específicos para evangelizar crianças refugiadas, que inclui distribuição de alimentos e roupas. Além disso, estão trabalhando para solidificar as igrejas que funcionam nas casas.

Esses grupos caseiros serão a base para novas igrejas no futuro, explica o representante da Christian Aid, que não teve o nome revelado por questões de segurança.

Outro aspecto que chama atenção é o trabalho de evangelização entre os ciganos Domari, um grupo étnico tradicionalmente muçulmano, mas que não é bem visto na Síria. A porta de entrada foi assistência médica, um luxo em território sírio. Cerca de 2000 deles vivem em um acampamento em Tartus e pela primeira vez existe uma igreja entre eles.

Como a maioria dos Domari são analfabetos, o diretor do ministério conta que são oferecidas aulas de alfabetização, usando a Bíblia como base para o aprendizado. Um casal da etnia recebeu treinamento na plantação de igrejas, e estão prontos para se tornarem missionários. Com informações Gospel Prime

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.