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Mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito é recuperado em Israel

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A peça era usada no solo de uma igreja bizantina e chama atenção pela riqueza dos materiais que foram usados na obra

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito é recuperado em IsraelIsrael recupera mosaico milenar com imagens do Egito
  •  Nesta terça-feira (29) a Autoridade de Antiguidades de Israel revelou imagens de um mosaico de 1.500 anos com imagens do Egito que foi descoberto há alguns meses.

O objeto mostra imagens de ruas e edifícios do Egito e tudo indica que se trata de uma imagem da antiga colônia de Chortaso, localidade onde – segundo a tradição cristã – o profeta Habacuque foi enterrado.

O mosaico servia de solo em uma igreja bizantina onde hoje é a cidade de Kiryat Gat, no sul de Israel, a cerca de 70 quilômetros da atual fronteira entre os dois países.

“A aparição de edifícios em mosaicos que serviam de solo é um fenômeno raro em Israel. Os edifícios estão ordenados ao longo de uma rua com colunas, no que seria uma espécie de mapa antigo”, afirmam os pesquisadores Sa’ar Ganor e Rina Avner, que coordenaram o projeto.

O material usado para criar o mosaico chamou a atenção dos pesquisadores, pois foram usadas uma ampla gama de cores e uma qualidade de materiais sem precedentes. “Os artistas utilizaram tesselas de 17 cores para preparar o mosaico. O investimento nos materiais e sua qualidade são das melhores descobertas em Israel”, disseram.

O mosaico mostra edifícios de dois e três andares tridimensionais com uma meticulosa exposição de balcões, galerias e telhados, também é possível visualizar frutas e animais, entre estes galos, cervos e aves e de fundo uma paisagem do rio Nilo.

O objeto foi descoberto em um parque industrial em construção, a divulgação do mosaico foi feita após algumas semanas de trabalho de restauração e agora ele será exposto. Com informações Terra 

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Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

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Publicado por Tiago Chagas gnoticias-em 1 de outubro de 2015

Prenúncio de guerra? Autoridade Palestina anuncia fim do acordo de paz com Israel

Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, na ONU

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, anunciou que está rompendo os acordos de paz assinados em 1993 e que interrompeu ataques de ambas as partes.

Para o líder palestino, Israel não tem cumprido sua parte no acordo, que envolveria o fim da construção de assentamentos na Cisjordânia e a participação no reconhecimento do Estado palestino.

“A manutenção do status quo é completamente inaceitável porque significa a rendição à lógica da força bruta utilizada pelo governo israelense. Nós não continuaremos a ser os únicos comprometidos com esses acordos, enquanto Israel continuamente os viola”, afirmou Abbas em seu discurso durante a 70.ª Assembleia-Geral da ONU.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão do político foi divulgada no mesmo dia em que a bandeira da Autoridade Palestina foi hasteada pela primeira vez na sede da ONU, em Nova York, após 119 países apoiarem a resolução que reconhecia a Palestina como membro observador das Nações Unidas, assim como acontece com o Vaticano. Ao todo, 45 países se abstiveram e oito votaram contra essa resolução, entre eles Israel, EUA e Austrália.

O líder palestino acusou Israel de fazer seu governo parecer “uma autoridade sem poderes reais”, e disse que isso é inaceitável: “Enquanto Israel se recusar a parar com os assentamentos e recusar soltar prisioneiros palestinos não há como haver acordo”, esbravejou. “Declaramos que não poderemos continuar tendo uma ligação com esses acordos e que Israel precisa assumir suas responsabilidades como força ocupante […] Peço à ONU proteção internacional aos palestinos de acordo com as leis humanitárias internacionais”, acrescentou.

Em sua fala, o israelense disse que Abbas deveria começar a agir com a responsabilidade que seu cargo exige: “O fato de, de tempos em tempos, Abbas agir desta forma é a prova de que ele não tem intenção de alcançar um acordo de paz”, acrescentou.

Estado Islâmico planeja ataque nuclear para dizimar cristãos, diz jornalista que se infiltrou no grupo

 

Publicado por Tiago Chagas -gnoticias- em 1 de outubro de 2015

Estado Islâmico planeja ataque nuclear para dizimar cristãos, diz jornalista que se infiltrou no grupoO Estado Islâmico estaria levando adiante a ameaça de exterminar os cristãos do mundo e parte do plano para levar adiante essa promessa envolve um ataque nuclear.

A informação foi revelada em uma reportagem do jornalista Jurgen Todenhofer, 75 anos, que se infiltrou no grupo terrorista e passou dez dias conhecendo os planos de ataque ao mundo ocidental.

O jornal inglês The Mirror publicou parte do relato de Todenhofer, que vai lançar um livro intitulado “Inside IS – Ten Days In The Islamic State” (“EI por dentro – dez dias no Estado Islâmico”, em tradução livre), contando as experiências e planos que conheceu no período em que se infiltrou.

O plano de holocausto para dizimar milhões de pessoas de uma só vez é tratado com sigilo no grupo, que pretende fazer “a maior limpeza religiosa da história” através de um “tsunami nuclear”.

“Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico”, afirma o jornalista, lembrando que os extremistas não diferenciam seus alvos, planejando assassinar todos aqueles que não sigam sua interpretação do islamismo.

No período que esteve em Mosul, no Iraque, teve a oportunidade de conversar com Mohammed Emwazi, que ficou conhecido como “Jihadi John” por decapitar reféns do Estado Islâmico em frente às câmeras.

De acordo com Todenhofer, Emwazi revelou que essas mortes foram usadas como forma de espalhar terror: “As decapitações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a tomada de Mosul, no Iraque, feita com menos de 400 homens. Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los”, comentou o jornalista.

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