El rey David y 49 nombres más confirmados por la arqueología

Biblical Archaeology Review

 

El rey David y 49 nombres más confirmados por la arqueología
Faraones, reyes judíos y de Mesopotamia; y conocidos y menos conocidos personajes cuyos nombres menciona el Antiguo Testamento han visto confirmada su existencia y la veracidad del relato bíblico.

21 DE MARZO DE 2014, ISRAEL

La arqueología confirma 50 nombres mencionados en la Biblia (Antiguo Testamento) es el contenido de un suplemento exclusivo publicado en internet por Lawrence Mykytiuk, que aparece en la edición de marzo/abril 2014 de la Biblical Archaeology Review (BAR).

Lawrence Mykytiuk es un conocido académico de la Universidad de Purdue, y en el artículo publicado enumera 50 figuras de los libros sagrados judíos y cristianos que se han confirmado arqueológicamente.

 Mykytiuk escribe que “al menos 50 personas que se mencionan en la Biblia se han identificado en el registro arqueológico. Sus nombres aparecen en inscripciones escritas durante el período en el que relata la Biblia, y en la mayoría de los casos esta inscripción está hecha durante o muy cerca de la vida de la persona identificada”.

ARQUEOLOGÍA Y BIBLIA
Para quien trabaja con la arqueología o simplemente tiene un interés serio en ella, pronto descubre que hay limitaciones y dificultades a la hora de lo que la arqueología puede y no puede probar.

Por ello, a veces parece que la arqueología termina por cuestionar más que ayudar a la comprensión o comprobación de los acontecimientos bíblicos.

Sin embargo, esto no es cierto, ya que sí hay numerosas aportaciones que avalan la validez del relato bíblico, como esta reciente publicación que recoge 50 personas mencionadas en la Biblia y de las que los datos arqueológicos confirman su existencia.

Esta lista de 50 personas incluye reyes israelíes (como el rey David), monarcas mesopotámicos, faraones, y otras figuras menos relevantes pero claramente mencionadas en la Biblia (como Sambalat, el enemigo de Nehemías) y cuya existencia y nombre, así como su cargo, han sido corroborados por la arqueología.

LA LISTA DE LOS 50 NOMBRES
La extensa documentación bíblica y arqueológica que apoya este estudio publicado por la BAR lo exponemos a continuación por su interés y para que puedan comprobar las referencias bíblicas de estas 50 personas. Cada nombre tiene un enlace incrustado que le dará más información.

   Para ver la línea de tiempo y una mejor perspectiva global, visite pp.46-47 de la edición de marzo / abril 2014 de BAR .

   Egipto

  Nombre
  ¿Quién era?
  Cuando reinó o vivió (adC)
  ¿Dónde aparece en la Biblia?
   1
  faraón
  945-924
  1 Reyes 11:40
   2
  faraón
  730-715
  2 Reyes 17:04
   3
  faraón
  690-664
  2 Reyes 19:09, etc
   4
  faraón
  610-595
  2 Crónicas 35:20, etc
   5
  faraón
  589-570
  Jeremías 44:30

   Moab

   6
  rey
  Principios y mediados del s. IX
  2 Reyes 3:4-27

   Aram-Siria

   7
  rey
  Principios del s. IX hasta 844/842
  1 Reyes 11:23
   8
  rey
  844/842
  2 Reyes 6:24
   9
  rey
  844/842-c.800
  1 Reyes 19:15
  10
  rey
  principios del s. VIII
  2 Reyes 13:03
  11
  rey
  mediados del s. VIII al 732
  2 Reyes 15:37

   Reino del Norte: Israel

  12
  rey
  884-873
  1 Reyes 16:16
  13
  rey
  873-852
  1 Reyes 16:28
  14
  rey
  842/841-815/814
  1 Reyes 19:16
  15
  rey
  805-790
  2 Reyes 13:9
  16
  rey
  790-750/749
  2 Reyes 13:13
  17
  rey
  749-738
  2 Reyes 15:14
  18
  rey
  750 (?) -732/731
  2 Reyes 15:25
  19
  rey
  732/731-722
  2 Reyes 15:30
  20
  Gobernador de Samaria bajo el dominio persa
  mediados del siglo V
  Nehemías 2:10

   Reino del Sur: Judá

  21
  rey
  1010-970
  1 Samuel 16:13
  22
  rey
  788/787-736/735
  2 Reyes 14:21
  23
  rey
  742/741-726
  2 Reyes 15:38
  24
  rey
  726-697/696
  2 Reyes 16:20
  25
  rey
  697/696-642/641
  2 Reyes 20:21
  26
  sumo sacerdote en reinado de Josías
  640/639-609
  2 Reyes 22:04
  27
  escriba durante reinado de Josías
  640/639-609
  2 Reyes 22:03
  28
  sumo sacerdote en reinado de Josías
  640/639-609
  1 Crónicas 5:39
  29
  oficial durante reinado de Joacim
  609 a 598
  Jeremías 36:10
  30
  rey
  598-597
  2 Reyes 24:6
  31
  padre de Jucal funcionario real
  finales del s. VII
  Jeremías 37:3
  32
  oficial durante su reinado
  dentro de 597 a 586
  Jeremías 37:3
  33
  padre de Gedalías funcionario real
  finales del s. VII
  Jeremías 38:1
  34
  oficial durante su reinado
  dentro de 597 a 586
  Jeremías 38:1

   Asiria

  35
  rey
  744-727
  2 Reyes 15:19
  36
  rey
  726-722
  2 Reyes 17:03
  37
  rey
  721-705
  Isaías 20:01
  38
  rey
  704-681
  2 Reyes 18:13
  39
  hijo y asesino de Senaquerib
  principios del s. VII
  2 Reyes 19:37
  40
  rey
  680-669
  2 Reyes 19:37

   Babilonia

  41
  rey
  721-710 y 703
  2 Reyes 20:12
  42
  rey
  604-562
  2 Reyes 24:1
  43
  oficial de Nabucodonosor II
  principios del s. VI
  Jeremías 39:3
  44
  rey
  561-560
  2 Reyes 25:27
  45
  hijo y corregente de Nabonido
  543? -540
  Daniel 5:01

   Persia

  46
  rey
  559-530
  2 Crónicas 36:22
  47
  rey
  520-486
  Esdras 4:05
  48
  rey
  486-465
  Ester 1:01
  49
  rey
  465-425/424
  Esdras 4:07
  50
  rey
  425/424-405/404
  Nehemías 12:22

Editado por: Protestante Digital 2014

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Artigos Ciência

Cientistas afirmam que Deus produziu o Big Bang

Especialistas judeus afirmam que Big Bang e criacionismo se complementam, não se anulam

 

No debate milenar entre a ciência e a religião, os cientistas e os religiosos apresentam seus argumentos tentando convencer os demais. Uma minoria busca um “mínimo denominador comum” convincente.

Esta semana, contudo, o embate entre criacionismo e Big Bang pode ter ganhado um capítulo importante. O professor Nathan Aviezer, da Universidade Bar Ilan de Israel veio a público defender fortemente que as crenças científicas e religiosas podem viver juntas em harmonia.

Ao lançar seu livro “In the Beginning” [No Princípio], ele afirmou que os cientistas há décadas estão buscando pelas ondas produzidas pela gravidade, mas esse tem sido um feito difícil. Afinal, a gravidade é um bilhão de bilhão de vezes mais fraca que as forças elétricas, que também produzem ondas.

Contudo, argumenta, “se houve uma enorme mudança gravitacional, então talvez com algum equipamento muito sensível, você poderia detectá-las.” Para ele, o Big Bang causou essa mudança “por isso não havia esperança de que talvez você pudesse ver as ondulações causadas pelo Big Bang”. É nesse momento que entra o relato do primeiro versículo de Gênesis, onde mostra que Deus criou o céu e a Terra.

 

Embora todos os cientistas também usem um momento inicial para o estabelecer o surgimento do universo, eles não necessariamente atribuem isso a Deus, preferindo argumentar que aconteceu espontaneamente.

Nessa disputa pelo primeiro momento, os cientistas apostam na explosão conhecida como Big Bang, enquanto judeus e cristãos defendem que foi o momento em que Deus disse “Haja luz”.

“A criação da luz foi essencialmente a criação do universo”, resume Aviezer. “Cada palavra escrita na Torá [Antigo Testamento] se encaixa nas descobertas científicas mais recentes. Elas estão em harmonia exata com as palavras da Torá. ”

O renomado rabino Benny Lau, concorda que essa teoria científica é compatível com a história judaica revelada no Livro de Beresheet [Gênesis]. Para ele, os conceitos de tempo na Bíblia não são os mesmos que aqueles que usamos agora, pois ‘um dia’ pode perfeitamente ser o mesmo que um milhão de anos. Mesmo assim, para Lau, as últimas descobertas científicas não alteram o entendimento judaico sobre como tudo começou.

O debate voltou a ocorrer após o material divulgado pelo astrônomo John M Kovac, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian. Esta semana, a equipe de cientistas americanos do projeto BICEP2, anunciou ter encontrado resíduos deixados pela chamada “inflação cósmica”. Esse é o nome dado ao crescimento exponencial pelo qual o universo passou em seu primeiro quadrilionésimo de segundo.

Usando poderosos telescópios situados no Polo Sul, eles comprovaram a existência de “micro-onda cósmica de fundo”, uma radiação muito fraca que permeia todo o universo. Tais ondas gravitacionais deixam marcas ao percorreram o espaço em sua “fase inflacionária”. As chamadas ondas gravitacionais funcionam na cosmologia como uma espécie de “eco” do Big Bang.

“Isso abre uma janela para um novo mundo da física, aquele que ocorreu na primeira fração de segundo do universo”, disse Kovac, que liderou as equipes do BICEP2 (Background Imaging of Cosmic Extragalactic Polarization 2)

Caso seja confirmada, a descoberta dos astrofísicos poderá lhes render um prêmio Nobel, pois seriam as provas necessárias para apoiar a teoria que o universo teve um começo.

O escritor e educador judeu Izzy Greenberg escreveu ao Jerusalém Post que: “Quando perguntamos sobre como o mundo foi criado, nós poderíamos ter tanto um Big Bang [Grande Explosão] quanto um Big Banger [Grande Explodidor]. Lembra que o famoso rabino-chefe de Israel Yitzchak Eizik HaLevi Herzog, em 1957 escreveu: “Segundo uma perspectiva científica, acreditamos que Deus criou bilhões de átomos, para os quais estabeleceu certas leis naturais. Esses átomos mais tarde desenvolveram-se e evoluíram de acordo com essas leis. Mas isso não é diferente que acreditar, segundo o relato simples de Gênesis, que Deus criou os céus e a Terra, no primeiro dia…”.

O professor Aviezri S. Fraenkel, do Instituto Weizmann, expressou um sentimento semelhante. Ele defende que a moderna teoria da cosmologia e a religião judaica, na verdade, podem se ajudar e se explicar mutuamente. Elas não anulam uma à outra. “Na verdade, as teorias modernas, mesmo que se aprofundem cada vez mais, ainda não explicam todos os fatos observados no cosmos, conferindo apenas um novo significado para o versículo de Salmo 92:5: “Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos“. Com informações de Jerusalem Post.

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60% dos ingleses nunca ouviu falar do milagre da multiplicação de pães

Dados revelam desconhecimento dos habitantes de nação historicamente cristã

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

60% dos ingleses nunca ouviu falar do milagre da multiplicação de pães
60% dos ingleses nunca ouviu falar da multiplicação de pães

Parece brincadeira, mas um estudo realizado pela Sociedade Bíblica Britânica revelou que 25% dos britânicos acredita que o Super-Homem, um dos heróis mais famosos dos quadrinhos é mencionado pela Bíblia.

Criado pelo desenhista judeu Jerry Siegel (em parceria com Joe Shuster), o personagem tem influências bíblicas na sua história, incluindo referências claras a Moisés, Jesus e à história de Israel. Isso pôde ser visto claramente no seu filme mais recente.

Contudo, uma pesquisa realizada pela Sociedade Bíblica no Reino Unido mostra que os britânicos confundem personagens de ficção com personagens bíblicos. Um terço da população não sabia dizer o que era o Jardim do Éden, enquanto outro terço acredita que a história de Harry Potter é baseado em algum relato religioso.

Ao mesmo tempo, cerca de 30% não sabia dizer onde na Bíblia aparecem as figuras de Adão e Eva, 50% não sabiam que a Arca de Noé é uma história bíblica, 60% nunca ouviu falar do milagre da multiplicação de pães e 90% não conhece o rei Salomão.

A falta de conhecimento dos britânicos chamou atenção, especialmente por que no passado o país foi berço de grandes pregadores, seminários renomados e um centro para a evangelização mundial.

Baseado nesses dados, a Sociedade Bíblica está defendendo que é necessário difundir mais o conhecimento das Escrituras entre os cidadãos do país, onde a maioria pertence nominalmente à Igreja Anglicana. Segundo seu presidente, Richard Chartres, “o conhecimento das histórias bíblicas faz parte de nossa cultura”.

De fato, a história da formação Reino Unido está intimamente ligada a questões religiosas, sendo um dos primeiros países a brigar com o Vaticano pelo direito de traduzir a Bíblia na língua do povo. Com informações Acontecer Cristiano.