Categorias
Noticias

Evangélicos distribuem gesto de carinho pelas ruas de SC

 

 

 

Foto - ABRAÇOS

Um grupo composto por 16 jovens da igreja evangélica Casa de Israel ofereceu abraços grátis para as pessoas que circularam na praça Nereu Ramos, na manhã deste sábado.

A ação fez parte das atividades Pró Cultura, que ocorreram em Criciúma (SC), lembrando o dia nacional da Cultura.

Os amigos, conhecidos como Shamash, iniciaram o movimento de sair espalhando abraços em 2009, contagiados com a ação “Free Hugs – Abraços Grátis”, mobilizada em outros países.

A coordenadora do grupo disse que esta é uma forma de passar o amor de Deus. “Nós lidamos com diversas reações, alguns estão acostumados e nos abraça, já outro rejeitam o carinho”, falou aos risos sobre as abordagens que realizam.

Este ano, o grupo ainda não tinha atuado na praça Nereu Ramos, mas com a chegada do fim de ano pretende passar pelas praias da região distribuindo abraços.

No palco montado no centro da cidade eles também apresentaram uma peça chamada “Proclamação”.

Data: 8/11/2011 09:00:00
Fonte: Engeplus

Categorias
Estudos

DISCIPLINA DE FILHOS: AMOR OU CRUELDADE?

 

O uso correto da vara é apoiada pela história e até mesmo por médicos

Os pais que decidirem utilizar a forma bíblica para disciplinar seus filhos devem conhecer os argumentos e os contra-argumentos desse polêmico tema?

Disciplina de filhos, principalmente a forma como ministrá-la , é uma das áreas mais polêmicas dos seminários do Pastor Jaime Kemp. Existe, atualmente em nossa sociedade, uma forte corrente que pretende banir o uso da vara do relacionamento pais & filhos. Não tenho dúvidas de que grande parte desse sentimento parta de uma sincera preocupação com o bem-estar da criança. Sei que há pais que não disciplinam, mas espancam seus filhos. O abuso infantil sempre foi e continua sendo uma triste realidade. Seguindo esse raciocínio há vários argumentos utilizados contra o uso da vara. Vamos examinar alguns deles, e também colocar nossa posição, em contra argumento:
Argumento 1 : ?A punição física é prejudicial à criança?.
Contra argumento: Qualquer meio de disciplina levado ao extremo, pode ser prejudicial à criança. Até palavras, se ditas com ódio e raiva serão emocionalmente perniciosas. O castigo muito longo, também pode humilhar a criança e ?colocar em risco? o efeito da punição. Uma disciplina administrada apropriadamente através do uso da vara, com amor e de forma controlada é benéfica à criança. ?Não retires da criança a disciplina; pois se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno?. Pv. 23:13.
Argumento 2 : ?O uso da vara não é necessário?
Contra argumento : Todas as crianças precisam de doses balanceadas de amor e correção. Para que a correção detenha o comportamento desobediente, a conseqüência imposta deve ser maior que o prazer da desobediência. Para crianças desobedientes, rebeldes, que se recusam a ceder com uma comunicação clara e não se deixam persuadir pelos pais, o uso da vara é útil, efetivo e apropriado. Para crianças obedientes, formas moderadas de correção são suficientes e, na maioria dos casos, o uso da vara é desnecessário.
Argumento 3 : ?A pessoa que recebeu punição física, pode se sentir no direito de bater em outras pessoas?
Contra argumento: Neste ponto devemos fazer uma distinção entre o bater abusivo e a disciplina corretiva. A habilidade da criança em diferenciar as duas formas de disciplina depende basicamente da atitude dos pais quando a disciplinam. Não existem indícios que mostrem que a disciplina com amor, através do uso de um objeto (varinha), na ?padaria? de uma criança desobediente, transmita um comportamento agressivo. O ponto crucial é a forma como a vara está sendo usada. O abuso físico proveniente da raiva, da falta de controle, da vingança dos pais, pode cultivar amargura e gerar feridas emocionais na criança. A ação disciplinar balanceada e prudente tem sido mostrada como fator determinante na moderação do comportamento agressivo na maioria das crianças. No entanto, é importante ressaltar que o uso da vara só deve ocorrer após uma clara comunicação entre os pais e a criança e se a criança continuar a insistir em sua rebeldia e desobediência
Argumento 4 : O uso da vara é ineficiente para reverter um mau comportamento.
Contra argumento : São muitas as pessoas que pensam desta forma, dizendo que o uso da vara acirra o comportamento inadequado, não produzindo arrependimento e conseqüente correção de comportamento. Porém, quando combinado com amor, comunicação e motivo, a disciplina física tem diminuído o mau comportamento entre crianças em idade pré-escolar. Esta afirmação provém do resultado de uma pesquisa realizada pela Dra. Diana Baumrind do Instituto de Desenvolvimento Humano, da Universidade da Califórnia. Ela conduziu por 10 anos uma pesquisa junto a famílias com filhos entre 3 e 9 anos de idade. O resultado revelou que os pais que utilizavam uma disciplina balanceada, incluindo o uso da vara, e encorajavam positivamente seus filhos, obtiveram melhores resultados com suas crianças, as quais tiveram comportamentos corrigidos e, posteriormente, conscientemente evitados pelas crianças. Bater de forma impulsiva, sem controle é inquestionavelmente errado! Eliminar o uso de disciplina diante da rebelião e desobediência , também é errado. Quando o uso efetivo da vara é retirado do repertório de disciplina dos pais, eles se deparam com irritação, manipulação, brigas e berros já que as primeiras medidas de comunicação e persuasão falharam.
No entanto, o uso apropriado da vara, revesado com outros tipos de disciplina (como retirada de privilégios) resultam em melhor controle da criança rebelde e desobediente, reduzindo também os momentos de exasperação. Porém, todavia, contudo…. deve haver clara distinção entre o uso da vara como disciplina e correção e a maneira abusiva e prejudicial de uma punição física exagerada e inadequada. Não existem evidencias de que o uso correto e amoroso da vara seja prejudicial à criança. Pelo contrário, sua utilização é apoiada por histórias, pesquisas e pela maioria dos médicos pediatras. A Bíblia, quando se refere à disciplina de filhos, é clara quanto a lidar com a rebelião e desobediência: A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela?. Pv. 22:15.
O futuro da família está em jogo! Sem um claro entendimento das responsabilidades que Deus nos deu de amar e disciplinar nossos filhos, a filosofia de que corrigir é repressãoe atrofia a vontade da criança acabará ampliando e conseguindo cada vez mais adeptos, inclusive no Corpo de Cristo. Disciplinar uma criança dentro dos padrões bíblicos dá trabalho, exige tempo e força de vontade dos pais. O resultado, porém, é apontado pela Palavra: ?Discipline seu filho, e este lhe dará paz; trará grande prazer à sua alma?. Pv. 29:17. A família precisa dos princípios claros do ?Arquiteto do lar? para ser preservada em tempos de desafios e mudanças, como os atuais.

Data: 24/10/2011 09:04:23

Fonte: Jaime Kemp

Categorias
Artigos Noticias

John Piper: Coloque os Holofotes em Jesus; Impacto no Trabalho, Casamento, Amor

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Citando a passagem de João 10: 22-40 explica sobre a identidade de Jesus e urge os Cristãos a que coloquem os holofotes nele.

Jesus fala em figura de linguagem que ele é o pastor e protege as suas ovelhas, diz Piper. Há ovelhas que lhe pertencem e ovelhas que estão de fora do rebanho judaico.

“E ele diz que suas ovelhas conhecem a sua voz quando ele as chama, e elas o seguem”, disse Piper.

Apesar da figura de linguagem, Piper afirma que a mensagem é clara para que o “véu de sua divindade seja parcialmente levantado”. Mas muitos pensam que ele está louco e o acusam de ter demônio ao não entender o significado da parábola.

“Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente (João 10:22)”, cita Piper na mensagem.

Assim, não sendo suficiente as palavras iniciais de Jesus, os judeus pedem que ele fale plenamente se ele é Cristo [o Messias]. “Você é o Messias”.

Piper encoraja os Cristãos neste momento a prestar atenção no texto de maneira que haja um grande impacto em suas vidas, na fé, no amor, no casamento, no trabalho, etc.

“Quem ele é?” Piper pergunta e ele mesmo responde: “não é apenas a verdade, mas mais do que isso”.

Através disso o pregador coloca “Como que o fato de saber quem ele é, determina a maneira que ele te ama e te cuida e te ajuda? Ainda há tempo para você? é muito tarde?…”

Piper explica mais claramente dividindo a passagem em 5 partes: 1) Resposta de Jesus (vers. 25-30); 2) Resposta deles (vers. 31-33); 3) Manobra de Jesus (vers. 34-36); 4) Convite final (vers.37-39); 5) Chave para a fé (vers. 40-42).

O pastor da igreja Batista de Bethelehem explica na primeira parte que o Pai dá as ovelhas para o filho, mas ainda está nas mãos do Pai.

“Jesus explica ‘Eu e o Pai somos um’. Sua resposta implica que isso é mais além do messianismo. ‘é a união com Deus, o Pai’. E ele nos mostra como esta unidade serve a nossa salvação”, afirmou ele.

“Nossa eterna salvação e gozo. ‘O Pai e eu somos um. Ninguém pode te separar do meu Pai, porque meu Pai é mais forte do que tudo’”.

Jesus nos dá uma lição aqui, diz Piper, “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus…” Assim, a resposta de Jesus, afirmou o pastor, é de que ele é o “Messias e infinitamente mais”.

Em sua resposta, os judeus, então o acusam de blasfemar ao se chamar o próprio Deus. Mas sabiamente Jesus prepara a manobra “Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses?” e com isso ganha tempo de fazer mais um convite.

‘Mas, se as faço, e não credes em mim, crede nas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele (João 10: 38)”.

Isso é misericordioso, diz Piper, “se não se pode ver através de suas palavras então que ao menos entendam através de seus atos. Essa foi a última oferta de Jesus e depois vieram prendê-lo”.

Apesar da história de raiva e incredulidade, além do Jordão eles acreditavam, Piper aponta e diz que existe uma chave aqui e João Batista é quem dá a dica.

“Aqui foi o lugar onde João Batista havia pregado e batizado ou seja, sua mensagem foi abraçada e a fé em Jesus floresceu”, disse Piper, acrescentando que o ministério de João Batista era despretensioso, e ele não estava atrás de fama.

“Ele jogou os holofotes completamente em Jesus. E onde quer que seja que essa mentalidade de humildade é admirada e abraçada, a fé em Jesus floresce”.

Piper conclui a mensagem destacando essa mentalidade humilde e motivando os crentes para que seus corações sejam um solo bom onde a fé em Jesus brote e continue a crescer.