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Câmara aprova a Lei Geral da Copa e não agrada evangélicos

 

PorKeyla Cezini | Colaboradora do The Christian Post

Após muitos impasses, a Câmara dos Deputados aprovou a Lei Geral da Copa nesta quarta-feira (28), sem constar o artigo que previa a autorização expressa para venda de bebidas alcoólicas nos jogos da Copa.

  • Marco Feliciano

    Reprodução / Site

    Deputado Federal Marco Feliciano é contra venda de bebidas acoólicas na Copa de 2014.

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O texto suspende a validade, durante o período da Copa, de artigos do Estatuto do Torcedor, entre eles o que aborda a venda de bebidas.

Dessa forma, cabe agora à Federação Internacional de Futebol (Fifa) negociar com os estados que proíbem a venda de bebidas nos estádios a partir de leis estaduais ou acordos com o Ministério Público.

O texto aprovado não agradou completamente nenhum dos lados. Governo, aliados, oposição, bancadaevangélica, nem Fifa, ficaram satisfeitos com o resultado, mas os deputados entenderam que essa era a melhor forma de acabar com o impasse.

A Fifa tem interesse na venda de bebidas porque um dos patrocinadores do evento é uma marca de cerveja. Já a bancada evangélica, principal opositora à liberação, argumenta que, para os patrocinadores, basta a publicidade nos jogos.

A proposta segue agora para o Senado Federal antes de ser sancionada pela Presidente Dilma Rousseff.

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Apesar do aparente acordo, a polêmica sobre a venda de bebidas persiste. Isso porque deputados discordam no que diz respeito a como a Lei será aplicada.

Na visão do deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da matéria, estados que vetam álcool nas arenas de futebol com base em interpretação do Estatuto do Torcedor passarão automaticamente a liberar a venda.

Já nos estados que possuem leis próprias ou acordos com o Ministério Público que proíbem a comercialização, cabe à Fifa negociar a suspenção dessas leis e acordos diretamente com os governos estaduais.

Mas a interpretação do Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, é diferente. Para ele, não haveria necessidade de os estados negociarem com a Fifa. Ele compreende que a lei nacional se sobrepõe à estadual.

Atraso

A demora na aprovação da Lei Geral da Copa já foi alvo de muitas críticas. No início de março, o secretário-geral da Fifa, JérômeValcke, declarou que os organizadores do mundial precisavam de um "chute no traseiro" para fazer o evento acontecer.

Um fator que prolongou a discussão da proposta na Câmara foi a crise que eclodiu há poucas semanas na base, e culminou com a troca das lideranças governistas na Câmara e no Senado.

As dificuldades aumentaram quando o governo decidiu adiar por diversas vezes a votação do Código Florestal por não concordar com o texto que será encaminhado para aprovação. Essa medida irritou a bancada ruralista, de 213 deputados, que exigia a adoção de um cronograma de votações para a matéria que atualiza a legislação ambiental.

O acordo para votar a Lei da Copa só veio depois que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP), acertou a votação do Código Florestal para abril.

Ingressos

O texto da Lei Geral da Copa aprovado estabelece uma categoria de ingressos com preços mais acessíveis, destinada a idosos, estudantes e participantes de programas de distribuição de renda do Governo Federal.

A Copa do Mundo terá quatro categorias de ingressos. A "categoria 1" será a mais cara, com ingressos em torno de US$ 900. A "categoria 2" deverá ter entradas a US$ 450 e a "categoria 3", a US$ 100. Já "categoria 4" terá entradas a US$ 50, mas estudantes, idosos e beneficiários de programas de transferência de renda pagarão metade desse valor.

Uma emenda acrescida à Lei Copa determina que 10% dos ingressos vendidos sejam da “categoria 4” quando os jogos forem da seleção brasileira.

Também ficou definido que 1% dos ingressos dos jogos do mundial será reservado a pessoas com deficiência. Esses ingressos serão distribuídos gratuitamente.

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Globo pode mudar nome de novela para evitar rejeição de evangélicos

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Salve Jorge”, a próxima novela das 21 horas da TV Globo, pode ter seu nome alterado para não sofrer rejeição por parte do público evangélico.

  • Globo pode mudar nome de novela para evitar rejeição de evangélicos

     

O nome da trama vem de um dos santos mais famosos e populares do catolicismo no Brasil. A emissora, no entanto, está com medo de perder a audiência dos evangélicos, já que estes representam cerca de 20% do total da população brasileira, segundo estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no ano passado.

O enredo, porém, não será alterado. Este versará sobre a fé no santo católico. Segundo a autora da novela, Glória Perez, a crença em São Jorge será o elemento principal do folhetim.

Também será abordado no roteiro o tráfico de pessoas, e será ambientação no morro do Alemão, no Rio de Janeiro, e na Turquia – Istambul e na Capadócia – onde São Jorge nasceu.

Segundo informações do MSN, a emissora está buscando um novo título, já que o atual ainda não foi registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A autora da novela disse em seu Twitter há alguns dias que "a fé nele (São Jorge) existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva".

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Audiência evangélica

A Globo tem dedicado atenção aos evangélicos desde o ano passado. Em dezembro, a emissora ocupou 75 minutos de sua programação à transmissão do Festival Promessas, estrelando cantores gospel consagrados, como Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho.

A atração alcançou treze pontos de média no Ibope, o que agradou aos executivos da emissora, que vem gradativamente introduzindo elementos e personalidades evangélicos em sua programação, como Aline Barros, que participou do programa de Xuxa e do especial de fim de ano da Globo.

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Evangélicos impulsan conferencia de paz en Sudán del Sur

 

Evangélicos impulsan conferencia de paz en Sudán del Sur

Tras miles de muertes en este nuevo país, un obispo presbiteriano impulsa el diálogo.

29 DE MARZO DE 2012, JUBA

La ciudad de Yei acogerá un encuentro de tres días entre representantes de tribus enfrentadas en Sudán del Sur. Tras la muerte de miles de persones durante el último medio año en este recién creado país, el esfuerzo para el diálogo se dará entre el 1 y el 3 de abril. La conferencia la impulsa el obispo presbiteriano Elias Taban con el apoyo de la Alianza Evangélica Mundial (AEM).
Murle, Lou Nuer y Dinka Bor son las tres tribus que podrían reunirse para dialogar en los próximos días. La lucha especialmente cruenta entre los dos primeros grupos étnicos ha ido aumentando después de que en julio de 2011 Sudán del Sur se convirtiera en un estado propio. La nueva nación se había independizado del norte, dominado por el islamismo.
Sin embargo, las nuevas fronteras han avivado la disputa interna por controlar los recursos en Sudán del Sur, especialmente tierras y derechos sobre el agua. Según fuentes de información locales, a los muertos y heridos se añaden secuestros y ataques a zonas pobladas.
EMPEZAR UN DIÁLOGO
“Proponemos invitar a 100 personas en total de estas 3 tribus y de parte de miembros del gobierno de Sudán del Sur. Creemos que este conflicto sólo puede ser solucionado al traer al debate a ancianos de base de estas tribus”, ha explicado Deborah Fikes, representante de la AEM ante las Naciones Unidas.
Pese a que la capital del nuevo país es Juba, quienes participen en la conferencia serán traídos más al oeste, a la localidad de Yei, para evitar así que terceras personas con motivaciones cercanas al conflicto interfieran en el proceso.
BUSCANDO UNA REPRESENTACIÓN AMPLIA
Se ha sabido que el obispo Taban habría conseguido la participación en la conferencia del Gobernador del Estado de Jongolei, Kaul Manyang. Manyang podría ser clave para implicar a otros líderes y que podría mejorar la credibilidad ante las partes implicadas en la conferencia.
De fuera del país asistiran a la conferencia Stephen Tollestrup, director ejecutivo de la Iniciativa para la Paz y la Reconciliación de la AEM, el Reverendo Aiah Foday-Khabenje, secretario general de la Asociación de Evangélicos en África y el secretario general de la Alianza Evangélica Mundial, Geoff Tunnicliffe, entre otros.

Fuentes: AEM

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