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Edir Macedo aparece na lista de bilionários da Forbes

O líder religioso é um dos 65 brasileiros que aparecem na lista divulgada pela revista americana

por Leiliane Roberta Lopes

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Edir Macedo aparece na lista de bilionários da ForbesEdir Macedo aparece na lista de bilionários da Forbes

O bispo Edir Macedo voltou a aparecer em uma lista dos mais ricos da revista Forbes. Dessa vez a revista mostra bilionários de todo o mundo e 65 brasileiros aparecem nesta lista. Eles são donos de empresas de diversos setores que fizeram verdadeiras fortunas.

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus é o 1465º lugar tendo uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão por conta da Rede Record que inclui canais de TV e rádio em seu conglomerado.

Em janeiro do ano passado Macedo apareceu no topo da lista dos pastores mais ricos do Brasil possuindo uma fortuna de US$950 milhões. Na época a assessoria do religioso ameaçou tomar medidas judiciais contra a revista americana contestando os valores apresentados.

Já neste ano a IURD não chegou a se pronunciar sobre a nova lista da Forbes que mostrou um rendimento significativo no patrimônio de seu líder.

Na lista dos bilionários aparecem donos de empresas como integrantes da família Civita, donos do grupo Abril, e da família Marinho, donos da Rede Globo.

Para se ter uma ideia os três herdeiros da Globo, João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho aparecem em 137º lugar tendo cada um deles US$ 9,1 bilhões em patrimônios.

O primeiro brasileiro bilionário da lista é Jorge Paulo Leeman que aparece em 34º do rank mundial. Ele é dono de uma marca de cerveja e tem um patrimônio avaliado em US$ 19,7 bilhões.

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Homem diz ter visão dos céus após parada cardíaca

 

Ele ficou inconsciente durante quase uma hora até que foi reanimado pela equipe médica da UTI

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Por 45 minutos o coração de Brian Miller, 41 anos, parou por conta de um ataque fulminante. Natural do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, o homem conseguiu se recuperar e foi na TV contar seu depoimento dizendo que durante o período que esteve desacordado, ele teve uma visão dos céus.

“A única coisa que me lembro é que comecei a ver a luz e que comecei a caminhar em sua direção. Era a coisa mais linda que eu já vi”, disse ele.

Miller afirmou até que reencontrou sua sogra, Kay, falecida uma semana antes de sua internação. A sogra lhe teria dito que não era o seu tempo, e Brian retornou por conta de inúmeras coisas para resolver e administrar em sua casa.

“Existe vida após a morte e as pessoas precisam acreditar nisso em algum momento”, disse ele que voltou a respirar de forma milagrosa sem ter nenhuma sequela ou dano cerebral.

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Ex-polígama mórmon diz que aceitar um marido com outras esposas é viver um adultério dentro de casa

A mórmon Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
 

Ex-polígama mórmon, integrante de uma união conjugal com a participação de várias esposas, relatou recentemente que aceitar a união de um marido com várias mulheres é como sofrer com um adultério e ainda ter a amante vindo para sua própria casa.

  • igreja mormon
    (Foto: Reuters)
    Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na cidade de Salt Lake, Utah, 27 de janeiro, 2012.

Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos, depois de se converter ao fundamentalismo mórmon, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Contudo, mesmo depois de viver tanto tempo sob tais condições, Munn afirma que não estava feliz e agora prefere falar dos riscos do costume.

“Você tem que sorrir e fingir que está tudo bem, porque isso faz parte da cultura. Então, para entrar nela, eu pessoalmente não quero vivê-la, pois me sinto coagida a aceitar algo que eles impõem como uma questão de fé”, destacou Munn ao diário britânico Daily Mail.

  • Em 2013, o estado do Utah, oeste dos EUA, onde boa parte da população é mórmon, decidiu que aumentaria a liberdade para famílias polígamas. Assim, uma deliberação anterior para a coabitação foi derrubada por violar a liberdade de religião.

Como contrapartida ao caso de Munn, Kody Brown, patriarca mórmon, defende que a poligamia é um estilo de vida absolutamente normal e aceitável, se todas as pessoas estiverem de acordo com o que foi pré-estabelecido.

“Apesar de sabermos que muitas pessoas não aprovam as famílias plurais, esta é a nossa forma de viver nossa família, com base em nossas crenças”, afirmou Brown com a esperança de que haja um respeito mútuo entre pessoas de outras unidades familiares.

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Ao final, Munn coloca outro contraponto, ao ressaltar a discriminação dos mórmons com as mulheres. “Certamente, dentro de uma poligamia baseada nos mórmons, não nos deixa muita escolha, pois as escrituras mórmons ensinam a uma mulher que se ela não consentir a poligamia, Deus vai destruí-la”, resume.