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Igreja Presbiteriana da Escócia quer ordenar pastores homossexuais e abençoar uniões gays

 

Patrick B. Craine

EDIMBURGO, Escócia, 25 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um pastor da Igreja Presbiteriana da Escócia diz que provavelmente renunciará depois que a denominação deu mais um passo importante para permitir a ordenação de pastores homossexuais ativos e assumidos nesta semana, com indicações de que até analisarão a possibilidade de abençoar uniões de mesmo sexo.

“Estamos nos rendendo à sociedade… É um dia triste para a Escócia”, o Rev. Roddy MacCrae, pastor em Glenelg e Kintail, disse para o jornal Christians Together. “Eu provavelmente serei um dos que estarão deixando a Igreja da Escócia, e durante os próximos meses estarei decidindo isso”.

“Meu problema é que nosso testemunho está enfraquecido. A sociedade sabe que estamos indecisos e que não temos nenhuma voz moral”, acrescentou ele.

A Assembleia Geral, o órgão governante da denominação, instituiu uma moratória de dois anos em 2009 na ordenação de pastores que estão em relacionamentos de mesmo sexo e na discussão pública da questão.

Na segunda-feira, eles votaram 351 a 294 para “considerar mais a eliminação da moratória” e criaram uma comissão teológica que preparará um relatório sobre a questão para a reunião de 2013 da Assembleia Geral.

A comissão teológica também considerará “se os pastores deveriam ter a liberdade de consciência de abençoar parcerias civis e possível liturgia para tais ocasiões”, observa um comunicado à imprensa da Igreja da Escócia, também conhecida como Kirk.

A Assembleia Geral também votou para que pastores homossexuais ordenados antes de maio de 2009 tenham agora autorização para assumir responsabilidades pastorais.

A moratória de 2009 ocorreu depois de uma controvérsia violenta que acabou levando à decisão da Assembleia Geral de aprovar a nomeação do homossexual assumido Scott Rennie como pastor da Igreja Cruz da Rainha em Aberdeen. Rennie havia sido casado por cinco anos e tinha uma filha, mas na época de sua nomeação estava num relacionamento estável com um homem.

O Reverendíssimo David Arnott, moderador da Assembleia Geral, disse que a mudança desta semana “está analisando a possibilidade de inclusão [de homossexuais no pastorado]”, mas que “por enquanto nenhuma decisão foi feita”. Falando acerca dos que estão transtornados com a decisão, ele disse: “Estou ciente de que muitas pessoas estarão sofrendo hoje e a Igreja da Escócia tem um dever pastoral de cuidar dessas pessoas e lhes mostrar amor e compaixão”.

A mudança foi celebrada pelo Stonewall, organização homossexual de pressão política e legal, cuja filial escocesa disse que esperam que a decisão “sinalize o início da Kirk demonstrando compromisso para com a justiça, igualdade e dignidade nessa questão”.

“Embora estejamos aguardando decisões adicionais da Assembleia e detalhes sobre os próximos passos, esperamos que daqui a trinta anos essa mudança seja vista como uma tempestade em copo de água”, disse o diretor Carl Watt.

Entretanto, membros evangélicos e conservadores da Kirk estão protestando. Um relatório recente indicou que cerca de 100 mil membros e 20 por cento dos pastores e presbíteros abandonarão em protesto se a denominação permitir pastores homossexuais.

Nas deliberações, o Rev. Andrew Coghill recebeu altos aplausos quando assemelhou a mudança da Assembleia Geral a uma “granada de mão”, de acordo com o jornal Christian Post. “Estão nos pedindo para tirar o pino da granada. A igreja vai explodir em pedaços”.

No início deste mês, a Igreja Presbiteriana dos EUA formalmente aprovou a ordenação de homossexuais depois de uma batalha que durou décadas. A denominação votou para eliminar a exigência de que pastores devessem permanecer em “fidelidade no pacto do casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade em sua vida de solteiro”.

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Bancada evangélica consegue obter de Dilma suspensão temporária do kit pedofilia gay

 

Julio Severo

Sob pressão intensa da bancada evangélica, a presidenta Dilma Rousseff acabou de dar ordem expressa proibindo temporariamente a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.

Ontem os deputados da Frente Parlamentar Evangélica avisaram que devido à falta de atenção do governo de Dilma e às mentiras contadas pelo ministro da Educação, eles iriam obstruir as votações na Câmara, iriam assinar a convocação do Ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escândalos, iriam pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigiram a exoneração do ministro da Educação.

Devido às ameaças contra seus ministros, e não contra a evidente imoralidade pedofílica do kit gay, hoje a presidenta Dilma deu ordens expressas proibindo temporariamente o ministro Haddad a distribuir os kits gays nas escolas públicas.

Não se sabe ainda se essa reação é uma vitória para nós, mas prova conclusivamente que pressões nos lugares certos causam incômodos com resultados positivos.

Quer deter o kit gay e o PLC 122? Faça pressões para que os corruptos do PT sejam julgados e demitidos, e o PT na mesma hora para de impor a imoralidade e a ditatura gay.

Meu conselho é: a pressão deve continuar!

Vamos então lutar para que Palocci seja mandado para a cadeia e Haddad vá parar no olho da rua. Ou eles merecem algo melhor?

Fonte: www.juliosevero.com

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Ultimato publica artigo pró-“casamento” gay

 

Quem será o próximo “herói” da revista Ultimato a ser celebrado pelos ativistas gays?

Após dispensar o pr. Ricardo Gondim de seu quadro de colunistas, por causa da defesa que ele fez ao “casamento” gay em entrevista concedida a uma revista esquerdista secular, a direção da revista Ultimato depara-se com outro escândalo igualmente constrangedor. Em 24 de maio o articulista Marcos Botelho publicou em seu blog, que está hospedado dentro do site da revista, posição idêntica a de Gondim. Botelho escreveu:

Hoje, vendo a luta do movimento LGBTT, lendo o PL 122 e pensando no nosso compromisso cristão por uma sociedade para todos com as leis laicas, penso que odireito ao casamento, a herança e outros direitos civis dos homossexuaisdeveriam ser garantidos por lei e defendidos por nós protestantes, pois se sofremos um preconceito no passado por leis baseadas na fé dos “outros” que iam contra os nossos direitos, por que agora que temos voz garantida não vamos lutar pelos outros?

Embora a revista Ultimato há anos tenha colunistas de linha esquerdista, parece que a saída do teólogo Ricardo Gondim foi causada pelo fato de que o excessivo liberalismo dele colocou em perigo o liberalismo “moderado” da Ultimato, criando mau-estar no público evangélico, que não está ainda, de acordo com a mentalidade liberal, “maduro” para aceitar o “casamento” gay.

Líderes evangélicos ligados a Ultimato defendendo o “casamento” gay é a demonstração de que se uma revista passa anos semeando espinhos, não pode esperar colher uvas mais tarde.

Ultimato é uma das mais antigas publicações presbiterianas e evangélicas esquerdistas do Brasil. A essa altura, testemunhando denominações presbiterianas inteiras abraçando a ordenação de pastores homossexuais, a equipe da Ultimato poderia parar para pensar nos espinhos que está semeando. De que adianta depois se surpreender com os resultados?

O site homossexual MixBrasil comemorou o liberalismo desenfreado de Gondim com uma matéria especial intitulada “Pastor pró-gays é expulso de revista evangélica”.  Encerrando a texto, MixBrasil brinda com a frase: “Já ganhamos um herói vindo de onde menos esperávamos”.

Quem será o próximo “herói” da Ultimato a ser celebrado pelos ativistas gays?

Adaptado e ampliado por Julio Severo de texto do blog Holofote

Divulgação: