Categorias
Artigos Noticias

Presbiteriana dos EUA pode se dividir após nomeação de pastores gays

image

RACHA

 

Ao que parece, a PCUSA (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos) está no processo de sofrer uma grande divisão. Um grande número de pastores e igrejas que durante 35 anos ficaram no lado contrário da tentativa de aprovarem pastores gays e pastoras lésbicas, casamento gay e outros pontos da agenda liberal, estão liderando uma saída em massa da denominação. Argumentam que não suportam mais esta discussão, ao presenciarem durante estas décadas a PCUSA minguar, perdendo membros aos milhares a cada ano.

A convocação para uma reunião dos evangélicos que ainda restam dentro da PCUSA foi feita no dia 02 de fevereiro. Vejam a convocação e as razões apresentadas aqui.

A reunião está marcada para os dias 25-27 de agosto de 2011, em Mineápolis. Na pauta está incluida a viabilidade da criação de uma nova igreja presbiteriana que adote o que eles chamam de “Um núcleo teológico claro e conciso ao qual iremos subscrever, dentro da clássica tradição Reformada, bíblica e evangélica, e um compromisso de viver de acordo com essas crenças, independentemente de pressões culturais”.

Data: 11/2/2011 09:07:49
Fonte: O Tempora

Categorias
Artigos Noticias

Pastor é enxotado de emissora cristã de televisão depois de fazer comentários sobre homossexualidade

 

Patrick B. Craine

BURLINGTON, Ontario, Canadá, 2 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma importante emissora cristã de televisão do Canadá cancelou de forma permanente o programa Word TV (TV da Palavra), apresentado pelo proeminente pastor evangélico Charles McVety, depois que um órgão de inspeção da indústria de televisão anunciou em dezembro seu parecer de que o programa descriminava os homossexuais.

Os espectadores que sintonizaram na emissora Crossroads Television System (CTS TV) para assistir ao programa de domingo de noite viram em vez disso um aviso de cancelamento. A emissora evangélica havia tirado temporariamente do ar o programa de McVety em dezembro depois da decisão do Conselho de Padrões de Transmissão do Canadá (CPTC), mas o restabeleceu uma semana mais tarde com episódios previamente filtrados.

McVety alegou num comunicado à imprensa nesta semana que a CTS “se prostrou aos censores” no CPTC. “O conselho ameaçou a emissora de televisão”, ele disse para o jornal Postmedia News. “Por isso, a fim de proteger seus próprios interesses, a emissora censurou de forma pesada, e em seguida simplesmente se livrou de nós sumariamente”.

O pastor, que estava inalcançável para fazer um comentário, disse que antes de cancelar o programa a emissora havia rejeitado três episódios por “razões fúteis”. “Não sei como queriam que eu falasse”, disse ele. “Eu achava que vivia num país democrático e que a censura política era reservada aos regimes totalitários”.

Mas a CTS, conhecida por tais programas cristãos populares como “100 Huntley Street” e “The Michael Coren Show”, fez vista grossa à acusação numa declaração de domingo. “O fato é que o programa Word TV não manteve seus acordo de acatar o Código de Ética da CTS e indicou uma recusa de acatar no futuro”, disse a declaração. “Infelizmente, as numerosas tentativas da CTS de trabalhar com o Dr. McVety não tiveram êxito”.

Perguntada de que modo o programa de McVety violou o código de ética da emissora, a porta-voz da CTS Carolyn Innis disse para LifeSiteNews/NotíciasPró-Família que esse era “um assunto particular entre a emissora e o produtor do programa”.

Pressionada sobre se o código de ética da emissora permite que as pessoas expressem a polêmica opinião cristã sobre a homossexualidade, Innis disse que a emissora “não dita conteúdo”, mas tem “normas envolvendo como o conteúdo é apresentado”.

“O diálogo nessas questões é importante, e a CTS certamente transmitirá conteúdo que seja considerado polêmico, mas tem de ser apresentado dentro de diretrizes justas, factuais e equilibradas”, explicou ela.

A comissão do CPTC havia repreendido McVety por afirmar que o movimento homossexual é movido por uma agenda “conspiratória”, sugerindo que os homossexuais são predadores de crianças, e rotulando os eventos gays anuais de “paradas de sexo”.

Eles disseram que McVety estava “totalmente errado” ao afirmar que o fracassado currículo de educação sexual de Ontário, que foi removido em abril passado depois de um protesto indignado dos pais, tinha o objetivo de “ensinar” a homossexualidade. Pelo contrário, disseram eles, “as propostas revisões curriculares têm a intenção de ensinar tolerância”.

Eles também fizeram objeção à declaração dele em pleno programa de que os ativistas homossexuais querem doutrinar as crianças “porque infelizmente eles têm um apetite insaciável por sexo, principalmente com jovens”.

McVety chamou a decisão de “grosseira violação da democracia”, insistindo em que ele não havia sido incluído na investigação da comissão e não teve nenhuma oportunidade de recorrer.

Informações de contato:

Crossroads Television Systems
1295 North Service Road
Burlington, Ontario, L7R 4X5
Tel.: (905) 331-7333
Fax: (905) 332-6005
E-mail: [email protected]

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Categorias
Artigos Noticias

HOMOFOBIA É A PRIMEIRA DA LISTA

POLÍTICA

 

Na pauta de discussões tema será debatido pelos congressistas

Depois de protagonizar a campanha presidencial, a polêmica sobre o aborto e temas ligados à comunidade gay promete acirrar ânimos no novo Congresso, que toma posse nesta terça-feira.
Arquivado no início de janeiro pelo Senado, o projeto que criminaliza a homofobia vai ser a primeira pauta a causar polêmica no Legislativo. A proposta prevê punição para uma série de discriminações e preconceitos, entre eles pela orientação sexual.
Senadores ligados à causa gay se articulam para recolher as 27 assinaturas necessárias para desarquivá-lo. O texto acabou indo para o arquivo depois de tramitar por duas legislaturas sem ir à votação no plenário –como determina o regimento da Casa.
A senadora eleita Marta Suplicy (PT-SP) lidera o movimento para a retomada da matéria. "Assim que estiver empossada, iniciarei as conversas para obter as assinaturas. A relatoria, desde já, tenho me manifestado em assumir", disse ela.
A principal barreira para a aprovação do texto está na bancada evangélica, que vê a possibilidade de censura às pregações dos pastores.
O presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, disse que adotará estratégia mais enérgica em favor do projeto. "Fizemos todas a concessões possíveis."
Reis antevê outra batalha, para o segundo semestre: o projeto que regulamenta o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Até então, o foco vinha sendo a aprovação da união homoafetiva, mas a comunidade gay quer ampliar o debate.
Outra polêmica engatilhada é a legalização do aborto. Uma nova minuta de projeto de lei está em discussão pelas feministas e pode chegar ao Congresso este semestre.
Telia Negrão, secretária-executiva da Rede Feminista de Saúde, esteve com os ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Maria do Rosário (Direitos Humanos) este mês para discutir o assunto, entre outros itens da pauta. O movimento de mulheres quer o engajamento do governo na aprovação da proposta.
O outro lado da disputa não está paralisado e se articula para frear as iniciativas. O dia da posse dos novos congressistas, na terça-feira, será festejado com o "Show Vida", evento católico que ocorrerá em Brasília e é articulado por parlamentares ligados à igreja _caso do recém-eleito deputado Eros Biondini (PTB-MG).
"Já fiz outros shows desse. No dia da posse, [o objeto] é fincar uma das nossas bandeiras", afirma o eleito. Biondini promete reapresentar, se necessário, o chamado Estatuto do Nascituro, projeto que garante o direito à vida mesmo antes do nascimento.
Como medida imediata, o grupo "pró-vida" no Congresso vai tentar a revogação da resolução do Conselho Federal de Medicina que confirmou o uso da reprodução assistida por casais gays.

Data: 1/2/2011 08:08:37
Fonte: Folha On Line