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Cientistas levam família à igreja para que se decidam sobre crença

 

     Um a cada cinco cientistas ateus levou em 2010 pelo menos uma vez a sua família a um culto para ajudar a decisão de seus filhos sobre seguir ou não uma crença. É o que revelou um estudo que saiu neste mês no Journal for the Scietific Study of Religion, uma publicação americana.

    O estudo foi feito pelos sociólogos Howard Elaine Ecklund e Kristen Lee com o propósito de apurar como os cientistas ateus se relacionam com a comunidade religiosa. Eles ouviram 275 cientistas de instituições universitárias.

     Do ponto de vista desses cientistas, seus filhos devem ter contato com todas as fontes de informação, o que inclui a religião.

     Eles frequentaram a igreja também por outros motivos (a exemplo do que ocorre com os ateus em geral), entre os quais a intenção de agradar o cônjuge e o desejo de participar de uma comunidade.

     Na avaliação de Ecklund, o estudo mostra o quanto a sociedade americana está impregnada pela religião, a ponto de influenciar a vida de ateus.

     Roy Speckhardt, da Associação Humanista Americana, disse não ter ficado surpreso com o resultado do estudo. Ele argumentou que há ateus frequentadores esporádicos de igrejas da mesma forma que existem pessoas tidas como religiosas que vão com frequência aos cultos que não acreditam em Deus, cada um deles por um motivo diferente.

Data: 8/12/2011 08:30:00
Fonte: Adiberj

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Segundo pesquisa, igreja é a instituição mais confiável para latinos

 

A instituição em que os latino-americanos mais confiam continua sendo a Igreja. Embora esteja em queda, a pesquisa do Latinobarômetro de 2011, mostrou que em 1996, ano da primeira medição, 76% dos latinos confiavam na igreja, índice que abaixou neste ano para 64%.

Os chilenos permanecem os mais desconfiados em relação à Igreja e é no Chile onde os percentuais apresentaram maior queda. Em 1995, 80% dos chilenos apontaram a Igreja como a instituição mais confiável. Em 2009, esse percentual caiu 13% e em 2011 apenas 38% ainda têm a Igreja como digna de confiança.

Essa queda está relacionada com os escândalos envolvendo sacerdotes em denúncias sobre sexualidade. Os povos que mais confiam na Igreja são os paraguaios, com 78%, brasileiros, com 76%, bolivianos, com 74%, bem acima da média regional, que é de 64%.

O Latinobarômetro constatou, de um modo geral, a queda generalizada da confiança de latinos sobre as instituições. Os governos são as exceções, que cresceram de 1995 a 2011 vinculados aos processos de democratização. Em 1998, esse índice era de 28%, em 2011, subiu para 40%.

A pesquisa ouviu 20,2 mil latino-americanos, de 15 de julho a 16 de agosto, em 18 países e foi realizada pela Corporação Latinobarômetro, uma ONG sem fins lucrativos, cuja sede fica em Santiago, no Chile.

Data: 29/11/2011 08:30:00
Fonte: Verdade Gospel

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Michele Bachmann fala de suas raízes carismáticas

 

Marcus Yoars

Na parte 1 desta entrevista exclusiva para Marcus Yoars, editor da revista Charisma, a candidata à presidência dos Estados Unidos e antiga leitora da Charisma Michele Bachmann abre o coração para falar de sua fé e raízes carismáticas.

Charisma: Ficamos sabendo que você é leitora da Charisma — estamos honrados. Como você que você conheceu a revista?

Michele Bachmann

Bachmann: Talvez na igreja. Meu marido, Marcus, e eu íamos a uma igreja muito pequena cheia do Espírito Santo — talvez 50 a 60 membros. Tínhamos 19 anos de idade. Em 1975, as coisas estavam realmente ficando quentes, penso, espiritualmente no país. O que apreciávamos na Charisma mais do que qualquer outra coisa era que a revista nos dava um resumo dos eventos atuais a partir de um ponto de vista bíblico. Todos tínhamos assinaturas da Charisma. Isso era simplesmente básico para todos nós.

Charisma: Como foi que você chegou a conhecer o Senhor?

Bachmann: Nasci numa família de luteranos e nossos pais nos levavam para a igreja toda semana. Eles eram fiéis. Estou certa de que o Evangelho era pregado de nosso púlpito, mas eu não o compreendia. A única coisa que eu realmente via era a tradição. Eu não entendia aquele aspecto todo sobre fé. Na escola secundária, me juntei a uma reunião de oração. E meus amigos sabiam que eu não conhecia o Senhor de forma pessoal. Eu era uma menina bem comportada, mas isso não importava. Eu ainda não conhecia o Senhor. Eu ainda tinha um coração mau e precisava dEle. Por isso, em 1 de novembro de 1972, dobrei os joelhos com três amigas. O Espírito Santo nos conduziu e confessamos nossos pecados diante do Senhor. Entregamos nossa vida a Ele e iniciamos uma nova direção. Foi isso. Fui para casa naquela noite e disse ao Senhor: “Não sei o que aconteceu, mas sou uma pessoa completamente diferente. Seja o que for que eu tenha me tornado, entregarei radicalmente a mim mesma e minha vida a Ti e agora é Teu plano que vale”.

Charisma: Você é a primeira candidata presidencial que fez faculdade de direito na Universidade Oral Roberts. Como foi que uma menina luterana de Minnesota terminou num dos pontos de referência do movimento carismático?

Bachmann: Meu marido e eu éramos cheios do Espírito e íamos a uma igreja cheia do Espírito. Estávamos de acordo em que seria importante ter uma base cristã para minha educação universitária de direito. Mas não havia realmente nada à vista. Na universidade, havíamos assistido a uma série de filmes do Dr. Francis Schaeffer que nos desafiava a ter uma cosmovisão bíblica para ver que Deus é o Deus da criação e todas as disciplinas de estudo, e isso incluía o direito. A Faculdade de Direito da Universidade Oral Roberts ia ser estabelecida como uma escola de direito que estaria ensinando cosmovisões bíblicas. Por isso, fui a essa faculdade. Não tinha nenhum reconhecimento. Então, foi um ato de fé ir, mas eu realmente estava mais interessada em obter uma cosmovisão bíblica do direito e uma boa educação. E foi uma educação fenomenal. Nossos professores também queriam se derramar pelo Senhor e assim estou emocionada que fiz essa decisão de ir à faculdade. Essa escola de direito acabou fechando, mas se tornou a Faculdade de Direito Regent. Acho que sou o primeiro membro do Congresso a me formar da Faculdade de Direito Regent.

Charisma: No último período eleitoral, vimos Sarah Palin sendo completamente zombada por sua fé, principalmente pelas ligações carismáticas e pentecostais dela. Você parece ter sofrido um pouco do mesmo tipo de propaganda negativa feita pela mídia secular porque — não só contra a postura pró-vida que você tem — mas também contra qualquer tipo de raiz carismática. Você acha que existe uma coincidência que os que são carismáticos sejam os alvos preferenciais de tal propaganda?

Bachmann: Acho que tal propaganda negativa é feita contra qualquer um que não sinta vergonha de falar sobre sua fé ou que queira ser conhecido e identificado por sua fé. Penso que realmente tem mais a ver com o fato de que alguém crê que a Bíblia é o que diz que é. É nisso que acredito. Tenho um respeito elevado e uma consideração elevada pelas Escrituras. E eu não sou perfeita. É por isso que fui até o Senhor, pois eu sabia que era pecadora e tenho fraquezas óbvias. Mas minha meta é continuamente me entregar ao Senhor e diariamente morrer, por assim dizer, para o que meus desejos são e viver para o Senhor. Morrer é ganho. É viver para Cristo. É isso o que espero fazer, andar numa caminhada mais profunda com o Senhor diariamente.

Tradução: www.juliosevero.com