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Reino Unido tenta impedir fundamentalismo islâmico nas escolas

Acredita-se que uma “campanha organizada” está impondo ideologias muçulmanas radicais aos alunos de Birmingham

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Reino Unido tenta impedir fundamentalismo islâmico nas escolas
Reino Unido tenta impedir fundamentalismo islâmico nas escolas

O governo britânico teve que criar um regime especial para vigiar cinco escolas em Birmingham, a segunda cidade mais populosa do Reino Unido, por conta de uma suposta conspiração para promover o fundamentalismo muçulmano.

O Ofstead, órgão responsável pela supervisão das escolas, investigou 21 instituições depois de receber denúncias de tentativas de infiltrar elementos que pregam valores islâmicos radicais.

Evidências descobertas pela equipe de supervisores apontam que meninos e meninas estavam sendo separados para participarem de aulas de educação religiosa e desenvolvimento pessoal.
Os colégios investigados recebem verbas públicas, mas são administrados por entidades sem fins lucrativos, segundo reportagem do jornal “O Globo”.

Ao que consta, os funcionários de uma dessas instituições estariam incentivando as moças a evitarem contato com os rapazes e as convenciam a não participar de atividades extracurriculares e visitas.

Outro caso apurado mostra que as aulas de música em uma das escolas foram suspensas contra a vontade dos alunos e que a instituição estaria financiando a viagem anual de alunos muçulmanos à Arábia Saudita.

Pelo menos um dos professores resolveu colaborar com o governo dando informações sobre o que acontecia na escola onde lecionava.

O documento final sobre essas escolas mostra que alguns profissionais tiveram que abandonar seus trabalhos ou foram marginalizados por não serem a favor desse tipo de ensinamento.
Ficou evidente, porém, que os membros dos conselhos de ensino – formado por pais, representantes da comunidade e funcionários da escola – tinham muita influência nas instituições de ensino.

Três das escolas denunciadas são administradas pela Park View Educational Trust, mas de acordo com o vice-presidente da instituição, David Hugues, não há extremismo islâmico em suas atividades.

“Os inspetores vieram a nossas escolas buscando extremismo, segregação, buscando provas de que se impõe a nossos alunos a religião como parte de um complô islâmico. Categoricamente: isto não está ocorrendo”, garante.

Mas o governo não tem dúvidas de que há “uma campanha organizada” sendo criada nessas escolas e se comprometeu a corrigir esse tipo de atitude.

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Grupo extremista islâmico faz novo atentado em bairro cristão e deixa 41 mortos

 

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Autoridades da Nigéria informaram ontem sobre um atentado suicida em um bairro onde a maioria dos moradores é cristã. Um grupo extremista islâmico é acusado da violência contra os cristãos no país. Esse já não é o primeiro ato de violência em 2013. A Nigéria é um dos quinze países com mais perseguição ao Cristianismo no mundo.

  • nigéria

    (Foto: Reuters)

    Oficiais transportam corpo de vítimas depois de ataque a atendentes de uma igreja por um atirador em Kano.

Segundo ‘O Estado de São Paulo’, pelo menos 41 pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas. O atentado suicida aconteceu no Estado de Kano, maior centro comercial local situado no norte da Nigéria.

Esse foi o ataque mais violento e que deixou mais mortes nos últimos nove meses no país. O grupo extremista islâmico Boko Haram, que significa ‘Educação ocidental é um pecado’, é acusado pelos ataques. Ataques do Boko Haram, somente em Kano, fizeram mais de 150 vítimas no ano passado.

A polícia informou que dois homens em um carro cheio de explosivos se dirigiram até um ponto de ônibus. O lugar estava cheio de passageiros que aguardavam para ir à cidade de Lagos quando o material foi detonado.

Em janeiro desse ano, 23 nigerianos foram mortos por militantes islâmicos. Ainda, atiradores islâmicos do Boko Haram mataram 18 cristãos no Estado de Borno. "Homens armados, suspeitos de serem membros do grupo islâmico Boko Haram, vieram ao mercado da cidade e mataram 13 caçadores da região, enquanto outras cinco pessoas morreram em consequência dos ferimentos no hospital", disse Alhaji Abba Ahmed a Portas Abertas.

No fim de 2012, dois ataques contra cristãos também foram registrados na Nigéria. No domingo, 30 de dezembro, quinze cristãos morreram quando homens armados invadiram um culto. O incidente ocorreu na aldeia de Kyachi, cidade de Chibok, localizada no nordeste nigeriano. No dia anterior, quinze cristãos já tinham sido assassinados em outro atentado. Atiradores invadiram casas e atiraram enquanto as vítimas dormiam.

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"Sem dúvida alguma, as vítimas foram selecionadas porque eram todas cristãs, algumas das quais haviam se mudado para o bairro vindas de outras partes da cidade, atingidas por ataques do Boko Haram”, disse um oficial que prestou socorro às famílias.

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Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

 

Julio Severo

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”

De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.

A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas ideias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “ideias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?

Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornalEstadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.

O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.

Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.

Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.

A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.

Na ONU, Dilma condena o preconceito ao islamismo

Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!

Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!

Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.

Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.

Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.

Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?

Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.

Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

Fonte: www.juliosevero.com