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EDIR MACEDO: Realizar um aborto não é matar, diz líder da IURD em blog

Em seu blog, o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus se posiciona novamente favorável ao aborto. E tenta se justificar dizendo que matar, nem sempre quer dizer… matar.

Não é a primeira vez que o líder da Igreja Universal se pronuncia a favor do aborto. (Leia o artigo de Reinaldo Azevedo)

Leia abaixo, na íntegra, o post recente de Edir Macedo em seu blog defendendo o aborto:

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Algumas pessoas têm questionado minha posição quanto à descriminalização do aborto. Um dos argumentos mais citados é quanto ao mandamento “não matarás”. Mas, me parece que o engano está na compreensão da totalidade do significado do termo “matar”.

O dicionário Houaiss, entre as várias definições que apresenta para este verbo, diz: “causar grande prejuízo ou dano a; arruinar.” E também: “causar sofrimento a; mortificar, afligir; ferir.” Vemos, com isso, que matar não é somente tirar a vida de alguém, mas também praticar qualquer ato que impeça que alguém tenha vida com qualidade, dignidade, felicidade.

Permitir que uma criança indesejada venha ao mundo em uma família desestruturada, sem condições de lhe oferecer uma vida minimamente digna, expondo-a à violência, maus tratos, perda da autoestima e tantas outras mazelas, não significa dar um ser à luz, mas sim condená-lo à morte; uma morte social e psicológica, que vai gerar a pior de todas as mortes: A ESPIRITUAL.

As crianças que andam pelas ruas, entregues à própria sorte, não nasceram; elas foram jogadas no mundo, como fruto da inconsequência e irresponsabilidade de adultos despreparados, muitos deles que apenas repetem a história de abandono e omissão da qual também foram vítimas.

Estas crianças, primeiro são odiadas por seus genitores e depois passam a ser odiadas pela sociedade. A mesma sociedade que levanta a bandeira do direito à vida é capaz de virar o rosto em atitude de asco, e atravessar a rua para não passar perto de um menor indigente estirado no chão, cheirando a fezes e urina. O nome disso é hipocrisia.

Os que gostam de apontar pecados, precisam ver que o erro não está em interromper uma gravidez indesejada, mas está antes: na banalização do sexo, na desinformação, nos inúmeros fatores que levam um casal a se relacionar e gerar um filho com o mesmo descompromisso com que encaram a própria vida.

Não estamos fazendo apologia do aborto; estamos dizendo “não” à hipocrisia. As mulheres não deixam de abortar porque isso é um ato ilegal. A decisão de interromper uma gravidez tem como motivo principal o fato de ela não ser desejada, causada por fatores que vão desde uma noite de loucura até violência sexual. Se esta decisão for tomada, ela será levada a cabo, independentemente de sua legalidade, em clínicas clandestinas, que podem levar estas mulheres à morte, mutilação ou sequelas de procedimentos mal realizados.

A legalidade do aborto permite que estas mulheres possam ser atendidas clinicamente da maneira que procede, e não coloquem sua vida em risco. Isso é direito à vida.

A legalidade do aborto evita que crianças inocentes venham ao mundo para sofrer e ter uma vida miserável.

A legalidade do aborto evita a clandestinidade dos procedimentos cirúrgicos.

Uma mulher que deseja interromper uma gravidez, seja pelo motivo que for, não é uma criminosa, é um ser humano em aflição, que precisa ser acolhido, amado, orientado e não condenado. É este o papel que a IURD tem realizado como Igreja.

A todas as pessoas que olham para estas mulheres com ódio e intolerância, achando que com isso estão agradando a Deus, fica esta Palavra: Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. I João 3:15

Data: 29/11/2010 08:47:52
Fonte: O Verbo

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Bandidos matam por engano bispo da Igreja Universal

 

O bispo-auxiliar da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) José Carlos de Santana, 48 anos, assassinado no último dia 25 de outubro, foi morto por engano. O alvo era um presidiário em regime semiaberto que havia comandado o tráfico na região onde ocorreu o crime. A conclusão foi da delegada Josineide Confessor, da 2ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ontem pela manhã, ela prendeu duas pessoas envolvidas no crime, que aconteceu na Estrada do Barbalho, Iputinga, Zona Oeste do Recife. Durante as buscas, os policiais encontraram outro homem, que estava com drogas e armas. Dois homens, um deles apontado como o autor dos tiros, permanecem foragidos.

Para prender os suspeitos, foi montada a Operação Universal, que contou com 30 policiais (20 civis e 10 militares). Por volta das 5h de ontem, os agentes entraram na comunidade do Detran, na Iputinga, e inicialmente capturaram Eti Paula Bernardo da Silva, 25, conhecida como Paulão e apontada como líder do grupo, e Aílton Xavier da Silva, 19, conhecido como Cara de Burro. Em seguida, prenderam o cadeirante Wellington Henrique Ferreira, 29, com dois revólveres calibre 38, 100 gramas de maconha e 50 gramas de crack. As armas serão submetidas a perícia balística.

Wellington foi encontrado no local onde a polícia procurava Robson da Silva Costa, 20, que, segundo a polícia, atirou contra o carro onde estavam o bispo José Carlos e o pastor da Iurd Joel Nunes, 46. O outro foragido é Tiago Bernardo da Silva, 19, conhecido como Tiaguinho Bodão. A polícia solicitou a divulgação das fotos dos suspeitos. Quem tiver informações sobre os dois deve ligar para o DHPP: (81) 3184-3550.

Segundo Josineide Confessor, o grupo assumiu o comando do tráfico na comunidade do Detran depois que Carlos Adriano Leite da Silva foi preso na Penitenciária Agroindustrial São João. Como o detento goza do regime semiaberto, o grupo temia que ele voltasse a agir na região e resolveu matá-lo. “Eles sabiam que Carlos Adriano andava em um carro preto e prepararam uma tocaia na Estrada do Barbalho. Eti Paula e Aílton ficavam de bicicleta tentando identificá-lo e Robson e Tiago ficavam de moto”, explicou a delegada.

OUTRO CRIME –

Dois dias antes do assassinato do bispo, o grupo havia atirado contra o veículo de Carlos Adriano, um Celta, ferindo um vendedor de bolos da comunidade. No dia 25, quando o bispo e o pastor foram ao Detran para renovar a carteira de habilitação do primeiro, com um Gol preto, de placa DAL-4990, da Iurd, os bandidos confundiram os veículos e dispararam duas vezes. Um tiro atingiu José Carlos na nuca. “Houve muitas testemunhas, mas como o grupo impõe medo na comunidade, tivemos dificuldades de consolidar as investigações”, afirmou Josineide Confessor.

O grupo estaria envolvido ainda no assassinato de Jaciara Elias Pinheiro do Nascimento, que estava grávida e era irmã de um suposto amante da mulher de Robson. O crime ocorreu no último dia 25 de agosto. “Eles foram perguntar sobre o paradeiro do irmão, ela se negou a dizer e levou três tiros”, contou a delegada.

Data: 25/11/2010 09:34:28
Fonte: Jornal do Commercio

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Congresso Da iurd discute a melhor forma de realizar sonhos

Rumo ao sucesso

Por Ivonete Soares
[email protected]

O II Congresso Universitário IURD, que aconteceu recentemente no Teatro Paulo Autran, na Zona Sul de São Paulo, reuniu centenas de jovens e contou com a participação de profissionais que alcançaram o sucesso.
O evento, idealizado e organizado por um grupo de jovens universitários da Igreja Universal do Reino de Deus, que tem como diretor Marcelo Hodge, foi apresentado pelo jornalista Reinaldo Gottino, da “Rede Record”.
As palestras foram ministradas pelo presidente da “Rede Record”, Alexandre Raposo, o diretor musical Marco Camargo, um dos jurados do programa “Ídolos” (também da emissora) e o juiz federal William Douglas.
O tema do ciclo de palestras foi “Coragem para alcançar seus sonhos”. Após a explanação de Gottino, o presidente do grupo salientou que para se chegar ao sucesso é preciso ter coragem, dedicar-se ao que realiza, estudar e, acima de tudo, ser comprometido com o que faz.
Na sequência chamou Marco Camargo para contar um pouco de sua experiência aos jovens. Ele, em tom de brincadeira, disse: “Próximo”, expressão muito usada por ele no programa “Ídolos”, mas que, segundo descreve, tem grande significado para a vida das pessoas.
“Todos deveriam ter essa expressão dentro de si, pois toda situação, por pior que seja, passará. E virá uma próxima, e outra, e mais outra! O mesmo ocorrerá com os momentos felizes.
Temos que conviver com a verdade. Acreditar e aceitá-la é um ato de coragem”, afirmou.
Após um intervalo, foi a vez do último palestrante, o juiz William Douglas. Ele, que já foi advogado, delegado de polícia e defensor público, ressaltou aos presentes que, apesar das várias conquistas na vida, também acumula muitos fracassos.
“Fui reprovado em muitos concursos até conseguir boas colocações. Das 14 empresas constituídas por mim, apenas as duas últimas deram certo. Mas eu não me deixei abater, fui à luta, identifiquei as insatisfações, tracei um plano de vida, trabalhei e venci”, destacou.
Ao final do evento, os presentes ao congresso receberam um certificado de participação.
Colaborou Cleide Sales