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Outro Jesus, outro espírito e outro evangelho

 

Imagem do avatarPor Paulo César Nunes do Nascimento 

Outro Jesus, outro espírito e outro evangelho

2 CO 11.1-4; 28,29

“Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Jesus que não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis” (2Co 11.4 – Revista e Corrigida)

Em 2Co 11.1-4, 28, 29 Paulo expressa o seu zelo, o seu cuidado e a sua preocupação não só com a Igreja de Corinto, mas com todas as igrejas.

Os crentes de Corinto era um rebanho extremamente trabalhoso, complicado e complexo. Dentre as igrejas da época, Corinto foi a que mais recebeu da parte de Paulo cuidado, visitas e conselhos pastorais. Por outro lado, a igreja de Corinto foi o rebanho que mais lhe fez sofrer. Apesar disso, Paulo se mostra aqui zeloso, cuidadoso e preocupado.

Em 11.2a Paulo ressalta o seu zelo pela igreja de Corinto; assume a posição de um pai que vela pela pureza da filha até o dia do casamento. Ele se coloca como alguém que compartilha o zelo de Deus pelo seu povo.

Em 11.3 Paulo destaca o receio e o temor do seu coração. Ele teme que as mentes dos Coríntios sejam desviadas e corrompidas por falsos ensinos.

Em 11.4 Paulo se mostra preocupado porque a igreja de Corinto estava aceitando que falsos apóstolos ensinassem e introduzissem na igreja um outro
Jesus, um outro espírito e um outro evangelho.

Quando lemos esse texto temos a impressão que Paulo está escrevendo para hoje! De sorte que, as suas preocupações com a igreja de Corinto, devem ser as nossas preocupações pastorais hoje.
Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

1. Outro Jesus (v.4a)

Hoje, na tentativa de atrair pessoas para igreja, tem-se proclamado um outro Jesus.

* O Jesus triunfalista  O Jesus dos milagres, das maravilhas e das coisas espetaculares. O Jesus apenas de glória e poder; que transforma homens em superhomens; que transforma crentes em supercrentes; que muda a tua vida e te transforma em um ser imune às dores, aos sofrimentos e às tragédias da vida.

* O Jesus Curandeiro  Amados, Jesus cura, mas curar não foi a cerne do seu ministério; não foi a razão primordial de sua vinda; não foi o tema central da sua pregação. Suas curas atraíam pessoas de todas as partes. Porém, ele não fazia “estardalhaços”; não fazia propagandas para atrair um público ávido por sinais; não fazia delas “estratégia de marcketing”.

Em nossos dias, pessoas têm sido atraídas por causa de uma “propaganda barata” do Jesus curandeiro. Pessoas têm vindo a Jesus meramente em busca de uma libertação dos males do corpo.

* O Jesus Papai Noel  O bom velhinho, sempre pronto a dar e a presentear. Essa concepção de Jesus tem gerado crentes sempre dispostos a receberem e a serem servidos, mas pouco dispostos a darem e a servirem.

* O Jesus Banco Central  O solucionador dos problemas financeiros. O Jesus Banco Central dos nossos dias tem atraído às igrejas desde o cidadão mais simples ao empresário “quebrado”, à beira da falência.
E a pergunta que deve-se fazer é: onde foi parar o Jesus da Bíblia? Qual o destino do Jesus crucificado? …do Cristo da Cruz?…do Jesus humilhado, perseguido e sofredor?

Precisamos trazer de volta para a Igreja, para os nossos púlpitos, para as nossas pregações o Cristo crucificado.

As pessoas precisam ser atraídas não pelo Jesus triunfalista; não pelo Jesus curandeiro; não pelo Jesus papai Noel; não pelo Jesus Banco Central; mas, pelo
Jesus crucificado, o poder de Deus para a salvação.

As pessoas precisam ser atraídas pela convicção de pecado, de condenação eterna, de necessidade de arrependimento, de necessidade de abandono de pecado, e por entender que a salvação é-nos concedida, não por um outro Jesus, mas pelo crucificado.

Em 1 Co 2.2 Paulo disse:

“Porque decidi nada saber entre vós senão a Jesus Cristo e este crucificado”.

Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

2. Outro espírito (v.4b)

Quando os Coríntios aceitaram Cristo mediante a pregação de Paulo, Deus lhes deu o Espírito Santo.

Mas, agora, falsos apóstolos estavam introduzindo e fomentando na igreja um outro espírito.

* Espírito arrogante  Um espírito que menospreza os demais e se acha o tal; o super espiritual; o portador de uma espiritualidade elevada.

* Espírito de vanglória  Um espírito que leva pessoas a se gabarem pelos dons recebidos e pelas realizações em nome de Deus.

* Espírito de rebeldia e discórdia  Um espírito que causa divisões, facções e partidarismo no meio da igreja.

* Espírito escravizador  Um espírito que leva alguns a exercerem domínio sobre outros pelo medo do que lhes poderá acontecer se não prestar obediência irrestrita.

À semelhança de Corinto, quantas igrejas hoje não têm abraçado outro espírito?!?! Se o espírito que supostamente atua em nós produz arrogância, rebeldia, discórdia, vanglória e escraviza as pessoas, precisamos avaliar que espírito é esse!

O Espírito de Deus gera humildade, submissão, unidade, amor, paz, harmonia, serviço mútuo e liberdade, poder para testemunhar, comunhão, partilha de pão, e preocupação com o necessitado.

Nesse texto, Paulo, se mostra preocupado porque a igreja estava abandonando o Espírito de Deus e aceitando outro espírito.
Em nossos dias tem sido proclamado em igrejas “supostamente” evangélicas…

3. Outro evangelho (v.4c)

O evangelho apresentado por Paulo em Corinto era o evangelho da graça, do arrependimento do pecado, da cruz, do compromisso abnegado com o Cristo.
Mas, os Coríntios estavam abraçando uma nova visão do evangelho, um outro evangelho.

Parece que Paulo estava escrevendo para a igreja brasileira no sec. XXI.
O que preocupava aquela época, é a mesma coisa que preocupa que incomoda os pastores zelosos dos nossos dias.

* Evangelho a 1,99 – (Pr. Lourenço Stelio Pega)
Esse evangelho é barato, acessível e serve aos propósitos de quem o adquire. Nesse evangelho, o pecador não é tratado como pecador, mas como cliente. E, se o pecador é cliente, todo cuidado é pouco. Afinal, o cliente é quem manda! É preciso tratá-lo com jeito, para não afugentá-lo nem contrariá-lo. Se o pecador é cliente, seu compromisso maior é financeiro. Sua relação com Deus não passa de uma relação monetária. O pecador/cliente precisa apenas investir. E esse seu investimento tem retorno garantido. Esse é o evangelho a 1,99.

* O evangelho sem a graça.

Nesse evangelho, se alguém quiser conseguir algo de Deus, é preciso pagar um preço. Quem quiser alcançar bênçãos precisa pagar por elas. Quem quiser conseguir a salvação, faça por onde. E se a conseguiu, cuidado para não perdê-la. Esse é o evangelho sem a graça.

* O evangelho da libertinagem

Esse é o evangelho sem disciplina, sem restrições comportamentais, onde é “proibido proibir”, onde o relacionamento amigável com o pecado é aceitável. Onde se diz “todas as coisas me são lícitas” e ponto final. Esse é o evangelho que transforma em libertinagem a graça de Deus e nega o senhorio de Cristo.

Conclusão

O Deus que pastoreia a sua igreja através de pastores pôde contar com Paulo, o pastor, no séc. I. Ele era um líder zeloso, cuidadoso e preocupado com a saúde da Igreja. Ele não se calou diante da introdução e fomentação de um outro Jesus, um outro espírito e de um outro evangelho dentro da igreja de Corinto.
Precisamos orar para que Deus continue levantando líderes cuidados com a saúde do rebanho. Precisamos zelar pela igreja “com zelo de Deus” e não permitirmos, não aceitarmos e nem nos calarmos diante da atual pregação em nosso país, de um outro Jesus, de um outro espírito e de um outro evangelho.

Pr. Paulo César Nascimento

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Cultos

‘Quero ser como Jesus Cristo’, diz autor de ‘A Cabana’

 

 

Uma das atrações mais aguardadas desta Bienal do Livro do Rio, o canadense William P. Young fez questão de abraçar e dar dois beijos, ao estilo carioca, em cada fã da extensa fila formada para a sessão de autógrafos de A Cabana (Sextante), na última quarta-feira. Foram necessárias três horas para atender a todos os que buscavam rubricar seu exemplar do best-seller, há 152 semanas na lista dos mais vendidos de VEJA. A generosidade de Young é proporcional ao sucesso alcançado no Brasil. Best-seller acidental – A Cabana foi escrito como um presente para os filhos –, o livro lançado em outubro de 2008 acaba de atingir a marca de 3 milhões de exemplares vendidos só no país – em vendas, a versão em português só perde para a do inglês. E Young agora quer mais: ele planeja lançar seu segundo título em breve. “Jesus Cristo não veio à Terra para criar uma nova religião, sua missão foi destruir o pensamento religioso para incentivar os relacionamentos humanos. É o que eu quero fazer com meus livros.”

A religião não é citada gratuitamente: o tema está, de fato, no centro de A Cabana. O livro fala do sofrimento de um homem que tem a filha de cinco anos brutalmente assassinada. É esse sofrimento que o empurra a encontro de Deus e dá início a um debate sobre a fé, a origem da dor e o caminho para a cura. A pergunta que surge durante a leitura é como um livro que retrata Deus como uma mulher negra e voluptuosa pode fazer tanto sucesso num país fundamentalmente ligado aos preceitos do catolicismo como o Brasil? Nem o autor sabe ao certo. “Os leitores brasileiros me dizem que o livro mudou suas vidas. Acho que a sociedade está mais aberta para questionar as religiões e a presença de Deus em suas vidas. Isso se deve ao maior acesso às informações”, disse Young a VEJA Meus Livros. Leia abaixo a entrevista.
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Como você avalia a reação dos leitores brasileiros a seu livro, já que é este é um país essencialmente católico? Leitores me dizem que o livro mudou suas vidas. E a maioria agradece pelo fato de terem ampliado sua visão de Deus após ler A Cabana. Os brasileiros são altamente espiritualizados. O livro foi traduzido para 41 idiomas, mas a versão em português é a mais lida, logo após a publicação em inglês. Isso significa que esse tipo de história fala diretamente aos seus corações. Sinto que os brasileiros são muito receptivos a discussões sobre o sofrimento, a dor e as questões da vida.

Por que as pessoas buscam publicações que as ajudem a pensar na vida? As pessoas querem encontrar alguém que lhes diga o que devem fazer. Mas eu não quero ser essa pessoa. Desejo apenas levantar os questionamentos que levanto por acreditar que cada ser humano é importante e que as decisões que tomam são significativas para o funcionamento do universo.

O senhor sente que interfere na vida dos leitores quando escuta declarações de que A Cabana mudou suas vidas? Eu costumo dizer que não tenho nenhum poder em fazer isso. Não posso curar ninguém e muito menos mudar a vida de uma pessoa. Mas Deus utiliza diversos recursos para tocar os nossos corações – uma música ou as palavras de um livro. A Cabana foi um presente para meus filhos, agora todo o mundo está lendo esse presente dedicado a eles. Nunca premeditei esse sucesso, nunca foi minha intenção.

Qual é a mensagem por trás do grande sucesso de A Cabana?Acredito que as pessoas estão em busca de si mesmas. Há muitas condições atuais que levam a isso. O acesso à informação é mais amplo hoje. Antigamente, políticos e religiosos impunham obstáculos imensos para que a sociedade fizesse perguntas pertinentes ao seu autoconhecimento e crescimento espiritual. A internet e a velocidade da comunicação acabam com esses obstáculos. Isso nos faz começar a entender que somos uma única família, a raça humana.

Essas conclusões o inspiram a escrever um segundo livro? Sim, sem dúvidas. Eu sempre fui escritor, mas nunca achei que mais ninguém fosse se interessar pelo que eu escrevo além de parentes e amigos. Há três anos e meio, eu tinha três empregos para sustentar minha família. Minha ocupação principal era como encarregado de uma pequena fábrica, eu enviava e recebia encomendas, limpava os banheiros, ou seja, sou uma pessoa bem comum. Estou apenas no meio de uma vivência fantástica.

Então, a vida melhorou bastante, não? No fundo, tudo não passa de uma questão de perspectiva. Não há nada de errado em limpar banheiros para viver. Se for possível sentir a presença de Deus, não importa o tipo de atividade que se pratica.

O que planeja para seu segundo livro? Será outra ficção com a mesma mensagem. Não será uma sequência de A Cabana, mas sim uma história diferente que irá envolver questões de relacionamento e sobre o mundo através dos olhos do próximo.

Em que estágio está a adaptação de A Cabana para o cinema? Eu estou curioso a respeito disso, há incertezas envolvidas nessa produção. Não tenho previsões. Os direitos autorais do livro pertencem aos donos da pequena editora criada apenas para publicar A Cabana, que foi recusada por muitos publishers. Eles podem fazer o que quiserem com a história e isso é totalmente aceitável para mim. Eu não ligo.

Quem escolheria se pudesse indicar alguém para interpretar um de seus personagens?Escolheria Queen Latifah para ser Papa (a mulher negra e voluptuosa que representa Deus no livro). Ou até mesmo Oprah Winfrey, porque ela já sabe como interpretar Deus. Isso é apenas uma piada, é claro (risos).

Qual é o lado positivo de se engajar em alguma religião? Entidades religiosas realmente têm ações positivas, administram hospitais, promovem a educação e ajudam os menos favorecidos. As religiões também tendem a oferecer valores morais à sociedade. Mas, por outro lado, esses valores se tornam limitantes porque impedem as pessoas de se relacionar livremente.

Acredita que há um exercício de poder inerente às religiões? Sim, a religião em si é maligna. As mulheres, por exemplo, sofrem terríveis abusos por conta dos sistemas religiosos. Cria-se um sistema de poder que demanda dinheiro dos fiéis para manter a máquina em funcionamento, além de separar quem é realmente espiritualizado de quem não é. A maioria das guerras foi fundamentada em princípios religiosos. Isso já é um indício de que há algo errado com a ideologia religiosa. Jesus Cristo não veio à Terra para criar uma nova religião, sua missão foi destruir o pensamento religioso para incentivar os relacionamentos humanos. É isso que eu quero fazer com meus livros.

Mariana Zylberkan

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Artigos Noticias

John Piper: Coloque os Holofotes em Jesus; Impacto no Trabalho, Casamento, Amor

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Citando a passagem de João 10: 22-40 explica sobre a identidade de Jesus e urge os Cristãos a que coloquem os holofotes nele.

Jesus fala em figura de linguagem que ele é o pastor e protege as suas ovelhas, diz Piper. Há ovelhas que lhe pertencem e ovelhas que estão de fora do rebanho judaico.

“E ele diz que suas ovelhas conhecem a sua voz quando ele as chama, e elas o seguem”, disse Piper.

Apesar da figura de linguagem, Piper afirma que a mensagem é clara para que o “véu de sua divindade seja parcialmente levantado”. Mas muitos pensam que ele está louco e o acusam de ter demônio ao não entender o significado da parábola.

“Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente (João 10:22)”, cita Piper na mensagem.

Assim, não sendo suficiente as palavras iniciais de Jesus, os judeus pedem que ele fale plenamente se ele é Cristo [o Messias]. “Você é o Messias”.

Piper encoraja os Cristãos neste momento a prestar atenção no texto de maneira que haja um grande impacto em suas vidas, na fé, no amor, no casamento, no trabalho, etc.

“Quem ele é?” Piper pergunta e ele mesmo responde: “não é apenas a verdade, mas mais do que isso”.

Através disso o pregador coloca “Como que o fato de saber quem ele é, determina a maneira que ele te ama e te cuida e te ajuda? Ainda há tempo para você? é muito tarde?…”

Piper explica mais claramente dividindo a passagem em 5 partes: 1) Resposta de Jesus (vers. 25-30); 2) Resposta deles (vers. 31-33); 3) Manobra de Jesus (vers. 34-36); 4) Convite final (vers.37-39); 5) Chave para a fé (vers. 40-42).

O pastor da igreja Batista de Bethelehem explica na primeira parte que o Pai dá as ovelhas para o filho, mas ainda está nas mãos do Pai.

“Jesus explica ‘Eu e o Pai somos um’. Sua resposta implica que isso é mais além do messianismo. ‘é a união com Deus, o Pai’. E ele nos mostra como esta unidade serve a nossa salvação”, afirmou ele.

“Nossa eterna salvação e gozo. ‘O Pai e eu somos um. Ninguém pode te separar do meu Pai, porque meu Pai é mais forte do que tudo’”.

Jesus nos dá uma lição aqui, diz Piper, “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus…” Assim, a resposta de Jesus, afirmou o pastor, é de que ele é o “Messias e infinitamente mais”.

Em sua resposta, os judeus, então o acusam de blasfemar ao se chamar o próprio Deus. Mas sabiamente Jesus prepara a manobra “Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses?” e com isso ganha tempo de fazer mais um convite.

‘Mas, se as faço, e não credes em mim, crede nas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele (João 10: 38)”.

Isso é misericordioso, diz Piper, “se não se pode ver através de suas palavras então que ao menos entendam através de seus atos. Essa foi a última oferta de Jesus e depois vieram prendê-lo”.

Apesar da história de raiva e incredulidade, além do Jordão eles acreditavam, Piper aponta e diz que existe uma chave aqui e João Batista é quem dá a dica.

“Aqui foi o lugar onde João Batista havia pregado e batizado ou seja, sua mensagem foi abraçada e a fé em Jesus floresceu”, disse Piper, acrescentando que o ministério de João Batista era despretensioso, e ele não estava atrás de fama.

“Ele jogou os holofotes completamente em Jesus. E onde quer que seja que essa mentalidade de humildade é admirada e abraçada, a fé em Jesus floresce”.

Piper conclui a mensagem destacando essa mentalidade humilde e motivando os crentes para que seus corações sejam um solo bom onde a fé em Jesus brote e continue a crescer.