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VIDA EM FAMÍLIA – EDIFICANDO MULHERES E SE NÃO HOUVER AMANHÃ?


 

Devemos reconhecer que somos frágeis e que breves são os nossos dias

Gosto muito de rir, rio de tudo o tempo todo, sou muito bem humorada e amo bater um bom papo em roda de amigos, em casa, no pátio da Igreja, no meu trabalho, etc… Nesses momentos procuro falar apenas sobre coisas positivas, sobre as qualidades das pessoas ou sobre algo que possa descontrair, ajudar ou acrescentar coisas boas a todos ali. Não perco tempo falando mal de quem quer que seja, porque não posso me julgar superior a ninguém. Se alguém está sempre falando mal ou apontando os defeitos de outra pessoa, por pior que seja a  pessoa, é porque se julga melhor ou superior a ela e não enxerga seus próprios defeitos. Pensa que está acima do erro, acima do pecado e que seus “pequenos erros” não são significantes. Coisa feia é a soberba, a falta de auto-crítica e de humildade!

Mas o que quero dizer a vocês hoje, é que de vez em quando, em uma ou outra reunião de amigos, só pra fazer daquele momento descontraído um momento também de reflexão positiva, eu pergunto a todos: “o que cada um de vocês faria agora, se soubesse que lhe resta apenas 1 hora de vida?” Digo que todos tem 30 segundos pra pensar e responder, se quiserem, aquilo que acha indispensável fazer. Alguns dizem a verdade e até se emocionam. Outros se calam e se sentem envergonhados. Outros mentem, dizem não ter nenhum problema pendente. Será? Taí um exercício de reflexão importante a ser fazer sempre.

Por muitas vezes, me fiz a mesma pergunta e confesso que me entristeci um pouco com as respostas que me dei.  Eu vi que é muito pouco tempo para correr de um lado pra outro e abraçar as pessoas,  procurar ou telefonar e pedir perdão a tanta gente, pouco tempo para falar com todos aqueles a quem magoei um dia, pouco tempo para se resolver as coisas pendentes ou para ajudar as pessoas que sempre esperaram a minha ajuda. Penso que 1 hora apenas é muito pouco para falar do amor de Deus para as pessoas que conviveram comigo por anos, mas que jamais ouviram uma só palavra a respeito de Deus. Senhor quanto desperdício de tempo em minha vida! Eu podia ter feito todas essas coisas muito antes. Perdoe-me, Senhor!

Pois agora, meus irmãos, eu quero lhes fazer algumas perguntas:

E SE NÃO HOUVER AMANHÃ? Como está a sua vida? como está o seu coração, a sua comunhão com as pessoas, com sua família, com a Igreja e com Deus? Está mesmo tudo em ordem? Sua alma está verdadeiramente tranqüila hoje? Parem para pensar um pouco nisto. O momento é agora, é já. Se existe alguma coisa, não deixe pra depois, resolva. Deitem-se tranquilos, sintam alegria na alma, sintam paz de espírito, paz com Deus e com todos.

Devemos reconhecer que somos frágeis e que breves são os nossos dias:

JÓ 9: 25 e 26 – “E os meus dias são mais velozes do que um correio; fugiram, e não viram o bem. Passam como navios veleiros; como águia que se lança à comida.”

Salmos 89:47 – “Lembra-te de quão breves são os meus dias; por que criarias debalde todos os filhos dos homens?”
Salmos 39:4-6 – “Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil. Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. Na verdade, todo homem anda numa vã aparência; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas, e não sabem quem as levará.”
Hebreus 10:37 – “Porque ainda um pouquinho de tempo, E o que há de vir virá, e não tardará.”

Data: 11/4/2011 09:31:32

Fonte: Mulheres Cristãs

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O que as mulheres realmente querem num homem, a partir da perspectiva de uma mulher

Wendy Wright

O texto a seguir é um resumo de uma recente palestra proferida por Wendy Wright, presidente da organização evangélica Concerned Women for America (Mulheres Preocupadas com os Estados Unidos), na Organização das Nações Unidas. Para ler a palestra completa, clique aqui.

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Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America

Na década de 1970, a famosa feminista Gloria Steinem disse: “Uma mulher precisa de um homem assim como um peixe precisa de uma bicicleta”.

A mensagem: As mulheres são independentes, e os homens são supérfluos. Os homens são desnecessários e incompatíveis com as mulheres. O modo cínico de ela ver as coisas, sem dúvida, fora deturpado pelo fato de que seu pai a tinha abandonado.

Em nosso âmago, os seres humanos são relacionais. Conexão a outros é uma necessidade humana básica. Nossa primeira conexão é com nossos pais. De nossas mães absorvemos o que significa ser uma mulher. De nossos pais, aprendemos como as mulheres devem ser tratadas pelos homens. Não dá para esses tipos de lições virem de uma lição de moral na sala de aula, mas por meio da intimidade da vida diária.

Quando Gloria Steinem e outras feministas menosprezam os homens, o casamento e a família, elas estão negando uma verdade fundamental: as mulheres precisam de relacionamentos masculinos.

Mas ao adotar as petulâncias das Gloria Steinems do mundo, descarta-se o que é ideal para as mulheres como desnecessário ou irrealista. Em vez disso, total atenção e recursos são dedicados ao que é muito menos do que ideal, e até prejudicial, para as mulheres e para a sociedade.

Defrontamo-nos com duas perspectivas que rivalizam:

1. A primeira é: As mulheres são completas em si mesmas. Os homens e as mulheres são diferentes apenas na área da reprodução. Os homens são como escadas, úteis apenas para a mulher usar como apoio enquanto ela sobe os degraus da vida.

Eis um exemplo: Na versão preliminar da resolução sobre “Fertilidade, Saúde Reprodutiva e Desenvolvimento” para a Comissão de População e Desenvolvimento, a única menção significativa aos homens é:

OP14. Exorta os países membros, a Organização das Nações Unidas e a sociedade civil a incluir em suas prioridades de desenvolvimento programas que apoiem o papel decisivo dos homens no apoio ao acesso das mulheres a condições seguras para a gravidez e parto, contribuindo para o planejamento familiar, prevenindo infecções sexualmente transmitidas e o HIV e eliminando a violência contra as mulheres e meninas.

A lista, que é pequena, não diz absolutamente nada acerca do papel importante que as mulheres precisam que os homens desempenhem na vida familiar, como se não houvesse nenhuma necessidade para que os homens tenham a autoridade e direito íntimo de prover companheirismo, segurança, proteção e cuidado de suas esposas, e um pai para seus filhos. Não há espaço aí para um homem envolver masculinamente em seus braços sua esposa e filhos a vida inteira. E certamente não há nenhuma expectativa de fidelidade.

Francamente, esse é o tipo de homem que as mulheres não querem: homens distantes, que não querem compromisso e que só dão mal o mínimo, e nunca dão de si mesmos. Em sua própria perspectiva muito medíocre acerca dos homens, as Gloria Steinems ensinam os homens a tratar as mulheres de forma insuficiente — o que, quando os homens fazem, naturalmente leva as mulheres a acreditar que a vida delas fica em situação melhor sem os homens. É uma expectativa cuja previsão está fadada a se cumprir.

Rebaixar homens ou mulheres, tratar ambos como objetos a serem usados ou descartar o casamento como irrelevante nos prejudica como seres humanos e desestabiliza a sociedade.

2. A segunda perspectiva é que: As mulheres e os homens se complementam. Somos diferentes de diversas maneiras maravilhosas, mas em nossas diferenças nos encaixamos para completar um ao outro. O relacionamento mais profundo é o casamento — porque aperfeiçoa o propósito dos dois sexos, homem e mulher.

Embora as mulheres possam adicionar numa lista as realizações profissionais quando se apresentam ao mundo, vemos nossa identidade principal em nosso relacionamento com nossa família — principalmente, como esposa e mãe. Os relacionamentos mais influentes, aqueles que nos causam impacto mais profundo, são aqueles dentro de nossa família.

São esses relacionamentos que completam o propósito do que significa ser uma mulher. E o casamento, em que tanto o marido quanto a esposa se dão completamente ao outro, fornece a segurança de viver plenamente essa identidade do que é ser mulher.

Muito frequentemente as mulheres e o sexo são vistos isoladamente — Mulheres são separadas de homens e da família, e sexo é visto como um mero ato físico que não tem nada a ver com relacionamentos.

Quando são moldadas por essa perspectiva, as políticas públicas produzem programas e leis que acabam isolando as mulheres de relacionamentos verdadeiros e incentivando o sexo fora do casamento — que é a fonte de muitas doenças, patologias e dores de cabeça.

A maravilha transcendente da feminilidade, casamento e sexualidade é difícil de descrever ao se elaborar documentos de políticas públicas. Contudo, podemos apontar para os benefícios do casamento e o devido lugar da sexualidade.

Os seres humanos são relacionais. Precisamos pertencer aos outros. Isso é particularmente verdade no caso das mulheres. É dentro da família e do casamento que temos a maior probabilidade de encontrar segurança, proteção, abnegação e satisfação. O casamento une duas famílias e cria uma nova, ampliando nossos relacionamentos.

Os encontros sexuais promovidos em aulas abrangentes de educação sexual são o oposto — centram-se em relacionamentos passageiros, incertos, inseguros e egocêntricos. Essas aulas deliberadamente separam as crianças dos pais, deixando as crianças vulneráveis a adultos que querem tirar proveito delas. O sexo sem casamento prejudica a capacidade de uma pessoa de formar laços com outra em casamento.

Com as reivindicações das Gloria Steinems do mundo, temos aceitado um padrão muito baixo. As mulheres estão pagando o preço da desvalorização do casamento. Os parceiros sexuais são tão trocáveis e a natureza exclusiva da feminilidade tão negada que nos dizem que os homens podem substituir as mulheres no casamento.

Que insulto para as mulheres!

Entretanto, há esperança. Gloria Steinem — a mulher que não precisava de um homem — recuperou os sentidos.

Em 2000, com a idade de 66 anos, para a surpresa de todos, Gloria Steinem se casou.

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No relato do Gênesis do começo da humanidade, o Criador anuncia: “Não é bom que o homem esteja só”. Mesmo depois de todos esses anos, as mulheres ainda precisam dos homens e o casamento é definitivamente bom para as mulheres.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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SUBMISSÃO FEMININA É MACHISMO?

 

Josué Gonçalves responde sobre submissão à luz da Bíblia

imagePor: Vinicius Cintra -Redação Creio

      Para 75,51% dos internautas do CREIO a esposa deve ser submissa ao marido. Mas sempre há aquela questão: Até que ponto a submissão é machismo? Para responder sobre este assunto à luz da Biblia convidamos o pastor Josué Gongalves, do Ministério Família Debaixo da Graça. Nesta quinta-feira, dia 13, o apóstolo Estevam Hernandes da Igreja Renascer em Cristo opina sobre a questão.

Josué Gonçalves crê que a submissão da mulher não deve ser imposta, mas sim devocional e espontânea. “Quando a mulher se submete, mas no coração há um sentimento de rebeldia, de não aceitação, o resultado final é o adoecimento da alma”, defende.

Mas o especialista em familia faz ponderações sobre a verdadeira submissão que não pode ser confundida com machismo. “A melhor definição para submissão, é, exercer missão de apoio. A mulher submissa é uma facilitadora da vida do marido, uma auxiliadora idônea como diz a Bíblia (Gn 2.18). O homem que não sabe tratar a esposa com respeito, é porque ainda não entendeu o que significa submissão”, responde. Confira outras respostas:

CREIO: A mulher deve respeitar o seu marido e vice-versa. Como impor limites para que esse respeito não se torne medo e tudo que se peça acabe tornando um mando, uma obrigação em fazer?

Pastor Josué Gonçalves – No casamento, o homem governa a mulher edifica. Quando homem e mulher reconhecem o seu papel, quem domina é o amor e onde o amor prevalece, há respeito e espirito de cooperação. O marido precisa entender qual é a diferença entre “autoridade”  e “ autoritarismo”. Autoridade é delegada por Deus e tem a ver com ordem, proteção e administração, autoritarismo é abuso de poder. O marido que se submete a Cristo como o cabeça, jamais ira tratar a esposa como empregada domestica de luxo.

CREIO: Até que ponto o senhor acredita que a mulher deve submeter-se ao seu marido? Dê exemplos de atividades diárias.

Pastor Josué Gonçalves: Antes de a mulher ser submissa ao marido, ela deve ser ao Senhor (E 5.22). Partindo deste princípio, a submissão da mulher dentro do casamento, não é incondicional. Se para obedecer ao marido a mulher tiver que desobedecer ao Senhor, neste caso, ela deve desobedecer ao marido e permanecer fiel ao Senhor. Exemplo, se o marido quer que ela pratique imoralidade sexual, ela deve desobedecer ao marido e ser fiel ao Senhor.

CREIO: A mulher crente moderna deve seguir a mesma linhagem e ter o mesmo pensamento da mulher mais velha, aquela submissa e dependente do marido em todos os sentidos, com base nos ensinamentos da igreja?

Pastor Josué Gonçalves: Quando Deus estabeleceu o princípio da autoridade e da submissão em Gn 2.18 e Ef 5.22 no relacionamento conjugal, foi para preservar a ordem na vivência do lar. Isso não quer dizer que a mulher é inferior ao homem. A cadeia de autoridade está presente na Trindade (1 Co 11.3), no entanto, os três são iguais. Quando o homem governa e a mulher edifica o lar, o casal cresce junto.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.