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Igreja Batista é invadida

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

Igreja batista descoberta no Uzbequistão. Cristãos vão a julgamento

Uma igreja batista não registrada foi descoberta pelas autoridades do Uzbequistão no domingo, dia 5 de fevereiro. Agora os cristãos aguardam o julgamento para saber qual será seu futuro da igreja em Chirchik.

Oficiais da polícia secreta do Uzbequistão e outros funcionários do governo invadiram o culto de domingo de uma igreja coreana não registrada. A igreja se localizava na cidade de Chirchik, na região de Tashkent, capital do país.

As autoridades invadiram o culto da igreja por volta das 9 horas da manhã. Eles confiscaram um amplificador de som, microfones, um teclado, projetores, hinários, fitas cassetes com áudio de pregações e DVDs.

Os policiais disseram que os itens confiscados seriam enviados para a Comissão de Assuntos Religiosos no país para uma “análise de especialistas” e, em seguida, iriam interrogar o pastor Vyascheslav Kim para saber porque ele estava armazenando e importando materiais religiosos para o país.

As autoridades disseram que já haviam avisado de que a igreja necessitava se registrar junto ao Estado para funcionar normalmente. As autoridades disseram que os membros da igreja deviam frequentar uma igreja registrada ao invés de viver na ilegalidade.

“Nós tratamos todos como iguais aqui no país”, Nurmina Askarova, presidente da Comissão Local de Mahalla. “Fechamos uma mesquita em Mahalla que não estava registrada e dissemos aos muçulmanos que iam lá para irem até uma mesquita que fosse registrada no governo.”

Ore pela Igreja que foi fechada. Ore para que o quanto antes a situação quanto ao registro da igreja possa se resolver e assim as atividades da igreja não sejam interrompidas. Ore também pelo pastor Vyaschelav Kim, para que Deus lhe dê sabedoria do alto para resolver essa situação.

Data: 17/2/2012 08:46:41
Fonte: Portas Abertas

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Psicóloga cristã é intimada por Conselho a retirar mensagem de site

MARISA LOBO

 

A psicóloga cristã Marisa Lobo foi intimada pelo Conselho Federal de Psicologia tendo apenas 15 dias para tirar de suas redes sociais todas as informações sobre sua fé. Isso porque diversos ativistas do movimento gay e também ateus fizeram denúncias contra a profissional que agora corre o risco de perder seu registro.

No dia 9 de fevereiro Marisa Lobo foi chamada ao Conselho Regional de Psicologia de Curitiba onde foi informada sobre as diversas denúncias que fizeram contra ela. Os denunciantes são ativistas gays, usuários de maconha e ateus que se sentiram incomodados com as declarações da psicóloga nas redes sociais.

As fiscais do CRP leram para Marisa o código de ética dizendo que ao expressar suas crenças religiosas ela estaria violando os termos do conselho principalmente quando induz posições contrárias ao homossexualismo.

Ao sair da reunião a psicóloga relatou o que aconteceu e iniciou uma campanha em seu Twitter contra a perseguição religiosa.

No documento que Marisa precisou assinar está escrito que ela tem 15 dias corridos para adequar o material do site marisalobo.blogspot.com e do Twitter @marisa_lobo. E 30 dias corridos para adequar o site www.psicologiacrista.com.br conforme as orientações do CFP.

“Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé”, escreveu Marisa relatando como foi essa reunião no conselho.

A profissional deixou claro que não usa a religião para tratar seus pacientes e que tem o direito de se expressar sobre suas convicções.

“Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: ‘Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência’”.

Data: 13/2/2012 08:42:21
Fonte: Nação Pró Família

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Exército invade igreja e ataca fiéis em Mianmar, diz agência

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

 

O Christian Solidarity Worldwide (CSW) recebeu um relatório vindo de fontes de dentro do Estado de Kachin, em Mianmar, alegando que soldados do Exército do país dispararam contra fiéis de uma igreja em Wai Township Mav no fim de semana. Soldados da Divisão 88 do exército de Mianmar da Infantaria Ligeira atacaram a igreja Assembleia de Deus, em Muk Chyik, no dia 6 de novembro, ferindo várias pessoas. A congregação foi expulsa da igreja e os soldados supostamente roubaram o cofre de doações da igreja.

A casa de um membro da igreja, o Sr. Jumphpawk Havng Lum, foi incendiada. Pelo menos cinquenta membros da igreja foram presos e levados para trabalhar como carregadores forçados do exército de Mianmar.

O pastor da igreja, reverendo Yajawng Hkawng, foi severamente torturado e está no hospital. Um dos diáconos da igreja, Hpalawng Hkawng Lum, que é líder dos jovens e da equipe de louvor, foi ferido na perna.

Benedict Rogers, da CSW, disse: “Os militares de Mianmar desencadearam uma onda de terror contra civis num momento em que o regime está falando sobre reforma.”

Esses ataques no Estado de Kachin – que envolvem estupros, trabalho forçado, assassinato de civis e perseguição religiosa – são violações graves contra os direitos internacionais e devem ser interrompidos.

Atacar igrejas onde civis se reúnem para orar em paz é uma grave violação da liberdade religiosa. A comunidade internacional deve tomar medidas imediatas para prestar assistência humanitária aos cristãos em Kachin, para que haja um fim dessa cultura de impunidade que está presente em Mianmar há muito tempo.

Data: 18/11/2011 08:41:10
Fonte: Portas Abertas