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Imagens contam 30 anos de história do programa de ônibus espacial da Nasa

07/07/2011 – 09h42

Fonte: folha.com

DA BBC BRASIL

O lançamento do ônibus espacial Atlantis, previsto para esta sexta-feira (8), marcará o fim do programa de 30 anos de ônibus espaciais da Nasa (a agência espacial americana).

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ter orgulho do programa de ônibus espaciais, mas afirmou que é hora de a Nasa olhar para a frente, a fim de se concentrar na exploração de Marte e possivelmente enviar uma missão tripulada ao Planeta Vermelho.

O programa espacial passou a ser considerado pelas autoridades americanas como dispendioso e pouco prático, tendo custado um total de US$ 196 bilhões ao longo de três décadas.

Nasa

Primeiro ônibus foi o protótipo Enterprise, aqui visto sendo lançado a partir de um Boeing 747; veja galeria

Primeiro ônibus foi o protótipo Enterprise, aqui visto sendo lançado a partir de um Boeing 747; veja galeria

Foto - O ultimo onibus espacial

A partir de agora, os astronautas americanos dependerão da ”carona” dos antigos rivais russos, que os transportarão para a Estação Espacial Internacional a bordo de foguetes Soyuz.

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Quando o Atlantis retornar de sua jornada final, o ônibus espacial se tornará uma peça de museu no Centro Espacial Kennedy, no Estado americano da Flórida, e os ônibus espacias anteriores (Enterprise, Discovery e Endeavour) serão enviados para outros museus nos Estados Unidos.

O primeiro ônibus espacial, o Columbia, foi lançado em 12 de abril de 1981. Entre os mais destacados feitos da missão de ônibus espaciais estão ter colocado o telescópio Hubble em órbita, em 1990, e o envio em 1998 do mais idoso astronauta, John Glenn, que participou da missão com 77 anos (ele já havia sido o primeiro americano em órbita)

Explore dez pontos em Machu Picchu, símbolo do Império Inca

 

Folha. com

DE SÃO PAULO

Machu Picchu, cidade pré-colombiana dos incas no Peru, completa cem anos de descoberta pelo mundo moderno neste mês.

Veja galeria de fotos sobre Machu Picchu
Entenda descoberta moderna de Machu Picchu, feita há cem anos

Além disso, a Universidade Yale começou a devolveu neste ano peças levadas pelo explorador Hiram Bingham, que a encontrou naquela época.

Dois motivos marcantes para você conhecer agora o destino, um dos mais famosos do mundo, principalmente para quem gosta de aventura em estilo Indiana Jones.

Explore a cidade pelo infográfico abaixo e conheça dez de seus pontos de interesse.

http://www1.folha.uol.com.br/turismo/940308-explore-dez-pontos-em-machu-picchu-simbolo-do-imperio-inca.shtml

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Procurador-geral pede a condenação de 36 réus do mensalão

 

Folha.com

DE SÃO PAULO

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou nesta quinta-feira (7) ao STF (Supremo Tribunal Federal) o pedido de condenação de 36 pessoas por envolvimento no esquema do mensalão com penas máximas que, se somadas, chegam a mais de 4.700 anos de prisão, revela reportagem de Felipe Seligman, Breno Costa e Matheus Leitão publicada na Folha desta sexta-feira (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O documento de 390 páginas, ao qual a Folha teve acesso, é a última peça a ser enviada por Gurgel antes do julgamento final sobre o caso, denunciado em 2006 por seu antecessor, Antonio Fernando Souza.

Folha Imagem

No sentido horário: José Genoino, José Dirceu, Roberto Jefferson e Marcos Valério, que são réus no processo do mensalão

No sentido horário: José Genoino, José Dirceu, Roberto Jefferson e Marcos Valério, que são réus no processo do mensalão

Se o caso for julgado procedente pelos ministros do Supremo e nenhum dos crimes prescreverem, o publicitário Marcos Valério de Souza, por exemplo, poderá ser condenado a até 527 anos de prisão. Já o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, pegariam, no máximo, 111 anos.

O suposto esquema foi revelado em 2005 pelo ex-deputado Roberto Jefferson, em entrevista à Folha, quando contou pela primeira vez sobre um suposto esquema de pagamentos mensais a deputados. O caso foi denunciado pela Procuradoria Geral da República em 2006 e acolhido pelo STF no ano seguinte.

O julgamento dos 38 réus do processo ainda não tem prazo para acontecer, mas o relator do caso no Supremo, ministro Joaquim Barbosa, já abriu prazo para as alegações finais das partes, pedindo esclarecimentos sobre fatos novos que surgiram já com a ação penal em andamento.