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De la carne al espíritu: un prostíbulo se convierte en iglesia

Neiva (Colombia)

 

De la carne al espíritu: un prostíbulo se convierte en iglesia

Ampliará un templo existente, que llevaba varios años conviviendo con el burdel pared con pared.

07 DE SEPTIEMBRE DE 2011, COLOMBIA

Lo que era un conocido prostíbulo en Neiva se convertirá en un templo evangélico ; ya que el local conocido como "Azafatas" ha sido comprado por la Iglesia Cristiana Filadelfia.
"Azafatas" ha cerrado sus puertas tras diez años de existencia frente al aeropuerto Benito Salas de la ciudad de Neiva. El negocio cerró las puertas porque el Plan de Ordenamiento Territorial (POT), le impedía funcionar frente al aeropuerto, como sucede con otros prostíbulos que tuvieron que cambiar de lugar. Ante esto, sus dueños optaron por cerrar y abrir otro en dos meses en la zona industrial, en el sur de Neiva.
DE BURDEL A TEMPLO

La tradicional cola de avión que identificaba la fachada del edificio fue demolida este pasado 6 de septiembre y el hecho fue todo un acontecimiento local.
El edificio de dos pisos ha sido vendido a la Iglesia Cristiana Filadelfia tras una compleja negociación con el dueño del establecimiento, quien se resistía a marcharse, incluso después de que la Iglesia evangélica le hubiese ingresado el dinero acordado de la venta.
Ahora el antiguo local se convertirá en menos de tres meses en un templo evangélico ; en un lugar de adoración a Dios, anuncia el pastor de la iglesia Guillermo Martínez.
El ingeniero Carlos Díaz, miembro de la Iglesia Filadelfia, resume que tras realizar el desmantelamiento y reorganización del sitio “vamos a hacer un proyecto de lo que vamos a realizar. El propósito que tenemos es ampliar la iglesia cristiana” anexa.
El pastor Martínez explica que la segunda planta se destinará a los niños de la iglesia y menores con problemas sociales que reciben ayuda.
VECINOS ESPECIALES
En realidad la Iglesia Cristiana Filadelfia y el establecimiento de chicas prostituidas llevan tiempo conviviendo casi pared con pared. Azafatas llegó primero, pero los creyentes abrieron su templo al lado, que ahora amplían con la adquisición de "Azafatas".
“Muchas veces nosotras invitábamos a las mujeres (…), ellas sentían como culpa, pasaban con la cabeza agachada. Nos decían que estaban haciendo mal, pero que sabían que estaban cerca de retirarse”, dice un grupo de mujeres de la iglesia.

Fuentes: La Nación

© Protestante Digital 2011

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Marcha anticorrupção leva milhares às ruas em Brasília

 

Convocados pela internet, manifestantes participam em Brasília de ato contra a corrupção   Leia Mais

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CAROLINA SARRES
DE BRASÍLIA

Atualizado às 15h08.

A Marcha contra a Corrupção, movimento que ocorre paralelamente ao desfile de 7 de Setembro, reuniu milhares de pessoas em Brasília, segundo a Polícia Militar.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal calcula em cerca de 60 mil o público na Esplanada dos Ministérios durante a manhã desta quarta-feira. Destes, entre 45 mil e 50 mil assistiram ao desfile militar. O público da marcha foi estimado pela secretaria em 12 mil –sendo que parte dele assistiu ao desfile e se integrou ao protesto depois.

Veja fotos dos protestos anticorrupção pelo país
Atos anticorrupção no país testam força das redes sociais

Uma estimativa de público diferente foi feita pelo comando da Polícia Militar no local, que chegou a falar em 100 mil pessoas na marcha e no desfile militar. Essa estimativa foi considerada superestimada pela secretaria.

Apitos, máscaras, nariz de palhaço e caras pintadas de preto foram os símbolos escolhidos pelos manifestantes para protestar contra a corrupção no país. As faixas carregadas ao longo da marcha falam de corrupção em geral e do caso específico da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), livrada da cassação pelos colegas no fim do mês passado.

O protesto saiu do Museu da República e caminhou até o Congresso Nacional, ou seja, de um ponto a outro da Esplanada dos Ministérios. Jovens representam a maior parte dos manifestantes, mas também há crianças e idosos.

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, comparou o movimento às Diretas-Já e aos protestos pelo impeachment do então presidente Fernando Collor.

"Essa é uma forma de dizer que país queremos, com moralidade e justiça. É um grito que precisa ser ouvido (…) A classe média saiu de casa e veio para a rua. Foi assim com as Diretas-Já e com o impeachment. É assim que começa", disse durante a marcha.

Junto da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), a OAB lançou um manifesto em que apoia o movimento popular e destaca a necessidade de aprimoramentos nos Três Poderes. Entre eles, a aplicação da Lei da Ficha Limpa e a transparência nos gastos do Executivo federal.

BATE-BOCA

Durante a manhã desta quarta-feira, houve bate-boca acalorado entre integrantes do PSOL e os organizadores da marcha.

Dirigentes do partido levaram camisetas e bandeiras da legenda ao protesto. Os organizadores da marcha, que haviam pedido para os participantes não fazerem menções a partidos, pediram que as camisetas e as bandeiras fossem retiradas do local. Ao que os membros do PSOL reagiram mal, chamaram os manifestantes de "juventude do Sarney" e criticaram a ausência de faixas contra o PT. A confusão foi abafada.

editoria de arte/folhapress

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Eu me rendo – negar a mim eu vou