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CONTRA A INTOLERÂNCIA OU CONTRA A VERDADE ?

 

Usar o direito como uma arma política…. não solucionará os problemas sociais.

 

É lamentável o Sr. Jorge da silva, pois cremos que seja um homem temente a D’us-YHWH, livre e de bons costumes, Doutor em ciências socias, coronel reformado, e professor, se prestar com seus conhecimentos acadêmicos e profissionais, com lastro conhecimento e experiência como ser humano afirmar e validar o conceito " RACIAL", mesmo que ideológico.
Lemos a Cartilha " Guia de Luta Contra a Intolerância e Racismo", que concordamos e discordamos ao mesmo tempo de algumas leis e afirmações, pois temos o livre arbítrio de seguirmos nosso destino, pois isto é Biblico. A questão da divisão social abordada nos textos com vários adjetivos e substântivos que o Sr. Jorge da silva usou para esteriotipar grupos convergentes e divergentes socialmente, só serviu para mostrar a divisão social entre os extratos sociais, conseguência essa do sistema Capitalista e financeiro mundial.
A base da Pirâmide social sempre foi e sempre será mantida dividida principalmente por falta de eduacação superior e por falta de poder aquisitivo, porém, a intolerância e o preconceito que geram doenças psiquiatricas e psico-sociais servem e contribuem para manter o povo dividido em seus mitos, crenças e concepções filosoficas e ciêntificas, que se dividem entre todas as classes.
A PERGUNTA APOLOGÉTICA É: " A QUEM INTERESSA A DIVISÃO DE CLASSES, A DIVISÃO BIOLOGICA E RELIGIOSA E AS LEIS QUE SÃO SANCIONADAS PARA A PERPETUAÇÃO DESSES CONCEITOS ?????
A premissia maior desta questão seria a busca pela verdade religiosa, ciêntifica e filosofica para chegar a um denominador comum, e não a uma conciliação e tolerância a SOFISMA E MENTIRAS SOCIAIS E HISTÓRICAS preservadas e mantidas pela força e pelo poder político e econômico das SUPER CLASSES, OU SEJA, AS ELITES ORGÂNICAS que sempre mentiram para dividir e dividiram para dominar, fazendo dos grupos uma TESE VS. ANTÍTESE para impor sua SÍNTESE de dominação.


O objetivo deve ser o auto-conhecimento, o que somos e não o que devemos vir a sermos ou aparentamos ser. Vivemos uma crise existêncial e de inversão ou melhor, destruição dos valores morais e éticos. Pois tudo isso é uma luta e negãção contra nossa própria imagem refletida no espelho social.
Somos todos iguais perante D’US-YHWH, e perante a LEI e PSICO-BIOLOGICAMENTE a tudo e a todos. A primeira observação que sugerimos é acatar e preservar o direito de liberdade de expressão e de discordar do que é diferente e aceitar também a critica, pois a reciproca é verdadeira e também o direito a privacidade de ser o que somos.
Sabemos que o ESTADO BRASILEIRO É LAICO, MAS O POVO NÃO É LAICISTA, e constitucionalmente a CARTA MAGNA, já nos garante todos os direitos humanos que necessitamos. É um exagero e um despropósito pensar que é preciso de movimentos de ação afirmativa de cota CONTRA O RACISMO, INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, IMPORTADA DO EXTERIOR E DA DOUTRINA DE VITIMIZAÇÃO DOS JUDEUS E DE SUA LIGA DE ANTI-DIFAMAÇÃO que servem de ponte e transferência e de modelos para esses movimentos para desistabilizar a PAZ SOCIAL BRASILEIRA. Por que esses movimentos impedem o direito de critica e questionamento religioso, de crença, de filosofias antagônicas divergentes, ortodoxas, heterodoxas que pensam e falam diferente e querem engessar e amordassar a justiça o direito e a imprensa BRASILEIRA e o POVO de ter a liberdade de expressão e de consciência garantida acima de tudo.
Querem acabar com o individualismo e impor pela relativização das leis e dos conceitos e das ideias. Querem criar um ser-humano sem identidade e privacidade, como acontecia no COMUNISMO. Estão fazendo isto por meio da GLOBALIZAÇÃO que reenvindica o fim de todas as barreiras sociais, políticas e econômicas, e por isso este assunto está sendo debatido para tirar o foco da questão soberania nacional e da identidade dos Estados Nacionais, formando assim um blocos Regionais onde as religiões e as ideologias não sejam um obstáculo para a união Mundial, pois estamos vivendo neste século xxi as ultimas etapas do PLANO DO GOVERNO MUNDIAL OCULTO E PRIVADO ONDE AS 12 FAMÍLIAS ILLUMINATIS estão patrocinando ocultamente nos bastidores o FORUM MUNDIAL SOCIAL E O FORUM ECONÔMICO MUNDIAL, a fôrmula ROTHSCHILD de manipular financiando os DOIS LADOS DA MOEDA SOCIAL, a ESQUERDA e a DIREITA, o BEM e o MAL, o CONSCIÊNTE e o INCOSCIÊNTE…………., para que DEMOCRATICAMENTE o que nós estamos fazendo, ou seja, o POVO que é a PEDRA A BRUTA, COMO DISSE: " ALBERT PIKE" tem que ser lapidado para por fim a esta celeuma. Criando por meio do PLURALISMO e do ECUMENISMO(os instrumentos e materiais), uma GRANDE CATEDRAL que é o GOVERNO MUNDIAL OCULTO E PRIVADO, e uma só RELIGIÃO.
Próximo vocês irão vêr o REI-FILOSOFO, se ascentar no trono de DAVI (o Rei de Israel Messianico), que trará a PAZ E A SEGURANÇA MUNDIAL ENTRE POVOS E NAÇÕES, A QUAL VOCÊS ESTÃO BUSCANDO……. por isso a verdade não interessa a esses movimentos pois estão cegos e nas trevas. O objetivo é investigar e descobrir e aceitar a VERDADE relativa, absoluta e pessoal.
Carlos Martins
Leonardo Santos
Teólogos e Pesquisadores
http://WWW.SIMCEROS.ORG
http://WWW.SIMCEROS.NING.COM

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Prefeitura quer liberar Pacaembu para aniversário da Assembleia de Deus

 

 

DE SÃO PAULO

A Prefeitura de São Paulo estuda brechas em uma sentença da Justiça para permitir que as Assembleias de Deus usem o estádio do Pacaembu para comemorem seu centenário, em novembro.

A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada na edição desta quinta-feira daFolha. A coluna completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O uso do estádio para atividades não esportivas foi proibido pela Justiça em 2009. Estudos da equipe de Gilberto Kassab indicam que é possível autorizar eventos no local, desde que garantida a "comodidade acústica" aos moradores da região.

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Igreja Católica estimula fiéis a protestar contra corrupção

 

BERNARDO MELLO FRANCO
DE SÃO PAULO
MATHEUS MAGENTA
ENVIADO ESPECIAL A APARECIDA (SP)

No feriado de Nossa Senhora Aparecida, líderes da Igreja Católica discursaram contra a corrupção e usaram a data religiosa para incentivar os fiéis a participar das manifestações realizadas ontem em diversas cidades do país.

O tema marcou as falas dos cardeais dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, e dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB (Conferência da Nacional dos Bispos do Brasil).

Eles criticaram os políticos e disseram que a sociedade deve se mobilizar e fiscalizar o uso do dinheiro público.

Na igreja de São Luiz Gonzaga, em Pirituba (zona norte de SP), dom Odilo elogiou os protestos e disse que a corrupção "está em toda parte, afligindo o povo brasileiro".

"Quando não somos mais capazes de reagir e nos indignar diante da corrupção, é porque nosso senso ético também ficou corrompidoº, afirmou, em sermão. ªQuando o povo começa a se manifestar, a coisa melhora. É isso que precisa acontecer."

Depois de chamar o rio Tietê de "rio da morte" e "esgoto a céu aberto", o cardeal comparou a situação de suas águas aos desvios na política. "A corrupção é como a água suja do Tietê. Não gera vida, não é coisa boa", disse.

Em seguida, ele pediu à santa que "interceda por todos os responsáveis pelo governo". "Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil. Queremos que o Brasil melhore, que seja um país mais digno e decente."

Na Basílica de Aparecida, o presidente da CNBB disse, em entrevista após a missa solene, que a entidade defende os atos contra a corrupção.

"Nós sabemos de manifestações organizadas por redes sociais e defendemos que a população deve acompanhar os nossos homens públicos, sejam do Executivo ou do Legislativo", afirmou dom Raymundo Damasceno.

"Quando há denúncias de corrupção, que sejam investigadas, [que se investigue] se há responsáveis ou não."

O arcebispo criticou os debates sobre a reforma política na Câmara e no Senado. "Parece que está se discutindo no Congresso mais uma reforma eleitoral do que uma reforma política propriamente dita", disse.

ESCÂNDALOS

Os dois cardeais evitaram referências diretas a escândalos recentes, como a acusação de venda de emendas na Assembleia Legislativa paulista, que ronda a base do governo Geraldo Alckmin, e as suspeitas de corrupção que derrubaram quatro ministros do governo Dilma Rousseff.

A polêmica sobre a descriminalização do aborto, que dominou o dia de Nossa Senhora Aparecida em 2010, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, desta vez foi deixada de lado.

No ano passado, fiéis que foram a Aparecida receberam panfleto assinado por um braço da CNBB recomendando não votar no PT. O então candidato José Serra (PSDB) citou o tema após a missa.

Ontem, Serra e Alckmin foram ao santuário, mas o ex-governador não deu entrevista. A presidente Dilma permaneceu em Brasília, sem compromissos oficiais.