Categorias
Artigos

Rede de TV católica remove apresentador de programa gayzista depois de campanha de protestos

 

Matthew Cullinan Hoffman

22 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maior rede de televisão católica do Brasil decidiu acabar com um novo programa polêmico dirigido por um famoso político socialista e gayzista.

A TV Canção Nova cancelou o programa depois de uma campanha de protesto pela internet realizada por telespectadores indignados, liderada pela conta de Twitter #CançãoNovaSemPT.

O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” postou charge retratando Edinho Silva sendo “defenestrado”.

O programa “Justiça e Paz”, que era transmitido semanalmente desde 3 de novembro, tinha como destaque Edinho Silva, que se anunciava como “sociólogo”, mas que é também líder do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo.

Comentaristas católicos rapidamente apontaram para o fato de que Edinho abertamente promove a agenda política gayzista, e dirige um partido que está buscando legalizar o assassinato de bebês em gestação em todo o Brasil, no nome da “saúde pública”.

Durante as eleições nacionais do ano passado, a máquina política do Edinho liderou o ataque contra os bispos católicos que buscaram alertar acerca das políticas pró-aborto do Partido dos Trabalhadores, de acordo com Wagner Moura, um dos maiores blogueiros católicos do Brasil.

“O presidente do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo é o mesmo que, em 2010, promoveu diretamente a perseguição do documento da Divisão Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o qual pede que os católicos não votem em políticos pró-aborto como a presidenta Dilma Rousseff”, escreve Moura.

“Por meio dos advogados do Partido dos Trabalhadores, o presidente foi até o Tribunal Eleitoral para impedir o prosseguimento da impressão dos documentos”, acrescenta Moura. Depois que o documento foi confiscado pelas autoridades, o ato foi declarado ilegal por um tribunal brasileiro.

A descrição do programa que agora está cancelado, chamado “Justiça e Paz”, pode ainda ser encontrada no site da Canção Nova. O programa era apresentado também pelo bispo esquerdista Demétrio Valentini, e iria “discutir temas sociais a partir da doutrina social da Igreja, contida no Catecismo da Igreja Católica. Entrarão em pauta assuntos como democracia, saúde, educação, greves, sindicatos e liberdade religiosa”.

De acordo com o ativista católico brasileiro Antonio Donato, vários outros políticos foram também removidos da programação da TV Canção Nova, inclusive Gabriel Chalita, Eros Biondini, Paulo Barbosa, Myriam Rios e Lu Alckmin.

O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” respondeu à notícia com uma charge retratando Edinho Silva como “defenestrado” (jogado pela janela) da sede da Canção Nova por Jesus e um bispo católico.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/catholic-tv-network-removes-homosexualist-program-host-following-protest-ca

Categorias
Artigos

Governo do Brasil tenta fechar rede de TV católica em conflito existente por causa do aborto

 

Matthew Cullinan Hoffman

SÃO PAULO, Brasil, 23 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O governo federal do Brasil, atualmente controlado pelo Partido dos Trabalhadores pró-aborto, está tentando fechar a maior rede de TV católica do Brasil em evidente retaliação por remover apresentadores do PT (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/11/rede-de-tv-catolica-remove-apresentador.html) da programação.

TV Canção Nova

De acordo com ativistas pró-vida locais, a decisão de atacar a TV Canção Nova parece ser o episódio mais recente de um conflito em andamento entre o governo e a Igreja Católica do Brasil pelo fato de que a Igreja Católica rejeita as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do Partido dos Trabalhadores.

De acordo com os meios de comunicação locais, o Ministério Público Federal entrou com ação civil para revogar as licenças da TV Canção Nova e também da estação católica conhecida como TV Aparecida, pois sua documentação não seguiu os procedimentos adequados quando suas licenças foram concedidas em 1997 e 2001. O MPF nega que sua decisão tenha a ver com o conteúdo da programação das TVs.

Contudo, o ataque contra as estações ocorreu apenas dois dias depois que a TV Canção Nova anunciou que estaria removendo um proeminente político do Partido dos Trabalhadores de sua programação depois de um protesto por parte de católicos por causa do apoio do PT ao aborto legalizado bem como às uniões civis homossexuais e a leis contra a “homofobia”.

Ativistas pró-vida do Brasil acreditam que a estação foi pressionada a aceitar os líderes do Partido dos Trabalhadores depois das calorosas disputas das eleições presidenciais de 2010. Dilma Rousseff, a candidata do Partido dos Trabalhadores, quase perdeu essas eleições devido às posturas polêmicas do PT, as quais foram publicamente denunciadas por bispos e padres católicos.

Um padre da TV Canção Nova denunciou o Partido dos Trabalhadores durante as eleições como pró-aborto, gayzista e marxista e disse que nunca votaria neles, provocando a fúria do PT.

Durante as eleições o governo confiscou materiais que mostravam para o público o ensino da Igreja Católica sobre o direito à vida, e de acordo com as reportagens ameaçou líderes católicos com o cancelamento do tratado do Brasil com o Vaticano, o qual inclui verbas governamentais para as escolas. O confisco foi mais tarde julgado como ilegal por um tribunal do Brasil, embora as eleições já tivessem passado e Rousseff tivesse sido eleita.

Informações de contato:

EMBAIXADA DO BRASIL EM LISBOA

Estrada das Laranjeiras, 144
1649-021  Lisboa   Portugal

Tel: 351. 21 7248510 Fax: 351. 21 7267623

e-mail: [email protected]

Embassy of Brazil in the USA
3006 Massachusetts Avenue, NW
Washington, DC
20008-3634
Phone: (202) 238-2700    
Fax: (202) 238-2827
Email: [email protected]

Categorias
Estudos

Masonería, anarquistas y protestantismo español

Manuel de León

 
España: la segunda Reforma protestante (5)

Masonería, anarquistas y protestantismo español

Demetrio Castro analiza las conexiones entre anarquismo y protestantismo en la España contemporánea.

23 DE NOVIEMBRE DE 2011

Sobre el tema de masonería está claro que hubo bastantes pastores pertenecientes a ella y algunos de ellos siendo fundadores de logias masónicas. Sin embargo respecto al comunismo a anarquismo parecen menos abundantes los casos.
Según Brenan estos movimientos impregnaron mejor el suelo católico: “No es pues, sorprendente –dice Brenan- comprobar que la Iglesia española haya ido más lejos que cualquiera de las iglesias protestantes de su tiempo ofreciendo una plataforma que permitía la libre discusión de teorías sociales de un cierto carácter comunista”. Brenan pág.35.
En un artículo de Demetrio Castro “ Anarquismo y protestantismo [i]  analiza las conexiones entre anarquismo y protestantismo en la España contemporánea tomando como punto de partida los paralelismos establecidos por Gerald Brenan entre el furor anticlerical del campesinado anarquista andaluz y los agitadores protestantes de los siglos XVI y XVII.
Reconoce que la simpatía o el interés por el protestantismo fue una etapa en la evolución personal que llevó al anarquismo a algunos de los primeros partidarios de la A.I.T. en España.
Relata este autor el caso de Nicolás Alonso Marselau y su pasmosa evolución. “Brillante seminarista en Granada y protegido del arzobispo, entró en contacto con Matamoros y huyó a Inglaterra vía Gibraltar (quizá trabajara entonces como barbero, según pretendía Menéndez Pelayo), pero fue incluido en la causa y condenado en rebeldía a cuatro años. En Londres estaba a finales de 1860 y desde allí se carteó con Matamoros y su compañero Alhama. Octubre de 1863 abjuró en Liverpool y poco después solemnemente en Granada, pero breve fue su vuelta al seno de la iglesia romana, pues a finales de 1868 estaba en Sevilla donde editaba un periódico protestante, El Eco del Evangelio  y participaba activamente en los trabajos del partido republicano formando parte de su sector federal maximalista. Fundó después La Razón , periódico en el que lo antirreligioso ocupaba más espacio que la propaganda social, pero que convirtió en portavoz de la Internacional. De su ascendiente dentro de la rama andaluza de la organización da cuenta su condición de delegado a la conferencia de Valencia en septiembre de 1871 y un año más tarde a los congresos de La Haya y Saint Imier; fue también miembro de la Alianza de la Democracia Socialista. Sus obsesiones anticlericales dejaron huella no sólo en las páginas de La Razón, sino también en algunos de sus folletos, como El Evangelio del Obrero . Hacia 1874, tras desdecirse de su internacionalismo fue un tiempo novicio trapense; abjuró ante la corte de D. Carlos en Tolosa y en 1882 Menéndez Pelayo le hacía en un convento bórdeles.
Marselau fue uno de los más sobresalientes dirigentes internacionalistas sevillanos —"a él se debió principalmente el éxito que alcanzó la Internacional en aquella comarca" reconocía Anselmo Lorenzo [ii] , no obstante tenerle por "desperdicio humano"—, pero lo que aquí interesa evocar es la concurrencia en él, entre 1860 y 1870-71, de protestantismo, republicanismo federal e internacionalismo aliancista. Y aunque extremo, el caso no es único. El mismo Lorenzo mantuvo algunos devaneos evangélicos inmediatamente antes de incorporarse al internacionalismo. El capítulo 8 de su obra “El proletariado militante”  lo dedica a las “misiones protestantes” y sus recuerdos de los cultos protestantes que dirigían Armstrong y Campbell [iii] , asistiendo con los hermanos Castro, Pedro y el mayor Eduardo. Estos permanecerían en el Evangelio.
Para Brenan, uno de los aspectos más llamativos del anarquismo español, y de los más significativos para entender su esencia, sería su " carácter altamente idealista y moralreligioso"; los anarquistas tratarían de establecer, de una vez y por la fuerza, una utopía cuyo ascetismo la asemejaría a la judeo-cristiana, y desde ese punto de vista moral-religioso se podría interpretar el anarquismo como la herejía protestante española que la Inquisición habría hecho imposible en su día. Esa vena idealista de vez en cuando ha aparecido entre protestantes españoles pero no han encajado en el círculo de las iglesias establecidas que nunca se atrevieron a dar un salto social y moral, permaneciendo en el irenismo espiritualizante.
Esta propaganda contra el anarquismo protestante  llegaría con la misma fuerza hasta los años sesenta del siglo XX . Cita Juan Antonio Monroy [iv]  una Hoja parroquial de 3 de marzo de 1957 distribuida en Barcelona: “Las doctrinas protestantes son fácil vehículo del comunismo y eficaz germen de la división de los pueblos”. Y en otro libro se decía: “Por lo demás es sabido que en España han contado y cuentan aún como simpatizantes con todo el elemento rojo judío masónico”.


[i] Anarquismo y Protestantismo. Reflexiones sobre un viejo argumento. Demetrio Castro Alfín Departamento de Sociología y Trabajo Social, Facultad de Ciencias Humanas y Sociales, Universidad Pública de Navarra.BIBLID [(1998) 16; 197-220Stud. hist., H.a cont., 16, pp. 197-220

[ii] El Proletariado Militante (Memorias de un internacionalista ) de Anselmo de Lorenzo

[iii] Así los describe Anselmo Lorenzo: Llamábanse Amstrong el uno y Campbell el otro; el primero era alto, como de cuarenta años, moreno, con ojos azules de expresión amable que a veces producían una mirada penetrante y escrutadora, ostentaba una hermosa barba negra, y el conjunto de su persona, según decían mis compañeros, tenía los rasgos que se necesitan para caracterizar un cristo; el otro era también alto, rubio, de ojos pequeños y vivos y maneras un tanto afeminadas; su barba rala y su vocecita de mujer le hacían poco simpático y hasta causaba un efecto algo ridículo.

[iv] Defensa de los protestantes españoles . Juan Antonio Monroy. Tanger 1958

Autores: Manuel de León

©Protestante Digital 2011