Categorias
Artigos

Pastora Prega em Boate com Show de Travestis

 

Por Andrea Madambashi|Repórter do The Christian Post

Culto evangélico inusitado é realizado na famosa avenida Corrientes, em Buenos Aires, Argentina, em uma casa com letreiros em neon e fotos de mulheres semi-nuas em propagandas de musicais em cartaz.

O culto “Pregando entre Plumas e Strass” que mais parece um show de talentos evangélicos é conduzido por Mabel Gebel. A programação começa com adoração feita por suas filhas seguido de uma apresentação humorística com o porteiro da casa.

Depois da adoração, a introdução surpreende quando travestis aparecem para fazer um show caribenho acompanhada de dois dançarinos de short curto e sem camisa. Eventualmente, os travestis terminam seminus.

Gebel, a pregadora, veste um vestido preto e possui uma capa cintilante enquanto abre o culto às 22h. “Deus ama a todos sem distinção”, ela diz com crítica a muitos evangélicos que, segundo ela, têm preconceito contra os homossexuais.

A noite termina com um atendente do culto, fantasiado de Evita Perón, com uma peruca longa e vestido longo, cantando “Don’t cry for me, Argentina”.

Um teólogo brasileiro Augustus Nicodemus Lopes comenta sobre o assunto ao The Christian Post, e afirma que esse método de aproximação às pessoas pode comprometer a integridade da mensagem da Bíblia se não for conduzido com sabedoria.

Nicodemus justifica que, em primeiro lugar, a igreja não deve ter uma “clientela exclusiva” ou seja, com foco para apenas um determinado grupo da sociedade, seja ele de homossexuais ou de qualquer outra minoria.

“Isso vai contra o ensino do Novo Testamento. A Igreja no período do Antigo Testamento era voltada para um determinado grupo. Com a vinda de Cristo, ela agora se volta a todos, homens e mulheres, velhos e moços, cultos e ignorantes, pobres e ricos”.

Segundo o teólogo, em Cristo todas as distinções já terminaram e a igreja deve ser o lugar em que indistintamente todas as pessoas são “recebidas, ouvem o Evangelho e são chamadas ao arrependimento”.

Em segundo lugar, ele alerta que no processo de contextualização da mensagem cristã na culturamoderna, a igreja deve cuidar para não diminuir os requerimentos do Evangelho e não apagar a linha que separa a igreja do mundo.

“Jesus disse que a gente tem que ser sal da terra e a luz do mundo. Ele estava enfatizando o caráter radical da igreja e para que o sal funcione, ele tem que ser distinto da comida”, disse ele ao CP. E completou . “A igreja é mais eficaz quando ela é claramente distinta do mundo. Esse tipo de abordagem pode comprometer a integridade do Evangelho”.

Em terceiro lugar, Nicodemus afirma que a igreja deve passar “a mensagem do arrependimento”. “O arrependimento significa mudança de vida, de atitude”. Nicodemus, entretanto, não acredita, pelo que se lê nas notícias, que naquele lugar esteja sendo pregado a necessidade de arrependimento e de mudança de vida entre as pessoas.

Com relação à crítica de que os evangélicos possuem discriminação contra os homossexuais, ele diz que isso procede apenas em parte, pois se há quem ofenda e desrespeite os homossexuais como pessoas, por outro lado existem aqueles que expõem o homossexualismo como pecado sem usar linguagem desrespeitosa ou ofensiva.

“Não podemos discriminar o homossexual, por outro lado o homossexualismo vai contra o que a Bíblia ensina e isso tem que ser dito. Mas, podemos dizer isso de uma forma amorosa, respeitosa sem ofender as pessoas. E isso não é somente sobre o homossexualismo mas para tudo que é contra os padrões bíblicos”.

Para concluir, o teólogo brasileiro urge que os líderes evangélicos e pastores se lembrem que o homossexualismo é um pecado como qualquer outro e urge para o arrependimento.

“A Bíblia não diz que o homossexualismo é o maior dos pecados e anuncia que não é só o homossexual que precisa de redenção, arrependimento, de perdão, de mudança de vida. Incrédulos, moralistas, religiosos, todos eles precisam se arrepender e crer no Senhor Jesus Cristo para serem salvos”.

Humanos fabricavam ‘colchões’ há mais de 70 mil anos

 

Segundo cientistas, descoberta coincide com outros comportamentos introduzidos pelo homem moderno em sua vida cotidiana, como o uso da pedra

08 de dezembro de 2011 | 20h 19

Efe

Os humanos primitivos na África do Sul já fabricavam colchões a base de ervas e plantas medicinais há 77 mil anos, 50 mil anos antes do que se acreditava, sugere um estudo divulgado nesta quinta-feira, 8.
Os restos de uma cama vegetal foram descobertos nas escavações do refúgio de pedra de Sibudu, na província de KwaZulu-Natal, por uma equipe da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo.
Segundo os pesquisadores, são aproximadamente 50 mil anos mais antigos que outros exemplos conhecidos, e coincidem com outros comportamentos introduzidos pelo homem moderno em sua vida cotidiana, como o uso da pedra.
Os peritos destacam que modificar o espaço vital do habitat, incluindo o entorno do quarto de dormir, é um aspecto importante do comportamento e da cultura humana. Os achados somam uma informação "fascinante" sobre os primeiros humanos modernos no sul da África
Os cientistas confirmaram que o achado pode ter sido usado pelas pessoas para se proteger de mosquitos e outros insetos. Vários dos restos de plantas fossilizados encontardos foram identificados como pertencentes a plantas da família do louro, que costumam ser usados na medicina tradicional.
"A seleção dessas folhas para fabricação do colchão aponta que os primeriso habitantes de Sibudu tiveram um conhecimento das plantas que rodeavam seu refúgio e seu uso medicinal", dizem os autores.
Os investigadores acreditam que os moradores do refúgio coletavam sementes de plantas ao redor do rio Thongathi e usavam o leito de plantas não só para dormir, mas também para trabalhar sobre ele.
A sequência estudada, de três metros de espessura, compreende um perído entre 77 mil e 38 mil anos atrás, o que indica que os humanos estavam fabricando tais colchões constantemente.
Análises feitas com microscópio revelaram que cerca de 73 mil anos atrás eles começaram a queimar as camas periodicamente, "provavelmente como uma forma de eliminar pragas", aponta o estudo.
Para eles,isso é algo que poderiam fazer para preparar o lugar para novos ocupantes e representa um novo conceito no uso do fogo para manutenção e ocupação de um lugar.

Categorias
Artigos

Obama quer promover a homossexualidade no mundo inteiro

 

Kathleen Gilbert

WASHINGTON, D.C., EUA, 6 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na terça-feira, o presidente Obama prometeu fazer uma reforma na presença internacional dos Estados Unidos em favor da agenda gay, se comprometendo que as autoridades do governo americano serão treinadas especialmente para ajudar homossexuais, e combaterão a “intolerância” em países estrangeiros ajudando a normalizar a orientação e atividade sexual gay, entre outras mudanças.

“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama

Num memorando sobre as “Iniciativas Internacionais para Avançar os Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros”, Obama disse que a campanha para “acabar com a discriminação” contra homossexuais é “parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.

“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama. “Nosso compromisso profundo de avançar os direitos humanos de todas as pessoas é fortalecido quando nós como os Estados Unidos usamos nossas ferramentas para fazer valer vigorosamente o avanço dessa meta”.

A primeira ordem oficial convocou os funcionários das embaixadas para “fortalecerem as campanhas existentes para combater de forma eficaz as leis de governos estrangeiros que criminalizam a condição ou a conduta LGBT” e para expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT”.

Obama também disse que o Departamento de Estado, o Ministério da Justiça e o Ministério de Segurança Nacional “assegurarão um treinamento adequado” para funcionários do governo federal para fornecer acomodações especiais para indivíduos gays e lésbicos que buscam agilização na obtenção de uma nova residência.

Além disso, Obama comenta que o governo trabalhará para fortalecer a imagem de ativistas gays em organizações internacionais, por meio de iniciativas como fazendo pressões sobre representantes de governos de outros países e promovendo ativistas gays em vários fóruns. O documento requer que todos os órgãos do governo dos EUA no exterior preparem um relatório anual para registrar em detalhes o progresso na implementação das mudanças de direitos gays.

Esses órgãos incluem o Departamento de Estado, o Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça, da Agricultura, do Comércio, da Saúde e Segurança Nacional, a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (conhecida pela sigla USAID), a Millennium Challenge Corporation, o Banco de Exportação e Importação, o Representante Comercial dos Estados Unidos, e “quaisquer outros órgãos que o presidente designar”.

Um formulário da Casa Branca que acompanha o documento indica que o governo de Obama vem trabalhando para “proteger e promover os direitos dos indivíduos LBGT no mundo inteiro” desde que Obama ocupou a presidência.

Obama, cujo relacionamento com o movimento homossexual nos EUA tem muitas vezes estado em incerteza, fez o compromisso de apoiar a causa gay na Assembleia Geral da ONU em setembro. “Nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos à liberdade de expressão e liberdade de religião, mas também nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos por causa de quem elas amam, e essa é a razão por que temos de assumir a defesa de gays e lésbicas no mundo inteiro”, disse ele.