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Índia: doze morrem pisoteados em cerimônia religiosa

 

Aglomeração de fiéis durante celebração muçulmana causou a tragédia

Pelo menos 12 pessoas morreram pisoteadas neste sábado após uma confusão ocorrida durante uma celebração muçulmana no estado de Madhya Pradesh, no centro da Índia, informaram fontes oficiais. A tragédia se iniciou quando a multidão tentava entrar no local da cerimônia pela única porta disponível e a polícia local interviu, tentando dissolver a aglomeração.
O incidente aconteceu perto da localidade de Hussain Tekri, onde uma congregação religiosa convocara milhares de pessoas para comemorar o fim do Muharram, o primeiro mês do calendário islâmico. De acordo com a agência indiana Ians, o chefe do governo regional, Shivraj Singh Chouhan, anunciou uma compensação de 100 mil rúpias (2 mil dólares) para cada uma das famílias das vítimas.
(Com Agência EFE)

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Padres Católicos Pelean Contra Ataque de ‘Agenda Gay’ en Escuelas Públicas

 

PorBrittney R. Villalva | Colaboradora de Christian Post Traductor Joel Suarez

Un grupo de padres católicos han desarrollado un grupo de oración, en un esfuerzo para evitar lo que ellos llaman un ataque de la agenda homosexual en sus escuelas públicas, diciendo que la inocencia de sus hijos está en riesgo.

Padres en Ontario, preocupados por la Equidad Dalton McGuinty y la política de Educación de Inclusividad, se reunieron la semana pasada para empezar iniciativas para prevenir que los ideales homosexuales se impongan a los salones de clase. "Me he enterado de que muchos católicos quieren hacer esto. Así que a partir de mañana todos vamos a rezar", dijo Kim Galvao de Concerned Parents of Ontario, a los padres en la reunión.

Ontario se convirtió en mayo en la última provincia de Canadá que adopta la política de McGuinty, que dice que las escuelas deben promover la aceptación de todas las "dimensiones de la diversidad", incluyendo a los estudiantes homosexuales y transexuales. Dice: "Las dimensiones de la diversidad incluyen, pero no se limitan a, ancestro, cultura, etnia, género, identidad de género, lenguaje, capacidad física e intelectual, raza, religión, sexo, orientación sexual y estatus socio-económico".

La política es parte de la Ley de Aceptación de las Escuelas que ha afirmado que los estudiantes son responsables de hacer comunidades más inclusivas para todas las personas, para incluir a "lesbianas, gays, bisexuales, transgéneros, transexuales, doble espíritu, intersexual, queer y personas cuestionables."

"Ellos no pueden venir y decirnos lo que debemos enseñar a nuestros hijos y decirles a nuestros hijos que está bien tener dos mamás o dos papás, y que las relaciones homosexuales, y que el sexo [fuera del matrimonio] no es un pecado", Jacquie Guerrón, presidenta de Roman Catholic Parents Coalition dijo al Washington Post en mayo, después de que la política fue aprobada.

"Tenemos que luchar por la inocencia de nuestros niños. Una vez que se ha ido no hay forma de recuperarla", dijo.

 

Los padres resolvieron en la reunión para iniciar la "Save the Children Campaign Rosario." Para la campaña, los padres se reúnen cada sábado para rezar por las cuestiones en las que dicen "los políticos les han fallado." Las oraciones se llevarán a cabo como sesiones abiertas y se dará la bienvenida a todos los padres para que participen. También anima a los padres que no puedan asistir a orar en su casa.

Un enfoque similar en las escuelas públicas fue sugerido esta semana en los Estados Unidos, cuando Future of Sex Education dio a conocer las "normas nacionales de educación sexual." Las normas se han desglosado por los diferentes grados, de kindergarten a grado 12. Una norma propuesta es que los estudiantes de tercer grado deben ser capaces de "definir la orientación sexual como la atracción romántica de una persona a alguien del mismo sexo o un género diferente."

Muchos padres encuentran que las normas propuestas interfieren con sus derechos y denunciaron que las normas también impulsan una agenda homosexual en las escuelas públicas.

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Dissidente chinês cristão busca asilo nos EUA

 

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

O dissidente cristão e um dos mais famosos ativistas pelos direitos humanos da China, Yu Jie, encaminhou para os Estados Unidos, nesta sexta-feira, um pedido de asilo e afirmou que vai revelar informações sigilosas da repressão do governo chinês.

  • Yu Jie

    (Foto: Reprodução)

    Dissidente chinês Yu Jie pese asilo aos EUA

Suas denúncias podem ser graves para a política internacional. Em seu depoimento prometido à uma comissão do Congresso dos EUA na semana que vem, ele contará como foi repreendido, condenado à prisão domiciliar e torturado pelo governo de seu país.

Já adiantando o assunto, Yu afirmou que as autoridades se tornaram mais duras depois que outro dissidente, Liu Xiaobo, ganhou o Prêmio Nobel da Paz de 2010.

"Minhas circunstâncias mudaram dramaticamente e eu fui submetido à tortura extremamente cruel", declarou Yu a Reuters por telefone.

Um mês antes da entrega do prêmio, Yu Jie foi sequestrado e espancado nu até perder seus sentidos, “tive de ser levado a um hospital para ser salvo”, contou “passei seis meses com perda de memória, insônia e dores”.

As declarações são ainda mais esperadas por anteceder a visita do atual vice-presidente da China, Xi Jingping, à Washington. Ele é um dos principais nomes para assumir a próxima presidência chinesa e já anunciou uma visita aos EUA nos próximos meses.

 

Dissidente

Yu foi sentenciado a 11 anos de prisão domiciliar em 2009, por incitar à subversão. Ele e sua mulher foram proibidos de saírem de casa. Ainda não se sabe como ele fez para deixar o país nesta quarta-feira, acompanhado de sua esposa e um filho pequeno.

Segundo a agência de notícia francesa AFP, um membro da organização das nações unidas afirmou que o dissidente deixou Pequim sem incidentes.

Ele é um dos mais persistentes críticos dos controles impostos pelo Partido Comunista às religiões e mantém um posicionamento político contrário ao regime.

Um de seus maiores feitos foi a publicação do livro "Wen Jiabao: o melhor ator da China", em 2010. Na publicação ele faz graves denúncias e críticas sobre o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao.

O Estado americano ainda não divulgou qual será a sua resposta ao pedido de asilo.