Categorias
Artigos

Retirada ação que envolvia Papa em caso de pedofilia nos EUA

 

DA FRANCE-PRESSE

Uma ação contra o Papa e o Vaticano apresentada em 2010 por uma suposta vítima de um sacerdote foi retirada, anunciou o advogado da parte querelante nesta segunda-feira.

A ação foi apresentada em abril de 2010 em um tribunal federal de Wisconsin (norte) por uma suposta vítima do sacerdote Lawrence Murphy, acusado de ter abusado sexualmente de mais de 200 crianças em uma instituição para crianças surdas de Wisconsin nos anos 1950.

O advogado da parte querelante, Jeffrey Anderson, explicou que a retirada da ação de seu cliente ocorreu depois de uma decisão judicial na semana anterior segundo a qual os demandantes ainda poderiam solicitar recompensa por perdas e danos do arcebispado de Milwaukee (Wisconsin).

"Segundo nossa experiência, adquirida por outros casos similares, a rota da Justiça que passa por Roma é longa e árdua, e por isso pode durar decênios", declarou o advogado.

Ao se referir à decisão judicial da semana anterior, o advogado julgou que "o caminho da Justiça e da cura para os sobreviventes (seu cliente) se torna muito mais curto" graças a essa sentença.

No mês anterior à apresentação da ação em 2010, Anderson divulgou documentos que afirmavam que o papa Bento 16 estava a par, em 1996, quando era cardeal, dos abusos cometidos por Murphy, e que não fez nada.

O advogado do Vaticano, por sua vez, Jeffrey Lena, reagiu à retirada da ação afirmando que isso deveria ter ocorrido há tempos e criticou Anderson, ao afirmar que ele teria enganado as pessoas ao acusar a Igreja e esconder as provas da pedofilia para se proteger.

Categorias
Artigos

Emotivo domingo en la iglesia donde se crió Whitney

 

Emotivo domingo en la iglesia donde se crió Whitney

Unos 300 feligreses celebran el tradicional culto dominical mientras las vallas exteriores de la iglesia acumulan fotos, globos y ramos de flores en recuerdo de la W. Houston.

13 DE FEBRERO DE 2012, NEW JERSEY (EE UU)

Todavía seguía siendo la chica que salió de Newark (New Jersey), un barrio humilde en el que descubrieron su voz, cuando formaba parte del coro de la iglesia bautista Nueva Esperanza (New Hope). Whitney Houston nunca olvidó sus orígenes y sus hermanos en la fe la recordaron con cariño en el tradicional culto del domingo.
En esta capilla Whitney Houston empezó a cantar a los 11 años . Como entonces, este domingo un coro anima con palmas, canciones y amenes a varios centenares de fieles. Esta congregación, formada mayoritariamente por afroamericanos, celebra su reunión mientras en el exterior se congregan seguidores de la estrella del pop, curiosos y muchos medios de comunicación.
“La familia compartió a Whitney con el mundo, pero Whitney era una madre, una hija y una hermana, y ese es el enfoque que queremos mantener frente a todos hoy en día”, dijo el actual pastor de la iglesia, Joe Carter , a los periodistas que se habían reunido frente al templo donde el servicio religioso, solo para miembros, estaba a punto de comenzar.
Allí se recuerda a la chica de Newark que “sin importar lo que pasara” seguía volviendo de vez en cuando a New Jersey y  era una referencia y una inspiración en el barrio.  En las oraciones se recuerda a su familia, sobre todo a la madre de Whitney, Cissy,  que aún acude aquí a orar y que dirigió este coro durante más de 50 años y  compartió memorables actuaciones con su hija .
La comunidad evangélica bautista sigue hablando de su “joven hermana”, inspiración musical para esta iglesia.  “Se nos ha roto el corazón”, proclama el reverendo.  Recuerda que “Jesús tiene la respuesta”, como también dice la pantalla electrónica a la entrada de la iglesia. Una mujer sube al púlpito y dirige los cánticos congregacionales. “Es un día muy doloroso para New Hope… Hemos entrado con la cabeza baja, pero saldremos con ella alta”, expresa con confianza.
Entre los cánticos y las expresiones de fe aparecen declaraciones de recuerdo . Una mujer de unos 50 años que se identifica como Linda dice haber visto cantar a Whitney de niña, cuando su voz “era un milagro”.
Donna Thorn, una mujer que luce una camiseta de Bob Marley, deja una nota, un peluche, flores y dos globos en la verja externa de la iglesia para la estrella muerta. Como ex adicta, está emocionada. “No puedes entender lo que es luchar por estar limpia…no sabes lo que es esto hasta que no tocas fondo, hasta que no tienes nada ni nadie. Es algo contra lo que tienes que luchar durante el resto de tu vida. Es una enfermedad, como el alcoholismo”, explica Donna.
Ella dice que ha superado su adicción a la droga, pero que Whitney tuvo en contra “la vida rápida de Los Ángeles” y “haberse rodeado de gente que en realidad no era amiga”. “Su madre luchó mucho”, dice . “Pero yo no quiero recordarla por su adicción. Quiero recordar que una chica de mi ciudad consiguió salir de Newark y triunfar a lo grande en todo el mundo”, cuenta la mujer, que equipara la figura de Houston con la de Michael Jackson.
“Era una inspiración para las chicas jóvenes… Y era una buena cristiana. En los conciertos siempre daba las gracias a Dios. Amaba al Señor” , asegura Curtis Taylor. Él cuenta que el abuelo de Whitney, que era pastor, fundó esta iglesia. “Ahora ella estará allí arriba con él… Cuando todos subamos, la volveremos a ver”, dice. A su lado, Rochelle Kearney apostilla que la estrella “por fin descansa y no tiene que preocuparse de nada más”.
La cantante seguía considerando esta iglesia como suya.  Denise Dean relata cómo la vio un fin de semana durante una reunión en honor de la tía de Houston. “Estaba bromeando con sus primos. No me di cuenta de quién era hasta que empezó a cantar. Y dije, ‘¡es Whitney!’… Así de normal era ella”, recuerda la chica, que también canta.
El pastor y activista social Jesse Jackson , quien también visitó la iglesia, dijo que estaba “traumatizado” por su repentina muerte. Jackson recordó que Houston cantó y se crió “en esta maravillosa iglesia”. Houston comenzó a actuar en el coro de gospel en la iglesia New Hope y sorprendió a la congregación con su primera actuación en solitario: una versión del clásico “Guide Me, O Thou Great Jehovah” (Guíame Oh Gran Jehova), una anécdota que ella misma solía destacar .

Fuentes: El Mundo, Christian Post

© Protestante Digital 2012

Creative Commons

Tags: Whitney Houston, homenaje, New Jersey, fama, Jesse Jackson, Lissy Houston

Categorias
Artigos

Dilma Rousseff atiça fogo na questão do aborto ao nomear ministra pró-aborto

 

Matthew Cullinan Hoffman

9 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Dilma Rousseff, presidente do Brasil, está provocando especulações sobre suas intenções depois de nomear uma nova ministra pró-aborto para representar as mulheres do Brasil, pouco mais de um ano depois de quase perder a eleição presidencial por causa da questão do aborto.

Eleonora Menicucci, adepta incondicional do PT e amiga de Dilma, esteve na mesma cela de prisão com a hoje presidente durante sua prisão sob o regime militar do Brasil na década de 1970, quando foram presas por seu envolvimento em atividades terroristas e revolucionárias como militantes socialistas.

Eleonora Menicucci: bissexual, já matou dois de seus filhos e hoje é pró-aborto

Menicucci tem também a mesma posição de Dilma e do PT de apoiar a legalização do aborto, uma posição que Dilma foi forçada a abandonar durante as eleições presidenciais de 2010, quando sua coroação pelo presidente de saída Lula quase foi frustrada por uma campanha contra ela promovida por cristãos pró-vida e pró-família. Dilma acabou ganhando as eleições depois de assinar um documento se comprometendo a não iniciar leis pró-aborto ou pró-homossexualismo.

Dilma tem permanecido de boca fechada sobre a questão do aborto desde sua eleição, mas a nomeação de Menicucci levanta suspeitas de que as opiniões pró-aborto dela não permanecerão dormentes durante seu governo. Embora a antecessora dela na Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, também tivesse histórico de expressar posturas pró-aborto, Menicucci confessou para o jornal Folha de S. Paulo que ela mesma já fez dois abortos, uma atitude evidente de zombaria contra as leis do Brasil que proíbem todos os abortos induzidos, a não ser em casos de estupro.

Ela também reconheceu sua própria ambiguidade sexual, declarando numa entrevista de 2007: “Me relaciono com homens e mulheres e tenho muito orgulho de minha filha, que é gay e teve uma filha por inseminação artificial”.

Menicucci diz que considera a questão do aborto como uma questão que pertence ao legislativo em vez do executivo, mas está atrevida em sua fidelidade à posição pró-aborto, se recusando a se distanciar das declarações que fez antes.

“A minha posição pessoal a partir de hoje não interessa. Minha posição pessoal já dei em entrevistas, sobretudo nos anos 70, 80 e 90, quando o feminismo precisava marcar posições. Não me arrependo, é minha história”, ela declarou recentemente para a imprensa. Ela também fez uma defesa do assassinato legalizado de bebês em gestação, ecoando declarações de promotores do aborto de que o procedimento mortal é necessário para a “saúde pública”.

“Como sanitarista, eu tenho de dizer que é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica”, disse Menicucci. “Nenhuma pessoa de gestão que tenha sensibilidade, que ouça os números, não admite que as mulheres continuem morrendo em decorrência de aborto”.

Indignação, mas pouca surpresa

A escolha de Menicucci por Dilma Rousseff foi recebida com indignação, mas com pouca surpresa por parte dos conservadores e ativistas pró-vida do Brasil.

Reinaldo Azevedo, colunista conservador amplamente lido, escreveu em seu blog que Dilma “enganou” os líderes evangélicos com sua promessa de não apoiar agendas abortistas e homossexualistas, escrevendo que “não era só uma tática” e acrescentando: “Agora é questão se ‘ganhar a sociedade’ com o proselitismo. Dilma escolheu para a pasta uma militante da causa”.

“Presidente Dilma nomeou uma ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres conforme sua imagem e semelhança”, Pe. Luiz Lodi da Cruz, um líder pró-vida, disse para LifeSiteNews, acrescentando que ela é uma “feminista radical”, e “uma defensora ardorosa da descriminalização do aborto” que “praticou o lesbianismo”.

“A nomeação de Eleonora, que tomará posse na sexta-feira, é um sinal da coerência da presidente”, disse Lodi. “Sendo membro de um partido que tem um compromisso com o aborto (o PT), Dilma se sentiu obrigada a se apresentar como ‘católica’, defensora da ‘vida’ e até devota de ‘Nossa Senhora de Aparecida’, a fim de não perder as eleições de 2010. Agora, com a nomeação de sua secretária, com o status de ministra de Estado, Dilma faz justiça à sua tradição pró-aborto e anti-família”.

Tradução: www.juliosevero.com

Fonte em português: www.juliosevero.com