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“Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas”, diz pastor

Justin Peters ministrou no 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba

por Mariana Gouveia – gospel prime

 

“Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas”, diz pastor
“Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas”

O pastor e apologista norte-americano Justin Peters participou, na tarde desta segunda-feira (16), do 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba, realizado na Igreja Assembleia de Deus (Ministério Missão) em Campina Grande. Durante seu seminário, Peters expôs alguns dos principais ensinamentos da Teologia da Prosperidade. De acordo com o americano, os líderes e pregadores desse movimento são falsos profetas, e não pregadores bíblicos.

“Benny Hinn, Kenneth Copeland, Joel Osteen, Myles Munroe, Joyce Meyer e outros são todos falsos profetas. O que eles ensinam não é o Evangelho pregado por nosso Senhor Jesus Cristo, mas um ensino que não tem nenhuma base bíblica”, afirmou Justin.

O apologista discorreu sobre algumas das principais doutrinas pregadas por esse movimento, exibindo trechos em vídeo de pregações dos principais expoentes do evangelho como a dos pequenos deuses. Justin foi categórico ao declarar que tal ensino é baseado numa interpretação errônea do texto bíblico.

“Eles [os “profetas da prosperidade”] ensinam que, se fomos criados à imagem e semelhança de Deus, nós também somos deuses, ou temos uma natureza divina. Mas isso não é verdade. Por várias vezes nas Escrituras, vemos Deus sendo enfático ao dizer que é o único Deus, o único Senhor, e que o homem não é igual a Ele. Pensar que temos uma natureza divina é uma blasfêmia”, concluiu.

O 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba será encerrado nesta terça, 17. As inscrições ainda podem ser feitas, gratuitamente, no stand da VINACC no Parque do Povo.

O portal Gospel Prime é um dos apoiadores do evento e transmite as plenárias da Consciência Cristã ao vivo. Divulgue e participe!

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Consciência Cristã na apologética bíblica

 

Posted: 13 Aug 2012 07:22 AM PDT

É importante fazer uso da Palavra de Deus como regra de fé e conduta, Mesmo que a intenção seja a melhor de todas, ninguém despreze a Palavra de Deus, pois esse desprezo é pecado. Quem a despreza perecerá (Provérbios 13.13).

O apologeta cristão é ponderado, não é preconceituoso. O exercício de sua competência reside em ter conceito concebido com bases em pesquisas sérias. Ao abordar qualquer tema, não faz isso movido pela pressa, mas pela moderação e ciência dos fatos abordados. Ação apressada e preconceituosa não é atitude coerente à apologia cristã.
Fazer apologia das verdades do Evangelho, é evidenciar e também defender o uso da Palavra de Deus objetivando que ela seja praticada fielmente pelos cristãos. No trato com a Palavra e com as pessoas, considerar que ninguém e nenhuma instituição estão acima da autoridade das Escrituras Sagradas.

O apologeta deve praticar a apologia com total imparcialidade, colocando-a acima de interesses pessoais e de terceiros, acima de instituições, convenções, liturgias e dogmas (Tiago 3.13-18).

O praticante da verdadeira apologia  preza por todo o conhecimento adquirido, principalmente o teológico. No mínimo, possui razoável conhecimento de teologia.  Sabe que o propósito da prática de apologia é salvar almas, e para tal finalidade não é preciso ostentar títulos acadêmicos e diplomas em seus textos e homilias.

A condição do apologeta é humana. Portanto ele não deve confiar em seu coração, que é extremamente corrupto e pode enganá-lo. Não deve confiar plenamente em seu coração e nem no coração de terceiros (Jeremias 17.5-9).
O apologeta cristão não deve tomar como base suposições para praticar a apologia. Ninguém deve crer que possui a noção exata de tudo o que acontece além do alcance de seus olhos. Só Deus é onisciente e sabe de tudo. E sendo assim, todos precisamos evitar generalizar em todas as situações.

A comunicação eficaz é aquela em que é dito tudo o que é preciso e a mensagem é plenamente entendida por quem ouve ou lê

As generalizações são sempre injustas e os injustos não entrarão no céu (1 Coríntios 6.9). Ao abordar problemas comportamentais, quem faz a apologia precisa fixar-se no assunto em foco, sabendo que o objetivo é eliminar a prática do pecado, não é atacar os pecadores (Efésios 6.12).

O autêntico apologista do evangelho combate atitudes e afirmações absurdas. Não é combatente de ações que apenas causam o estranhamento da cristandade na ordem pessoal. Usa a apologia cristã para responder tudo que realmente é estranho às normas da prática do Evangelho de Cristo. Tem plena consciência que é essencial conhecer seu público-alvo e se dirigir especificamente para ele. Quando é preciso, evita usar terminologias técnicas, comunica-se com linguajar coloquial para que todos entendam com facilidade o que deseja transmitir. É conciso e claro, evita possíveis ambiguidades.

O apologista praticante da Palavra de Deus respeita a autoridade pastoral, contudo não se comporta como seguidor cego de líderes Y ou X. Ele segue Jesus Cristo e, eventualmente, faz uso da Bíblia Sagrada para avaliar o que os líderes cristãos fazem e dizem. Faz isso combatendo o pecado e nunca os pecadores.
O apologeta cristão não é ofensor. Um erro nunca justifica outro. Então, ao batalhar em favor da fé cristã, rejeita a utilização de práticas carnais para salvar aqueles que estão na carne (Judas 21, 23). Ele tem amor pelas almas, prega o Evangelho Puro e Simples, envolve-se em ações específicas que representem em 100% o amor, a pureza e a simplicidade cristãs. Faz isso usando as Escrituras Sagradas na oratória e na prática diária.

A verdadeira prática apologética não tem espaço para ofensores, deboche, escarnecedores. A zombaria, o escárnio, afastam as almas de Jesus Cristo e daquilo que o ofensor defende. Ironizar é praticar ação escarnecedora e convém não se assentar com escarnecedores (Salmo 1). A dureza de palavras provoca a raiva contra quem as emite e o resultado espiritual é negativo: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” – Provérbios 15.1.

Jesus é o Sumo Pastor das ovelhas e continua a cuidar de todas elas. Confiemos nEle e ao mesmo tempo usemos unicamente a Bíblia Sagrada para combater o pecado. É a Palavra de Deus que alimenta, sustenta, traz às almas o discernimento espiritual necessário. Salmo 119.105; Jeremias 23.29; 2 Timóteo 2.15; Hebreus 4.12.

E.A.G.

Eliseu Antonio Gomes http://belverede.blogspot.com.br

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Carlos Madrigal participará en ocho debates de apologética en la televisión turca

 

Carlos Madrigal participará en ocho debates de apologética en la televisión turca

Enseñará el Pentateuco, desde el punto de vista cristiano, en una universidad virtual islámica por Internet en turco.

06 DE OCTUBRE DE 2011, TURQUÍA

Carlos Madrigal pastorea una iglesia junto a su familia desde hace muchos años. Madrigal destaca la oportunidad que se ha abierto en la televisión de participar en debates de apologética en los que se le permite explicar el punto de vista cristiano sobre distintos aspectos de la Biblia y la teología.
Así, en los próximos meses participará en ocho debates en televisión. En el último programa emitido el tema a tratar era la fe de Abraham. Cuenta Madrigal que el periodista abrió el debate atacando a los cristianos por sus “divisiones”, aunque también valoró positivamente sus aportaciones.
En el debate también participaban dos profesores musulmanes que “acabaron peleándose entre ellos sobre un comentario que había hecho yo acerca de que la familia de Abraham era politeísta (Josué 24:2) y que todos tenemos que convertirnos al Dios vivo y llegar a ser “amigos de Dios” como Abraham, a través de Jesucristo”, cuenta Madrigal. Uno de los profesores decía que “los profetas no pueden tener parientes paganos”, pero el otro sí.
“El caso es que al final resultó que los cristianos (a quienes habían intentado poner el uno contra el otro) saben respetarse y expresar una fe coherente, y los musulmanes no se ponen de acuerdo y se descalifican unos a otros”, explica el pastor, contento de que “el talante de respeto” quedase patente.
Además, la participación en estos debates está abriendo nuevas posibilidades para Madrigal. “Este último jueves –cuenta- uno de los profesores islámicos me ha propuesto enseñar el Pentateuco, desde el punto de vista cristiano, en una universidad virtual por Internet, que ellos gestionan para todo el mundo islámico en turco”.
CEMENTERIO PROTESTANTE
Además, pronto se celebrará una entrevista para ultimar detalles de cómo disponer de un cementerio que no usa la Iglesia Católica para beneficio de los evangélico s (2000m2 con vistas al Bósforo). Un lugar “con vistas paradisíacas” donde los creyentes evangélicos podrán ser enterrados.

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