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“Os evangélicos são um grande problema”, diz ministro francês

Ministro do Interior criticou evangélicos durante entrevista.

Gérald Darmanin (Foto: Reprodução/YouTube)

Integrantes do governo francês decidiram atacar publicamente as igrejas evangélicas, depois de aprovarem uma legislação para aumentar o controle religioso no país, supostamente visando impedir o radicalismo islâmico, mas que na prática afeta todas as crenças.

Uma lei aprovada pela Assembleia Nacional da França, em 16 de fevereiro, supostamente para “reforçar o respeito pelos princípios republicanos” e que tinha como alvo combater o radicalismo islâmico no país, agora afeta todos os grupos religiosos.

Lideranças evangélicas criticam o governo e lembram que os integrantes “não devem lançar suspeitas sobre grupos religiosos e crentes”. Eles reclamam das acusações públicas que integrantes do governo de Emmanuel Macron tem feito.

Recentemente, o ministro do Interior do país, Gérald Darmanin, disse em entrevista a C News que “s evangélicos são um grande problema” Para tentar minimizar a fala, ele disse que “obviamente não [um problema] da mesma natureza que o islamismo que faz ataques terroristas e mortes”.

A lei foi aprovada por 347 votos favoráveis, contra 151 contrários, mas evangélicos têm alertado para o risco que a lei impõe a liberdade religiosa, já que visa controlar os conteúdos ministrados nos templos religiosos, entre outras medidas.

Em um comentário sobre a lei, o ministro disse em entrevista à emissora de rádio France Inter: “Não podemos discutir com as pessoas que se recusam a escrever no papel que a lei da República é superior à lei de Deus“.

Ambas as declarações provocaram forte reação dos líderes evangélicos, de acordo com o Evangelical Focus. “Estamos esperando ansiosamente para saber quais são esses ‘grandes problemas’”, escreveu Tim Kyle, membro do conselho da Youth For Christ, da França.

Já Romain Chisnet, diretor de comunicação do Conselho Nacional dos Evangélicos na França (CNEF), reagiu condenando a fala e lembrando que “os evangélicos respeitam a lei e as autoridades republicanas”. Ele também afirmou que as igrejas evangélicas “não podem ser usadas como argumento para defender o projeto de liberticídio”.

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Ex-bruxa diz que Baal e Asherah se infiltraram na igreja cristã

Beth Eckert diz que a adoração foi corrompida e que devemos nos arrepender.

Beth Eckert, ex-bruxa (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma ex-bruxa que passou parte da sua vida envolvida no ocultismo, afirmou que alguns dos principais falsos deuses do Antigo Testamento estão infiltrados no culto da igreja cristã. Ela diz que isso acontece frequentemente através da música.

“A música moderna de adoração se tornou um disfarce de Satanás para alinhar o povo de Deus com a adoração profana”, diz ela.

Beth Eckert diz que a adoração costumava ser uma forma de ela passar um tempo de intimidade com Deus, até o início dos ataques de bruxaria. Eles eram super sutis, ela diz, e ela não conseguia entender por que isso estava acontecendo.

Em vez de adorar a Deus, Eckert diz que sua mente se voltou para si mesma, o que ela queria e como queria ser promovida. Foi assim que ela soube que seu coração estava sob ataque.

Ela diz que o tipo de adoração que está sendo promovida, com luzes e shows, não necessariamente significa uma adoração verdadeira, mas que ela deveria estar baseada no espírito e na verdade.

“Deus deseja nossa adoração pura e inalterável e Ele merece nada menos que isso. Temos sido enganados por lúcifer com usa versão corrompida de adoração e é hora de tomar uma posição contra ela”, disse.

Assista:

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Após casar com ex-amante, pastor Antônio Dionízio volta à liderança da Assembleia de Deus

O fato é que, Dionizio não pretende se aposentar tão cedo. E, segundo fontes, ele já se prepara para a reeleição.


20 horas atrás | Redação


Pastor Antonio Dionizio

O pastor Antonio Dionizio, presidente da Assembleia de Deus Missões, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e presidente da COMADEUR, que ficou famoso em todo o país, depois que vazou um vídeo em que ele é flagrado dando tapinhas no bumbum de sua ex-amante – atualmente a sua esposa -, voltou à presidência da Igreja em questão.

O retorno do pastor foi marcado por muita revolta por parte dos membros da igreja, que lamentaram todo o escândalo provocado pelo tal vídeo.

Divorciado da sua primeira esposa, com quem construiu sua família, o líder religioso se tornou persona non grata dentro da Assembleia de Deus, tanto que o próprio pastor José Wellington, presidente de honra da CGADB, chegou a sugerir que ele renunciasse a presidência.

O fato é que, Dionizio não pretende se aposentar tão cedo. E, segundo fontes, ele já se prepara para a reeleição.