Categorias
Noticias

Matanças rituais: caridade cristã ajuda a prender feiticeiro

O pastor Peter Sewakiryanga salva vítimas mutiladas e caça os curandeiros.

Por Paul. W Dennis

Uma organização de caridade cristã que busca acabar com o sacrifício de crianças e o tráfico de seres humanos em Uganda ajudou as autoridades de segurança a caçar um feiticeiro que matou um menino de 5 anos de idade.

Os Ministérios de Assistência à Criança de Kyampisi, fundados pelo pastor Peter Sewakiryanga, revelaram que o culpado foi preso durante uma operação intensiva realizada na noite de sexta-feira.

A vítima era filha de uma mãe que perdeu os dois filhos pela prática do mal.

“O garoto se chamava Wilson, 5 anos, morto com a língua cortada”, afirmou a organização em comunicado.

“O 1º menino desapareceu em 26/09/2019. Nesse caso, a mãe perdeu o segundo e único filho restante também para o sacrifício de crianças ”, acrescentaram.

Os Ministérios de Assistência à Criança de Kyampisi observaram que eles tiveram 7 casos relacionados ao sacrifício de crianças em dois meses.

“Continuaremos caçando outras pessoas amanhã (16 de novembro de 2019). Por favor, ore pela segurança de nossa equipe que conduz a operação”, disseram eles.

Relatórios mostraram que crianças e adultos em várias partes de Uganda são sequestrados por feiticeiros que os torturam e freqüentemente os matam como parte de um suposto sacrifício espiritual.

Os feiticeiros mutilam as crianças e usam seu sangue, tecido ou órgãos em rituais que prometem trazer proteção, prosperidade e boa saúde aos clientes.

Pastor Peter Sewakiryanga (R) com um sobrevivente de sacrifício infantil. Foto de cortesia.

Combatendo essa prática terrível está o pastor Peter Sewakiryanga, um ex-contador, que começou a fazer campanha contra o sacrifício de crianças há cerca de uma década e administra o Ministério de Assistência à Criança Kyampisi.

Ele ajuda a reabilitar sobreviventes e aumentar a conscientização sobre a prática, trabalhando com políticos, policiais, promotores e juízes para levar os infratores à justiça.

ugchristiannews.com/

Categorias
Cultos

“A esquerda é defensora de tudo que é abominável”, afirma Damares

Ministra rebateu críticas do deputado David Miranda.

Damares Alves. (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

A ministra da Mulher Família e Direitos Humanos, Damares Alves, subiu o tom ao se referir a esquerda, após ter sido acusada de racismo pelo deputado David Miranda (PSOL-RJ), devido sua posição contrária ao infanticídio cometido por indígenas.

O deputado carioca, que herdou o cargo do ex-deputado Jean Wyllys, criticou a ministra pela sua atuação em defesa das crianças que são sacrificadas em rituais em tribos do país.

Damares usou as redes sociais para rebater às críticas de partidos de esquerda e chegou a afirmar sentir “nojo” do PSOL, ao qual Miranda faz parte.

“A esquerda é defensora de tudo que é abominável. David Miranda, cria do PSOL, criticou a ministra Damares por defender crianças indígenas de rituais de infanticídio. Tenho nojo do PSOL”, declarou Damares.

Além do deputado David Miranda, também criticaram o trabalho da ministra a deputada Maria do Rosário  (PT-RS) e o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Categorias
Cultos

É hora de um STF sem partido

“O juiz não deve favorecer ninguém. Se ele declarar inocente um homem que é culpado, será amaldiçoado e odiado por todos.” – Pv 24:23-24

Supremo Tribunal Federal. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

Em uma de suas cartas, Thomas Jefferson já advertia:

“Você parece … considerar os juízes como os principais árbitros de todas as questões constitucionais; uma doutrina muito perigosa, e uma que nos colocaria sob o despotismo de uma oligarquia”.

Como passamos ao largo desta advertência, o resultado é que o século XXI é o século do Poder Judiciário no Brasil.

Estamos tendo uma judicialização da política, dos valores e do setor produtivo.

No entanto, não se governa um país com o Judiciário. É preciso ficar claro que os juízes não são representantes do povo, mas representantes da lei criada em nome e em benefício do povo.

Com tudo isto, o STF hoje é uma entidade de poder supremo de atuação paraestatal.

Nesta toada, tal judicialização e ativismo judicial estão formando uma combinação explosiva.

Deste modo, foi uma agradável surpresa conhecer David Maraga, Presidente da Suprema Corte do Kenya.

O Ministro Maraga não se intimida em dizer que “sou uma pessoa temente a Deus que acredita e se esforça para fazer justiça a todos, independentemente de seu status na sociedade”.

Sua fala é simples e compreensível para todos. Algo como o juiz deve expressar a intenção da lei e não a sua vontade. Decisões morais devem ser do povo e do Legislativo.

Quando um magistrado ignora a vontade e a decisão dos legisladores, o que estão promovendo é uma criminalização da política e relativizando o voto popular.

A liberdade do intérprete não é absoluta. Juízes não são livres para atribuir qualquer significado que desejem às leis.

Quanto mais se distanciam dos textos legais, mais abusos podem cometer.

Pode ter certeza disto, mas um ministro do STF impacta você, seus negócios e a sua família de maneira assombrosa.

Com as últimas decisões da Corte Máxima, fica claro que estamos precisando de juízes altamente qualificados e não de legisladores à surdina.

É hora de um STF sem partido.

Precisamos de uma Suprema Corte originalista, leal às leis e à Constituição, e não a elucubrações ideológicas ou partidárias de seus dignitários.

O Brasil é um país justo?

Quem melhor poder responder é o Ministro Maraga:  “É fazendo justiça que nos tornamos justos.”

Ex-ministro da Agricultura, veterinário e empresário.