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Feiticeiro que fazia sacrifícios humanos se converte a Cristo

 

FOTO - FEITECEIRO CONVERTIDO O ex-general genocida que matou mais de 20 mil pessoas converteu-se a Cristo. Ele fazia sacrifícios humanos mensalmente e dizia que falava com satanás.

Joshua Milton Blahyi já foi considerado um dos homens mais temidos na guerra na Libéria. Ele confessou ter matado cerca de 20 mil pessoas durante 14 anos de guerra civil naquele país. Mas hoje Joshua Blahyi afirma ser uma nova pessoa.

Recentemente ele se converteu e agora é um cristão evangélico que se diz arrependido do que fez e pediu perdão a todas as pessoas que machucou. Em uma entrevista ao jornal Daily Mail, em 2010, Blahyi disse: “Acredito firmemente que a Bíblia diz que Deus já me perdoou”. Mesmo assim, está disposto a ser julgado em Haia e possivelmente enforcado por seus crimes de guerra.

Antes de sua conversão, Blahyi, praticava magia negra e foi conselheiro espiritual do falecido presidente da Libéria, Samuel K. Doe.

Aos 11 anos foi iniciado como feiticeiro tribal e participou de seu primeiro sacrifício humano, que realizou mensalmente até os 25. Mais tarde ele foi nomeado o bruxo de sua aldeia onde afirma que reunia-se regularmente com Satanás.

Ele recebeu o apelido de “General Pelado” porque sempre ia para as batalhas usando apenas sapatos e empunhando uma arma. Ele acreditava que sua nudez impediria as balas de matá-lo.

O General afirma ter matado muitas crianças que ofereceu para Satanás. Ele tomou o sangue e comia o coração de suas vítimas antes de ir para uma batalha. Por isso todos em seu país ainda o temem, apesar de sua conversão.

Blahyi explica que em 1996 teve um encontro dramático com Jesus, durante uma das batalhas mais brutais na história da guerra na Libéria. Para muitos, seu relato é semelhante à conversão do apóstolo Paulo na estrada de Damasco.

O pastor conta que Jesus apareceu diante dele como uma luz ofuscante e disse que ele iria morrer se não se arrependerem de seus pecados. “A tradição fez-me acreditar que ao me tornar guerreiro tinha que fazer sacrifícios antes de ir para a batalha. Mas Deus me apareceu quando eu estava nu, no meio da batalha, e disse que eu estava a fazer o trabalho de Satanás”.

Logo após esse acontecimento, ele abandonou o exército e começou a defender a paz ao invés da violência. Desde então, muitos glorificaram pela sua mudança radical, porém outros ainda não acreditam que ele realmente mudou.

Hoje, ele é pastor, presidente e fundador do Ministério Evangelístico ‘Trem do Fim dos Tempos’, no país visinho de Gana. Recentemente, Blahyi foi selecionado pela Revista The Economist e o canal PBS para contar sua história através de um documentário chamado “The Redemption of General Butt Naked” (A Redenção do General Pelado) que será transmitido no dia 22 de janeiro de 2012 no Documentary Channel.

Depois de admitir à Comissão que seu grupo matou 20 mil pessoas, Blahyi espera por sua decisão, mas afirmou que “se for condenado, posso ser eletrocutado ou enforcado, mas acredito que o perdão e a reconciliação sejam os melhores caminhos a seguir.”

Fonte: Gospel Prime

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Feiticeiro que fazia sacrifícios humanos se converte a Cristo

 

FOTO - FEITECEIRO CONVERTIDO O ex-general genocida que matou mais de 20 mil pessoas converteu-se a Cristo. Ele fazia sacrifícios humanos mensalmente e dizia que falava com satanás.

Joshua Milton Blahyi já foi considerado um dos homens mais temidos na guerra na Libéria. Ele confessou ter matado cerca de 20 mil pessoas durante 14 anos de guerra civil naquele país. Mas hoje Joshua Blahyi afirma ser uma nova pessoa.

Recentemente ele se converteu e agora é um cristão evangélico que se diz arrependido do que fez e pediu perdão a todas as pessoas que machucou. Em uma entrevista ao jornal Daily Mail, em 2010, Blahyi disse: “Acredito firmemente que a Bíblia diz que Deus já me perdoou”. Mesmo assim, está disposto a ser julgado em Haia e possivelmente enforcado por seus crimes de guerra.

Antes de sua conversão, Blahyi, praticava magia negra e foi conselheiro espiritual do falecido presidente da Libéria, Samuel K. Doe.

Aos 11 anos foi iniciado como feiticeiro tribal e participou de seu primeiro sacrifício humano, que realizou mensalmente até os 25. Mais tarde ele foi nomeado o bruxo de sua aldeia onde afirma que reunia-se regularmente com Satanás.

Ele recebeu o apelido de “General Pelado” porque sempre ia para as batalhas usando apenas sapatos e empunhando uma arma. Ele acreditava que sua nudez impediria as balas de matá-lo.

O General afirma ter matado muitas crianças que ofereceu para Satanás. Ele tomou o sangue e comia o coração de suas vítimas antes de ir para uma batalha. Por isso todos em seu país ainda o temem, apesar de sua conversão.

Blahyi explica que em 1996 teve um encontro dramático com Jesus, durante uma das batalhas mais brutais na história da guerra na Libéria. Para muitos, seu relato é semelhante à conversão do apóstolo Paulo na estrada de Damasco.

O pastor conta que Jesus apareceu diante dele como uma luz ofuscante e disse que ele iria morrer se não se arrependerem de seus pecados. “A tradição fez-me acreditar que ao me tornar guerreiro tinha que fazer sacrifícios antes de ir para a batalha. Mas Deus me apareceu quando eu estava nu, no meio da batalha, e disse que eu estava a fazer o trabalho de Satanás”.

Logo após esse acontecimento, ele abandonou o exército e começou a defender a paz ao invés da violência. Desde então, muitos glorificaram pela sua mudança radical, porém outros ainda não acreditam que ele realmente mudou.

Hoje, ele é pastor, presidente e fundador do Ministério Evangelístico ‘Trem do Fim dos Tempos’, no país visinho de Gana. Recentemente, Blahyi foi selecionado pela Revista The Economist e o canal PBS para contar sua história através de um documentário chamado “The Redemption of General Butt Naked” (A Redenção do General Pelado) que será transmitido no dia 22 de janeiro de 2012 no Documentary Channel.

Depois de admitir à Comissão que seu grupo matou 20 mil pessoas, Blahyi espera por sua decisão, mas afirmou que “se for condenado, posso ser eletrocutado ou enforcado, mas acredito que o perdão e a reconciliação sejam os melhores caminhos a seguir.”

Fonte: Gospel Prime

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2011 – O ANO DE QUEBRA PAU ENTRE LÍDERES

 

Confusões e troca de hostilidades fez parte da rotina em 2011

Por: Robson Morais – Redação Creio

Valdemiro Santiago ataca Silas Malafaia, que retribui o gesto e sobra para Edir Macedo. O bispo da Iurd não deixa barato e parte para cima com seus “cantores edemoniados”. R. R. Soares chega de fininho, pastor Márcio Valadão entra na briga e Caio Fábio confronta Marco Feliciano… Parece uma narração de luta livre mas, acredite, não é. Os fatos acima são apenas alguns dos que marcaram (e mancharam) a liderança evangélica, de janeiro a dezembro de 2011. Compra de horário em TV, sensacionalismo, bancada evangélica, dízimo e até tatuagem foram motivo de muita discussão entre os pastores do Brasil.

Não de hoje, desavenças entre Silas Malafaia e Edir Macedo dividem opiniões e comandam trocas de farpas repercutidas em sites e jornais cristãos. Em 2011, tudo começou com o “fazer ou não uma tatuagem?”. Para o líder da AD Vitória em Cristo (Avec) tudo normal, para o líder da Universal (Iurd) cada desenho é um pecado. Em seu portal de notícias, lançado logo após a perda de seu programa na Bandeirantes, fato que mais tarde mencionaremos, Silas criticou a postura do bispo e incluiu no pacote temas como aborto (defendido por Macedo) e o ataque a cantores evangélicos, chamados de “edemoniados” pelo dono da Record, em um programa especial na emissora. Este último episódio faria com que outros nomes entrassem na briga contra o líder da Iurd.

Antes dos “edemoniados” e da briga direta com Macedo, o rival de Silas foi Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (Impd). O motivo foi a saída do líder da Avec da Band, motivada por uma proposta financeira maior, oferecida por Santiago. Silas, que em janeiro havia defendido a cobertura jornalística de eventos do então amigo, manifestou a chateação em público. “É lamentável tudo isso” disse. O mesmo boicote quase sofre o missionário R. R. Soares que, depois de um acordo verbal já fechado, se viu obrigado a aumentar o cachê, que na época já superava os R$6mi, da emissora paulista para não perder seu horário.

Santiago, Soares e Macedo protagonizaram ainda outro episódio típico de ringue. A possível compra de um horário da Rede TV irritou o líder da Impd, que atacou R. R. e chamou de macumba os “atos” profético de Macedo. Sem rebate dos rivais, o caso acabou por isso mesmo. Ou não.

Edir Macedo mudou o alvo, mas não a estratégia. No programa ‘Domingo Espetacular’ da Record, o bispo exigiu a preparação de um programa especial sobre o tema ‘Cair no Espírito’. E mais, citou Ana Paula Valadão e outros cantores como “edemoniados”. Mais um motivo de revolta e muito rebuliço nas lideranças evangélicas, que mobilizaram uma série de protestos contra o bispo da Iurd. No centenário da Assembleia de Deus, comemorado no estádio do Pacaembu (SP), o pastor Abner Ferreira rebateu os ataques feitos por Macedo à denominação. “O senhor tem o dever e quero que respeite a Igreja Pentecostal brasileira. Nós não temos culpa se o povo da sua igreja estão vindo para a AD. Pare de apelar e de pregar esta sua prosperidade burra” entoou em alto e bom som.

Na Lagoinha, Igreja de Ana Paula e toda a família Valadão, a declaração de Macedo também não pegou bem, até o pastor Márcio entrou na briga, e reservou um momento do culto para sua réplica: “Eu não sei quantas vezes caí (no Espírito), mas quero cair mais, não há nada de demônio na minha vida”, e completou: “E quem levanta a bandeira do aborto vai carregar nas mãos o sangue dessas crianças”. Coincidência ou não, as declarações de Macedo surgiram ao mesmo tempo em que era anunciada na TV Globo, rival da Record, uma abertura significativa ao segmento evangélico, com o Troféu Promessas, do qual Ana Paula Valadão, Aline Barros e Bruna Karla foram algumas das premiadas.

Fora do bolo, mas não menos ativo, se manteve em 2011 o pastor Caio Fábio. Sempre polêmico, seu último caso foi a condenação pelo esquema contra o PSDB, conhecido como Dossiê Cayman, de 1998. Antes da sentença, seu nome se envolveu em polêmicas e críticas a líderes e políticos, como Ricardo Gondim e Marco Feliciano.

“(Ricardo) Gondim se prede na fé” foi umas das primeiras frases lançadas por Caio Fábio. Por declarações feitas logo após o Tsunami do Japão, em março deste ano, Ricardo Gondim chamou a atenção do rival que disparou: “É um cara bipolar, eu o conheci pregando, dançando e com o mesmo moralismo do Jimmy Swaggart”. Daí em diante, seu alvo foi o ego dos demais pastores no Brasil, sem exceção, deixando sobrar um “sonso” exclusivo para o também deputado Marco Feliciano (PSC).

Na época do insulto, Marco Feliciano, do movimento Tempo de Avivamento, foi acusado por Caio Fábio de mentir quando se intrometeu em uma briga direta entre os pastores Jabes de Alencar, da AD Bom Retiro, e Silas Malafaia. Feliciano respondeu de pronto: “É um ser triste e abandonado, vivendo num exílio de infelicidade”.

Será que em 2012 teremos mais?