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Uma cidade chamada “Feliz Natal”

‘Povo é alegre nos 365 dias do ano’, diz Noel de Feliz Natal, em MT

História de moradores confunde-se com a da própria cidade de Feliz Natal.
Cidade surgiu após viajantes passarem Natal em estrada na década de 70.

Leandro J. NascimentoDo G1 MT

 

Feliz Natal_mãe_filha (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Família Silva mora em cidade do interior de MT que tem 15 anos de emancipação
(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

Aparecida Clarice da Silva, de 58 anos, e a filha Sandy Eliza da Silva, de 15, moram em uma cidade onde o clima natalino está presente em todos os dias do ano ao menos no nome: Feliz Natal. A cidade está localizada a 538 quilômetros de Cuiabá e tem apenas 15 anos de emancipação. Foi em 1995 que o então distrito desvinculou-se da cidade de Vera, a 486 km da capital, para ganhar vida própria.

A família Silva começou a se preparar para o Natal ainda em novembro, quando mãe e filha adquiriram os primeiros enfeites natalinos. A tradicional árvore foi montada em um canto da sala da casa. Sandy, que tem o mesmo tempo de vida de Feliz Natal, considera-se feliz-natalense de coração, embora seu parto tenha sido realizado em outra cidade. “É bom viver aqui, pois eu cresci, passei minha infância e quero permanecer aqui. Pretendo estudar, me formar na faculdade. Gosto de viver nesse clima”, contou a adolescente, que juntamente com a mãe recebeu a equipe de reportagem do G1 na residência da família.

Enfeites ajudam a dar o clima de fim de ano em cidade de Mato Grosso (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Enfeites ajudam a dar o clima de fim de ano
(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

O nome Feliz Natal faz referência ao episódio curioso ocorrido na década de 70 e que contribuiu para originar o nome da cidade. As chuvas e o grande volume de lama, associado ao córrego que transbordou, impediram que um grupo de pessoas seguisse viagem para comemorar as festas com as famílias em municípios da região. Isolados, eles passaram o Natal às margens do córrego das Garças e começaram a chamá-lo de Feliz Natal. Em um pedaço de madeira, fizeram uma placa onde escreveram o nome da futura cidade. Alguns anos depois, nas proximidades do rio, surgiu um povoado. Era o começo da comunidade de Feliz Natal.

A mãe de Sandy, Clarice, conta que muita coisa mudou nesse tempo em Feliz Natal. “Era muito difícil. Aqui não tinha nada, nenhuma opção, só trabalho. Eu me considero parte daqui”, diz

O clima interiorano predomina na cidade, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), tem 10.933 habitantes. Nos fins de tarde, as rodas de chimarrão ainda são vistas em diferentes partes do município. Aos finais de semana, pais aproveitam para levar os filhos à praça central, onde se divertem em brinquedos. Foi inclusive nesta praça onde uma árvore de Natal com 14 metros de altura foi montada para compor a decoração natalina na cidade.

O córrego era no meio do mato, bonito. De vez em quando, pulávamos lá"

Odemir Passador, 59 anos.

Em Feliz Natal, a história de muitos moradores confunde-se com a da própria cidade. As famílias Passador e Caldeira são consideradas pioneiras e têm boas memórias do tempo em que chegaram à comunidade, ainda na década de 80, e contam ter encontrado traços de quem passou pelo local em anos anteriores. “Eles pegaram um pedaço de tábua, um facão. Escreveram com um lápis de estaca o nome Feliz Natal. Quando chegamos aqui, no ano de 1981, lá ainda estava a madeira com a escrita”, contou Lauro Caldeira, 69 anos.

Já Natalin Passador, 81 anos, e a esposa Tereza, 80 anos, que chegaram a Feliz Natal em 1982, lembram com saudosismo das mudanças ocorridas desde que estão no local. “Cheguei a ver a placa com o nome de Feliz Natal. Nos lembramos das coisas do passado. Aqui era puro mato e o rio era fundo”, disse, ao G1, às margens do córrego onde tudo começou.

Da esquerda para direita, Natalin, o filho Odemir e a esposa Tereza. (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Da esquerda para direita, Natalin, o filho Odemir e a
esposa Tereza. (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)

Odemir Passador, 59 anos, filho do casal, cresceu e também constituiu família em Feliz Natal. “O córrego era no meio do mato, era bonito. De vez em quando, pulávamos lá dentro. Onça, tinha por todos os lugares”, brincou. Em função do assoreamento, o córrego hoje transformou-se em uma área alagada.

1º Papai Noel
Antônio Debastiane, hoje com 65 anos, é colonizador em Feliz Natal e também o primeiro Papai Noel que a cidade teve. Ele comemora a emancipação no ano de 1995. Quinze anos depois, quatro gestões foram exercidas na prefeitura. Somente de Debastiane foram três. Na história eleitoral da cidade, ele foi o primeiro, segundo e quarto prefeito a comandar o Poder Executivo.

“Eu me orgulho em viver aqui e hoje somos conhecidos por esse nome. O povo aqui é alegre não só no Natal, mas como deve ser nos 365 dias do ano”.

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Quatro bebês correm risco de serem sacrificados em religiões afro-brasileiras no Rio

 

Julio Severo

Uma menina grávida de 10 anos e outra de 12 foram levadas por suas mães para centros de religiões afro-brasileiras no Rio de Janeiro, onde permanecem “internadas” aguardando o momento de sacrificarem seus bebês aos demônios, conforme denúncia de minha amiga católica Doris Hipólito, que tem um centro de atenção e cuidado a gestantes que precisam de ajuda.

Ambas as meninas estão grávidas de gêmeos. Contudo, as práticas religiosas afro-brasileiras de suas mães prevaleceram sobre os esforços de Doris, que procurou com todas as forças impedir que as meninas fossem internadas.

Doris denunciou a intenção de sacrifício num programa católico da Rádio Catedral no dia 12 de dezembro ao meio dia. Ela também denunciou à polícia e às autoridades da Igreja Católica, mas não houve resposta.

Depois das denúncias, ela recebeu dois telefonemas ameaçadores, para que ela não intervisse no caso das meninas.

Ele pede o envolvimento do público. Ela disse: “Estou falando de crianças assassinadas despedaçadas oferecidas aos demônios. Em vinte anos de trabalho [com gestantes], só consegui retirar uma gestante que estava internada numa macumba de Anchieta para fazer aborto”.

Para ajudá-la a libertar as duas meninas gestantes, escreva para o email dela:[email protected]

Fonte: www.juliosevero.com

El manuscrito antiguo más completo con los 10 mandamientos, en un museo de New York

De las cuevas de Qumram

 

El manuscrito antiguo más completo con los 10 mandamientos, en un museo de New York

El pergamino que contiene los diez mandamientos expuesto en Nueva York

Su estado de conservación es "excepcional", está escrito en hebreo, y tiene más de 2.000 años de antigüedad.

18 DE DICIEMBRE DE 2011, NUEVA YORK

El manuscrito más antiguo y mejor conservado sobre el que están escritos los Diez Mandamientos que, según la fe judeocristiana, recibió Moisés en el Monte Sinaí, se puede ver desde este pasado viernes 16 de diciembre en el Museo Discovery de Nueva York.
El pergamino, escrito en hebreo y de más de 2.000 años de antigüedad , mide alrededor de medio metro de largo (45 cms.) por 7 centímetros de ancho. Está en el museo de Nueva York formando parte de una exposición más amplia sobre los rollos del Mar Muerto; en la que que incluyen más de 500 objetos cedidos por la Autoridad de Antigüedades de Israel (IAA, en su sigla en inglés).
El pergamino de los Diez Mandamientos se puede visitar sólo hasta el próximo 2 de enero, mientras que el resto de la exposición -que fue inaugurada el pasado 28 de octubre- permanecerá abierta hasta el 15 de abril de 2012.
LOS ROLLOS DEL MAR MUERTO
El pergamino fue descubierto en 1954 y pertenece, según indica el Museo Discovery en un comunicado, a una colección de más de 900 rollos encontrados a lo largo de los años 40 y 50 en un sistema de cuevas de Qumram, situado cerca del Mar Muerto.
Este conjunto de manuscritos, escritos en hebreo, arameo y griego, son los documentos más antiguos hallados hasta ahora sobre la vida en la Judea de tiempos de Jesús -de hace más de 2.000 años- y del Antiguo Testamento cristiano.
El museo neoyorquino expresa en la información acreca del manuscrito de los Diez Mandamientos que "son las reglas que constituyen los pilares de la moral y la ley del mundo occidental" ; destacando que el texto "recoge y define cómo los hombres y las mujeres deben trabajar y vivir juntos bajo la misma fe en una sociedad civil".
EL MANUSCRITO DE LOS 10 MANDAMIENTOS
Es la primera vez que se expone en Nueva York este pergamino, que contiene fragmentos del libro de Deuteronomio. Data de entre el año 50 y 1 a.C. y es uno de los dos únicos manuscritos antes de Cristo que existen actualmente conteniendo los Diez Mandamientos .
Además, el Museo Discovery resalta en el mismo comunicado que su estado de conservación es "excepcional"  pese a estar hecho de un material tan frágil como el cuero de piel animal, muy vulnerable a la humedad, la luz y variaciones de la temperatura. A ello ha contribuido el ambiente idóneo para la conservación de las cuevas de Qumram.
El otro manuscrito antiguo existente, conocido como el Papiro Nash, es propiedad de la Universidad de Cambridge en el Reino Unido. En su caso se encuentra fragmentado, aunque es más antiguo, de entre el año 150 y 100 a.C.
Se desconoce la identidad del escriba que se encargó de escribir este texto, aunque la institución neoyorquina informa que muchos expertos creen que todos los Rollos del Mar Muerto fueron escritos por miembros de la secta de los esenios , que se escindió del judaísmo y vivió en la zona de Qumram, en el desierto al sur de Israel que rodea el Mar Muerto, desde el siglo III a.C. hasta el año 68 d.C.

Fuentes: Efe

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