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BRASIL PODE SE TORNAR IMPÉRIO GAY

 

É o que alerta Magno Malta que enfrentou Marta Suplicy em Brasília

FOTO - MAGNO MALTA

Por: Vinicius Cintra -Redação Creio

   Mesmo com adiamento da votação da PL 122/06 que criminaliza a homofobia, o senador Magno Malta, durante audiência pública nesta quinta-feira, dia 08, disse que não vai sossegar enquanto o projeto de Marta Suplicy não for arquivado em definitivo. O parlamentar acredita que o assunto não deve ser tratado de forma isolado.

    Na audiência pública, Magno Malta, discursou entre militantes da comunidade gay e a senadora Martha Suplicy relatora do projeto. “O homem pode exigir seus direitos, mas sem cobrar que se criminalize aquele que não concorde com suas idéias. Se a lei for aprovada o Brasil se tornará um império homossexual, onde somente eles vão ter direitos”. Ele foi além e ameaçou caso o projeto fosse aprovado, ele renunciaria ao cargo.

   O senador do Espírito Santo comentou sobre um artigo escrito por Marta e distribuído no Senado, onde dizia que homossexuais continuavam sendo mortos por omissão de radicais senadores que fazem de sua plataforma política, uma plataforma religiosa. Magno disse que a senadora petista afirma que a plataforma política é colaboradora com os crimes homofóbicos é também uma forma de intolerância. O senador lembrou que todos que estão na comissão são por que lutaram no combate as drogas, a pedofilia, a pobreza.“Podemos dizer que se os senadores não estivem ‘omisso’ eles não estariam sendo assassinados? Não podemos colocar na conta do parlamento algo que não nos pertence. O Brasil precisa de uma coisa que se chama respeito. Quantos homossexuais não morreram no seu mandato em SP e a culpa é da senhora? Não é. A nação não é homofóbica, mas há sim pessoas que agridem e até matam gays, mas a pessoa que faz isso faz com o aposentado e com qualquer outro”, concluiu Magno.

Data: 9/12/2011

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Pastora Prega em Boate com Show de Travestis

 

Por Andrea Madambashi|Repórter do The Christian Post

Culto evangélico inusitado é realizado na famosa avenida Corrientes, em Buenos Aires, Argentina, em uma casa com letreiros em neon e fotos de mulheres semi-nuas em propagandas de musicais em cartaz.

O culto “Pregando entre Plumas e Strass” que mais parece um show de talentos evangélicos é conduzido por Mabel Gebel. A programação começa com adoração feita por suas filhas seguido de uma apresentação humorística com o porteiro da casa.

Depois da adoração, a introdução surpreende quando travestis aparecem para fazer um show caribenho acompanhada de dois dançarinos de short curto e sem camisa. Eventualmente, os travestis terminam seminus.

Gebel, a pregadora, veste um vestido preto e possui uma capa cintilante enquanto abre o culto às 22h. “Deus ama a todos sem distinção”, ela diz com crítica a muitos evangélicos que, segundo ela, têm preconceito contra os homossexuais.

A noite termina com um atendente do culto, fantasiado de Evita Perón, com uma peruca longa e vestido longo, cantando “Don’t cry for me, Argentina”.

Um teólogo brasileiro Augustus Nicodemus Lopes comenta sobre o assunto ao The Christian Post, e afirma que esse método de aproximação às pessoas pode comprometer a integridade da mensagem da Bíblia se não for conduzido com sabedoria.

Nicodemus justifica que, em primeiro lugar, a igreja não deve ter uma “clientela exclusiva” ou seja, com foco para apenas um determinado grupo da sociedade, seja ele de homossexuais ou de qualquer outra minoria.

“Isso vai contra o ensino do Novo Testamento. A Igreja no período do Antigo Testamento era voltada para um determinado grupo. Com a vinda de Cristo, ela agora se volta a todos, homens e mulheres, velhos e moços, cultos e ignorantes, pobres e ricos”.

Segundo o teólogo, em Cristo todas as distinções já terminaram e a igreja deve ser o lugar em que indistintamente todas as pessoas são “recebidas, ouvem o Evangelho e são chamadas ao arrependimento”.

Em segundo lugar, ele alerta que no processo de contextualização da mensagem cristã na culturamoderna, a igreja deve cuidar para não diminuir os requerimentos do Evangelho e não apagar a linha que separa a igreja do mundo.

“Jesus disse que a gente tem que ser sal da terra e a luz do mundo. Ele estava enfatizando o caráter radical da igreja e para que o sal funcione, ele tem que ser distinto da comida”, disse ele ao CP. E completou . “A igreja é mais eficaz quando ela é claramente distinta do mundo. Esse tipo de abordagem pode comprometer a integridade do Evangelho”.

Em terceiro lugar, Nicodemus afirma que a igreja deve passar “a mensagem do arrependimento”. “O arrependimento significa mudança de vida, de atitude”. Nicodemus, entretanto, não acredita, pelo que se lê nas notícias, que naquele lugar esteja sendo pregado a necessidade de arrependimento e de mudança de vida entre as pessoas.

Com relação à crítica de que os evangélicos possuem discriminação contra os homossexuais, ele diz que isso procede apenas em parte, pois se há quem ofenda e desrespeite os homossexuais como pessoas, por outro lado existem aqueles que expõem o homossexualismo como pecado sem usar linguagem desrespeitosa ou ofensiva.

“Não podemos discriminar o homossexual, por outro lado o homossexualismo vai contra o que a Bíblia ensina e isso tem que ser dito. Mas, podemos dizer isso de uma forma amorosa, respeitosa sem ofender as pessoas. E isso não é somente sobre o homossexualismo mas para tudo que é contra os padrões bíblicos”.

Para concluir, o teólogo brasileiro urge que os líderes evangélicos e pastores se lembrem que o homossexualismo é um pecado como qualquer outro e urge para o arrependimento.

“A Bíblia não diz que o homossexualismo é o maior dos pecados e anuncia que não é só o homossexual que precisa de redenção, arrependimento, de perdão, de mudança de vida. Incrédulos, moralistas, religiosos, todos eles precisam se arrepender e crer no Senhor Jesus Cristo para serem salvos”.

Humanos fabricavam ‘colchões’ há mais de 70 mil anos

 

Segundo cientistas, descoberta coincide com outros comportamentos introduzidos pelo homem moderno em sua vida cotidiana, como o uso da pedra

08 de dezembro de 2011 | 20h 19

Efe

Os humanos primitivos na África do Sul já fabricavam colchões a base de ervas e plantas medicinais há 77 mil anos, 50 mil anos antes do que se acreditava, sugere um estudo divulgado nesta quinta-feira, 8.
Os restos de uma cama vegetal foram descobertos nas escavações do refúgio de pedra de Sibudu, na província de KwaZulu-Natal, por uma equipe da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo.
Segundo os pesquisadores, são aproximadamente 50 mil anos mais antigos que outros exemplos conhecidos, e coincidem com outros comportamentos introduzidos pelo homem moderno em sua vida cotidiana, como o uso da pedra.
Os peritos destacam que modificar o espaço vital do habitat, incluindo o entorno do quarto de dormir, é um aspecto importante do comportamento e da cultura humana. Os achados somam uma informação "fascinante" sobre os primeiros humanos modernos no sul da África
Os cientistas confirmaram que o achado pode ter sido usado pelas pessoas para se proteger de mosquitos e outros insetos. Vários dos restos de plantas fossilizados encontardos foram identificados como pertencentes a plantas da família do louro, que costumam ser usados na medicina tradicional.
"A seleção dessas folhas para fabricação do colchão aponta que os primeriso habitantes de Sibudu tiveram um conhecimento das plantas que rodeavam seu refúgio e seu uso medicinal", dizem os autores.
Os investigadores acreditam que os moradores do refúgio coletavam sementes de plantas ao redor do rio Thongathi e usavam o leito de plantas não só para dormir, mas também para trabalhar sobre ele.
A sequência estudada, de três metros de espessura, compreende um perído entre 77 mil e 38 mil anos atrás, o que indica que os humanos estavam fabricando tais colchões constantemente.
Análises feitas com microscópio revelaram que cerca de 73 mil anos atrás eles começaram a queimar as camas periodicamente, "provavelmente como uma forma de eliminar pragas", aponta o estudo.
Para eles,isso é algo que poderiam fazer para preparar o lugar para novos ocupantes e representa um novo conceito no uso do fogo para manutenção e ocupação de um lugar.