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Datena Reage e Manda ‘Banana’ para Record ao Vivo na Band

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Em reação ao pedido de penhora de seus bens por parte da Record, o apresentador José Luiz Datena faz gesto de “banana” e causa polêmica.

datena

Foto de tela do apresentador José Luiz Datena no programa Brasil Urgente.

Datena mais uma vez causa polêmica ao falar sobre a sua antiga emissora e o bispo Edir Macedo em seu programa Brasil Urgente, na Band, nesta terça-feira.

O motivo tem a ver com o pedido de penhora de bens movido na Justiça pela Record, que exige o pagamento da multa de 50 milhões de reais pela quebra de contrato pelo apresentador Datena.

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Datena, falando sobre o assunto, afirmou no programa que não iria falar sobre seus casos na “justiça”. “Respostas sobre casos meus na justiça, vão ficar por enquanto na justiça”.

Mostrando-se ameaçado pela emissora, bem como pelo seu dono, o apresentador se defende dizendo que não tem medo de ninguém: “vocês pensam que vão me individar, vocês não vão me individar”. E reforçou que não iria comentar sobre o bispo Edir Macedo.

“Em respeito ao bispo Edir Macedo eu não vou dar resposta para ninguém aqui hoje, não”, disse ele garantindo em tom de ameaça que se “quisesse eu lenhava vocês de cima embaixo”.

Seu recado para a Record é: “eu não vou responder nada para vocês não. A resposta que eu tenho que dar para vocês é na justiça, nos termos da lei”.

Segundo Datena, ele foi aconselhado dentro da emissora a falar sobre o assunto, mas por decisão própria, optou por não falar a respeito.

Neste momento, o apresentador fez gesto de “banana” e fez promessa em linguagem vulgar de que vai chegar o momento em que vai quebrar o silêncio.

O apresentador Datena deixou a emissora Record alegando falta de liberdade de expressão, ficando apenas dois meses na emissora e logo retornando para a Band.

Enquanto isso, a emissora acusa o apresentador de não ter cumprido com suas obrigações previstas em contrato.

O apresentador também se queixou das regras absurdas impostas por Honorilton Gonçalves, também bispo da Universal e denunciou que muitas coisas não foram cumpridas por eles, citando por exemplo, que o seu programa seria nacional e não foi.

Desde 2003, a Record já movia um processo contra o apresentador, quando Datena deixou o canal rumo à Band pela primeira vez. Hoje a soma dos processos chega a 50 milhões de reais.

Michael Caceres contribuiu para este artigo.

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Menina filipina sai do ‘túmulo’ após ser estuprada e enterrada viva

 

Menina de 10 anos foi atacada no domingo (2).
Suspeito foi detido e é um primo da menor.

Da EFE

 

Uma menina de dez anos saiu do túmulo e denunciou um primo que a estuprou, agrediu e enterrou viva no sul das Filipinas, informou a polícia local nesta nesta quinta-feira (6).

O inspetor Roberto Ocumen, chefe da polícia de Magpet, disse à imprensa local que a menina relatou que seu primo Dennis Quilatonde, de 21 anos, a violou, bateu em sua cabeça com um objeto e enterrou no último domingo (2) na cidade localizada ao sul do país.

A menor, que recuperou os sentidos quando já estava enterrada, conseguiu voltar à superfície e retornou para casa com a ajuda de vários vizinhos, antes de denunciar seu primo.

O suspeito foi detido já na segunda-feira (3) e permanece sob custódia policial.

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Israel e Alemanha cooperam para perseguir suspeitos nazistas

 

DA EFE

Israel e Alemanha iniciaram uma campanha legal para perseguir e denunciar judicialmente centenas de criminosos de guerra nazistas, informou nesta quinta-feira o diário israelense "Ha’aretz".

Após a condenação do ucraniano John Demjanjuk em maio, a instituição "caça-nazistas" Simon Wiesenthal deu início a uma estreita cooperação com representantes do Escritório Central das Administrações de Justiça do Estado, em Stuttgart, para acelerar a investigação de casos similares.

Segundo o periódico, há uma lista formada por cerca de quatro mil nomes de suspeitos, mas muitos deles estão mortos ou doentes, o que impediria um julgamento.

A iniciativa começou depois que Demjanjuk, de 91 anos, foi condenado em Munique a cinco anos de prisão por cumplicidade no assassinato de 28.060 judeus durante o Holocausto, após ter sido deportado dos Estados Unidos, onde vivia desde a década de 1950.

O caso deste ucraniano é o primeiro a chegar a uma condenação em um caso de nazismo sem evidências diretas de participação em um assassinato específico, o que pode abrir a porta para futuras penas desse tipo.

O Centro Simon Wiesenthal pretende que após esta sentença a Justiça alemã comece a analisar milhares de casos similares.