Categorias
Noticias

Irán: un pastor evangélico puede ser ejecutado hoy por no volver al islam

Yusef Nadarjani

 

Irán: un pastor evangélico puede ser ejecutado hoy por no volver al islam

Acusado de apostasía tras abandonar el islam hace 15 años, se negó a volver ante la Audiencia Provincial de Gilan, lo que podría acarrearle la pena de muerte según la legislación iraní.

28 DE SEPTIEMBRE DE 2011, IRÁN

Según dijo a Efe su abogado, Mohamad Ali Dadjah, Nadarjani, de 34 años, compareció este miércoles 28 de septiembre en la última audiencia ante una de las secciones de la Audiencia de la ciudad de Rasht, capital de la provincia de Gilan, y se negó a abandonar el cristianismo para regresar al Islám.

  "Le han preguntado por tercera y última vez si está arrepentido de haber abandonado el Islám y ha dicho que no lo hizo, pues antes de convertirse al cristianismo no tenía fe", indicó Dadjah.

  "Se mantiene en su postura y asegura que no va a dejar el cristianismo", reiteró el letrado, quien aseguró que tiene el convencimiento de que su representado será absuelto.

  El abogado, defensor habitual de presos de conciencia, recalcó que en la sesión de hoy ha aludido ante la Audiencia a los tratados internacionales firmados por Irán, que el país está obligado a respetar y aplicar y que recogen la libertad religiosa, por lo que apostilló: "deben liberarlo y espero que lo hagan".

  También citó ante los jueces la opinión de diversos eruditos islámicos que señalan que abandonar la religión musulmana no es motivo para imponer la pena de muerte, aunque la Ley religiosa iraní lo contemple.

  Para Dadjah, los tribunales iraníes, que se rigen por la Ley Islámica (Sharia), que contempla la pena de muerte para los musulmanes apóstatas si no vuelven al seno del Islám tras pedirles tres veces que se arrepientan, "no están en posición de ejecutarlo".

  Anteyer, el defensor de Nadarjani dijo que, si es condenado a muerte, intentaría recurrir de nuevo al Tribunal Supremo de Irán para anular la pena, como ya consiguió en una ocasión anterior hace casi tres meses.

  El pasado 5 de julio, el Tribunal Supremo anuló la pena de muerte que ya pesaba sobre Nadarjani y devolvió el caso a la Audiencia Provincial de Gilan.

Si se confirma la pena de muerte y el Tribunal Supremo no acepta el recurso, Nadarjani pasaría a disposición del departamento que se encarga de la aplicación de condenas, dentro del sistema judicial iraní.

Nadarjani, que según la ley iraní es originariamente musulmán, al ser hijo de musulmanes, se convirtió al cristianismo a los 19 años y actualmente es pastor de una iglesia evangélica , fue detenido en octubre de 2009 y procesado por apostasía, lo que en Irán conlleva la pena de muerte.

  La República Islámica de Irán es un Estado de confesión musulmana chiíta y, aunque la ley protege a los practicantes de otras ramas del Islám y las confesiones cristiana, judía y zoroástrica, todos ellos sufren de discriminación y limitaciones

EMBAJADA DE IRÁN EN ESPAÑA

  Si desea manifestar su protesta a la embajada iraní en Madrid, los medios de contacto son:

  – Teléfono: 91 345 01 16 (para llamar desde fuera de España: prefijo +34)
– Fax: 91 345 11 90 (desde fuera de España: prefijo +34)
– Email: [email protected]

Fuentes: Efe Terra

© Protestante Digital 2011

Categorias
Artigos

Estamos perdendo para a guerra cultural gay

 

Scott Lively

Muitos cristãos somente agora estão acordando para a seriedade da ameaça que representa à nossa sociedade o movimento homossexual. Mas infelizmente, para todos nós, apenas o som dos trompetes anunciando a vitória dos ativistas gays tirou os cristãos do seu sono. Os muros de guarda foram quebrados e invadidos, a cidade está em chamas, e os guerreiros triunfantes da cultura gay estão puxando uma longa corda de jovens prisioneiros pelo pescoço em direção à floresta. E o mais perturbador é que muitos dos capturados, incluindo alguns filhos desses cristãos ainda sonolentos, parecem felizes.

Venho alertando há muito tempo que a agenda homossexual não busca tolerância, mas controle. É claro, começou com um apelo por tolerância, mas imediatamente passou a exigir aceitação, e em seu devido tempo, à celebração de tudo que representa o homossexualismo.

Mas não foi suficiente que autoridades públicas eminentes em todas as grandes cidades liderassem as paradas do “Orgulho Gay”. Não, a agenda continuou a avançar para um novo patamar, exigindo participação forçada na cultura gay. Hoje boa parte dos Estados Unidos está no limiar da comemoração/coerção, graças à Califórnia com seu novo currículo escolar determinado por lei, bastante agressivo na defesa do homossexualismo.

Nem mesmo o estado conservador do Texas está imune. Esta semana mesmo a Fox News cobriu a história de um garoto de 14 anos suspenso da escola por dizer em uma conversa com um colega que o homossexualismo era errado. O professor furioso que exigiu punição do garoto supostamente colou no mural da sala de aula uma foto de dois homens se beijando, e frequentemente direciona as discussões de sala para a questão do homossexualismo.

Precisou da intervenção de um escritório de advocacia pública cristão para fazer com que a escola voltasse atrás na suspensão. Mas quantos alunos desse mesmo professor assimilaram seus valores como normais ao longo dos anos, longe da desconfiança dos pais?

E o mais importante: quantas outras salas de aula nos EUA são conduzidas por esse tipo de gente? Seu grupo ativista, Gay Lesbian Straight Teachers Network (Rede de Professores Gays, Lésbicas e Heteros, que mais tarde alterou seu nome para education network, ou “rede educacional” para esconder a ligação ativista gay) teve poder suficiente para lançar seu fundador Kevin Jennings como responsável da Casa Branca de Obama pela “segurança das escolas” por algum tempo. Eu diria que sua agenda já influencia praticamente todas as salas de aula.

Sou velho o suficiente para me lembrar do debate sobre a mera possibilidade de permitir que homossexuais se tornassem professores, quem dirá punir alunos por discordar da defesa das suas escolhas sexuais em sala de aula. Lembro-me bem dos protestos pró-homossexualismo, que diziam que “gays e lésbicas só querem o direito de ficar em paz. Eles NUNCA iriam interpor suas vidas privadas em sala de aula”. Todos mentiram, e nós acreditamos; agora nossos filhos e netos estão sendo forçados a celebrar a “cultura” gay sob pena de serem punidos pela lei.

Essa é a última tacada dos gays. É o estágio final da sua agenda, que sempre teve como objetivo assumir o controle e o poder de punir a dissidência: esmagar e punir os críticos. Eles ainda só têm esse poder em alguns lugares, mas estão se movimentando rápido para consegui-lo em todos; e a inércia está em favor deles. E sempre que eles a tiverem, eles irão usá-la.

Isso me traz, por fim, ao assunto do “casamento gay”. Mas o quê? De que forma o “casamento gay” tem alguma coisa a ver com a propaganda homossexual nas escolas, ou com pais cristãos acordando tarde demais para ver que seus filhos estão sendo doutrinados?

É a mesma questão, meus amigos. Casamento gay, currículo gay, paradas gays, programas de TV gays, soldados gays, adoção gay, doenças gays, recrutamento gay e por aí vai. Tantas questões aparentemente distintas que na verdade são uma só: o fenômeno artificial, anormal e destrutivo, tanto na esfera privada quanto na social, do pecado homossexual. Somos alertados de forma clara e enfática na Bíblia. Vimos seu poder perversor na história. Estamos literalmente vendo sua ética de anarquia sexual suplantar o modelo bíblico de família como sistema de valores que orienta a nossa sociedade.

Não vou acrescentar aqui o quanto eu amo os homossexuais, embora odeie seu pecado. Por uma questão de ordem pública, não deveria importar o que eu penso dos perpetradores, mas que estou dizendo a verdade sobre sua agenda. Não quero reforçar a ideia ridícula de que os cristãos precisam oferecer uma ressalva para provar que não são motivador por ódio. De qualquer forma, isso não iria abrandar a hostilidade deles contra mim. Acredite.

Não estou dizendo que não existe esperança de os cristãos superarem o desafio à sua frente. Absolutamente nada é impossível para Deus. O que estou dizendo é que não existe possibilidade de ganharmos, principalmente nesse estado de coisas, se nossos “heróis” continuarem se complicando com a “definição de casamento” e labutando querendo provar que não são movidos por ódio, cedendo a um e outro ponto da agenda gay não relacionado a casamento.

Precisamos nos manter firmes e sem defensivas na dura verdade de que o homossexualismo não é um fenômeno social benigno ou moralmente neutro. É uma insidiosa e contagiosa forma de perversão sexual condenada por Deus como uma abominação. Eu me encolho enquanto escrevo estas palavras, porque sei a fúria que estou chamando para mim mesmo. Mas ainda assim, alguém precisa dizer isso aberta e publicamente, pois é a verdade, e somente ela pode nos libertar do politicamente correto que nos aprisionou até agora.

A agenda homossexual representa uma ameaça existencial à civilização cristã, e estamos no fim da guerra, perdendo feio. Tudo depende de você, leitor cristão. Entre para valer no “jogo”, imediatamente, ou diga adeus a tudo.

Dr. Scott Lively é advogado, pastor e autor de vários livros sobre a agenda homossexual, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazy Party” (de coautoria com o pesquisador judeu Kevin E. Abrams).

Traduzido por Luis Gustavo Gentil

Título original: ‘Gay’ culture war: It’s nearly lost

Versão em espanhol: Estamos perdiendo para la guerra cultural gay

Categorias
Noticias

Designer israelense cria bicicleta sem pneus

 

DE SÃO PAULO

Divulgação

Bicicleta sem rodas

Bicicleta sem pneus

Hoje, há bicicletas de todos os tipos. Mas você já imaginou encontrar por aí uma bicicleta sem… pneus?

Ela foi criada pelo designer israelense Ron Arad. Ele usou tiras de aço para fazer gomos. Juntos, os gomos lembram flores. E são elas que ocupam o lugar dos pneus nesta bicicleta.

A "bike" ainda funciona melhor quanto mais rápido o ciclista pedalar, dizem os criadores.

A "magrela", que levou duas semanas para ser feita, pode ser pilotada pelos hóspedes de um hotel em Londres, na Inglaterra. Por enquanto, essa invenção maluca ficará longe das lojas.