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Lançamento de Revista Militar Gay é Suspensa

 

Por Amanda Winkle|Repórter do The Christian Post
Traduzido por Abigail Viana dos Santos

A revogação histórica da política "Não Pergunte Não Fale" (DADT) oficialmente entra em vigor em 20 de setembro. Não é por acaso que no mesmo dia, uma publicação intitulada OutServe Magazine vai procurar fazer história como a primeira revista temática abertamente gay para o pessoal militar, fazendo seu lançamento em postos militares.

A revista estará disponível em lojas militares selecionadas em bases do Exército e da Força Aérea gratuitamente.

"Uma das razões de receber esta revista em instalações militares é tão importante, é que, LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros) membros do serviço, muitas vezes sentem que não há mais ninguém como eles em seus locais de serviço", disse um editor da Outsource, uma revista LGBT, que pediu para permanecer anônimo.

"Eles enfrentam desafios únicos dentro de seu comando, como o ostracismo de seus parceiros ou não podem falar sobre seus próprios relacionamentos pessoais, como todos os outros podem".

"Estas são coisas que podem fazer alguém se sentir muito só. A OutServe Magazine é uma ferramenta que estamos usando para chegar e deixar que esses membros saibam que não estão sozinhos, que temos um grupo de apoio enorme para eles".

A OutServe tem capítulos regionais que abrangem todas as instalações militares dos EUA em todo o mundo, a fim de conectar melhor os indivíduos LGBT com recursos. A revista destina-se a destacar as contribuições do serviço que pessoal LGBT fazendo dentro das classificações e discute questões e fornece respostas para muitos tópicos que indivíduos LGBT lidam.

No entanto, a OutServe está ciente de que nem todos concordam com serviço aberto e também usa a revista para educar os críticos e ajudá-los a entender "quem somos, o que fazemos, e como servir com honra e direito a integridade ao lado deles", afirmou editor da revista.

Chuck Harrison, um coronel aposentado do Exército, está entre aqueles que pensam que a política de suspenção da DADT é uma má idéia.

"Nós temos o melhor exército treinado na história do mundo e principalmente por causa da moral e ética de nossas tropas", disse Harrison. "Acho que o problema com a suspenção da DADT é que coloca a ênfase no pessoal homosexual acima do direito de soldados heterossexuais, o que poderia resultar em problemas de privacidade potencial para todos".

Os militares tem sido preparados para a data de revogação oficial através da implementação de normas e programas educacionais para ajudar na transição. Houve guias de treinamento distribuídos para cada Serviço, afirmando que o direito de servir de um membro do serviço LGBT, abertamente e sem medo de discriminação.

Os comandantes têm também informado as suas equipes que a discriminação não será tolerada, e têm um fórum aberto sobre a preocupação de que todos os membros do serviço podem ter a revogação.

A mensagem dos altos funcionários militares é clara: O pessoal LGBT continuará a servir nas forças armadas, como sempre, a diferença é que eles não têm para esconder a sua identidade sexual.

A edição de setembro contará com 100 LGBT membros do serviço: seus nomes, rostos, e postos de trabalho.

"Queremos mostrar ao resto dos militares – e nosso país – que há soldados honrosos, corajosos soldados LGBT, marinheiros, aviadores, fuzileiros navais, e da Guarda Costeira que estão colocando suas vidas em risco todos os dias. Queremos dar a outros membros LGBT atualmente servindo a inspiração para serem honestos sobre quem são", disse o editor.

"Acima de tudo, queremos ajudar a manter nossos militares a mais respeitada organização profissional, em todo o mundo – um brilhante exemplo de coragem, integridade, igualdade – E é assim que fazemos".

Harrison, enquanto isso observou, "Eu não acho que saberemos o impacto dessa decisão até que poderia ser tarde demais. Estamos apenas arriscando muito, alterando a cultura dos nossos militares".

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Jovem assembleiano é destaque no Programa Raul Gil

 

Ao interpretar Agnus Dei e Happy Day, Jotta A marcou presença no programa

Ele tem apenas 12 anos, mora em Sorocaba (SP) e frequenta a Igreja Evangélica Assembleia de Deus na Vila Angélica, liderada pelo pastor Abiu Carriel. Filho de Edna e Antônio Holanda, ele é o caçula de três irmãos e está cursando a sétima série.

Como ele mesmo diz em seu Twitter, “um adorador de pequena estatura, mas com essência”. E isso foi constatado por milhares de pessoas na apresentação de José Antônio, ou Jotta A, nas tardes dos dois últimos sábados (13 e 20), no quadro Jovens Talentos Kids, do programa Raul Gil (SBT).

A apresentação de Jotta A foi marcante não só para a plateia, que aplaudiu de pé, mas também para os jurados que ficaram emocionados. No primeiro dia, a cantora e jurada Negra Li não escondeu o choro e a emoção ao falar do pequeno adorador.

Ao interpretar Agnus Dei, uma das mais conhecidas músicas evangélicas em todo o mundo, Jotta A foi o grande destaque do programa e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais entre os evangélicos e pessoas que foram tocadas pela apresentação do menino. Já no dia 20, Jotta A interpretou outro clássico – Happy Day. E a reação do auditório, dos jurados e dos músicos também não poderia ser diferente. Mais uma vez, ele foi aplaudido de pé.

De lá pra cá, a rotina de Jotta A mudou completamente. Ele conta que na escola o assédio tem sido muito grande por parte dos professores e colegas. “Os professores me tratam como um bebê e todos os colegas ficam querendo saber como é participar do programa”. A irmã mais velha, Lanna, que acompanha o menino nas apresentações, diz que “têm dias que ele leva cerca de duas horas para sair da escola”.

No entanto, o enorme sucesso não fez com que Jotta A perdesse a identidade cristã que sempre teve. Ele conta que, quando foi incentivado pela família a participar do programa, recebeu total apoio da igreja e do pastor. “A igreja se colocou em oração e sempre tive o apoio do meu pastor”, destaca.

O compromisso que tem com o ministério e o talento que Deus lhe deu, fazem com que as apresentações de Jotta A sejam realmente diferentes. Ele diz que nas apresentações no programa sentiu que algo diferente acontecia naquele palco. “Quando eu canto, sinto a presença de Deus e creio que a plateia também sentiu. O chão tremia. Foi algo tremendo!”, testifica.

Mesmo participando de um programa de auditório em rede nacional e pressionado pela mídia, Jotta A é enfático ao afirmar que não pretende cantar músicas seculares durante a competição. No próximo sábado (27), Jotta A vai interpretar um outro clássico mundial da música gospel. Mas, para não estragar a surpresa, decidimos não revelar aqui. Garantimos que valerá a pena conferir mais essa apresentação.
Sucesso e carreira

Fã da cantora Cassiane, ele conta que sempre gostou de ouvir suas canções e a primeira música que cantou, aos três anos de idade, foi Com muito louvor, grande sucesso da cantora pentecostal.

Pela potência vocal e técnica perfeita, Jotta A já vem recebendo comparações com o cantor Michael Jackson, quando ainda criança foi sucesso com o grupo The Jackson Five. Ao ser perguntado sobre a inevitável comparação, o menino diz que recebe bem, pois sempre admirou o trabalho do popstar.

Atualmente, o jovem adorador está preparando o próximo CD que será lançado em setembro, durante a Expocristã, em São Paulo. O primeiro trabalho foi gravado aos seis anos, com a produção de Alex Silva.

Mesmo que a maioria das pessoas não cogitem a possibilidade de que Jotta A não vença o programa, o menino diz que , caso isso aconteça, sempre continuará tentando e seguirá a carreira como cantor gospel, mas sem deixar de lado a intimidade que tem com o Senhor. “É algo que busco ter sempre. Todas as vezes, antes de me apresentar, faço minha oração e digo: ‘Senhor, a glória é para Ti!’”, finaliza

Irmão Garcia | Notícias | 09 3rd, 2011 |

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A unidade que está nos destruindo

 

A.W. Tozer

Quando unir-se e quando dividir-se, eis a questão, e uma resposta abalizada exige a sabedoria de um Salomão.

Alguns resolvem o problema de maneira simples e prática: Toda união é boa e toda divisão é má. Muito fácil. Mas esta maneira simplista de tratar do assunto ignora as lições de história e se esquece das profundas leis espirituais que regem a vida do homem.

Se os homens bons desejassem a união e os maus a divisão. ou vice-versa, isso simplificaria as coisas para nós. Ou se pudesse ser mostrado que Deus sempre une e o diabo sempre divide, seria fácil encontrar nosso caminho neste mundo confuso. Mas as coisas não  são   assim.

Dividir o que deve ser dividido e unir o que deve ser unido faz parte da sabedoria. A união de elementos heterogêneos jamais é boa mesmo que possível, nem a divisão arbitrária de elementos semelhantes. Isto se aplica certamente tanto às coisas morais e religiosas, como às políticas e científicas.

Deus foi quem fez a primeira divisão, quando separou a luz das trevas no momento da criação. Esta divisão estabeleceu a regra para todo o comportamento divino na natureza e na graça. A luz e as trevas são incompatíveis. Tentar ter ambas no mesmo lugar ao mesmo tempo é tentar o impossível e o resultado será sempre nulo, nem uma nem outra, mas obscuridade e escuridão.

No mundo dos homens, atualmente são poucos os contornos que se destacam. A raça acha-se decaída. O pecado trouxe confusão. O trigo cresce junto com o joio, as ovelhas e os cabritos coexistem, as terras dos justos e injustos ficam lado a lado na paisagem, a missão tem o bordel como vizinho.

As coisas, porém, não serão sempre assim. Está chegando a hora em que as ovelhas serão separadas dos cabritos, o joio do trigo. Deus dividirá novamente a luz das trevas e todas as coisas se agruparão segundo a sua espécie, O joio irá para o fogo junto com o joio, e o trigo para o celeiro com o trigo. A névoa se levantará como acontece com a neblina e todos os contornos surgirão nítidos. O inferno será sempre reconhecido como inferno e o céu irá revelar-se como o lar de todos os  que possuem  a natureza do  Deus  único.

Aguardamos com paciência essa hora. Enquanto isso, para cada um de nós e para a igreja onde quer que apareça na sociedade humana, a pergunta repetida deve ser: Com o que devemos unir-nos e do que separar-nos? A questão de coexistência não existe aqui. O trigo cresce no mesmo campo com o joio, mas deve haver polinização mútua entre eles? As ovelhas pastam junto aos cabritos, mas devem procurar cruzamento entre as espécies? Os injustos e os justos gozam da mesma chuva e do mesmo sol, mas devem esquecer suas profundas diferenças morais e casar-se?

A resposta popular a estas perguntas é afirmativa. Unir-se sempre e os homens serão irmãos apesar de tudo. A unidade é tão preciosa que preço algum é demasiado para alcançá-la e nada é suficientemente importante para manter-nos separados. A verdade é sufocada para celebrar a festa de casamento do céu e do inferno, e tudo isso a fim de apoiar um conceito de unidade que não se baseia na Palavra de Deus.

A igreja iluminada pelo Espírito não aceita isso. Num mundo caído como o nosso a unidade não é um tesouro que deva ser comprado ao preço da transigência. A lealdade a Deus, a fidelidade à verdade e à preservação de uma boa consciência são jóias mais preciosas do que o ouro de Ofir ou os diamantes extraídos da mina. Por causa dessas jóias homens sofreram a perda de propriedades, a prisão e até a morte; por elas, mesmo em épocas recentes, por trás das várias cortinas, os seguidores de Cristo pagaram até o último centavo o preço de sua devoção e morreram silenciosamente, desconhecidos e não aplaudidos pelo grande mundo, mas conhecidos de Deus e caros ao seu coração paterno. No dia em que forem declarados os segredos de todas as almas, eles irão apresentar-se para receber as obras feitas no corpo. Esses são certamente filósofos mais sábios do que os seguidores religiosos da unidade sem significado, que não possuem coragem suficiente para colocar-se contra as modas correntes e que clamam por irmandade só porque tal coisa acha-se no momento em foco.

"Divida e conquiste" é o refrão cínico dos líderes políticos maquiavélicos, mas Satanás sabe também como unir e conquistar. A fim de colocar uma nação de joelhos o ditador em potencial precisa primeiro uni-la. Através de apelos repetidos ao orgulho nacional ou à necessidade de vingar-se de alguma injustiça passada ou presente, o demagogo consegue unir a população à sua volta. Depois disso é fácil dominar os militares e submeter o legislativo. Segue-se então, na verdade, uma unidade quase perfeita, mas trata-se da unidade do curral ou do campo de concentração. Vimos isto acontecer várias vezes neste século, e o mundo irá vê-la uma vez mais quando as nações da terra se unirem sob o Anticristo.

Quando as ovelhas confusas começam a cair num despenhadeiro, a ovelha que quiser salvar-se individualmente precisa separar-se do rebanho. A unidade perfeita em tal momento só pode significar destruição total para todos. A ovelha sábia, para salvar sua própria pele, se afasta.

O poder se encontra na união de coisas homogêneas e na divisão das heterogêneas. Talvez aquilo que precisamos nos círculos religiosos de hoje não seja mais união, mas uma certa divisão sábia e corajosa. Todos desejam a paz, mas pode ser que o reavivamento use a espada.

Fonte: Josemar Bessa