Categorias
Noticias

GRAVIDA AOS 69 ANOS

 

Evangélica se diz gestante de gêmeos. Médicos suspeitam de doença

Os médicos não conseguem encontrar os fetos dentro do útero e suspeitam de uma doença no fígado

Na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, uma senhora de 69 anos está contando os dias para dar a luz a duas crianças. Evangélica e casa com um senhor 29 anos mais novo, ela alega que está grávida de sete meses.

O caso tem sido muito comentando na cidade, pois Maria Severina já teve 12 filhos, dentre eles duas gestações de gêmeos e além da idade avançada, já entrou em na menopausa.

Os preparativos para a chegada das crianças já está pronto, até um berço foi comprado para recebê-los. Acontece é que nos exames de ultrassonografia não registram a presença de feto no útero de dona Maria.

“Os meninos estão escondidos dentro de uma bolsa, que vem da parte de trás da barriga e vem pra frente. Deus me disse isso”, disse ela que é evangélica.

De acordo com a ginecologista Wanicleide Leite, é impossível uma mulher engravidar após a menopausa.

“Se realmente esta mulher estiver grávida naturalmente, é a primeira vez na história médica mundial que isso vai acontecer. Só vimos casos assim na Bíblia, como é o caso da mulher de Abraão”, declarou a médica.

Barriga crescida

É visível que a barriga da dona Maria está realmente parecida com a de uma gestante, mas não há crianças ali dentro. “Se não tem meninos, porque os médicos não descobrem alguma doença?” Questiona cheia de fé.

Exames foram feitos para tentar identificar o que tem feito sua barriga crescer tanto. Um deles, realizado no dia 23 de maio de 2011 aponta que o fígado dela está de formas e dimensões normais, contornos regulares e indica padrão textural aumentado. Em outro exame, o fígado apresenta sinais ecográficos de Esteatose Hepática Acentuada (Grau III), que é conhecida como a ‘doença gordurosa do fígado’.

A estato-hepatite é uma doença silenciosa, assintomática e até mesmo fatal. O acúmulo de gordura no fígado, mesmo sem ingestão alcoólica, pode causar cirrose e, em alguns casos, até mesmo câncer de fígado.

Maria Severina ainda não recebeu esse diagnóstico e por isso continua animada com a promessa de que dentro de dois meses terá seus dois filhos nos braços.

Data: 8/8/2011 09:15:25
Fonte: Portal Correio

Categorias
Estudos

HUMOR NO EVANGELISMO NÃO É PECADO

 

Para líder de jovens humor pode ser usado mas sem exagero

Por: Vinicius Cintra – Redação Creio

biblia

EXISTE LIMITES PARA O EVANGELISMO? Pois é, essa manchete de sexta-feira, 5, do portal Creio fez com que o assunto rendesse e atraiu a atenção de Marcos Madaleno, líder do ministério de juventude da Primeira Igreja Batista de São José dos Campos (SP). O pastor que está constantemente em contato com o público de pouca idade, alerta para os limites de se evangelizar através de paródias e sátiras na internet como a do ‘Justin Bíblia’, mas não se diz contra as oportunidades e meios de alcançar um público que muitas vezes não conhece o evangelho por ficar muito tempo na frente de um computador.

Não há nada de errado com vídeos como esse último do ‘Justin Bíblia’ e outros que circulam pela rede, pelo menos essa é a opinião de Marcos. “Não há problema algum, até posso dizer que é uma forma de aproveitar as oportunidades de atrair o jovem para o evangelho. Obviamente que as ferramentas devem ser usadas com seriedade e de forma criativa, para que a mensagem seja comunicada com boas intenções e tenha virtude”.

A internet é rápida em termos de conteúdo, simples e onde encontra-se de tudo, até mesmo vídeos gospeis usados como ferramenta de evangelismo. Mas alguns deles não se tratam de vídeos evangelísticos com uma dose de humor, e sim, provocações e até mesmo ofensa ao evangélico. “Realmente há pessoas que vão contra a igreja e desrespeitam a crença e o material produzido por quem realmente quer alcançar o próximo. Eu não apoio e nem compactuo com essas atitudes. Até mesmo dentro da igreja há crítica quando é feito algo para ela mesma e quando se faz algo para os de fora a crítica também vem de fora”, explica Madaleno.

Categorias
Ciência Estudos

RELIGIÃO E CIÊNCIA : Estudo genético revela ascendência judia e comprova história bíblica

CIÊNCIA

Foto - Religião e ciênciaUma pesquisa genética realizada pela Universidade de Harvard revelou que os judeus têm ascend ência entre os povos africanos e a data dessa mistura de povos remete a uma passagem bíblica que conta a história entre o contato do rei Salomão com a rainha de Sabá.

De acordo com as Sagradas Escrituras o filho do Rei Davi fazia comércio com várias partes do mundo, incluindo a África. Por causa desses negócios ele chegou a receber a vista da governante da região da antiga Etiópia.

Mas de acordo com o estudo científico “The History of African Gene Flow into Southern Europeans, Levantines and Jews” além de relações comerciais também aconteceram relações amorosas, pois fazendo análises genômicas para traçar a história do povo judeu através do DNA é possível encontrar dados genéticos de 15 povos subsaarianos.

Esses resultados aparecerem depois que David Reich, professor de Genética de Harvard e seus colegas resolveram levar essa pesquisa mais a fundo e analisaram mais de meio milhão de amostras de DNA em todo o genoma de membros de sete diferentes etnias judaicas – incluindo os ashkenazim do norte da Europa; os sefardim da Itália, Turquia e Grécia, e os mizrahim da Síria, Iraque e Irã. Então compararam os dados genéticos com o DNA de 15 povos africanos do sub-Saara.

De acordo com o que foi publicado na edição de abril da revista PLoS Genetics, os pesquisadores explicam que pode-se atribuir cerca de 3% a 5% da ascendência dos judeus modernos aos africanos subsaarianos, e que a troca de genes entre judeus e africanos subsaarianos ocorreu cerca de 72 gerações atrás, ou mais de 2.000 anos.

Priya Moorjani, doutora que liderou a pesquisa, ficou surpresa como o grau de DNA dos africanos foi tão consistente entre as várias populações judaicas.

Os resultados, segundo Moorjani, podem apontar para uma ancestralidade comum entre os diversos grupos judaicos. “É definitivamente sugestivo que essas populações de judeus têm um ancestral comum”, disse ela.

A equipe da universidade americana não pôde determinar onde exatamente a troca de genes ocorreu, mas os resultados complementam o entendimento dos historiadores da narrativa judaica.

Usando o método chamado roll off, Moorjani comparou fitas de DNA de dois grupos étnicos para calcular quando se misturaram. Quanto menor e mais quebrados forem os segmentos do DNA, mais velha a data da mistura. “A deterioração genética acontece muito lentamente,” Moorjani explica, “tanto que hoje, milhares de anos mais tarde, há bastante evidência para que estimemos a data da mistura da população.”

Lawrence Schiffman, professor de hebraico e estudos judaicos da Universidade Yeshiva, explica que há dois períodos distintos que poderiam confirmar tais descobertas dos geneticistas. O primeiro é o período do Primeiro Templo, entre 950 aC e 600 aC, quando o reino de Salomão teria iniciado o contato com os africanos.

Ou ainda, Schiffman diz, a mistura de populações poderia ter ocorrido um pouco mais tarde, durante o período helenístico, entre 320 aC e 30 aC, quando os judeus viviam no litoral sul do Mar Mediterrâneo e poderiam ter entrado em contato com os africanos ao sul.

Embora os relatos bíblicos oferecem explicações possíveis para as descobertas, Schiffman salienta que ele e outros cientistas sociais só podem oferecer interpretações históricas dos dados genéticos. “Temos que pegar o que eles estão nos dando, e adicioná-lo à nossa imagem da história”.

Data: 8/8/2011 09:20:13
Fonte: Pavablog