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5G expande efeitos nocivos das radiações eletromagnéticas

5G, o mais recente sistema de comunicação sem fio que permite downloads mais rápidos e mais dados pelas bandas de 28, 37 e 39 GHz, também conhecido como espectro de onda milimétrica (mmW), irá enganchar cada coisa material única do planeta, o que inclui os próprios seres humanos, em uma vasta rede planetária chamada Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things), onde tudo e todos se tornam nós na rede, conectados por microchips nano-size que podem ser inalados como poeira inteligente (isso mesmo, do pó ao pó).

A população, é claro, em seu desejo a todo o custo por modernidade, conveniência e velocidade, tolamente embevecida pela mídia, não se dá conta dos riscos à sua privacidade, segurança e saúde. 5G não é apenas um update, a atualização da infra-estrutura sem fio, mas um salto gigantesco e definitivo em direção a uma grade de controle tecnológico total, a cobertura da Terra inteira – incluindo as áreas rurais – com um manto eletromagnético 5G, de modo que nada nem ninguém poderá escapar de seus efeitos nocivos. Como todas as partes da Terra serão cobertas, haverá saturação de radiação urbana e rural com efeitos danosos e irreversíveis para a saúde. O objetivo final, no entanto, vai muito mais além: é perscrutar o que você está pensando e sentindo e depois alterar o que você está pensando e sentindo para controlar suas ações. Em outras palavras, controle mental total, a regulação de nosso estado de consciência, o busílis da Nova Ordem Mundial.

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

5G, a quinta geração de internet móvel ou de sistema sem fio, desenvolvida desde outubro de 2012, quando o governo britânico estabeleceu um consórcio com operadoras móveis internacionais – incluindo Huawei, Samsung, Telefonica Europa, Fujitsu Laboratories Europa, Resohde & Schwarz e Aircom Internacional -, acaba de entrar em operação na China e nos Estados Unidos e em breve deverá ser implantada em todas as partes do mundo, a despeito de centenas de cientistas de mais de 35 países desde 2017 recomendarem proibi-la antes que um estudo independente acerca das consequências para a saúde humana dos indivíduos expostos a essa nova tecnologia fosse realizado.

William Ross Adey

Bem antes disso, já nos anos 60 e 70, o professor de anatomia e psicologia William Ross Adey (1922-2004), do Brain Research Center da University of Southern California e da Loma Linda University Medical School, Califórnia, demonstrou que a radiação não-iônica, a mesma das antenas 5G, foi capaz de alterar o comportamento de pessoas e animais. Uma frequência de 10 Hz pode deixar alguém em estado de estupor, podendo até mesmo induzir as pessoas ao sono de acordo com a frequência das ondas. Foram registradas ainda mudanças na capacidade de memória, alterações metabólicas, mudanças no funcionamento das glândulas e alterações na libido.

Adey trabalhou no infame Projeto Pandora da CIA e pesquisou a indução de modificações comportamentais por meio de ondas eletromagnéticas. Colocando um voluntário em um campo eletromagnético, Adey descobriu que algumas ondas de rádio específicas podiam interferir nas ondas cerebrais do indivíduo. Esta resposta ocorreu apenas quando a modulação das micro-ondas de ELF (Extremely Low Frequency) tinha uma onda portadora modulada em amplitude 6-20 hertz (Hz). A máxima estimulação dos neurônios ocorreu a 16 Hz, mas para ambos os lados desta faixa de frequência não havia efeito.

Portanto, em teoria, um sinal de ELF pode ser adicionado à rede de micro-ondas para estimular um padrão comportamental preciso para cada usuário de telefone celular. Quando nenhum sinal é transmitido, o telefone celular faz com que os neurônios liberem íons de cálcio, o que torna o usuário cansado e irritadiço e mais propenso a explosões de raiva. As células são delimitadas por uma membrana protetora que se comunica com o mundo exterior por meio de filamentos de proteínas carregadas eletricamente que pulam para fora de sua superfície. Estas levam os sinais para o interior da célula, onde regulam o crescimento e o desenvolvimento e a divisão celular.

Em 2015, mais de 230 cientistas de 41 países já tinham expressado celeuma acerca das consequências nocivas para a saúde devido a exposição a ondas eletromagnéticas a partir dos dispositivos wireless e eletrônicos.O neurocientista norte-americano Allan H. Frey (1935-), conhecido por sua pesquisa sobre o efeito auditivo das micro-ondas, também chamado de “Efeito Frey”, trabalhou no Centro de Eletrônica Avançada da General Electric na Universidade de Cornell. Em 1975, após publicar um estudo demonstrando que as micro-ondas “com certas modulações” podem causar vazamentos letais na barreira hematoencefálica, foi silenciado pelo governo dos Estados Unidos. Frey descobriu que podia induzir sonhos à distância nos indivíduos submetendo-os a ondas eletromagnéticas. Descobriu também que podia produzir sons diretamente no interior da mente de um indivíduo.

Outros estudos científicos têm demonstrado que a exposição à radiação de microondas causa efeitos negativos nos vasos sanguíneos, estômago e músculos. Distúrbios do sono e cansaço se tornam comuns, bem como falta de apetite, baixa auto-estima, sentimento de desesperança, distúrbio crônico de humor (distimia, que afeta dois milhões de brasileiros e é considerado comum), exaustão geral e cansaço diurno. Seria coincidência que tais distúrbios venha aumentando exponencialmente a cada dia em paralelo ao crescimento exponencial das torres de celulares, 3G, 4G e agora 5G? A relação parece incontestável. O agravante é que a exposição à radiação de microondas causa efeitos irreversíveis, mesmo que a pessoa pare de ser exposta a elas. Haveria ainda chances maiores de desenvolver câncer, doenças cardíacas, diabetes, Mal de Alzheimer e até doenças mentais. A indústria farmacêutica, que lucra cada vez mais, agradece.

Com o 5G, implementa-se o maior e mais invasivo procedimento biológico da história da humanidade, um dos principais pontos que a alta elite Illuminati esperava cumprir. E o gado humano, como sempre, irá simplesmente agradecer pela pequena porção de felicidade que lhe será proporcionada antes de ser abatido. Que Deus tenha piedade de todos nós.

Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre.

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Casos de ‘doença do beijo’ aumentam depois do Carnaval

Mononucleose pode ser transmitida até um ano após a contaminação; médica recomenda evitar beijos e compartilhamento de copos neste período
    • Aline Chalet, do R7*

Mononucleose, herpes, sífilis e caxumba são doenças transmissíveis pelo beijo

Mononucleose, herpes, sífilis e caxumba são doenças transmissíveis pelo beijo

Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo – 9.2.2016

Carnaval e blocos de rua costumam atrair um público que, além da música, busca também beijar na boca.

É nesta época que aumenta a incidência da chamada ‘doença do beijo’ e de outras infecções transmissíveis pela saliva, afirma a infectologista Raquel Muarrek.

A mononucleose, uma contaminação viral, é conhecida como doença do beijo por ser transmitida pela saliva. Raquel lembra que compartilhamento de copos e talheres também pode transmitir a doença.

Os sintomas podem levar até três dias para se manifestarem após a contaminação, o que facilita a transmissão de uma pessoa para outra neste período.

A doença causa dor de garganta, fadiga, cansaço, febre, perda de peso e aumento dos gânglios linfáticos. É causada pelo vírus Epstein-Barr. O tratamento consiste em hidratação e repouso.

“A gente recomenda que não compartilhe copo e não beije. A pessoa pode ficar até um ano transmitindo a doença”, afirma a médica.

Outra doença transmissível pela saliva é o citomegalovírus, que possui quadro clínico muito parecido, com a diferença de não apresentar dor de garganta e ter um quadro de febre prolongado.

Segundo o Manual Merck de Diagnóstico e Tratamento, o vírus fica hospedado no corpo do por toda a vida e os sintomas podem reaparecer com queda da imunidade.

Herpes

Outro vírus que permanece no corpo após a contaminação é o da herpes. “O tipo 1 é que podemos pegar pela boca.”, afirma Raquel.

A transmissão pode acontecer mesmo quando as lesões características da doença não estão aparentes, de acordo com o Manual Merck.

A infectologista explica que a pessoa que foi contaminada pode levar até sete dias para apresentar a primeira infecção e até 30 dias para apresentar virologia positiva no exame de sangue.

Segundo Raquel, apenas 15% dos contaminados apresentam herpes recorrente — o restante das pessoas só vai apresentar sintomas quando a imunidade estiver baixa.

Sífilis

Apesar de a transmissão pelo beijo ser incomum, aumentam os registros de casos de sífilis após o Carnaval. A bactéria também pode ser transmitida por sexo oral.

Diferente das outras, virais, esta doença é causada por uma bactéria, Treponema pallidum. Ela é dividida em três estágios.

“No primário, o sintoma é a ferida na região genital. Apesar de incomum, já vi na boca também”, afirma.

A sífilis secundária apresenta manchas na pele e na mucosa da boca e pode apresentar febre. No terciário pode levar à meningite ou miocardite. O tratamento é feito com antibióticos (injeções de penincilina).

Por último, Raquel lembra da caxumba. “Apesar de ser uma doença com vacina, tivemos um surto em 2018 e 2019. Por isso é importante manter a carteira vacinal em dia”, afirma.

A doença pode ficar até 25 dias incubada e começar a ser transmitida até sete dias antes dos primeiros sintomas. O mais conhecido é o inchaço na região do pescoço, mas também apresenta cansaço e febre.

“É uma doença grave, pode levar a orquite [aumento da bolsa escrotal], pancreatite, meningite e até perda auditiva e da visão, já que afeta a parte neurossensorial.”

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fernando Mellis

Herpes pode ser contraída em copos mal lavados. Entenda a doença:

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Revelada conexão entre Alfa Draconis e pirâmides egípcias

Alfa Draconis, também conhecida como Thuban, está localizada a cerca de 300 anos-luz de distância, na constelação do norte Draco.

Revelada conexão entre Alfa Draconis e pirâmides egípcias
Os estudos de eclipses ajudaram os egípcios a construir suas pirâmides? Crédito: Domínio Público

Apesar de sua designação ‘alfa’, ela brilha como a quarta estrela mais brilhante de Draco. A fama de Thuban surge de um papel histórico que desempenhou cerca de 4.700 anos atrás, quando as pirâmides mais antigas estavam sendo construídas no Egito.

Poderiam as novas observações astronômicas lançar luz sobre o que motivou os construtores das pirâmides egípcias?

Os astrônomos que usam dados do satélite de pesquisa de exoplanetas em trânsito da NASA (TESS) ficaram surpresos quando descobriram que a estrela brilhante Alfa Draconis e sua companheira mais fraca e anteriormente conhecida passam por eclipses mútuos.

Os estudantes de egiptologia já sabem que os egípcios antigos eram astrônomos hábeis que observavam regularmente o céu e rastreavam vários objetos celestes.

Pesquisas anteriores revelaram que o antigo calendário egípcio do Cairo 86637, de papiro, é o mais antigo documento histórico preservado de observações a olho nu de uma estrela variável, a Algol binária eclipsante – uma manifestação de Horus, um deus e um rei.

Foi confirmado que os antigos egípcios sabiam sobre a variabilidade da ‘Estrela Demônio’ Algol 3.000 anos antes dos astrônomos ocidentais.

Os astrônomos sugerem que agora é possível que o primeiro eclipse da antiga Estrela do Norte tenha desempenhado um papel fundamental na construção das pirâmides do Egito.

Cerca de 4.700 anos atrás, a estrela Thuban pode ter servido como a Estrela do Norte. Parecia o mais próximo do pólo norte do eixo de rotação da Terra, o ponto em torno do qual todas as outras estrelas parecem girar em seu movimento noturno.

Hoje, esse papel é desempenhado por Polaris, a estrela mais brilhante da constelação Ursa Minor. A mudança aconteceu porque o eixo de rotação da Terra realiza uma oscilação cíclica de 26.000 anos, chamada precessão, que altera lentamente a posição do céu no polo rotacional.

A Estrela do Norte ou Thuban é na verdade um par de estrelas e a estrela maior entre os pares é quatro vezes maior e mais quente que o Sol. A temperatura da superfície da estrela maior é de cerca de 9.700 graus Celsius. Sua companheira, que é cinco vezes mais fraca, provavelmente tem metade do tamanho da primária e é 40% mais quente que o Sol. Estudos anteriores sugeriram que Thuban exibiu pequenas mudanças de brilho que duraram cerca de uma hora, sugerindo a possibilidade de que a estrela mais brilhante do sistema estivesse pulsando.

Angela Kochoska, pesquisadora de pós-doutorado da Universidade Villanova, na Pensilvânia (EUA), disse:

Os eclipses são breves, com duração de apenas seis horas; portanto, as observações terrestres podem facilmente perdê-los. E como a estrela é tão brilhante, ela rapidamente saturaria detectores no observatório Kepler da NASA, o que também ocultaria os eclipses.

A estrela Alfa Draconis (circulada), também conhecida como Thuban, é conhecida por ser um sistema binário. Agora, os dados do TESS da NASA mostram que suas duas estrelas sofrem eclipses mútuos. Crédito: NASA / MIT / TESS

Muitos cientistas pensam que os egípcios antigos confiavam nas estrelas brilhantes, em inglês chamadas de Big Dipper e Little Dipper, para alinhar suas pirâmides na direção norte-sul com uma precisão de até 0,05 graus. No entanto, ainda é debatido como os construtores de pirâmides tomaram medidas precisas para o alinhamento. Como a inclinação do eixo da Terra mudou ao longo do tempo, as posições das estrelas também mudaram.

Usando sofisticado software astronômico, os cientistas foram capazes de retroceder o relógio astronômico e estudar o céu no momento em que as pirâmides foram construídas. Esses estudos mostraram que as duas estrelas giravam em torno do polo oposto no céu do Reino Antigo e uma linha imaginária se unia a essas estrelas, passando pelo polo norte.

Isso significa que, quando as duas estrelas colocadas verticalmente uma sobre a outra, ambas marcam a posição do norte verdadeiro para os construtores de pirâmides. Nesse caso, se o cálculo for correto, a construção da Grande Pirâmide de Gizé começou entre 2485 e 2475 aC.

Esta animação ilustra um modelo preliminar do sistema Thuban, agora conhecido como um binário eclipsante, graças aos dados do satélite de pesquisa em trânsito de exoplanetas da NASA (TESS). As estrelas orbitam a cada 51,4 dias a uma distância média ligeiramente maior que a distância de Mercúrio do Sol. Vemos o sistema cerca de três graus acima do plano orbital das estrelas, de modo que elas sofrem eclipses mútuos, mas nenhuma delas é completamente coberta por sua parceira. Créditos: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA / Chris Smith (USRA)

Kochoska, que apresentou as descobertas na 235a reunião da Sociedade Astronômica Americana em Honolulu, em 6 de janeiro, disse que está planejando um estudo de acompanhamento para examinar outros eclipses que o TESS pode ver.

Padi Boyd, cientista do projeto TESS no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, informou num comunicado:

A descoberta de eclipses em uma estrela conhecida, brilhante e historicamente importante destaca como o TESS afeta a comunidade astronômica mais ampla. Nesse caso, os dados TESS ininterruptos e de alta precisão podem ser usados ​​para ajudar a restringir parâmetros estelares fundamentais em um nível nunca antes alcançado.

(Fonte)

É claro, os astrônomos estão presumindo que este seja o caso. Porém, a verdade pode ser muito diferente disso, embora os fatos aqui sejam sólidos. No final, a única confirmação dessas teses teria que vir dos próprios construtores, o que, obviamente, é uma impossibilidade.

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