OS SEGREDOS DA ORAÇÃO

 

 

 

 

 

 

Pr. Ângelo Medrado

Quando Moisés orou, o Mar Vermelho se dividiu.

Quando Elias orou, fogo desceu dos céus.

Quando Daniel orou, um anjo fechou a boca dos leões.

A Bíblia nos apresenta muitos relatos de orações respondidas. E ela nos recomenda a oração como a forma de obtermos o Poder  de Deus. Jesus promete:

“O que vocês pedirem em Meu nome, Eu farei”. João 14:1

Por quê algumas orações parecem que não foram percebidas.?

Por quê? Aqui estão os princípios que ajudarão você a orar mais eficientemente:

  1. Esteja em contato com Cristo

“Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem e lhes será concedido” João 15:7

Quando estamos em contato com Deus e nos mantemos sempre em contato com Ele, estaremos ouvindo as respostas para nossas orações .

Confie em Deus

“E tudo o que pedirem em oração, SE CREREM, vocês receberão”. Mateus 21:22

Crer ou ter fé significa que  esperamos que nosso Pai  supra nossas necessidades.

“Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” Marcos 9

Exercíte a sua a fé  não se preocupe com ela

Seja submisso a vontade Dele

“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS, Ele nos ouvirá”. I João 5:14


Algumas vezes Ele diz: “Não”; algumas vezes Ele nos leva a nova  direção.

A oração é o caminho para termos mais intimidade com a vontade de Deus.

Precisamos observar às respostas de Deus e aprender com elas. Registre-as isto é de grande utilidade.

O Espírito Santo ajudará você a pedir corretamente, pois “o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus” (Romanos 8:27).

Espere com paciência no Senhor

“Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro”. Salmo 40:1,

Espere pacientemente pelo Senhor; seja disciplinado.

Desvincule-se de todo e qualquer pecado.

“Se eu acalentasse o pecado no meu coração, o Senhor não me ouviria”. Salmo 66:18.

Pecado nos separa de Deus (Isaías 59:1, 2).  Uma confissão e arrependimento sinceros solucionam esse problema.

Se não estivermos dispostos a permitir que Deus nos liberte dos pensamentos, palavras e atos maus, nossas orações não serão eficientes.

“Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres”. Tiago 4:3.

Deus não vai responder  às suas orações egoístas.

Mantenha os ouvidos abertos à lei de Deus e Sua vontade, e Ele manterá os ouvidos abertos às Suas petições.

“Se alguém se recusa a ouvir a lei, até suas orações são detestáveis”. Provérbios 28:9.

Concentre-se na presença de Deus

“Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos”. Mateus 5:6

Seja perseverante, não desista na primeira oração.

Jesus ensinou a  perseverança em nossas orações através da história de uma viúva insistente que sempre trazia seu pedido diante de um juiz. Finalmente, o juiz disse: “Está viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça”. Então, Jesus concluiu: “Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?” (Lucas 18:5, 7).

Peça por alguma bênção em particular, insista. Continue buscando, continue ouvindo, até que você aprenda algo da resposta de Deus.

 

Que Deus te abençoe neste dia

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Deixe-me ser claro …

 

Publicado por Hugo em 09/5/11 • Categoria: Vinho Novo

Por Frank Viola.

Deixe-me ser claro.

Há um preço a ser pago para que a vontade do Senhor se volte para sua igreja.

Você terá de lidar com algumas situações, como ser mal-entendido por aqueles que abraçaram o cristianismo espectador.

Você carregará as marcas da cruz e morrerá mil mortes no processo de se tornar, com outros crentes, uma comunidade íntima e acolhedora.

Terá de suportar a bagunça que é parte inerente do cristianismo relacional – abandonando para sempre a polidez artificial sustentada pela igreja organizada.

Não compartilhará mais do conforto de ser um espectador passivo.

Em vez disso terá de aprender lições de autoesvasiamento e como se tornar um membro responsável e prestativo de um Corpo que funciona…além do mais, terá de enfrentar a terrível oposição daquilo que certo escritor chamou de ‘as últimas seis palavras da igreja’ – “nós nunca fizemos deste modo antes.”

Você terá de experimentar a antipatia da maioria religiosa por recusar submeter-se à tirania do status quo.

E você incitará as mais severas investidas do Adversário que tentará sufocar o que representa um testemunho vivo de Jesus na sua vida… todavia, assim como o sofrimento que segue aqueles que tomam a estrada menos percorrida, os gloriosos benefícios de viver a vida do Corpo em muito supera o preço a ser pago.

O Senhor edifica sobre vidas quebradas; sua casa é constituída de despojos de combates (1 Co 26:27). Assim sendo, ‘saiamos até Ele, fora do arraial, suportando a desonra que Ele suportou’ (Hb 13:13). Pois é lá que talvez encontremos os batimentos do coração do Salvador”

Fonte: Reimaginando a Igreja via: Angelo Bazzo.

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Al Capones e gangsters evangélicos

Por J. Lee Grady, editor da Revista Charisma:

Houve um tempo em que Al Capone controlava toda a cidade de Chicago. O notório gangster da década de 1920 subornou o prefeito, comprou a polícia e, como um rei, presidiu um império de cassinos, redes de contrabando e botecos em pleno vigor da Lei Seca. Ele se esquivou das balas por muitos anos e viveu acima da lei – ganhando assim a reputação de “intocável” porque ninguém podia levá-lo à justiça.

Antes que Capone fosse finalmente preso em 1932, ele justificou seus crimes dizendo: “Tudo o que faço é para atender a demanda do público.” Ele nunca assumiu responsabilidade pelo estrago que causou porque prefeitos, policiais, líderes comunitários e estelionatários o apoiaram todo o tempo.

Odeio ter que comparar ministros de Deus a um mafioso. Mas a triste verdade é que atualmente há alguns (talvez mais do que só alguns) pastores que possuem algumas das características mais abomináveis de Al Capone. São mestres do engano e da manipulação. Eles compraram seu espaço na subcultura evangélica carismática e usaram suas místicas habilidades hipnóticas para controlar grandes redes de TV cristãs.

Mas a exemplo de Al Capone, seus dias estão contados. A Justiça logo os agarrará.

Estes falsos profetas provavelmente começaram com um chamado genuíno da parte de Deus, mas o sucesso os destruiu. Eles se desviaram da fé verdadeira e foram seduzidos pela fama e pelo dinheiro; quando seus ministérios cresceram, eles apelaram a táticas questionáveis para manter a máquina religiosa rodando. Mas agora, em meio à Grande Recessão Americana, Deus está tratando com eles.

Mas antes que nos regozijemos por estes impostores estarem sendo despejados de seus púlpitos e varridos das emissoras, pausemos por um minuto e reflitamos: como tais falsos profetas alcançaram tanta popularidade? Jamais teriam conseguido sem a nossa ajuda.

Nós fomos os idiotas. Quando eles diziam: “O Senhor lhes dará riquezas incontáveis se vocês semearem mil dólares agora”, imediatamente pegávamos o telefone e nossos cartões de crédito. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os cegos. Quando eles diziam: “Preciso que hoje vocês façam uma oferta sacrificial para que eu possa consertar meu jatinho particular”, sequer perguntávamos por que um servo de Deus não era humilde o suficiente para voar em classe econômica para alguma nação de Terceiro Mundo. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os tontos. Quando ficávamos sabendo que eles estavam vivendo em imoralidade, maltratando suas esposas ou povoando cidades com seus filhos bastardos, dávamos ouvidos às suas desculpas ao invés de exigir que estes pastores vivessem como verdadeiros cristãos. Que Deus nos perdoe.

Nós fomos os ingênuos. Quando eles imploravam por dois milhões de dólares extras para tapar algum rombo no orçamento, nos sentíamos incomodados em perguntar por que eles precisavam dormir em suítes de hotel cuja diária custava dez mil dólares. Na verdade, sempre que questionávamos algo, outro cristão rapidamente retrucava: “Não critique! A Bíblia diz ‘Não toque o ungido do Senhor!’ Que Deus no perdoe.

Tratamos estes charlatões como Al Capones, como eles se fossem intocáveis, e como resultado a corrupção se espalhou pelas igrejas carismáticas como uma praga. Nosso movimento está contaminado pelo materialismo, orgulho, engano e imoralidade porque tivemos medo de dizer o que estes palhaços realmente são: inseguros, egoístas, egocêntricos e emocionalmente confusos.

Se tivéssemos aplicado discernimento bíblico há muito tempo atrás, teríamos evitado todo este caos. Jamais saberemos quantos incrédulos rejeitaram o Evangelho porque viram a Igreja apoiando pilantras que se gabavam, coagiam, mentiam, manipulavam, subornavam, roubavam e, com lágrimas, conquistavam espaço em nossas vidas – enquanto os aplaudíamos e depositávamos dinheiro em suas contas.

Sempre que cristãos bem intencionados citam 1 Crônicas 16:22 (“Não toqueis os meus ungidos e não façais mal aos meus profetas”) para encobrir a sujeira e o charlatanismo, eles cometem uma injustiça contra as Escrituras. Esta passagem não ordena que nos calemos quando um líder está abusando do poder ou enganando as pessoas. Pelo contrário, somos chamados a confrontar o pecado em amor e honestidade. E certamente não estamos amando a Igreja se permitimos que os Al Capones carismáticos de nossa geração a corrompam.

Fonte: Charisma Magazine. Fonte secundária e Tradução: Pão & Vinho.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.