
Autor: Pastor Ângelo Medrado
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 1 bisneto.
Autoridades dizem que cinzas não devem afetar tráfego aéreo europeu como aconteceu em 2010.
22 de maio de 2011 | 9h 39

As autoridades da Islândia decidiram suspender os voos no país neste domingo, um dia depois de o vulcão mais ativo do país, o Grimsvotn, entrar em erupção.
O vulcão lançou uma coluna de fumaça a 20 km de altitude, mas autoridades meteorológicas do país afirmaram que ele não deve provocar problemas generalizados no tráfego aéreo.
No ano passado, outro vulcão islandês, o Eyjafjallajokull, praticamente parou a Europa, quando autoridades decidiram suspender o tráfego aéreo temendo que as finas partículas vulcânicas pudessem provocar panes nos motores de aeronaves.
Uma porta-voz da autoridade de aviação civil islandesa Hjordis Gudmundsdottir disse que a proibição de voo se estende a um raio de 222 km ao redor do Gromsvotn.
O geofísico Pall Einarsson, da universidade da Islândia, disse que a erupção de 2010 foi um evento raro.
"As cinzas do Eyjafjallajokull eram persistentes ou incessantes e muito finas", disse, acrescentando que as do Gromsvotn são mais grossas e, por isso, devem cair mais rápido.
O Grimsvotn fica debaixo da maior geleira da Europa, Vatnajokull, no sudeste islandês.
No ano passado, durante duas semanas, a erupção do Eyjafjallajokull provocou as maiores restrições ao espaço aéreo europeu desde a 2ª Guerra Mundial.
Cerca de 10 milhões de passageiros foram afetados, e muitos questionaram a decisão das autoridades aéreas.
No entanto, um estudo científico recente confirmou os temores por segurança que levaram à suspensão de voos.
O Grimsvotn, que fica no sul da Islândia, não estava ativo desde 2004. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Tópicos: Islândia, Vulcão, Grimsvotn, Cinzas vulcânicas, Eyjafjallajokull, Internacional, Geral
21/05/2011 – 15h25
DE SÃO PAULO
A Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar cerca de 700 manifestantes que bloquearam a avenida Paulista, no sentido da Consolação, região central de SP, em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha.
Cerca de 100 PMs, a maioria da Tropa de Choque, estão no local.
Zanone Fraissat/Folhapress
Mais cedo, durante a concentração no vão livre do Masp, skinheads trocaram ofensas com os manifestantes.
Na sexta-feira à noite, a Marcha da Maconha foi proibida por uma decisão judicial, a pedido do Ministério Público. De acordo com o relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, o evento "não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha" que favorece "a fomentação do tráfico ilícito de drogas".
PELO BRASIL
Em Curitiba, a marcha da Maconha, que seria realizada neste domingo (22), foi proibida por decisão da Justiça e se transformou em Marcha pela Liberdade de Expressão. A Marcha está marcada para as 15h, na praça Santos Andrade, centro de Curitiba. A expectativa da organização é que cerca de 300 pessoas participem do evento.
No Rio, a marcha ocorreu no último dia 7 com a proteção de um habeas corpus preventivo, que garantia que os manifestantes não seriam presos no ato.
Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça pedindo a proibição do movimento, mas a Justiça negou o pedido e a marcha foi realizada com a presença ostensiva de policiais também no dia 7.
