A tua Fé te salva… Pr. ângelo Medrado

 

Lucas: 18;36

 

“ Aconteceu que ao aproximar-se Ele de Jericó, estava um cego assentado à beira do caminho, pedindo esmolas. E, ouvindo o tropel da multidão que passava, perguntou o que era aquilo. Anunciaram-lhe que passava Jesus, o nazareno. Então, ele clamou: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim. E os que iam na frente o repreendiam para que se calasse, ele, porem, cada vez gritava mais, Filho de Davi, tem misericórdia de mim. Então parou Jesus e mandou que lho trouxessem. E tendo chegado, perguntou-lhe:

“Que queres que eu te faça? Respondeu ele: Senhor. Que eu torne a ver.

Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua vista, a tua fé te salvou. Imediatamente, tornou a ver e seguia glorificando a Deus”.

Temos visto, hoje em dia, que muitos estão na condição de cego, como aquele cego de Jericó.

Estão a beira do caminho, indo para cá e para lá, sem rumo, perdido, sem enxergar e quando ouvem dizer que Jesus está passando, ficam ansiosos, tentando alcança-lo, mas a multidão de problemas não o deixam pensar na melhor opção para se chegar a Jesus, às vezes, gritam, mas os problemas dizem para você se calar, para não incomodar a Jesus, chamar a sua atenção.

Esquecem-se que para se chegar a Jesus, necessário é clamar, gritar, reconhecer a sua soberania como Filho de Davi, pedir a sua misericórdia e fazer de tudo para ultrapassar as barreiras que limitam os seus gritos e clamores a chegarem ate a Jesus.

A pouca fé ou falta de persistência, levam ao seu fracasso, muitos ficam esperando que Jesus venha até ele, e Ele acaba passando e a sua oportunidade de ver Jesus passa.

Mas quando Ele ouve o seu clamar, com todas as suas forças, como se fosse a sua última esperança Ele manda tirarem as barreiras para que o pedinte se chegue até Ele, e quando isso acontece ele diz: “ que queres que eu te faça?” e assim pode-se cantar e glorificar pois ele agiu na hora.

Ele pode agir na sua vida também, como é que você tem feito, tem gritado, corrido atras, saltado as barreiras, atropelado as multidões de problemas para se chegar até Ele? Se não tem feito isso, comece a fazer agora, alcance-o e verá as bênçãos de Deus chegarem até você.

Que Deus te abençoe neste dia.

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A Fama Ministerial significa bênção ou maldição?

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  • Estamos vivendo a época do entretenimento. A igreja cada vez mais assimila esta mentalidade juntamente com o gerenciamento empresarial de grandes "redes" denominacionais. Igrejas / empresas vendem produtos e transformam seus seguidores em consumidores de um "case" de serviços personalizados e identificados naquela denominação. Vivemos o perigo de conformar a igreja com o mundo, isto é, influenciando a igreja com as técnicas usadas pelo mundo. Mas se nada há no mundo digno de ser copiado, porque faríamos uso destas coisas para tornar a igreja mais atraente?

    Dr. Martyn Lloyd-Jones disse: "Quando a igreja é absolutamente diferente do mundo, ela invariavelmente o atrai. O mundo é constituído da forma que é para ouvir sua mensagem, embora possa odiá-la em primeiro lugar."

    Existem aqueles que são famosos pelo que fazem, e aqueles que fazem tudo para serem famosos. Há uma grande diferença entre estes dois grupos. Uma das razões pelas quais muitos líderes estão em busca de um segredo para tornar suas igrejas grandes, reside na falsa idéia de que a multidão pode lhes dar uma certa  vitrine social. Há uma abundância de grandes comunicadores carismáticos, mas com pouco ou nenhum mérito para serem ouvidos. O que quero enfatizar é que as televisões e rádios estão cheias de pessoas atraídas pela idéia de serem conhecidas muito mais, do que Aquele que elas "julgam" pregar. Na tentativa de pregarem Jesus, pregam na verdade a si mesmos, para serem contemplados e admirados. São os modernos fariseus que oram publicamente nas sinagogas eletrônicas, a saber, na televisão e no rádio.

    Interessante pensar que não existe nenhum programa no estilo "Big Brother Gopel", mostrando o dia a dia destas grandes denominações e de seus respectivos presidentes. Exatamente porque penso que nada fora das lentes da telinha, nada há neles de atraente, a não ser aquilo que é produzido no estúdio. Sua vida pública não encontra relação com sua vida privada, não são o que parecem, são aquilo que não mostram. Penso que era isso que Jesus queria dizer com lobos em "peles" (aparência) de ovelhas. Neste ponto a fama ministerial é usada contra o Evangelho e não a favor dele.

    A grande maioria das coisas que vemos hoje nos meios de comunicação são personalidades egocêntricas, infladas pelo desejo de aparecerem e estarem em evidência. A multidão e a fama é o alvo delas e paradoxalmente a maior prova da insegurança de seus chamados. Todo líder que usa e se apóia na multidão ou na fama como significado de "benção ministerial" está no íntimo inseguro sobre quem é. Não é Deus que lhe dá significado, mas aquilo que ele faz e pensa que é. Por isso o alvo de Jesus jamais foi a multidão ou a fama, mas o indivíduo que não possui sentido de existência. Jesus sempre focou seu trabalho muito mais na qualidade da vida do que na quantidade das "coisas" na vida.

    Jesus desafiou seus discípulos a pregarem ao mundo, e não se moldarem a este mundo. Ser discípulo de Jesus era mais uma questão da consciência de quem se era, do que daquilo que se fazia. Antonio Vieira em um de seus sermões disse: "Muitos cuidam da reputação, mas não da consciência.". Termino concluindo que: Um ministério pode um dia tornar-se famoso, mas não haverá nenhum esforço interno para isso. A fama enquanto consequência de um trabalho digno de ser admirado é benção, mas quando um ministério só é famoso  porque tem os veículos e meios de comunicação na mão é maldição. Jesus jamais foi uma celebridade do amor, mas um mártir do amor. Por isso, a Ele toda a Glória.


    Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.

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    O que os Líderes Evangélicos Pensam Sobre o Fim dos Tempos

     

    Por Audrey Barrick|Repórter do Christian Post
    Traduzido por Amanda Gigliotti

    A maioria dos líderes evangélicos acreditam que Jesus Cristo irá retornar à Terra e então reinar com seus seguidores por 1.000 anos, mostra uma nova pesquisa.

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      (Foto: by jonycunha)

      A maioria dos líderes evangélicos acreditam que Jesus Cristo irá retornar à Terra e então reinar com seus seguidores por 1.000 anos, mostra uma nova pesquisa, 09 de março de 2011.

    Essa teologia do fim dos tempos é chamada de pré-milenismo e 65 por cento dos líderes evangélicos pesquisados se identificam com ela.

    Como parte dessa pesquisa mensal, a Associação Nacional dos Evangélicos pesquisou seu conselho de diretores, do qual incluem os Diretores Executivos das denominações e representantes de uma vasto leque de organizações evangélicas, sobre suas crenças escatológicas.

    “Está em nossa natureza humana querer preparar a nós mesmos – fisicamente, emocionalmente, espiritualmente – pelo que pode estar à frente,” disse o Presidente da NAE, Lieth Anderson.

    A pesquisa, publicada esta semana, encontrou que 13 por cento dos inquiridos são amilenistas – acreditando que o reino milenar não literal de Cristo está acontecendo agora enquanto Cristo reina à direita do Pai.

    Quatro por cento acredita que a segunda vinda de Cristo que irá ocorrer depois do período de 1.000 anos durante o qual as nações irão progressivamente estar convertidas ao Cristianismo. Essa é a teologia pós-milenista.

    Dezessete por cento, entretanto, identifica-se com a teologia final “outros” tempos.

    Enquanto a maior parte dos líderes evangélicos sustentam uma crença pré-milenista – no qual o período de 1.000 anos é justiça e paz em todo o mundo e precede o fim do mundo – mesmo dentro deste sistema de crença, há variações.

    Os pré-milenistas discordam quanto ao período do arrebatamento, se os Cristãos irão subir e unir-se a Jesus durante ou depois do período de tribulação – que vem antes do retorno de Cristo.

    Entretanto, muitos líderes evangélicos concordam que o foco nos detalhes dos últimos dias pode ser uma distração de viver fielmente no presente, de acordo com a pesquisa.

    Roy Taylor, declarou ao secretário da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos, “Na medida em que o tempo aproximado do Segundo Advento entrou em causa, eu me demiti do Comitê de Planejamento e juntei-me ao Comitê de Recepção.”

    Além disso, dadas as várias visões sobre o fim dos tempos, a Open Bible Churches, uma asosicação de Igrejas Evangélicas Pentecostais Carismáticas, alterou sua Declaração de Fé para dar aos ministérios e constituintes uma liberdade maior nos ensinamentos escatológicos.

    A declaração de fé da Open Bible Chuches sobre a segunda vinda de Cristo afirma simplesmente: “Nós acreditamos que a segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e triunfante.”